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Rio de Janeiro: turismo náutico, sob a pandemia, viabilidades de investimento

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Amanda Garcia da [1], MENDONÇA, Janaína [2]

SILVA, Amanda Garcia da. MENDONÇA, Janaína. Rio de Janeiro: turismo náutico, sob a pandemia, viabilidades de investimento. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 07, Ed. 04, Vol. 05, pp. 81-92. Abril de 2022. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/administracao-naval/turismo-nautico

RESUMO

Contexto: A capital do Rio de Janeiro, centro de desenvolvimento de negócios, inclusive náuticos, é uma das cidades que mais contribuem para o Brasil ser referenciado no setor náutico. Considerando a capital do Rio de Janeiro como uma das cidades mais visitadas do Brasil, o setor de Turismo apresenta um constante desenvolvimento. No entanto, o contexto pandêmico trouxe às pessoas e empreendedores, que atuam no setor, o questionamento da incerteza do retorno e das consequências da pandemia devido a redução do volume de negócios e a restrição social (lockdown e isolamento social). Problema: A pergunta norteadora deste artigo foi: seria viável, apesar da perda de potenciais lucros, começar um investimento no setor náutico e/ou dar continuidade a ele ainda que em meio a pandemia, na capital do Rio de Janeiro? Objetivo: Assim, o objetivo geral foi analisar se é plausível o investimento de um empreendimento náutico na capital do Rio de Janeiro nesse cenário de pandemia, possibilitando aos atuantes dessa área indicações de novas demandas. Metodologia: A metodologia adotada foi exploratória, através da revisão de literatura por livros e artigos inerentes à área. Considerações finais: O setor náutico apresentou crescimento no contexto de pandemia, na capital do Rio de Janeiro. É considerado plausível o seu investimento mesmo que na conjuntura atual, apesar de novas demandas no setor devido às restrições geradas pela pandemia.

Palavras-chave: Investimento, Turismo, Setor Náutico, Capital do Rio de Janeiro, Pandemia.

1. INTRODUÇÃO

A capital do Rio de Janeiro apresenta importância econômica não apenas por congregar produtos em escala nacional e internacional, mas também por seu destaque decorrente junto ao Ministério do Turismo nos últimos anos como categoria “A”, no mapa do turismo brasileiro (COSTA et al., 2021).

Segundo a European Commission (2016), o turismo náutico tem se desenvolvido nos últimos anos em todo o mundo, mostrando seu índice de aproximadamente 3,2 milhões de pessoas empregadas e uma receita que varia de 20 a 28 bilhões de euros ao ano.

Apesar de seu significativo desenvolvimento ao longo dos anos, ao analisar o contexto de pandemia, o turismo náutico apresentou variações gerando aos atuantes neste setor, o questionamento quanto ao seu retorno devido ao isolamento social e as consequências que a pandemia poderia trazer com a redução do volume de negócios.

Segundo Amorim (2021), o Turismo gerou prejuízo de aproximadamente R$ 290,6 bilhões, concentrando a sua maior parte nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Infere-se potencial impacto na capital do Rio de Janeiro devido a concentração de investimentos. Em contrapartida, Eduardo Vessoni (2020) mostra uma nova demanda e um chamado “novo normal” para o turismo náutico.

O presente trabalho tem por objetivo apresentar, a partir do turismo, a atuação do setor náutico durante o cenário de pandemia na capital do Rio de Janeiro respondendo à pergunta norteadora deste artigo que é: seria viável, apesar da perda de potenciais lucros, começar um investimento no setor náutico ou dar continuidade a ele ainda que em meio a pandemia, na capital do Rio de Janeiro? A pesquisa realizada foi exploratória através da revisão de literatura por livros e artigos inerentes à área priorizando a capital do Rio de Janeiro.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 O TURISMO E O SETOR NÁUTICO NA CAPITAL DO RIO DE JANEIRO

Segundo o WWF (WORLD WIDE FUND FOR NATURE, 2022), a vida humana não pode prescindir do consumo de água e nosso planeta a tem em abundância, apesar das perdas históricas proporcionados pelo desenvolvimento predador sem “apelo” à sustentabilidade. Os oceanos são o espaço no qual essa riqueza natural está majoritariamente disponível, apesar de não necessariamente consumível. Por outro lado, essa riqueza natural suscetibiliza oportunidades/demandas econômicas e nesta está contido o setor náutico, contributivo ao turismo da cidade.

Ainda, segundo o WWF (2022) setenta por cento do planeta é coberto por água, desse total noventa e sete por cento estão nos oceanos, traduzindo a importância desta à vida humana em diversos aspectos, inclusive no setor náutico, na capital do Rio de Janeiro.

