Alvenaria Estrutural E Sua Aplicação Dentro Da Construção Civil

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ARTIGO ORIGINAL

RODRIGUES, Jessica da Silva [1], MATUTI, Bruna Barbosa [2]

RODRIGUES, Jessica da Silva. MATUTI, Bruna Barbosa. Alvenaria Estrutural E Sua Aplicação Dentro Da Construção Civil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 11, Vol. 08, pp. 128-157 Novembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

Dentro da Construção Civil existem inúmeros métodos de realização de uma obra, a contar com as mais altas tecnologias que o mercado oferece hoje em dia. No entanto, nem todos estes métodos são realizados de maneira correta, ocasionando assim, grandes acidentes, muitas das vezes por falta de profissionais qualificados. O objetivo deste trabalho é mostrar todo o método de uma “nova’’ técnica construtiva, a Alvenaria Estrutural, que apesar de ser um sistema construtivo muito antigo, só agora está começando a ganhar força no mercado, pois é um método rápido e mais fácil de construir. Este método consiste no empilhamento de blocos de concreto, cerâmica e ou sílico calcário. Onde suas paredes são as estruturas que suportam sua própria carga, porém, é um sistema que precisa ser aplicado com muito cuidado, pois suas paredes não podem ser removidas depois de feitas. A metodologia a ser aplicada neste trabalho consiste no resultado de pesquisas bibliográficas sobre todo o conjunto da formação da Alvenaria Estrutural, desde a sua história até os dias atuais. Contudo, o tema abordado ressalta os malefícios e benefícios que uma construção deste nível apresenta. Serão apresentados também, os tipos de alvenaria estrutural, vantagens e desvantagens, os elementos que compõem a formação da estrutura em si. A diferenciação que este método tem, para o método convencional que geralmente é o método mais utilizado pela população. Abrangendo a importância da economia neste meio. Os conceitos e definições dos materiais empregados, sobre tudo, as utilidades que cada um apresenta em relação ao seu desempenho na estrutura.

Palavras Chave: Alvenaria estrutural, técnica construtiva, aplicações.

INTRODUÇÃO

A Alvenaria Estrutural (AE) é um sistema construtivo que está sendo muito usado hoje em dia, nas pequenas e grandes construções. Apesar de ser um sistema que já existi a milhares de anos atrás. É um método de construir que se diferencia do método convencional.

A alvenaria estrutural, também chamada de alvenaria/parede portante, exige planejamento e profissionais qualificados. Isso acontece porque esse método de construção tem função estrutural em um projeto, e é indispensável para a sua estabilidade. Funciona como 2 em 1, juntando as funções de estrutura e vedação em um só sistema racionalizado, que utiliza medidas padrões de elementos construtivos, como blocos de concreto e cerâmico, acrescido de elementos compensadores para uma melhor modulação. Tudo é previamente organizado para que as peças se encaixem de forma alternada, instalando de forma simultânea todos os sistemas elétricos e hidrossanitários.Quando devidamente planejada, a alvenaria estrutural deve ser capaz de suportar todas as cargas; a de seu próprio peso, lajes, coberturas. Além disso, é resistente a intempéries externas, como chuvas e ventos (HOMETEKA, 2014).

Segundo Hendry (2002), a alvenaria estrutural começou a ser tratada como uma tecnologia de construção civil por volta do século XVII quando os princípios de estatísticas foram aplicados para a investigação da estabilidade de arcos e domos. Embora no período entre os séculos 19 e 20 tivessem sido realizados testes de resistência dos elementos da alvenaria estrutural em vários países, ainda se elaborava o projeto de alvenaria estrutural de acordo com os métodos empíricos de cálculo, apresentando assim, grandes limitações.

A alvenaria tem boas características de durabilidade, estética e desempenho térmico e acústico. Quando executado como um processo racionalizado, projetado, calculado e em conformidade com as normas pertinentes, a alvenaria estrutural apresenta simplificação das técnicas de execução, maior velocidade de execução, redução da mão-de-obra, diminuição de formas, escoramentos e armaduras; Economia na aplicação dos revestimentos, redução dos desperdícios e funcionalidade com segurança.. FONTE: (UFRGS, 2018).

