Veterinária

Celulite juvenil em cão: relato de caso

RELATO DE CASO

LOPES, Isabela Oliveira [1], ZULIM, Luís Felipe da Costa [2], POLIZELLO, Andressa Caroline Vanso [3], ALVES, Débora da Silva [4],  RAMOS, Camila Roncada [5], FURINI, Liliane Voltarelli [6], NOGUEIRA, Rosa Maria Barilli [7]

LOPES, Isabela Oliveira et al. Celulite juvenil em cão: relato de caso. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 10, Ed. 07, Vol. 01, pp. 05-16. Julho de 2025. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/veterinaria/celulite-juvenil, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/veterinaria/celulite-juvenil

RESUMO

A Celulite Juvenil Canina é uma dermatose que acomete principalmente filhotes até 4 meses de idade e pode ser desencadeada por uma falha no sistema imune, aplicação de vacinas polivalentes, medicamentos ou doenças virais. As lesões se apresentam principalmente na forma de vesículas e pústulas em região da face (ocular, labial e nasal), acompanhadas de otite bilateral purulenta e linfonodomegalia. O diagnóstico é um desafio, sendo importante descartar as demais dermatopatias por meio de exames específicos como raspado de pele e cultura para fungos, associado ao histórico, sinais clínicos, citologia das lesões e exame histopatológico. Além disso, a resposta ao tratamento imunossupressor com glicocorticóides é determinante para a conclusão do diagnóstico da doença. O prognóstico é bom quando o tratamento é instituído rapidamente. Sendo assim, este estudo objetiva relatar um caso de celulite juvenil em um cão da raça Pastor Maremano Abruzês, com três meses de idade, pesando 6,3 kg. O cão recebeu atendimento apresentando lesões em região periocular, perilabial, focinho e membros, o qual chegou-se ao diagnóstico por meio de exame histopatológico, pela característica das lesões e pela boa resposta apresentada pelo animal quando instituído o tratamento com Dexametasona na dose de 0,5mg/kg, com recuperação total do quadro.

Palavras-chave: Dermatopatia, Filhotes, Imunomediada, Linfadenite Granulomatosa.

1. INTRODUÇÃO

O maior órgão do organismo é a pele e sua principal função é a proteção, como uma barreira entre meios externos e internos. Além disso, atua na termorregulação, na formação de outras estruturas, armazenamento de diversas substâncias como proteínas, lipídeos, água e síntese de vitaminas (Mendes et al. 2021 e Albuquerque et al. 2018). Possui em sua microbiota organismos não-patogênicos e alguns com um certo potencial patogênico, se tornando vulnerável a proliferação de microrganismos quando sofre alguma injúria (Sousa, 2022).

Epiderme, derme e hipoderme são as camadas que compõem a pele. A epiderme apresenta função impermeabilizante para evitar perdas de água, queratinização e renovação celular. Seguido da derme, que tem função de elasticidade, oxigenação e nutrição. Por fim, a hipoderme que une os demais tecidos por meio do tecido conjuntivo (Sousa, 2022).

Até chegar na fase adulta, o tecido tegumentar de filhotes sofre diversas mudanças, tendo sua proteção comprometida devido ao desenvolvimento incompleto do sistema imunológico, predispondo a infecções como demodicose e dermatofitose (Mendes et al. 2021 e Albuquerque et al. 2018).

Dentre essas infecções está a Celulite Juvenil Canina ou Linfadenite Granulomatosa Estéril. Dermatose incomum, de início súbito, relacionada à uma falha imunológica e acomete principalmente filhotes, entre 3 semanas até 4 meses (Albuquerque et al. 2018; Duarte; Santos, 2020 e Lopes et al. 2016). Não há predisposição racial, porém, em relatos, as raças mais acometidas são Golden Retriever, Labrador Retriever, Pointers e Dachshunds (Albuquerque et al. 2018 e Duarte; Santos, 2020).

A forma clínica da doença se apresenta com o aparecimento de pústulas, vesículas, edema bilateral e crostas principalmente em região perilabial, periocular, podendo se estender para a região de membros, abdômen, região vulvar e perineal. Em geral essas lesões causam dor e não são pruriginosas (Oliveira; Rossi, 2021 e Mendes et al. 2021). Associado à otite bilateral purulenta, porém, não pruriginosa e linfonodomegalia principalmente submandibular que podem sofrer abscedação. Em casos mais graves, os animais podem apresentar alterações sistêmicas como febre, apatia, anorexia, letargia e dor articular (Lopes et al. 2016).