As atividades incluídas no setor náutico são tão diversas quanto os ambientes marinhos. Elas incluem: mergulho e snorkel, windsurf, Jet ski, pesca, observação da vida selvagem marinha, canoagem, visitas a vilas de pescadores, parques e aquários marinhos, vela e iate a motor, eventos e corridas marinhas, indústria de navios de cruzeiros e muitas outras (LÜCK, 2007, p. 1).

Apesar dessa realidade pandêmica “pós isolamento” social, reflexões como a de Araujo (2012) menciona que o turismo passa a ser considerado uma indústria nacional com a criação da Embratur (Empresa Brasileira de Turismo), a qual foi responsável pela regulamentação e fomento do mercado náutico ao longo dos anos no país. Nessa perspectiva está inserido o setor náutico, especificamente na capital do Rio de Janeiro.

Inclusive, segundo o Livreto Turismo Náutico: Orientações Básicas (2010, p. 9), os hábitos dos turistas ao longo dos anos vêm mudando e aparecem novas demandas a serem supridas pelas agências de turismo, inclusive no setor náutico na referida capital. Muitos turistas procuram itinerários que se adaptem às suas novas necessidades, desejos e preferências, criadas ou não sob a pandemia, atingindo decisivamente o espaço urbano e mudando hábitos de consumo dos turistas. O Ministério do Turismo (2010) tem reconhecido todas essas tendências dos consumidores ao buscar oportunidades para o país e suas respectivas cidades (capitais) como o Rio de Janeiro. Além disso, segundo o mesmo livreto, a efetivação da segmentação do turismo requer o conhecimento das características do destino quanto à oferta, relacionada às atrações, serviços, produtos e infraestrutura turística, inclusive no setor náutico, e a demanda que inclui as particularidades dos turistas que visitaram ou visitarão o local. Logo, aqueles que compreendem melhor os desejos e as necessidades dessa demanda promoverão, ainda, qualificação e/ou aperfeiçoamento dos destinos turísticos e roteiros; provocando maiores inserções e maior continuidade no mercado desse setor.

2.2 O QUE É EMPREENDER

Ao acessar ferramentas de busca, são muitas as definições de empreendedorismo, entre elas, segundo Boava e Macedo (2009), a sua definição tem evoluído e não é esclarecida devido a etimologia complexa do termo com origem do latim imprehendere. Contudo, pode ser encontrada a definição da seguinte forma:

Empreender é inovar a ponto de criar condições para uma radical transformação de um determinado setor, ramo de atividade, território, onde o empreendedor atua: novo ciclo de crescimento, capaz de promover uma ruptura no fluxo econômico contínuo, tal como descrito pela teoria econômica neoclássica. A inovação não pode ocorrer sem provocar mudanças nos canais de rotina econômica. (SCHUMPETER, 1985, p. 49 apud MARTES, 2010, p. 261).

Segundo a SEBRAE (2019), em uma visão simplista, entende-se por empreendedor aquele que começa algo novo, que vê o que ninguém consegue enxergar e parte para a ação.

2.3 A COVID-19

A Covid-19 teve início através do relato de um vírus desconhecido na China (cidade de Wuhan) em dezembro de 2019, como noticiada por toda a mídia mundial, gerando em poucos meses uma crise global, pandemia, que afetou o mundo de forma social e econômica (GIONES et al., 2020).

Em março de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a Covid-19 como uma pandemia e devido à falta de respostas médicas a curto prazo, foi exigido restrições de distanciamento social (GIONES et al., 2020).

Diante do exposto, considerou-se importante que os empreendedores revissem suas atividades com resiliência e agilidade, transformando seus empreendimentos com as novas demandas do mercado para a superação da crise (LIU et al., 2020).

O setor de turismo foi apontado pelo relatório do Ministério do Turismo (2020) como um dos mais complexos e preocupantes, no qual cita a urgência de medidas para recuperação do setor perdurando por longo prazo. Inclusive esse setor é definido pelo Ministério do Turismo (2020) como:

A atividade náutica, quando atrelada ao turismo, possui características que a diferenciam do simples ato de navegação. O Turismo Náutico, portanto, não se configura pela utilização da embarcação como simples meio de transporte, mas como principal motivador da prática turística. (MINISTÉRIO DO TURISMO, 2020, p. 11).

Entretanto, segundo Vessoni (2020), ao se tratar do turismo náutico, este apresentou resultados financeiros positivos durante a pandemia, devido a uma vasta opção de ofertas que podem ser atendidas, ainda que no isolamento social, através de lanchas, veleiros e demais embarcações. É importante ser dito que não foram todos os segmentos do setor náutico que apresentaram resultado positivo em relação ao seu investimento, mas aqueles que conseguiram atender as restrições de isolamento junto à demanda de seus clientes.

