Avaliação da Composição Corporal e Prevalência de Obesidade Infanto-Juvenil: Uma Revisão Sistemática

0
2696
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
PDF

SANTOS, Valquíria Rosário dos [1]

SANTOS, Valquíria Rosário Dos. Avaliação da Composição Corporal e Prevalência de Obesidade Infanto-Juvenil: Uma Revisão Sistemática. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 02, Ed. 01, Vol. 16, pp. 188-199., março de 2017. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Foi realizado um estudo apresentando, através da revisão da literatura uma abordagem sobre avaliação da composição corporal e prevalência de obesidade em crianças e adolescentes em idade escolar, e a predisposição de obesidade na vida adulta. Tendo como objetivo confirmar a prevalência de sobrepeso e obesidade de crianças e adolescente. Levando em conta o fato de que as crianças que desenvolvem obesidade na infância, esta relacionada aos hábitos alimentares dos pais, a obesidade acomete crianças de classe social mais privilegiada, apesar dessa teoria cair um pouco em descrédito, pois o nível socioeconômico interfere na disponibilidade de alimentos e no acesso à informação, visto que cada vez mais se faz uso de alimentos com calorias vazias, ricos em açúcar, gordura e pouco nutritivo. Os resultados encontrados mostraram tratar-se de uma enfermidade multicausal, no qual é associada a fatores ambientais, fisiológicos e metabólicos e em menos proporção por fatores genéticos. Sendo então necessário focar na prevenção, diagnóstico e tratamento da obesidade ainda na infância. Para tanto se utilizou o banco de dados para seleção de artigos publicados nos últimos dez anos. O tratamento da obesidade é difícil porque há variação do metabolismo basal em diferentes pessoas e na mesma pessoa em circunstancias diferentes. Sendo então necessária uma intervenção individualizada, pois cada indivíduo reage de forma diferente ao tratamento nutricional ou medicamentoso.

Palavras-chave: Obesidade infantil, Obesidade infanto-juvenil, Prevalência de Obesidade na Adolescência e na Infância, IMC.

INTRODUÇÃO

A obesidade é uma doença crônica, multifatorial, em que ocorre uma sobreposição de fatores genéticos e ambientais. A obesidade exógena é responsável por 95 a 98% dos casos e apenas um percentual muito baixo (2 a 5%) tem como causas as síndromes genéticas que evoluem com obesidade (Prader-Willi, Bardet-Biedl), tumores como o craniofaringeoma ou distúrbios endócrinos (hipotireoidismo, síndrome de cushing). (ANSELMO, 1991,3: 11- 25).

A avaliação do estado nutricional tem por objetivo verificar o crescimento e as proporções corporais em um indivíduo ou em uma comunidade, visando a estabelecer atitudes de intervenção. Dessa forma, é de fundamental importância a padronização da avaliação a ser utilizada para cada faixa etária, uniformizando assim os critérios empregados pela equipe de saúde. (ANGELIN; DEVINCENZI; DIRCE; LESSA; SIGULEM, 2000, p.76).

A antropometria, que consiste na avaliação das dimensões físicas e da composição global do corpo humano, tem se revelado como o método isolado mais utilizado para o diagnóstico nutricional em nível populacional, sobretudo na infância e na adolescência, pela facilidade de execução, baixo custo e inocuidade.  (ANGELIN; DEVINCENZI; DIRCE; LESSA; SIGULEM, 2000, p.76).

A antropometria, então, mesmo considerando suas limitações, tem sido o método mais utilizado universalmente e também o proposto pela OMS. (GENEVA; 1995)

As medidas mais frequentemente utilizadas têm por objetivo determinar a massa corporal, expressa pelo peso; as dimensões lineares, especialmente a estatura, a composição corporal e das reservas de energia e proteínas, estimadas pelos principais tecidos moles superficiais: a gordura subcutânea e a massa muscular. (ANGELIN; DEVINCENZI; DIRCE; LESSA; SIGULEM, 2000, p.76).

A prega cutânea é uma medida de adiposidade que permite avaliar a composição corporal. (NOLASCO, 1995).