Todas as atividades desenvolvidas aqui estão descritas de uma forma concisa, onde estão sendo destacados todos os pontos importantes relacionados à alvenaria estrutural, dentro deste contexto, os tipos de alvenaria estrutural, todos os materiais utilizados, os principais cuidados que se deve ter ao realizar uma obra deste tipo e suas condições necessárias para a realização de uma construção.

OBJETIVO GERAL

Compreender de que forma a alvenaria estrutural contribui dentro da construção civil e identificar qual a função que cada elemento constituinte tem, na realização de uma construção deste tipo.

1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

  • Analisar métodos tecnológicos empregados na Alvenaria Estrutural.
  • Comparar o método estrutural com o convencional.
  • Ressaltar qual a importância da Alvenaria Estrutural na economia.
  • Descrever as vantagens e desvantagens.
  • Classificar os tipos de materiais.

METODOLOGIA

A síntese deste trabalho consiste em um estudo descritivo da alvenaria estrutural, através de levantamentos de pesquisas bibliográficas encontradas em livros, sites e artigos relacionados. O trabalho foi feito com a intenção de mostrar ao leitor, os tópicos abordados nos objetivos específicos. Com base nas normas da ABNT. Foram obtidos dados a partir de outros trabalhos científicos. A pesquisa procederá primeiro com a história da alvenaria estrutural, depois serão apresentados a conceituação, a importância desse sistema na economia, os tipos de AE, suas técnicas construtivas e em seguida a discussão e conclusão do trabalho.

A HISTÓRIA DA ALVENARIA ESTRUTURAL

Segundo Antunes (2004), a alvenaria estrutural existe desde o surgimento das primeiras civilizações, quando se buscava uma maneira de organizar as pedras e montar paredes. Hoje esse sistema construtivo agrega cálculos específicos, os blocos têm dimensões exatas e a modularidade e qualidade estão asseguradas. No Brasil, a alvenaria estrutural ganha, atualmente, um olhar novo, investimentos em materiais e (tudo indica) normas atualizadas. Essa mudança desconstrói velhos preconceitos e, principalmente, dá ao sistema um novo campo de utilização. Até a década de 80, a alvenaria estrutural era sinônimo de construção popular, devido ao grande número de conjuntos construídos assim. A migração do sistema para edificações altas e de padrão médio, durante a década de 90, fez com que se investisse em tecnologia e, aos poucos, consolida-se como uma opção de construção racionalizada e atraente. “As construtoras de edifícios para a classe média, quando optaram pela alvenaria estrutural, encantaram-se com a facilidade do sistema”, conta Cláudio Puga, calculista estrutural.

Segundo Duarte (1999) as edificações em alvenaria estão entre as construções que tem maior aceitação pelo homem, não somente hoje, como também nas civilizações antigas. Edificações monumentais em alvenaria de pedras e tijolos ainda permanecem de pé, após mais de 2.000 anos passados de sua construção, e algumas sendo ainda utilizadas, num testemunho da durabilidade e aceitação deste material e deste sistema construtivo ao longo do tempo.

3.1 CONSTRUÇÕES HISTÓRICAS

3.1.1 EDIFÍCIO MONADNOCK

O edifício Monadnock em Chicago se tornou um símbolo da moderna alvenaria estrutural, mesmo com suas paredes da base de 1,80m (RAMALHO; CORRÊA, 2003). Este edifício foi considerado na época como limite dimensional máximo para estruturas de alvenaria calculadas pelos métodos empíricos (ABCI, 1990). Acredita-se que se este edifício fosse dimensionado pelos procedimentos utilizados atualmente, com os mesmos materiais, esta espessura seria inferior a 30 cm (RAMALHO e CORRÊA, 2003).

Figura 1 – Edifício Monadnock

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9a/Monadnock.jpg/150px-Monadnock.jpg
Fonte: (Wikipédia 2018).