3. O TURISMO NÁUTICO NO CONTEXTO DE PANDEMIA NA CAPITAL DO RIO DE JANEIRO

3.1 DADOS DO SETOR NÁUTICO

Diante da crise atual da Covid-19, o Ibovespa, que é o principal índice da bolsa de valores brasileira, registrou a sua maior queda desde a crise de 2008 e o dólar aumentou nos últimos meses segundo a BBC (2020), refletindo na economia e, principalmente no setor náutico na capital do Rio de Janeiro, caracterizado pelas variações cambiais.

Conforme Amorim (2021), as atividades turísticas apresentaram o prejuízo de R$ 290,6 bilhões desde março de 2020, atuando neste referido mês com 45% de sua capacidade mensal junto à expectativa de recuperação no ano de 2023.

Com todas as medidas restritivas para aumentar o isolamento social e reduzir a propagação do vírus, responsável pela pandemia, ocorreu nesse tempo uma queda nas perdas de faturamento e retomada do crescimento com o agravamento da pandemia, sendo identificado que 51% do prejuízo apurado no setor náutico ficou concentrado entre os Estados do Rio de Janeiro (principalmente na capital do Rio de Janeiro) e São Paulo, segundo Amorim (2021).

Nesse cenário, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela dados de que a atividade turística cresceu 0,7% em Janeiro de 2021 em relação ao mês de Dezembro de 2020 e avançou 122,8% entre Maio de 2020 e Janeiro de 2021, mas ainda precisaria crescer 42,1% para retornar ao período pré-pandemia, segundo Amorim (2021).

Em contrapartida, na entrevista de Eduardo Vessoni (2020), fala-se que enquanto os profissionais do turismo buscam entender o “novo normal”, o turismo náutico perdura com viagens personalizadas, conscientes e seguras atendendo as restrições de isolamento. Por conseguinte, com o avanço da vacinação contra a COVID-19, os dados poderão trazer ainda melhores resultados ao setor. Certamente, essas considerações vão ao encontro da reflexão contida neste artigo.

Segundo os dados apresentados no gráfico abaixo, pode ser observado que, dentre as atividades turísticas, apenas o setor aquaviário/náutico teve por variação o resultado positivo.

Figura 1: Impacto da pandemia no turismo Brasileiro.

Impacto da pandemia no turismo Brasileiro
Fonte: Poder 360. Turismo teve o maior prejuízo da série histórica em 2020. Disponível em: https://www.poder360.com.br/economia/turismo-teve-o-maior-prejuizo-da-serie-historica-em-2020-diz-fecomercio-sp Acesso em 05/03/2022.

Segundo a ACOBAR (2021) a pandemia acelerou o investimento no setor de embarcações turísticas, haja vista que os brasileiros buscavam alternativas em resposta ao isolamento e, por consequência, o mercado vem respondendo por um novo atendimento aos consumidores em busca de lazer. A capital do Rio de Janeiro protagonizou esse processo de forma latente.

Segundo Gabriela Lobato (2021), CEO da BR Marinas:

(…) assim que começou a pandemia tudo parou, todos ficaram muito preocupados querendo de todo modo reduzir custos,  mas depois de maio de 2020, a procura aumentou a tal ponto que praticamente não há mais vagas em algumas marinas do grupo e as empresas têm estado em crescimento.

3.2 DADOS DO SETOR NÁUTICO NA CAPITAL RIO DE JANEIRO

De acordo com Valente (2021), o turismo náutico tem como principais estados do Brasil: São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Na capital do Rio de Janeiro, além de atrações como o Cristo Redentor, Museu do Amanhã, Pão de Açucar, AquaRio, dentre outros; o setor náutico aparece em evidência.  Barros (2018) aborda o Estado do Rio de Janeiro como destaque por diversos fatores naturais, como: águas quentes, calmas, navegáveis, abrigadas em baías, além da fauna e da flora. Não só esses fatores são importantes como também escolas de formação da área náutica, a atuação de empresas prestadoras de serviço náutico, clubes náuticos, marinas e a infraestrutura que segundo o mesmo autor, geraram o desenvolvimento de uma forte cultura náutica para o Estado do Rio de Janeiro e vantagem em destaque aos outros Estados do país.

Retornando a um curto espaço de tempo, segundo a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus implementos (ACOBAR, 2012), a partir do ano de 2012 um importante fator de desenvolvimento do turismo náutico para o Estado do Rio de Janeiro se deu pelo motivo da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a construção de embarcações de lazer, atraindo a muitos investidores.