A gordura subcutânea constitui grande parte da gordura corporal total e tem sua proporção variada em função de idade, sexo e grau de adiposidade. As pregas se correlacionam diferentemente com a gordura corporal total e com percentual de gordura em função do local de aferição. A prega cutânea subescapular se correlaciona bem com a gordura corporal total, enquanto a prega do tríceps apresenta melhor correlação com o percentual de gordura corporal, especialmente no sexo masculino, e é a prega cutânea de maior validade, sendo um bom indicador de reserva energética, bem correlacionada com gordura corporal e dispondo de referências para todas as idades. (SIGULEM, e COLABORADORES, 2000).

Estudo de validação de indicadores antropométricos para crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, demonstraram que a soma das 4 pregas comumente avaliadas (tríceps, bíceps, subescapular e supra ilíaca) foi a que apresentou melhor sensibilidade para diagnóstico da obesidade, para ambos os sexos, porém com menor especificidade. (MARSHALL ; COLS,1991).

A circunferência média do braço (CMB) é um indicador que pode ser utilizado sozinho ou associado com a prega cutânea do tríceps para avaliar composição corporal. A OMS recomenda sua utilização quando dados de peso e estatura não estão disponíveis, sendo uma técnica prática e factível durante o exame clínico. (SIGULEM e COLABORADORES, 2000).

Nos últimos 30 anos, as prevalências de sobrepeso e obesidade em populações adultas vêm crescendo não só em países desenvolvidos como também nos países em desenvolvimento. (BACALLAO, PEÑA, 2000).

Tal fato é também verificado em estudos com crianças e adolescentes, conferindo ao excesso de gordura corporal proporções epidêmicas. (BUCHAN; BUNDRED; KITCHINER, 2001, p.322; FISBERG, 2004).

Um ponto relevante quanto à verificação da prevalência da gordura corporal excessiva na infância refere-se à precocidade com que podem surgir os efeitos danosos à saúde, sabidamente associados à obesidade, além das relações existentes entre obesidade infantil e seu prolongamento até a vida adulta. (DANIELS, 2001, p.469-85; MAFFEIS; TATO, 2001, p.42-5).

A obesidade vem aumentando de forma alarmante, sendo considerada uma verdadeira epidemia mundial, atingindo todas as faixas etárias, especialmente as crianças. (MELO; RODOLFO, 2004, p.129-34).

No Brasil, as crianças mais atingidas pela obesidade ainda pertencem às classes sociais mais privilegiadas, apesar da tendência recente de uma mudança nesse perfil. (MELO; RODOLFO, 2004, p.129-34).

A concentração excessiva de gordura na região abdominal relaciona-se com diversas disfunções metabólicas e está associada a maior risco de morbidade e mortalidade decorrentes da doença aterosclerótica e de suas consequências, como a doença arterial coronariana. (BARBOSA, e COLABORADORES, 2006, p.50).

A prevalência mundial da obesidade infantil vem apresentando um rápido aumento nas últimas décadas, sendo caracterizada como uma verdadeira epidemia mundial. Este fato é bastante preocupante, pois a associação da obesidade com alterações metabólicas, como a dislipidemia, a hipertensão e a intolerância à glicose, considerados fatores de risco para o diabetes melitus tipo 2 e as doenças cardiovasculares até alguns anos atrás, eram mais evidentes em adultos; no entanto, hoje já podem ser observadas frequentemente na faixa etária mais jovem. (STYNE,2001,p.823-53)

Segundo Neutzling e colaboradores, (2000, p.1-7), através da analise dos dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN-1989), encontrou-se uma prevalência de 7,6% de sobrepeso em adolescentes.

O aumento na prevalência da obesidade na infância é preocupante devido ao risco maior dessas crianças e adolescentes tornarem-se adultos obesos, apresentando variadas condições mórbidas associadas. (ALVES; BALABAN; MOTTA, 2005).