3.1.2 COLISEU

Construído por ordens do imperador Vespasiano, suas fundações possuem mais de 12 metros de profundidade, e seus 187,5 metros de comprimento por 155,5 metros de largura formam um perímetro de mais de 540 metros. É assim, uma das maiores construções de todo o império romano, e podia acomodar entre 45.000 e 55.000 espectadores. Fonte: (USP, 2018).

Figura 2 – Coliseu.

Foto003d.jpg (34122 bytes)
Fonte: (Washington, D.C., 1992).

3.1.3 CATEDRAL DE REIMS

Um grande exemplo de catedral gótica. Construída entre 1211 e 1300 d.C. demonstra a aprimorada técnica de se conseguir vãos relativamente grandes utilizando-se apenas estruturas comprimidas. Seu interior é amplo, com os arcos que sustentam o teto sendo apoiados em pilares esbeltos, que, por sua vez, são contraventados adequadamente por arcos externos. As catedrais góticas em geral, e a catedral de Reims em particular, podem ser citadas como os grandes exemplos de estruturas de alvenaria com interiores que conferem sensação de amplitude e grandeza. Ao se adentrar nessas edificações fica claro que, apesar de todas as limitações que os procedimentos empíricos impunham aos arquitetos desses edifícios, as técnicas construtivas que foram sendo refinadas ao longo de séculos acabaram produzindo resultados muito satisfatórios. Fonte: (catedraismedievais, 2018).

Figura 3 – Catedral de Reims.

Catedral de Reims iluminada na noite
Fonte: (catedraismedievais, 2018).

3.1.4 PIRAMIDES DE GIZÉ

As Pirâmides de Gizé são estruturas monumentais construídas em pedra. Possuem uma base retangular e quatro faces triangulares (por vezes trapezoidais) que convergem para um vértice. Estas três majestosas pirâmides foram construídas como tumbas reais para os reis Kufu (ou Quéops), Quéfren, e Menkaure (ou Miquerinos) – pai, filho e neto. A maior delas, com 160 m de altura (49 andares), é chamada Grande Pirâmide, e foi construída cerca de 2550 a.C. para Kufu, no auge do antigo reinado do Egito e estão localizadas na cidade de Gizé, que integra o Cairo, no Egito. Elas são as únicas das antigas maravilhas que sobreviveram ao tempo. Fonte: (Virtuous, 2009).

Figura 4 – Pirâmides de Gizé.

As grandes Pirâmides de Gizé
Fonte: (Virtuous 2009-2018).

3.2 CONCEITUAÇÃO

A alvenaria estrutural (AE) é um processo construtivo que pode ser empregado tanto em casas como em edifícios de múltiplos pavimentos. Há dois tipos de alvenaria: não armada e armada. A primeira emprega como estrutura-suporte, paredes de alvenaria sem armação. Os reforços metálicos são colocados apenas horizontais com a finalidade de evitar fissuras localizadas. Já a alvenaria estrutural armada, caracteriza-se por ter vazados verticais dos blocos preenchidos com graute (microconcreto de grande fluidez) envolvendo barras e fios de aço. Fonte: (Redação do Fórum da Construção).

De acordo com a NBR 8798, esta norma fixa as condições exigíveis que devem ser obedecidas na execução e no controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto, não armada, parcialmente armada e armada.

3.3 VIABILIDADE ECONÔMICA

Esse sistema construtivo, que utiliza a alvenaria estrutural com blocos de concreto, oferece solução eficaz testada em empreendimentos públicos e privados há mais de três décadas e que, ao longo desse tempo, evoluiu extraordinariamente. Hoje, grandes construtoras recorrem ao sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto para imprimir métodos produtivos industrializados, diminuir cronograma, garantir custos e qualidade. O desenvolvimento técnico do sistema inclui completa normalização dos materiais (blocos), produzidos com garantia de resistência e uniformidade, por exemplo, e dos serviços envolvidos (projeto, construção da estrutura, execução de instalações e acabamento). A somatória desses elementos montou o alicerce para o enorme salto técnico-econômico no sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto. Estudos realizados por especialistas em construção comprovam que a alvenaria estrutural com blocos de concreto permite reduzir o custo das obras em até 30% (em torres de até quatro pavimentos) e 15% (em torres com 20 pavimentos), com ganhos ambientais, por praticamente não gerar rejeitos de canteiro e quase não utilizar fôrmas e escoras de madeira. Fonte: (WORDPRESS, 2015).