O Presidente da ACOBAR, Eduardo Colunna (2021) aponta a mesma redução de alíquota perdurando ao longo dos anos e diz que os investidores passaram a ver as embarcações como um bom investimento. Além disso, o Decreto nº 10.349 publicado no Diário Oficial da União em 13/05/2020, confirma que o turismo ganhará prioridade no programa de investimentos do Governo Federal após o fim das restrições da pandemia com a Covid-19. (MARTINS, 2020).

Segundo Colunna (2021) a expectativa dos próximos anos é que o Brasil como um todo, mostre o seu potencial náutico gigantesco pela chegada de muita gente nova no setor, descobrindo como uma boa oportunidade de investimento.

3.3 INVESTIDORES DO SETOR NÁUTICO NA CAPITAL DO RIO DE JANEIRO

Apesar da retração de investimentos em diversos setores, a área náutica é viável a investimentos. Inclusive, uma das melhores opções é o aluguel de barcos, segundo Javier (2021) para a Revista Economia e Negócios.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae, 2010) estima que o investimento básico necessário para uma empresa de turismo náutico seja próximo a R$ 110.000,00, que pode variar devido aos objetivos do empreendedor e seu plano de negócios.

Segundo Fadel (2020), muitos proprietários de embarcações têm visto seu patrimônio como um serviço rentável em que ao invés de estar parado, pode gerar retorno financeiro através de sua locação. Atualmente, a locação de embarcações apresenta potencial desenvolvimento e se moderniza com a criação de plataformas especializadas na locação. A capital do Rio de Janeiro tem protagonizado esse processo.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conforme a pesquisa apresentada, o país, em específico a capital do Rio de Janeiro, continua propício a novos investimentos na área de turismo náutico. Mesmo em meio a crise, gerada pela COVID-19, conforme os prejuízos apresentados de faturamento no setor náutico e explicitado na bibliografia do presente artigo, este é um investimento que apresenta novas oportunidades com características personalizadas e seguras por atender as medidas de isolamento social.

Com o favorável cenário de demanda do setor náutico, as empresas náuticas continuam representando uma atrativa oportunidade para aqueles que queiram começar um investimento ou queiram inovar (empreender), haja vista a reduzida perda de ganhos no setor e novos potenciais de desenvolvimento suscitados no contexto de pandemia na capital do Rio de Janeiro. O mercado encontra-se em crescimento para todos os públicos de consumidores devido às variadas tendências de qualidade de vida e atividades ao ar livre, tendo muitas possibilidades ao seguir as normas de isolamento social, na capital do Rio de Janeiro.

Assim, com a análise realizada, pode ser observado que mesmo com o cenário pandêmico atual, há oportunidades para o setor náutico na capital do Rio de Janeiro ao atender a demanda dos consumidores, seletivamente, ao buscarem alternativas ao isolamento social no contexto da pandemia.

REFERÊNCIAS

ACOBAR. Indústria Náutica Brasileira – fatos e números 2012. 2012.Disponível em: http://docplayer.com.br/15498464-Industria-nautica-brasileira-fatos-e-numeros-2012.html. Acesso em: 24/03/2022.

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AMORIM, Daniela. Turismo tem prejuízo de R$ 290 bilhões de março de 2020 a fevereiro de 2021. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/turismo-tem-prejuizo-de-r-290-bi-de-marco-de-2020-a-fevereiro-de-2021-diz-cnc/. Acesso em 05/03/2022.

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BARROS, Victor. Análise do potencial do setor náutico fluminense sob a ótica econômica e possíveis estratégias de mercado. 2018. Disponível em: http://www.repositorio.poli.ufrj.br/monografias/monopoli10025239.pdf. Acesso em 22/03/2022.

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BOAVA, Diego; MACEDO, Fernanda. Sentido axiológico do Empreendedorismo. 2009. Disponível em: http://www.anpad.org.br/diversos/down_zips/45/ESO1421.pdf. Acesso em 05/03/2022.

COSTA, Maria Angélica; MORAES, Cláudia; ABREU; Luciano; FOGAÇA, Isabela; TRENTIN, Fábia; LIMA, Matheus; SOARES, Carlos, QUEIROS, Jonas, ELICHER, Maria; BOTELHO, Eloise. Rio de Janeiro: Cenário turístico carioca em tempos de pandemia. 2021. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/geouerj/article/view/61340/38625. Acesso em 22/03/2022.

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[1] Bacharelado em Administração. ORCID: 0000-0001-5392-5857.

[2] Orientador.

Enviado: Janeiro, 2022.

Aprovado: Abril, 2022.

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