A doença apresenta sinais clínicos semelhantes a outras dermatopatias, como as fúngicas, bacterianas, imunomediadas e reações de hipersensibilidade, portanto seu diagnóstico é desafiador, sendo necessário realizar a exclusão dessas através de exames dermatológicos específicos, como raspado de pele, cultura fúngica, citologia e exame histopatológico, considerado de excelência (Duarte; Santos, 2020; Oliveira; Rossi, 2021 e Mendes et al. 2021).

O diagnóstico de Celulite Juvenil é baseado em anamnese, sinais clínicos e histórico do paciente, associado aos exames dermatológicos para descarte das demais dermatopatias. A cultura bacteriana pode ser realizada do exsudato das lesões e condutos auditivos, bem como a citologia que pode ser feita também dos linfonodos, revelando-se negativas para presença de microrganismos, ou seja, estéril, a menos que haja infecção bacteriana secundária, além de um processo inflamatório piogranulomatoso encontrado na citologia (Albuquerque et al. 2018; Mendes et al. 2021 e Lopes et al. 2016).

Segundo Oliveira e Rossi (2021), no exame histopatológico de amostras da pele ou linfonodos, são observados dermatite granulomatosa ou piogranulomatosa, epiderme acantótica, ulcerada ou normal e presença de macrófagos epitelióides e neutrófilos. Além dos exames de pele, são realizados exames laboratoriais como hemograma (Parihar et al. 2022 e Mendes et al. 2021) e principalmente o diagnóstico terapêutico, onde o animal apresenta uma boa resposta com a terapia imunossupressora auxiliando no diferencial de outras dermatopatias (Mendes et al. 2021).

Portanto, o tratamento da Celulite Juvenil é feito por meio do uso de glicocorticoides como Prednisona/Prednisolona ou Dexametasona em doses imunossupressoras, para controle da resposta exagerada ocasionada pelo sistema imunológico do animal.

Após a remissão das lesões, mantém-se a terapia por mais uma semana, realizando-se o desmame da medicação. Casos refratários aos glicocorticoides é recomendado o uso de Ciclosporina (Mendes et al. 2021 e Oliveira; Rossi, 2021).

Caso haja infecções bacterianas secundárias, é recomendado o uso de antibióticos sistêmicos como a Cefalexina, Amoxicilina com Clavulanato de Potássio ou Cefadroxil (Lopes et al. 2016 e Albuquerque et al. 2018).

Como relatado por Mendes et al. (2021), quando se há uma resposta positiva ao tratamento, em torno de 4-5 dias, o prognóstico é bom. Em casos mais graves podem ficar sequelas como cicatrizes. Por apresentar caráter genético, o indicado é retirar esses animais da reprodução.

Sendo assim, este trabalho teve como objetivo compilar informações acerca da celulite juvenil, sinais clínicos, diagnósticos e tratamento, e relatar um caso em cão da raça Pastor Maremano Abruzês, com resultados positivos ao tratamento.

2. RELATO DE CASO

Foi atendido em uma Clínica Veterinária Escola no dia 10/05/2022, um cão, macho, raça Pastor Maremano Abruzês, 3 meses de idade, pesando 6,3 kg. Animal chegou para atendimento emergencial como queixa principal apatia, dor e apresentando lesões vesiculares periocular, região nasolabial, membros anteriores e posteriores e em região dos condutos auditivos, associado a presença de secreção mucopurulenta em ambos os condutos (Figura 1). Citado pela tutora, que há aproximadamente 1 mês o animal havido sido picado por uma aranha-marrom, desencadeando uma reação no sistema imunológico do animal, que poderia ter levado ao desenvolvimento da celulite juvenil.

Figura 1. Lesões em região ocular, focinho e condutos auditivos

Fonte: Acervo dos autores, 2022.

Ao exame físico, foram avaliados os parâmetros fisiológicos (hipertermia – 39,6Cº, linfoadenomegalia submandibular). Animal apresentava muita dor ao manejá-lo. Foram solicitados hemograma com pesquisa de hematozoário, Proteína Plasmática Total (PPT), na bioquímica sérica, Alanina Aminotransferase (ALT), Aspartato Aminotransferase (AST), ureia, creatinina, citologia/bacterioscopia de pele. O animal foi encaminhado para o setor de internação da Clínica Veterinária Escola para o devido suporte.