4. TIPOS DE ALVENARIA ESTRUTURAL

A alvenaria estrutural pode ser armada, ou seja, reforçada com armadura passiva ou até mesmo armadura ativa (protendida) e a não-armada, encontrada em edificações mais baixas, geralmente até 04 pavimentos. Fonte: (CONSTRUÇÃO, 2018).

4.1 ALVENARIA ARMADA

Alvenaria armada, mais conhecida como alvenaria estrutural é uma técnica construtiva onde a estrutura e a vedação da edificação são executadas ao mesmo tempo. A estrutura é auto- portante, ou seja, dispensa o uso de pilares e vigas e os blocos estruturais assumem a função de suportar o peso das próprias paredes, lajes, equipamentos (antenas, por exemplo) e ocupação (incluindo pessoas, móveis). Na alvenaria estrutural (armada) os blocos estruturais são dispostos uns sobre os outros e ligados entre si através de juntas de assentamento feitas de argamassas. Esse assentamento vão formando os elementos da alvenaria como as paredes, cintas, vergas, contra vergas, vigas e pilares formando um conjunto coeso e rígido o suficiente para suportar as solicitações de cargas. As armaduras são incorporadas nas juntas de assentamento e o graute, um tipo especifico de concreto utilizado em sistemas estruturais com o objetivo de preencher as armaduras e aumentar a capacidade portante da estrutura da alvenaria armada. Geralmente a argamassa vem pronta não havendo desperdício nem sobras de cimento, cal, areia, etc. A quantidade de graute é limitada e deve ser colocado com funil e deve ficar confinado dentro dos furos ou células dos blocos não tendo por onde vazar ou perder material. A alvenaria estrutural (armada) é bastante utilizada em construções verticais com pavimento tipo e layouts repetidos por favorecer a estabilidade da estrutura, aplicando a sua carga verticalmente em um ponto comum. Além disso, muros, casas, sobrados, edifícios de diversas alturas, hipermercados, Indústrias e conjuntos comerciais também são exemplos de edificações construídas com estrutura armada. Fonte: (MATCONSUPPLY, 2018).

Figura 5 – Alvenaria Armada.

sistema-construtivo-alvenaria-armada2
Fonte: (MATCONSUPPLY, 2018).

4.2 ALVENARIA NÃO ARMADA

No sistema convencional de construção, as paredes apenas fecham os vãos entre pilares e vigas, elementos encarregados de receber o peso da obra. Por outro lado, na alvenaria estrutural esses elementos são desnecessários, pois as paredes – chamadas portantes – distribuem a carga uniformemente ao longo dos alicerces. Para erguê-las, é preciso usar blocos especiais, mais resistentes que as peças de vedação. Eles podem ser de concreto, cerâmicos, sílico-calcários ou de concreto celular, sendo também possível recorrer aos tijolos maciços, assentados com juntas desencontradas e amarrados com ferragens.

A utilização desse sistema permite diminuição significativa no custo da obra, porém é preciso que os projetos, mais detalhados, já sejam elaborados considerando a modulação dos blocos e as características da solução, pois as etapas de construção são diferentes. A alvenaria estrutural também possibilita economia no tempo de execução e na mão de obra. Como são furados, os blocos permitem a passagem de ferragens (quando necessárias) e de instalações elétricas e hidráulicas, evitando quebras posteriores nas paredes. Dessa forma, quando totalmente erguida, a superfície está pronta para receber revestimento de gesso e, depois, pintura, dispensando reboco e massas grossas e finas. Contudo, a alvenaria estrutural pode apresentar limitações para a realização futura de reformas e mesmo ampliações na construção; para estas últimas, uma boa alternativa é já considerar eventuais modificações durante a elaboração do projeto. Fonte: (LEANDRO, 2009).

