Fatores que interferem no diagnóstico de Streptococcus Agalactiae em gestantes

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Natália Aparecida Da [1], BARROS, Paula Rayane Sousa [2]

SILVA, Natália Aparecida Da. BARROS, Paula Rayane Sousa. Fatores que interferem no diagnóstico de Streptococcus Agalactiae em gestantes. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 05, Vol. 16, pp. 121-129. Maio de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/streptococcus-agalactiae

RESUMO

O estudo tem como objetivo identificar os fatores interferentes no diagnóstico do Streptococcus agalactiae, evidenciando as maneiras de rastrear este patógeno no exame pré-natal e apresentando as variáveis que podem influenciar no resultado do exame, a fim de reduzir os índices de doenças neonatais causadas por esse patógeno. É possível reduzir os fatores interferentes no diagnóstico das gestantes? Visto que, as gestantes que são colonizadas por Streptococcus agalactiae podem transmiti-lo para o feto no momento do parto ou através do líquido amniótico, provocando sepse neonatal, aborto e algumas patologias no recém-nascido é necessário e possível reduzir os fatores interferentes. Para isto, foi efetuada uma revisão bibliográfica descritiva, elaborada em estudos ordenados nas bases de dados internacionais LILACS, SCIELO, INDEX e PUBMED. Após este levantamento foi possível apontar que as taxas de colonização podem alterar segundo as características da população em estudo e o método de rastreamento, e que muitas vezes, o diagnóstico é dificultado, já que o material para cultura nem sempre é coletado ou a pesquisa é negativa pela influência de vários fatores. A prevalência de colonização nas regiões do Brasil, segundo os artigos que foram revisados variou em torno de 4,2% a 21,6%, devido as variáveis e os fatores interferentes. Assim sendo, é imprescindível que o rastreamento ocorra entre 35 e 37 semanas de gravidez para prever com precisão o status de colonização e que a coleta seja realizada com swabs vaginais e retais, também é importante a utilização de um meio de cultura específico para Streptococcus agalactiae. Devido as restritas informações sobre a circunstância da colonização de grávidas no nosso meio, podemos perceber que existe uma falta de atenção dos órgãos encarregados pela vigilância e prevenção, pois poderiam evitar que algumas variáveis interferissem no diagnóstico desta bactéria se houvesse pedidos de exames para todas as gestantes durante o pré-natal e um protocolo para que ocorresse corretamente a coleta do material.

Palavras-chaves: Streptococcus grupo B, doença estreptocócica, diagnóstico, variáveis demográficas e laboratoriais.

INTRODUÇÃO

O Streptococcus agalactiae, pertencente a microbiota das mulheres, é uma bactéria cocos Gram-positivo que pode colonizar o aparelho genital ou o reto e na maioria dos casos é assintomática. Mas, a grande preocupação é que gestantes colonizadas por Streptococcus agalactiae, podem transmitir para o feto através do líquido amniótico ou mais comumente através do parto por via vaginal, provocando sepse neonatal, aborto e algumas patologias no recém-nascido (GALLO, 2015).

É indispensável que essa bactéria seja diagnosticada e tratada antes do parto, para prevenir a infecção neonatal. No entanto, nem todas as gestantes realizam o controle pré-natal de maneira correta e o outro problema é que o exame para o diagnóstico tem sido pouco solicitado pelos médicos, muitas vezes são pedidos apenas em casos considerados de risco (ZARDETO; GUILLEN; CAMACHO, 2014).

A metodologia do exame, a logística de coleta e a forma de envio para o laboratório contribuem para a variação nas taxas de prevalência. Mas, a grande variação desta taxa não pode ser explicada somente por esses fatores, ela pode ser consequência das características regionais, da temperatura, da diversidade étnica, da alimentação e da idade (SZYLIT et al., 2019).

Visto que é verídico que alguns fatores como o tempo de gestação na época da execução da triagem para colonização por Estreptococos do grupo B, formas microbiológicas utilizadas e sítios anatômicos pesquisados aumentam a precisão dos resultados. Este trabalho teve como objetivo, identificar os fatores interferentes no diagnóstico do Streptococcus agalactiae e para isto, foi essencial evidenciar as maneiras de rastrear este patógeno no exame pré-natal e apresentar as variáveis que podem influenciar no resultado do exame, a fim de reduzir os índices de doenças neonatais causadas por essa bactéria.

MATERIAIS E MÉTODOS

Foi realizada uma revisão bibliográfica descritiva, elaborada em estudos ordenados nas bases de dados internacionais LILACS, SCIELO, INDEX, PUBMED, documentários e dissertações publicadas em vários endereços eletrônicos, tendo como palavras-chave: Streptococcus agalactiae, Streptococcus grupo B, doença estreptocócica, GBS, diagnóstico, fatores de risco, variáveis demográficas e laboratoriais.