Vários fatores são importantes na gênese da obesidade, como os genéticos, os fisiológicos e os metabólicos; no entanto, os que poderiam explicar este crescente aumento do número de indivíduos obesos parecem estar mais relacionados às mudanças no estilo de vida e aos hábitos alimentares. (ROSENBAUM, 1998, p.525-39).

A obesidade infantil é um problema de saúde publica, de crescimento acelerado na maioria dos países do mundo. (BARAZETTI e COLABORADORES, 2007).

De acordo com relatos da organização mundial de saúde, a prevalência de obesidade infantil tem crescido em torno de 10 a 40% na maioria dos países europeus nos últimos dez anos. A obesidade ocorre mais frequentemente no primeiro ano de vida, entre 5 e 6 anos e na adolescência. (DIETZ,EBBELING, LUDWIG,PAWLAK, 2001- 2002, P.313-4; 473-62).

O Aumento do colesterol sérico é um fator de risco para doença coronariana, e esse risco é ainda maior quando associado á obesidade. O sobrepeso triplica o risco de desenvolvimento de diabetes melito. (AMERICAN ACADEMY, 1998, P.423-58).

A obesidade é fator de risco para dislipidemia, promovendo aumento de colesterol, triglicerídeos e redução da fração HDL colesterol. A perda de peso melhora o perfil lipídico e diminui o risco de doenças cardiovasculares. (DIETZ, 1998, P.128).

Oliveira e colaboradores, referem que a qualidade da ingestão é um fator de risco para doença coronariana e que a ingestão da criança está intimamente relacionada com a dos pais.

A aterosclerose tem inicio na infância, com o deposito de colesterol na intima das artérias musculares, formando a estria de gordura. Essas estrias nas artérias coronarianas de crianças podem, em alguns indivíduos, progredir para lesões ateroscleróticas avançadas em poucas décadas, sendo este processo reversível no inicio do seu desenvolvimento. É importante ressaltar que o ritmo de progressão é variável. (COSTA, FONTANIVE, SOARES, 2002. p.22).

Para o diagnóstico nutricional do adolescente, as medidas antropométricas como peso, altura, circunferências e pregas cutâneas tem sido as mais utilizadas, sendo expressas em percentis ou escores z3. Ao interpretar os dados obtidos na avaliação nutricional, deve-se também considerar critérios de maturação sexual, pois a idade cronológica neste período assume importância secundaria dada a grande variabilidade individual no processo de maturação. (ANGELIN; DEVINCENZI; DIRCE; LESSA; SIGULEM, 2000).

MATERIAIS E MÉTODOS

Realizou-se uma revisão sistemática, nos dias 17, 18, 19, 20, 21 setembro de 2012, utilizando-se estratégia de busca em base de dados computadorizada, incluindo Google Acadêmico, Bireme e Scielo. Foram utilizadas palavras-chave isoladas e combinadas entre si, relacionadas à obesidade e sobrepeso em crianças e adolescentes. Foram encontrados no Google Acadêmico 10 artigos, 18 artigos na Scielo, 7artigos na base de dados da Bireme, com um total de 35 artigos científicos originais.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A prevalência de obesidade também está crescendo intensamente, na infância e na adolescência, e tende a persistir na vida adulta: cerca de 50% de crianças obesas aos seis meses de idade, e 80% das crianças obesas aos cincos anos de idade, permanecerão obesas. (CAMPEBELL E COLABORADORES, 1995).

O aumento no consumo de alimentos ricos em açúcares simples e gordura, com alta densidade energética, e a diminuição da prática de exercícios físicos, são os principais fatores relacionados ao meio ambiente. (FISBERG; OLIVEIRA, 2003).

O nível socioeconômico interfere na disponibilidade de alimentos e no acesso à informação, bem como pode estar associado a determinados padrões de atividade física, constituindo-se, portanto, em importante determinante da prevalência da obesidade. (ALVES; BALABAN; MOTTA, 2005).

No Brasil, dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN), de 1989, utilizando parâmetros antropométricos, mostram uma prevalência de sobrepeso de 7,6% entre os adolescentes, com maior índice (10,5%) no sexo feminino. (NEUTZLING, 1998).