Figura 6 – Alvenaria não armada.

Resultado de imagem para alvenaria não armada
Fonte: (GUIA DA OBRA, 2018).

5. TÉCNICA CONSTRUTIVA DA ALVENARIA ESTRUTURAL

5.1 COMPONENTES DA CONSTRUÇÃO

5.1.1 BLOCOS DE CONCRETO

O bloco de concreto é um componente industrializado, produzido em máquinas que vibram e prensam, podendo ser fabricados com uma vasta variedade de composições. Por serem moldados em fôrmas de aço, possuem precisão dimensional que confere facilidade na execução da alvenaria. Suas características e desempenho dependem do equipamento, da qualidade dos materiais empregados e da sua proporção adequada. Os blocos de concreto normalizados possuem formato e dimensões padronizadas, que proporcionam um sistema construtivo limpo, prático, rápido, econômico e eficiente. Além disso, o material concreto possui um módulo de elasticidade similar ao da junta de argamassa, aproximando a resistência da alvenaria à do bloco. Fonte: (Comunidade da Construção, 2018).

5.1.2 FAMÍLIA DOS BLOCOS

5.1.2.1 FAMÍLIA 20

Caracteriza-se pela largura de todos os formatos corresponderem a 19cm. Está  presente nas classes A, B e C e é composta de diversos formatos, sendo eles: Bloco Inteiro, Meio Bloco, Verga, Canaleta, Compensador 1/4 e Compensador 1/8. Fonte: (PRESTO, 2018).

 5.1.2.2 FAMÍLIA DE 15

Caracteriza-se pela largura de todos os formatos corresponderem a 14cm. Está  presente nas classes A, B e C e é composta de diversos formatos, sendo eles: Bloco Inteiro, Meio Bloco, Verga de Concreto, Canaleta de Concreto, Compensador 1/4 e Compensador 1/8, Canaleta Jota 4, Canaleta Jota 9, Canaleta Jota 6, Amarração L34, Verga L34, Amarração T54, Inteiro Compensador, Verga Compensador, Inteiro 29, Meio 29, Verga 29, Canaleta  29, Inteiro 29 Compensador e Amarração T44. Fonte: (PRESTO, 2018).

5.1.2.3 FAMÍLIA DE 12

Caracteriza-se pela largura de todos os formatos corresponderem a 11,5cm. Está presente na classe C e é composta de diversos formatos, sendo eles: Bloco Inteiro, Meio Bloco, Verga de Concreto, Canaleta de Concreto, Compensador 1/4 e Compensador 1/8. Fonte: (PRESTO, 2018).

5.1.2.4 FAMÍLIA DE 10

Caracteriza-se pela largura de todos os formatos corresponderem a 9cm. Está presente na classe C e é composta de diversos formatos, sendo eles:

Bloco Inteiro, Meio Bloco, Canaleta de Concreto, Compensador 1/4 e Compensador 1/8. Fonte: (PRESTO, 2018).

5.1.2.5 FAMÍLIA DE 07

Caracteriza-se pela largura de todos os formatos corresponderem a 6,5cm. Está presente na classe C e é composta pelos seguintes formatos: Bloco Inteiro e Meio Bloco. Fonte: (PRESTO, 2018).

5.2 TIPOS DE BLOCOS

5.2.1 BLOCOS INTEIROS, MEIOS-BLOCOS E COMPENSADORES

São utilizados para fazer a maior parte das paredes estruturais. O bloco inteiro é alternado com o meio-bloco e, quando não há dimensão modular, podem ser usados compensadores para atingir a medida necessária da parede, sem serrar as peças. Fonte: (TAUIL, 2018).

Figura 7 – Blocos inteiros, Meio bloco e Compensadores.

http://www.casadcesar.com.br/images/menu/produtos/blocos/BE-modelos.jpg
Fonte: (CASADCESAR, 2018).