Os resultados dos exames laboratoriais (Tabela 1 e 2), revelaram no leucograma leucocitose e neutrofilia, demais parâmetros dentro da normalidade para a espécie. Em exame citológico da pele foram encontrados cocos e intensa inflamação.

Tabela 1. Hemograma (eritrograma e leucograma) no dia 10/05 do cão envolvido em quadro de celulite juvenil

Eritrograma 10/05 Valores referência
Eritrócitos 7,51 5,5 – 8,5 x10⁶/mm³
Hemoglobina 14,6 12 – 18 g/dL
Hematócrito 48,5 37 – 55 %
VCM 64,3 60 – 77 fl
HCM 19,6 19 – 34,5 pg
CHCM 33,4 31 – 36 %
PPT 7,2 6 – 8 g/dL
Fibrinogênio 400 200 – 400 mg/dL
I.I NDN 2 – 5
Plaquetas 358,0 200 – 900 x10³/mm³
Reticulócitos 0,5 – 1,5 %
Leucograma 10/05 Valores referência/Mm³
Leucócitos 26.000 6000 – 17000
Metamielócitos
Bastonetes 1300 0 – 540
Segmentados 17000 3000 – 11500
Eosinófilos 100 – 1250
Linfócitos 3500 1000 – 4800
Monócitos 1348 150 – 1350
S.B: Presença de neutrófilos com granulações tóxicas citoplasmáticas

NDN: nada digno de nota; I.I.: Índice ictérico; S.B.: leucograma. VCM: volume corpuscular médio; HCM: hemoglobina corpuscular média; CHCM: concentração da hemoglobina corpuscular média; PPT: Proteínas plasmáticas totais. Fonte: Clínica Veterinária Escola – Presidente Prudente, SP, 10 mai. 2025.

Tabela 2. Bioquímica sérica no dia 10/05 do cão envolvido em quadro de celulite juvenil

Bioquímica sérica 10/05 Valor referência
Creatinina 0,3 0,5 – 1,6 (mg/dL)
Ureia 38,6 21 – 60 (mg/dL)
AST 24,3 6,2 – 48,5 (UI/L)
ALT 17,9 10 – 88 (UI/L)

ALT: alanino aminotransferase; AST: aspartato aminotransferase. Fonte: Clínica Veterinária Escola – Presidente Prudente, SP, 10 mai. 2025.

Como protocolo terapêutico, foi instituído Dexametasona 0,5mg/kg/IV/SID como imunossupressor, Ceftriaxona 25mg/kg/IV/BID como antibiótico profilático devido as infecções secundárias e para controle da dor inicialmente a Morfina 0,5mg/kg/IM/TID foi escolhida, devido ao fato do animal apresentar muita dor. Como tratamento tópico para as lesões, foi administrado Tacrolimus Colírio 0,03% na região facial e limpeza de ambos os condutos auditivos com ceruminolítico Surosolve® a cada 24 horas.

Ao quinto dia de internação, o animal foi submetido ao procedimento de sedação para realização de tricotomia e limpeza das lesões e exame histopatológico, no qual foi encontrado moderada acantose, acentuada quantidade de neutrófilos rodeados por macrófagos e processo inflamatório granulomatoso (Figura 2). Concluindo-se o diagnóstico como dermatite piogranulomatosa difusa com presença de furunculose, associada a boa resposta terapêutica imunossupressora, confirmou-se o diagnóstico de Celulite Juvenil.

Figura 2. Exame Histológico. A: processo inflamatório granulomatoso (seta preta), epiderme (estrela preta). B: processo inflamatório granulomatoso encontrado no corte histológico

Fonte: Acervo dos autores, 2022.

Foi notado melhora significante após o procedimento de limpeza. Permaneceu-se a administração das mesmas medicações, exceto, a troca da Morfina, visto que, o animal não estava respondendo ao controle de dor com a medicação, pela Pregabalina (2mg/kg/VO/BID, apresentando melhora clínica após a troca e foram realizados pedilúvios com Clorexidine 3%, 1 vez ao dia, até melhora das lesões presentes nos membros. Após 15 dias de internação, o animal foi encaminhado para casa com o tratamento oral com Dexametasona em desmame 0,5mg/kg/VO/SID/5 dias, 0,3mg/kg/VO/SID/3 dias, finalizando o desmame com intervalos a cada 48 horas durante 3 dias. Após 1 mês de alta, o animal retornou para acompanhamento (Figura 3), com remissão total das lesões.