Foram analisados os artigos publicados entre os anos de 2001 a 2019, que informaram sobre o assunto Streptococcus agalactiae em gestantes, sem levar em consideração o idioma em que foram publicados. Foi utilizado como referência 29 artigos de várias regiões do Brasil. Os fatores de inclusão foram àqueles artigos, que utilizaram a técnica de swab anorretal e vaginal e também àqueles que utilizaram a técnica de coleta, apenas de um local. Foram identificados também os tipos de meios de transporte utilizados para a identificação do Streptococcus agalactiae, o meio de cultura e as variáveis sociodemográficas. Além de analisar o período de gestação das pacientes entrevistadas nos artigos revisados e excluímos, os artigos que foram publicados antes de 2001.

Neste trabalho não foi necessário a Submissão ao Comitê de Ética em pesquisa por se tratar de uma revisão bibliográfica.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os diversos estudos mostram como as taxas de colonização podem alterar segundo a origem, as características da população estudada e o método de obtenção do material para cultura.

No Brasil, a prevalência de colonização materna relatada em diferentes localidades varia quando se correlaciona os dados de várias regiões. No Nordeste do Brasil na Mater­nidade de São Luís, Maranhão, Costa et al. (2008) investigaram a associação com variáveis obstétricas e sociodemográficas e a taxa de prevalência do GBS foi de 20,4%, o que foi similar à uma pesquisa realizada no Sudeste na Universidade de Campinas por Nomura et al. (2009) com prevalência de 16,2% mostraram no estudo, taxas elevadas de colonização materna tanto nas gestantes com trabalho de parto prema­turo, como naquelas com ruptura prematura pré-termo de membrana. E no Hospital Universitário do Sul do Brasil, Pogere et al. (2005) verificou que a prevalência de colonização foi de 21,6%, estes autores fizeram pesquisas com metodologias similares e consideradas adequadas, como a utilização de 2 swabs, o uso do meio de cultura seletivo e a data gestacional entre 35 a 37 semanas. Diante disso, assemelha que o meio seletivo é um dos fatores que leva ao diagnóstico de precisão da infecção pelo EGB e, quando usado, as taxas de colonização são muito parecidas nos trabalhos encontrados.

Entretanto, na maternidade de um Hospital  da zona Norte do estado do Ceará a taxa foi de 4,2%, divergindo da maioria dos trabalhos da literatura, pois a coleta foi realizada em dois sítios anatômicos, utilizaram apenas um swab, usaram o meio não-seletivo e a idade gestacional considerada variou entre 14 e 40 semanas, visto que, os achados se  diferiram nos fatores como: a população estudada, local e época da coleta e também a técnica bacteriológica de isolamento utilizada (LINHARES et al., 2011).

Devido as taxas de infecção neonatal precoce, relatadas nas pesquisas brasileiras, quer estejam desvalorizadas ou não, fazem raciocinar,  sobre a relevância da implantação de um plano de profilaxia, por isto no  presente estudo, buscamos analisar o período gestacional em que o exame é realizado, o  modelo de meio de cultura empregado, o método de transportação e a forma de armazenar dos meios de cultura e das amostras, além de avaliar algumas variáveis demográficas como a origem e as características da população estudada, que são fatores interferentes no diagnóstico preciso do Streptococcus agalactiae.

Segundo Money e Dobson (2004), a idade gestacional recomendada para realização da cultura para detectar portadoras do EGB é 35-37 semanas, porque é o estágio, no qual se demonstrou melhor sensibilidade e especificidade para constatação, de mulheres que permanecem colonizadas por ocasião do parto. De acordo com Fraile e Spellerberg (2017), quando uma cultura é realizada mais de 5 semanas antes do parto os valores previstos positivos diminuem. No entanto, na maioria dos casos os exames para o diagnóstico são realizados fora do período recomendado, impedindo prever com precisão o status de colonização do EGB no momento do parto. Isso pode ser assegurado por meio de um estudo executado por Função e Narchi (2013), na zona leste de São Paulo, pois relataram que apenas 43,5% das gestantes realizaram a coleta na idade gestacional correta.

A relevante falha encontrada em muitos lugares, inclusive em nosso país, conforme Pogere et al. (2005) é devido a não utilização de meios seletivos e a coleta apenas vaginal, excluindo-se a coleta anal. A cultura bacteriana é considerada o padrão-ouro para a determinação do EGB segundo Filho; Tibiriçá e Diniz (2008) e quando também, é semeada em meio de cultura específica. Outro fator importante, é a utilização de meio de cultura seletiva contendo antibióticos que tem sido sugerida há anos. A explicação se baseia no fato de que os fundamentais locais de isolamento do EGB são as mucosas vaginal e anorretal, cuja flora bacteriana é numerosa e heterogênea. Dessa forma, a possibilidade de isolamento de uma espécie bac­teriana é menor se apenas meios de cultura não seletivos forem utilizados, pois  identificam mulheres com inóculos bacterianos maiores, que caracterizariam colonização consistente (NOMURA et al., 2009).