A obesidade, já na infância, está relacionada a várias complicações, como também a uma maior taxa de mortalidade. E, quanto mais tempo o individuo se mantém obeso, maior é a chance das complicações ocorrerem, assim como mais precocemente. (COATES e COLABORADORES, 1993. p. 22).

A determinação sistemática do perfil lipídico na infância e adolescência não é recomendável. Entretanto deve ser realizada entre os 2 e 19 anos de idade em situações de risco. Confirmada dislipidemia, o tratamento dietético deverá ser iniciado após os 2 anos de idade, com o cuidado de priorizar as necessidades energéticas e vitamínicas próprias à idade e a flexibilidade de permitir, em algumas situações, ingestão de gordura superior a 25%. (LUFT, MELLO, MEYER; 2004).

A criança e o adolescente tendem a ficar obesos quando sedentários, e a própria obesidade poderá fazê-los ainda mais sedentários. (JEBB, MOORE, 1999, p.31).

Então, além do gasto metabólico de atividades diárias, o metabolismo de repouso também pode influenciar a ocorrência de obesidade. O aumento da atividade física, portanto, é uma meta a ser seguida, acompanhada da diminuição da ingestão alimentar. Com atividade física, o individuo tende a escolher alimentos menos calóricos. (BLUNDELL e COLABORADORES, 2002).

Hábitos sedentários, como assistir televisão e jogar vídeo game, contribuem para uma diminuição do gasto calórico diário, observou-se uma diminuição importante da taxa de metabolismo de repouso enquanto as crianças assistiam a um determinado programa de televisão, sendo ainda menor nas obesas. (KLESGES e COLABORADORES, 1993, p.91).

A atividade física, mesmo que espontânea, é importante na composição corporal, por aumentar a massa óssea e prevenir a osteoporose e a obesidade. (AMANCIO, MATSUDO, PASCHOAL, 2003, p.14).

Há estudos que relacionam o tempo gasto assistindo televisão e a prevalência de obesidade. A taxa de obesidade em crianças que assistem menos de 1 hora diária é de 10%, enquanto que o hábito de persistir por 3, 4, 5 ou mais horas por dia vendo televisão está associado a uma prevalência de cerca de 25%, 27% e 35%, respectivamente. (ANDERSEN; BERMAN e COLABORADORES, 2001, p.107-155).

Gráfico 1 – Tempo gasto assistindo televisão e a prevalência de obesidade.

A televisão ocupa horas vagas em que a criança poderia estar realizando outras atividades. A criança frequentemente come na frente da televisão, e grande parte das propagandas oferecem alimentos não nutritivos e ricos em calorias. (AMÂNCIO, GRAZINI, 1998).

Grazini e Amâncio analisaram o teor das propagandas veiculadas em horários de programas para adolescentes, verificando que a maioria delas (53%) eram de lanches e refrigerantes.

Gráfico 2 – Teor das propagandas entre as programações.

Evidências científicas têm revelado que a aterosclerose e hipertensão arterial são processos patológicos iniciados na infância, e nesta faixa etária são formados os hábitos alimentares e de atividade física. Por isso, a preocupação sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da obesidade tem-se voltado para a infância. (CLAY e COLABORADORES, 1999, p.69).

CONCLUSÃO

É importante se confirmar a prevalência de sobrepeso e obesidade infanto-juvenil, identificando os parâmetros nutricionais, mais adequados para se obter um diagnostico precoce. Sendo a antropometria o método considerado mais útil para rastrear a obesidade, além do que é de baixo custo, de fácil aplicabilidade e não invasivo.

Os índices antropométricos são obtidos a partir da junção de várias informações como peso, sexo, idade e altura. O encorajamento do consumo de alimentos ricos em fibras deve ser constante, evitando-se consumir alimentos ricos em colesterol, gordura saturada, rico em açúcar e uso abusivo do sal.

É de suma importância também se ter uma frequência na pratica de atividade física, uma vez que com o exercício físico o individuo tende a consumir alimentos menos calóricos, favorecendo o gasto energético. O tratamento da obesidade pode ser difícil, visto que poderá ocorrer uma variação do metabolismo basal, porém o mesmo não pode deixar de ser feito.