5.2.2 CANALETA INTEIRA E MEIA-CANALETA

Utilizadas em vergas e contravergas para sustentar janelas e respaldos de lajes, evitando possíveis trincas e rachaduras pelos esforços solicitados nesses locais. São produzidas com recortes nas laterais para passagem das ferragens horizontais e possuem fundo removível para a passagem das ferragens verticais.

Bloco de Concreto Canaleta
Fonte: (TAUIL, 2018).

5.2.3 CANALETA J

Figura 8 – Canaleta Inteira e Meia Canaleta, Fonte: (GUARANITUBOS, 2018).

Utilizadas como elemento de encaixe no encontro entre as empenas e lajes. Formam as chamadas cintas de amarração e se estendem por toda a extensão das paredes estruturais, substituindo as fôrmas de madeira. Possuem alturas variáveis na extremidade externa para se ajustarem à espessura da laje especificada em projeto. Fonte: (TAUIL, 2018).

Figura 9 – Canaleta J.

http://www.blojaf.com.br/imagens/site/produtos-150px/j-14x19x19x28.150-208.jpg
Fonte: (BLOJAF, 2018).

5.2.4 BLOCO DE AMARRAÇÃO

Utilizados para fazer a união de paredes em “T” ou em “L”, sem interferir na modulação dos blocos. A amarração das paredes em “L” é feita com os blocos de 14 cm x 19 cm x 34 cm, pertencentes à família 39. Para amarrações em “T”, utilizam-se tanto os de 14 cm x 19 cm x 54 cm, da família 39, quanto os de 14 cm x 19 cm x 44 cm, da família 29. Fonte: (TAUIL, 2018).

Figura 10 – Bloco de Armação

http://ceramicamifale.com.br/wp-content/uploads/2016/04/AVE_Amarracao_ceramica-mifale-1-1.jpg
Fonte: (CERAMICAMIFALE, 2018)

5.2.5 BLOCO 45°

Os blocos chanfrados são usados somente quando há uma parede não ortogonal, como em halls de distribuição de apartamentos, o que é raro na maioria das obras em alvenaria estrutural. Fonte: (TAUIL, 2018).

Figura 11- Bloco 45°.

http://glasser.com.br/site/uploads/2017/05/1545a-1.jpg
Fonte: (GLASSER, 2018)

5.2.6 BLOCO ELÉTRICO

São componentes que já vêm preparados para receber os pontos de elétrica, como interruptores e tomadas. No entanto, o mesmo pode ser feito com a utilização de serra copo, que permite a instalação dessas caixas com 4″ x 2″ ou 4″ x 4″ com dispositivo especial. Fonte: (TAUIL, 2018).

Figura 12 – Bloco Elétrico.

Blocos de concreto elétricos e hidráulicos
Fonte: (PRACONSTRUIR, 2018)

6. MÉTODO CONVENCIONAL X ALVENARIA ESTRUTURAL

6.1 ALVENARIA CONVENCIONAL

A alvenaria convencional é o tipo mais comum utilizado nas construções brasileiras. Sua função primordial dentro de uma construção é a de promover a vedação, a partir da separação de ambientes e fachadas. Todo o peso é absorvido pela estrutura de pilares e vigas, onde nesse caso é possível afirmar que as paredes construídas não possuem função estrutural. É comum o emprego de vigas e pilares moldados por formatos de madeira. Para a construção de uma estrutura desse tipo, é necessária a utilização do concreto armado. O concreto armado funciona como uma espécie de esqueleto para a construção, sendo formadas pelo uso de pilares, lajes e vigas. Um dos benefícios de utilizar o concreto armado é que não existem limitações referentes às medidas do projeto arquitetônico, então é dada maior liberdade ao operador da obra, além de permitir futuras obras sem restrições. Por outro lado, esse tipo de construção demanda mais tempo e o custo pode ser mais elevado quando comparado ao sistema de alvenaria estrutural. Além disso, a alvenaria convencional pode produzir bastante entulho devido ao constante quebramento de blocos do sistema. As paredes são erguidas e em seguida quebradas para que haja a instalação das tubulações, prática essa que pode gerar entre 20% e 30% de prejuízo principalmente de materiais. Alvenaria Estrutural. Fonte: (MATCONSUPPLY, 2018).