Figura 3. A. Um mês após alta, com remissão total das lesões. B. Comparação lesões primeiro dia e retorno

Fonte: Acervo dos autores, 2022.

3. DISCUSSÃO

A Celulite Juvenil é uma doença vesículo-pustular rara, como pontuado por Alves et al. (2012), justificando a escolha do tema para o presente trabalho. Alguns autores relatam que os animais acometidos apresentam em torno de 3-4 meses de idade.

A idade condiz com o período vacinal desses animais, favorecendo as suspeitas de que a doença possa ser desencadeada por uma falha no sistema imune, após administração de vacinas, porém, animais não vacinados também podem desenvolver a doença. Além disso, doenças virais e administração de medicamentos também podem estar relacionadas (Lopes et al. 2016 e Pereira, 2018).

A avaliação da cor da pele, temperatura, consistência e espessura é muito importante no exame dermatológico, que associado ao histórico do animal, auxilia na progressão das lesões e da possível afecção presente. Os aspectos morfológicos, distribuição geral e configuração das lesões devem ser considerados para avaliação da pele (Mendes, et al. 2021).

Na celulite juvenil, dentro de 24-48 horas, podem surgir lesões como pústulas e pápulas, principalmente em região de focinho, perilabial e periocular podendo estar presente alopecia bilateral (Albuquerque et al. 2018), no caso relatado as lesões aparecerem após 1 mês e foram observados esses sinais no paciente em questão.

O diagnóstico é desafiador, sendo importante o histórico, anamnese, avaliação morfológica das lesões associado aos exames dermatológicos como raspado de pele, cultura fúngica, citologia da pele e linfonodos para descartar dermatopatias clinicamente semelhantes (Pereira, 2018 e Camapum et al. 2020).

Como exame complementar foi realizado o histopatológico de lesões vesiculares em plano nasal, o qual possibilitou alcance diagnóstico e exclusão de outras suspeitas iniciais, sendo um método destacado por Mendes et al. (2021), como um exame definitivo para diagnóstico da doença, onde são encontrados epiderme normal ou ulcerada, acantose, piogranulomas, macrófagos e neutrófilos, podendo em casos mais graves haver furunculose e inflamação supurativa.

Depois de concluso o diagnóstico, a droga de eleição optada foi a Dexametasona 0,5mg/kg/IV/SID como imunossupressor, assim, como ressaltado por alguns autores como Mendes et al. (2021), por ser uma via de fácil administração, visto que, o animal apresentava muita dor à manipulação e apresentar uma meia-vida mais longa. Já Lopes et al. (2016), utilizou como droga de eleição a Prednisona 2mg/kg/VO, comprovando que ambas as medicações em doses imunossupressoras, são eficazes no tratamento da doença. O tratamento imunossupressor é preconizado pois, diminuem a formação de anticorpos controlando a resposta imunológica exagerada (Mendes et al. 2021). Associado a Ceftriaxona (25mg/kg/IV/BID) para infecções bacterianas secundárias e Pregabalina (2mg/kg/BID/VO) para controle da dor.

Quando o diagnóstico e tratamento são feitos de forma precoce a doença apresenta um bom prognóstico, porém, quando o mesmo não é realizado pode ocorrer o óbito do animal (Albuquerque et al. 2018). No caso relatado o animal respondeu bem ao tratamento com total remissão das lesões e se mantém bem até o presente momento.

4. CONCLUSÃO

Pode-se concluir neste relato que a celulite juvenil canina é uma doença inflamatória imunomediada que acomete principalmente filhotes, com apresentação clínica na forma de vesículas e crostas em região da face, de difícil diagnóstico, com importância do histórico, avaliação dermatológica e exame histopatológico para auxílio no diagnóstico. O tratamento imunossupressor associado ao tratamento tópico e controle de dor, foi eficaz para a remissão das lesões e recuperação do paciente.

REFERÊNCIAS

ALBUQUERQUE, A. P. S. et al. Celulite juvenil canina. Ciência Veterinária UniFil, v. 1, n. 2, 2018.

ALVES, C. E. F. et al. Celulite juvenil canina–relato de casos. Semina: Ciências Agrárias, p. 1539-1542, 2012. DOI: 10.5433/1679-0359.2012v33n4p1539.

CAMAPUM, J. L. R. et al. Celulite juvenil canina em Dachshund: relato de caso. Revista Eletrônica Acervo Científico, v. 8, p. e2359-e2359, 2020. DOI: https://doi.org/10.25248/reac.e2359.2020.