Portanto, é necessário mais agilidade e precisão nos métodos de detecção de EGB. Em um estudo como o de Carvalho et al. (2009), mostrou que as formulações de caldo pigmentado para a identificação de EGB em amostras clínicas é um método sensível e econômico, e pode possibilitar mais eficiência no diagnóstico, reduzindo de forma drástica o número de subculturas que precisam ser realizadas. Porém, estudos recentes realizados por Fraile e Spellerberg (2017), relataram que os meios cromogênios não são 100% específicos nem 100% sensíveis, podendo gerar resultados falso-negativos, e afirmam que para evitar possíveis erros de identificação é importante o uso de testes adicionais para verificar a  confirmação de colônias de EGB. Porque muitas vezes pode haver crescimento de Enterococcus faecalis existentes em amostras vaginorretais e estes podem suprimir o crescimento de EGB, gerando resultados errôneos. De acordo Uchiyama et al. (2018), a utilização  de fagos em uma cultura de enriquecimento de S. agalactiae  pode reduzir potencialmente o crescimento indesejado de E. faecalis, facilitando a detecção do EGB.

De acordo com os estudos de Taminato et al. (2011), a estratégia de triagem universal associada a antibioticoterapia profilática é segura e efetiva, pois apresentou redução na incidência de sepse neonatal. Entretanto, na literatura, altos índices de resistência à eritromicina, à clindamicina e às fluoroquinolonas têm sido relatados, como nos estudos de Costa et al. (2008) que mostra as taxas elevadas de resistência aos antimicrobianos, especialmente ceftriaxona, revelando a necessidade de mais pesquisas para determinar a sorotipagem deste agente e os protocolos de referência para uso coerente de antimicrobianos.

Portanto é essencial uma estratégia preventiva para os casos de LOD (doença de início tardio) e para os casos de resistência a antibióticos. O desenvolvimento de uma vacina específica contra o S. agalactiae de acordo com Filho; Tibiriçá e Diniz (2008), pode ser a solução efetiva na prevenção dessa infecção tão relevante,  predominante  e fatal para os recém-nascidos, além de  reduzir o impacto da resistência a drogas antimicrobianas dessa bactéria, pois conforme Furfaro; Chang e Payne (2018) o IgG (Imunoglobulina G) materno tem capacidade de atravessar a placenta e fornecer imunidade ao feto. O problema é que atualmente ainda não há vacina licenciada e disponível contra o EGB, mas estão em fase de testes.

De acordo com este estudo, foi possível perceber que a verdadeira influência da colonização materna pelo EGB sobre os RN torna-se, muitas vezes, difícil de ser detectada, já que o material para cultura nem sempre é co­letado ou a pesquisa é negativa pela influência de vários fatores como visto em muitas pesquisas brasileiras. Por isto, a especificação dos fatores de risco por meio da anamnese da gestante e exames clínicos acompanhados de culturas de urina, vaginal e retal para o estreptococo do grupo beta deve ser fomentada entre os profissionais de saúde responsáveis pelos cuidados de pré-natal, pois isto consentiria a identificação de mulheres colonizadas e o estabelecimento de profilaxia antibiótica endovenosa durante o trabalho de parto, a qual certamente diminuiria a infecção neonatal e a resistência ao uso de antibióticos. Mas o efeito do modelo adotado depende da inserção e da aceitação de um protocolo nacional, que possa ser adequado às particularidades regionais e até hospitalares. O sublime é que esse modelo esteja voltado para uma população exclusiva, conduzindo o tratamento para mulheres que apresentam risco e evitando ações e custos desnecessários. Acreditamos que os profissionais da saúde são os primeiros a poderem ajudar na implementação da profilaxia no pré-natal, pois são eles que realizam o pedido do exame e a coleta do material.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conforme os artigos revisados, demonstram que de acordo com os exames realizados em estudos sobre Streptococcus agalactiae em diferentes regiões, vários autores supõem que a cultura bacteriana é a referência para a identificação do EGB.

No entanto, essa detecção, não tem se mostrado eficiente devido alguns fatores, que não são avaliados e que podem interferir no diagnóstico da bactéria, como por exemplo: método, local e época da coleta; o meio de cultura utilizado; o método de transportação e armazenamento das amostras. Sendo preponderante também avaliar algumas variáveis demográficas como a origem e as características da população estudada, visto que no Brasil, a prevalência de colonização materna relatada em diferentes localidades varia quando se correlaciona os dados de várias regiões.