Figura 13 – Alvenaria Convencional.

alvenaria-comum
Fonte: (MATCONSUPPLY, 2018).

6.2 ALVENARIA ESTRUTURAL

A alvenaria estrutural por sua vez, tem como característica principal a ausência de pilares e vigas, pois todas as paredes construídas têm a capacidade de suportar o peso de instalações como lajes e coberturas por si próprias. Ou seja, elas funcionam também como vedação. Assim, é imprescindível que as paredes sejam erguidas de forma bem executada, evitando cortes nos blocos. Tudo precisa ser planejado para que seja instalado, ao mesmo tempo, sistema elétrico e hidrossanitário, de modo que as peças se encaixem alternadamente. Racionalizar é importante para que as medidas das paredes fiquem fora do padrão de blocos nesse momento, evitando assim a necessidade de alterações futuras. Além disso, o sistema de alvenaria estrutural permite um maior rendimento para a mão de obra, já que é possível concluir uma maior área quadrada por dia. Segundo pesquisas, optar por esse tipo de alvenaria pode gerar uma economia de até 15% em relação à construção convencional. A construção que utiliza alvenaria estrutural apresenta o seu tempo de execução otimizado, diminui os gastos desnecessários e ainda tem uma boa aplicação. Suas limitações são para prédios que possuem muitas fachadas de vidro, portas e janelas muito grandes ou móveis de divisão interna, pois tudo isso pode sobrecarregar a estrutura, e pela vedação conjunta, é mais difícil que uma reforma possa ser realizada futuramente no projeto. Ou seja, qualquer mudança que possa ser realizada futuramente precisa ser prevista ainda durante a elaboração do projeto, não permitindo portas e janelas que fujam do padrão, por exemplo. Fonte: (MATCONSUPPLY, 2018).

Figura 14 – Alvenaria Estrutural.

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Fonte: (MATCONSUPPLY, 2018).

6.3 VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ALVENARIA ESTRUTURAL

A alvenaria estrutural possui diversas vantagens, na qual a econômica é uma das principais, em virtude da otimização de tarefas na obra, por meio de técnicas executivas simplificadas e facilidade de controle nas etapas de produção e eliminação de interferências, gerando uma redução no desperdício de materiais produzido pelo constante retrabalho. Como consequência, o sistema construtivo em alvenaria estrutural conseguiu proporcionar uma flexibilidade no planejamento das etapas de execução das obras. Isso tornou o sistema em alvenaria competitivo no Brasil, quando comparado com o concreto armado e o aço. A Tabela 1.1 apresenta a porcentagem de redução no custo de uma obra em alvenaria, comparado com as estruturas convencionais (WENDLER, 2005).

Entre as desvantagens da AE, está, a mão de obra qualificada e bem treinada, com uma constante fiscalização, não permite reformas futuras, não permite portas e janelas fora do padrão e não pode ser utilizado em qualquer tipo de projeto, pois as possibilidades são limitadas ao padrão dos blocos. Fonte: (ARESTOARQUITETURA, 2018).

6.3.1 VANTAGENS DA ALVENARIA ESTRUTURAL:

  • Diminuição no tempo da construção
  • Economia no custo da obra
  • Menor gasto com revestimento
  • Flexibilidade e versatilidade da construção
  • Liberdade no layout
  • Resultados esteticamente modernos
  • Fácil coordenação e controle
  • Técnica executiva simplificada
  • Menor diversidade de materiais e mão de obra
  • Eliminação de interferências
  • Facilidade de integração com outros subsistemas. Fonte: (CONSTRUÇAO, 2018).

6.3.2 DESVANTAGENS DA ALVENARIA ESTRUTURAL:

  • Restrições de possibilidades de mudanças não planejadas
  • Dificuldade de improvisações
  • Limitação de grandes vãos e balanços. Fonte: (CONSTRUÇÃO, 2018).