REFERÊNCIAS

ABRANTES, COLOSIMO, LAMOUNIER; Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes das regiões Sudeste e Nordeste. J Pediátrico, 2002; p. 78. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

ALLI et al, Obesidade infantil: complicações e fatores associados, R. bras. Ci. E Mov. 2007, V. 15, n.4, p.111-120. Disponível em: www.googleacademico.com.br.  Acesso em 17 de set de 2013.

ALMEIDA, CAMPOS, LEITE; Nível socioeconômico e sua influencia sobre a prevalência de sobrepeso e obesidade em escolares adolescentes do município de Fortaleza, Ver. Nutr, 2006, V.19, n.5. Disponível em: www.bireme.com.br.  Acesso em 18 de set de 2013.

ALVES, FIGUEIROA, NUNES; Excesso de peso, atividade física e hábitos alimentares entre adolescentes de diferentes classes econômicas em Campina Grande (PB), Ver. Assoc. Med. Bras, 2007, V.53, n.2. Disponível em: www.bireme.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

ALVAREZ et al, Educação nutricional: Uma resposta ao problema da obesidade em adolescentes. Ver. Bras. crescimento desenvolv. Hum, 1997, V.7 n.2, p.85-93. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

ARAÚJO, et al, Prevalencia de obesidade em escolares de Salvador, Bahia. Arq Bras Endocrinol Metab, 2003. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

ARAÚJO, CHAVES, LEMOS; Creche comunitária: um cenário para a detecção da obesidade infantil. 2006, V.5 n.1. Disponível em: www.googleacademico.com.br.  Acesso em 17 de set de 2013.

BALABAN, SILVA; Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes de uma escola da rede privada de Recife. J Pediatr, 2001, V.77, n.2. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

BALABAN et al; Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças pré escolares  matriculadas em duas escolas particulares de Recife, Pernambuco, Rev.Bras.Saúde Mater. Infant,2003, V.3, n.3. Disponível em: www.googleacademico.com.br.  Acesso em 17 de set de 2013.

BARAZETTI et al, Índice de massa corporal e dobras cutâneas como indicadores de obesidade em escolares de 8 a 10 anos. Rev.Bras.Cineantropom.Desempenho Hum. 2008; v.10, p.266-270. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

BARROS, MONTEIRO, VICTÓRIA; Fatores de risco sociais, familiares e comportamentais para obesidade em adolescentes. Rev Panam Salud Publica, 2004, V.16, n.4. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

BORGES et al, Influência da televisão na prevalência de obesidade infantil em Ponta Grossa, Paraná, Cienc Cuid Saúde, 2007, V.6, n.3,p.305-311. Disponível em: www.googleacademico.com.br.  Acesso em 19 de set de 2013.

BUENO, FISBERG; Comparação de três critérios de classificação de sobrepeso e obesidade entre pré-escolares. Rev.bras.saúde matern.Infant, 2006. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 19 de set de 2013.

Campos, Gomes, Oliveira; Obesidade Infantil, Actividade Física e Sedentarismo em crianças do 1º ciclo do ensino básico da cidade de Bragança (6 a9 anos). Motri, 2008, V.4 n.3. Disponível em: www.googleacademico.com.br.  Acesso em 19 de set de 2013.

CASTRO et al, Excesso de peso em crianças de pré- escolas: prevalência e fatores associados/ Excess weight in preschoolers: prevalence and factores, J pediatr, 2013, v.89, n.2, p. 179-188.Disponível em: www.bireme.com.br.Acesso em 18 de set de 2013.

CERQUEIRA, et al, Sobrepeso e obesidade Infantil: Influencia de fatores biológicos e Ambientais em Feira de Santana, BA. 2003, V.47 n.2. Disponível em: www.bireme.com.br.Acesso em 21 de set de 2013.

CERQUEIRA, OLIVEIRA, OLIVEIRA, Prevalência de Sobrepeso e obesidade Infantil na cidade de Feira de Santana, BA: detecção na família x diagnóstico clínico. 2003, V.79, n.4. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 21 de set de 2013.