DUARTE, J. S. P.; SANTOS, F. F. Celulite juvenil canina: relato de caso. Ars Veterinaria, v. 36, n. 2, p. 129-134, 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.15361/2175-0106.2020v36n2p129-134.

LOPES, D. C. S. et al. Celulite Juvenil Canina. Relato de Caso. Revista Brasileira de Higiene e Sanidade Animal, v. 10, n. 3, p. 462-469, 2016.

MENDES, E. M. et al. Celulite juvenil canina: Relato de Caso. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal de Santa Catarina; 2021.

OLIVEIRA, M.A.S.; ROSSI, C. N. CELULITE JUVENIL CANINA–RELATO DE CASO. Ars Veterinaria, v. 37, n. 4, p. 306-311, 2021.  DOI: http://dx.doi.org/10.15361/2175-0106.2021v37n4p306-311.

PARIHAR, A. S. et al. Canine juvenile cellulitis: An overview. The Pharma Innovation Journal; SP-11(4): 98-103 2022.

PEREIRA, S. T. C. Celulite Juvenil. Medvep-Revista Científica de Medicina Veterinária-Pequenos Animais e Animais de Estimação, São Paulo, v. 48, p. 126-132. 2018.

SOUSA, V. A. Aspectos clínicos, diagnóstico e evolução de um cão com demodicose generalizada: relato de caso. Monografia (Graduação) – Curso de Medicina Veterinária, Universidade Estadual do Maranhão, 2022.

NOTA

Os autores utilizaram a Inteligência Artificial Word Office 16 para correções gramaticais. No entanto, todas as buscas pelos conteúdos e classificação da qualidade dos artigos foram realizadas de maneira autoral.

[1] Mestranda em ciência animal pela Unoeste (2024-2025), Aprimoramento profissional em Clínica Médica de Pequenos Animais pela Unoeste (2021-2022), Graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (2016-2020). ORCID: https://orcid.org/0009-0003-5677- 3221. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7640792306819585.

[2] Orientador. Doutorado em fisiopatologia animal pela Unoeste (2020), Mestrado em Ciência animal pela Unoeste (2016), Especialização latu-sensu em Dermatologia Veterinária pela Equalis (2017-2019), graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (2011). Atualmente é professor no curso de Medicina Veterinária da Unoeste (desde 2017), nas disciplinas de Semiologia, TCC1, Clínica Médica de Pequenos Animais (convidado) e Prática Hospitalar. Responsável pelo atendimento no setor de Dermatologia do Hospital Veterinário da Unoeste. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2487- 0399. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8387999805566427.

[3] Mestranda em Ciência Animal pela Unoeste (2024-2026), Aprimoramento Profissional em Clínica Médica de Pequenos Animais pela Unoste (2022 – 2023), Pós graduação latu-sensu em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais pela Unoeste (2020-2022), Graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (2014-2019). ORCID: https://orcid.org/0009-0006-6611- 3851. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8584714531322236.

[4] Mestranda em Ciência Animal pela Unoeste (2023-2024), Aprimoramento Profissional em Clínica Médica de Pequenos Animais pela Unoste (2021 – 2022), Graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (2016-2021). ORCID: https://orcid.org/0009-0001-4444- 8224. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/3046950530294055.

[5] Mestranda em Ciência Animal pela Unoeste (2024-2025), Graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (2019-2023). ORCID: https://orcid.org/0009-0006-4010- 1844. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/0973819701267264.

[6] Mestranda em Ciência Animal pela Unoeste (2024-2025), Graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (2019-2023). ORCID: https://orcid.org/0009-0006-0762- 1688. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/4170373054962492.

[7] Doutorado em Medicina Veterinária área de Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004), Mestrado em Medicina Veterinária área de Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002), Especialização em Clínica de Pequenos Animais pela Unoeste (1995), Graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (1992). ORCID: https://orcid.org/0000-0002-1835-7812. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7556647746768615.

Material recebido: 08 de janeiro de 2025.

Material aprovado pelos pares: 13 de março de 2025.

Material editado aprovado pelos autores: 08 de julho de 2025.

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Isabela Oliveira Lopes

Mestranda em ciência animal pela Unoeste (2024-2025), Aprimoramento profissional em Clínica Médica de Pequenos Animais pela Unoeste (2021-2022), Graduação em Medicina Veterinária pela Unoeste (2016-2020). ORCID: https://orcid.org/0009-0003-5677- 3221. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7640792306819585.

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