Devido ao quadro restrito de informações sobre a ocorrência da colonização de gestantes no nosso meio, podemos perceber que existe uma falta de atenção dos órgãos encarregados pela vigilância e prevenção, pois poderiam evitar que algumas variáveis interferissem no diagnóstico desta bactéria se houvesse  pedidos de exames para todas as gestantes durante o pré-natal e um protocolo  para correta coleta do material.

REFERÊNCIAS

CARVALHO, Maria da Glória et al. Avaliação de três meios comerciais de caldo para detecção e identificação de pigmentos de um estreptococo do grupo B (Streptococcus agalactiae). J Clin Microbiol. [s.l.], v.47, n.12, p. 4161-4163, Jul/Out. 2009.

COSTA, Adriana Lima dos Reis et al. Prevalência de colonização por estreptococos do grupo B em gestantes atendidas em maternidade pública da região Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Rio de Janeiro, RJ, v.30, n.6, p. 274-280, Mai/Jun. 2008.

FILHO, Didier Silveira Castellano; TIBIRIÇÁ, Sandra Helena Cerrato; DINIZ, Cláudio Galuppo. Doença perinatal associada aos estreptococos do Grupo B: aspectos clínico-microbiológicos e prevenção. Hu Revista. Juiz de Fora, v.34, n.2, p. 127-134, Abr/Jun. 2008.

FRAILE, Manuel Rosa; SPELLERBERG, Barbara. Detecção confiável de estreptococos do grupo B no laboratório clínico. J Clin Microbiol. [s.l.], v.55, n.9, p. 2590-2598, Ago/Set. 2017.

FUNÇÃO, Juliana Mello; NARCHI, Nádia Zanon. Pesquisa do estreptococo do Grupo B em gestantes da Zona Leste de São Paulo. Rev Esc Enferm USP. São Paulo, v.47, n.1, p. 22-29, Mar/Mai. 2013.

FURFARO, Lucy L.; CHANG, Barbara J.; PAYNE, Matthew S. Streptococcus agalactiae perinatal Metas de epidemiologia e vigilância. Clin Microbiol Rev. [s.l.], v.31, n.4, p. 1-18, Ago/Out. 2018.

GALLO, Cristiane Barea Garcia. A importância do diagnóstico em gestantes colonizadas pelo Streptococcus do grupo beta na prevenção da doença neonatal. Pós-graduação Lato Sensu Em Microbiologia Clínica. Acadêmica de Ciência e Tecnologia. São José do Rio Preto, p. 1-15, 2015.

LINHARES, José Juvenal et al. Prevalência de colonização por streptococcus agalactiae em gestantes atendidas em maternidade do ceará, no Brasil, correlacionando com os resultados perinatais. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. [s.l.], v.33, n.12, p. 395-400, Jul/Nov. 2011.

MONEY, Deborah M  ; DOBSON, Simon. The prevention of early-onset neonatal group B streptococcal disease. J Obstet Gynaecol Can, [s.l.], v.26, n.9, p.826-840, 2004.

NOMURA, Marcelo Luís et al. Colonização materna e neonatal por estreptococo do grupo B em situações de ruptura pré-termo de membranas e no trabalho de parto prematuro. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Campinas, SP, v.31, n.8, p. 397-403, Jan/Jul. 2009.

POGERE, Adriane et al. Prevalência da colonização pelo estreptococo do grupo B em gestantes atendidas no ambulatório de pré-natal. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Florianópolis, SC, v.27, n.4, p. 174-180, Mar/Abr. 2005.

SZYLIT, Nilson Abrão et al. Prevalência de colonização retovaginal por estreptococo do grupo B em gestantes de programa de atendimento pré-natal de instituição de saúde. Einstein. São Paulo, v.18, n.1, p. 1-6, Jan/Jul. 2019.

TAMINATO, Mônica et al. Rastreamento de Streptococcus do grupo B em gestantes: revisão sistemática e metanálise. Rev. Latino-am. Enfermagem. [s.l.], v.19, n.6, p. 1-9, Nov/Dez. 2011.

UCHIYAMA, Jumpei et al. Aplicação potencial de bacteriófagos na cultura de enriquecimento para triagem pré-natal melhorada de Streptococcus agalactiae. Vírus. [s.l.], v.10, n.552, p. 1-12, Ago/Out. 2018.

ZARDETO, Giuliana; GUILLEN, Franciele de Oliveira; CAMACHO, Daiane Pereira. Pesquisa de Streptococcus agalactiae em gestantes como rotina laboratorial de exames pré-natais. Revista Uningá. Paraná, v.42, p. 77-84, Out/Dez. 2014.

[1] Bacharel.

[2] Bacharel.

Enviado: Outubro, 2020.

Aprovado: Maio, 2021.

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