CESSE et al, Evolução espaço-temporal do sobrepeso e da obesidade em adolescentes masculinos Brasileiros, 1980 a 2005. 2010, V.26, n.7. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 21 de set de 2013.

COLUGNATI et al, prevalência de sobrepeso, obesidade e hábitos de vida associados ao risco cardiovascular em alunos do ensino fundamental. Rev Assoc med Bras, 2006, V.52, p.118-24. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 21 de set de 2013.

COLUGNATI, SOTELO, TADDEI; Prevalência de sobrepeso e obesidade entre escolares da rede publica segudo três critérios de diagnostico antropométrico. Cad.saude Pública, 2004, V.20, n.1. Disponível em: www.bireme.com.br.Acesso em 21 de set de 2013.

ENES, SLATER; Obesidade na adolescência e seus principais fatores determinantes. Rev. bras. epidemiol, 2010, V.13 n.1. Disponível em: www.bireme.com.br. Acesso em 18 de set de 2013.

ESCRIVÃO et al, Obesidade exógena na infância e na adloescencia.J Pediatr 2000, p.76. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 20 de set de 2013.

FISIBERG et al; Obesidade na infância e Adolescencia- Uma verdadeira Epidemia. Arq Bras Endocrinol metb, 2003, V.47, n.2. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 21 de set de 2013.

FONSECA, SICHIERI, VEIGA; Fatores associados à obesidade em adolescente, Rev. Saúde Pública, 1998, V.32, n.6. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

HORTA et al, Prevalência e fatores associados ao sobrepeso e à obesidade em adolescentes. Rev. Saúde Pública, 1998, V.40, n.4, p.627-33. Disponível em: www.googleacademico.com.br.  Acesso em 19 de set de 2013.

JÚNIOR, SILVA; Sobrepeso/obesidade em adolescentes escolares da cidade de João Pessoa- PB: prevalência e associação com fatores demográficos e socioeconômicos. VER BRAS MED ESPORTE, 2008, V.14 n.2. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

LEONE et al; Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças de dois a seis anos  matriculadas em escolas particulares no município de São Paulo, Rev. Bras. crescimento desenvolv. Hum, 2009, V.19, n.3. Disponível em: www.googleacademico.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

LUFT, MELLO, MEYER; Obesidade infantil: como podemos ser eficazes. J Pediatr, 2004, V.80, n.3, p.173-82. Disponível em: www.googleacademico.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

MAGALHÃES, MENDONÇA; Prevalência e fatores associados ao sobrepeso e obesidade em adolescentes de 15 a 19 anos das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil, 1996 a 1997, Cad. Saúde Pública, 2003, V.19, p.129-139. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 21 de set de 2013.

PALMA, PIMENTA; Perfil epidemiológico da obesidade em crianças: relação entre televisão, atividade física e obesidade, Rev. Bras. Ciên. Mov, 2001, V.9, n.4, p.19-24. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

PANDINI, SAPATÉRA; Obesidade na adolescência, Rev. INSS, 2005, n.85. Disponível em: www.googleacademico.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

SILVA, VASCONCELOS; Prevalência de sobrepeso e obesidade em adolescentes masculinos, no Nordeste do Brasil, 1980-2000. Cad. Saúde Pública, 2003, V.19, n.5, p.1445-1451. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

SILVA; Obesidade infantil, Dep. Ciênc. Farm, 2008. Disponível em: www.googleacademico.com.br. Acesso em 17 de set de 2013.

SOARES, PETROSKI; Prevalência, fatores etiológicos e tratamento da obesidade infantil. Rev. Bras. Cineantropometria e Desempenho Humano, 2003, V.5, n.1, p. 63-74. Disponível em: www.scielo.com.br. Acesso em 19 de set de 2013.

[1] Nutricionista, formada pelo Centro Universitário Estácio da Bahia- FIB- Estácio de Sá, especialista em obesidade e emagrecimento formada pela Universidade Gama Filho.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here