6.3.3 A ALVENARIA ESTRUTURAL EXIGE MAIOR ESFORÇO QUANTO A:

  • Elaboração e estudo do projeto
  • Cuidado com materiais
  • Treinamento e supervisão da mão de obra
  • Organização e planejamento na obra. Fonte: (CONSTRUÇÃO, 2018).

6.3.4 CUIDADOS NA ALVENARIA ESTRUTURAL:

  • Os andaimes devem ter dimensões adequadas ao tamanho dos cômodos a fim de facilitar a movimentação dos operários
  • As instalações hidráulicas devem ficar acessíveis e nunca chumbadas dentro das paredes
  • Na obra, em caso de chuva, as paredes que acabaram de ser assentadas (levantadas) devem ser protegidas com lonas plásticas
  • Jamais faça reformas ou reparos sem antes estudar o projeto do local. Fonte: (CONSTRUÇÃO, 2018).

7. DISCUSSÃO

O resultado das pesquisas citadas neste trabalho é o ponto principal para dar partida na discussão sobre os aspectos da Alvenaria Estrutural, na concepção do ponto de vista de vários autores.

Para Michelli Silvestre (2018), O uso da alvenaria estrutural teve início no Brasil no início da década de 60, com alguns casos de pouco sucesso. Na década de 70 foram iniciadas pesquisas no IPT e na USP. No final dos anos 80 e início dos anos 90 o sistema construtivo ganhou força e as parcerias universidade / empresas permitiram a criação de materiais e equipamentos nacionais para produção da alvenaria. A partir daí, a alvenaria estrutural passou a ser dimensionada a partir de conceitos técnicos e detalhada de forma racional. Aliada aos estudos acadêmicos, a atuação da cadeia produtiva, destacando-se as atividades desenvolvidas pela ABCP e pela Bloco Brasil, levou capacitação aos fabricantes de blocos e aos profissionais das construtoras, melhorando o desempenho do sistema construtivo como um todo. Assim, com o envolvimento de pesquisadores, projetistas, associações, construtores e fornecedores, presenciaram hoje uma indústria de alvenaria em avançado grau de desenvolvimento. Hoje o sistema é amplamente utilizado em todas as regiões do Brasil e é um ramo reconhecido da Engenharia, fazendo parte da grade curricular de grande parte das faculdades.

Segundo Ramalho; Corrêa (2003). Dessa forma pretende-se situar a alvenaria estrutural em relação às estruturas convencionais de concreto armado, um sistema construtivo bastante disseminado e muito conhecido, facilitando-se assim o entendimento de algumas características mais marcantes do sistema em análise. Inicialmente, deve-se ressaltar que a utilização da alvenaria estrutural, para os edifícios residenciais, parte de uma concepção bastante interessante, que é a de transformar a alvenaria, originalmente com função exclusiva de vedação, na própria estrutura. Dessa forma, pode-se evitar a necessidade da existência dos pilares e vigas que dão suporte a uma estrutura convencional. Assim a alvenaria passa a ter dupla função de servir de vedação e suporte para edificação, o que é, em princípio, muito bom para a economia. Entretanto, a alvenaria, nesse caso, precisa ter sua resistência perfeitamente controlada, de forma a se garantir a segurança da edificação. Essa necessidade demanda a utilização de materiais mais caros e também uma execução mais cuidadosa, o que evidentemente aumenta o seu custo de produção em relação à alvenaria de vedação.

Segundo Camacho (2018), os principais cuidados para a especificação do sistema envolvem a conformidade dos materiais e componentes com as recomendações das normas técnicas. São elas: NBR 15812-1 e NBR 15812-2 em vigor desde 2010, respectivamente, normas que tratam do projeto e da execução da alvenaria estrutural de blocos cerâmicos; NBR 15961-1 e NBR 15961-2 revisadas em 2011 e que abordam, respectivamente, o projeto e a execução da alvenaria estrutural de concreto.

De acordo com Ramalho; Corrêa (2003), o aspecto econômico essencial é a limitação da altura da edificação para prédios de até 15 ou 16 pavimentos, sendo que, para estruturas mais altas, passa a existir a necessidade de grauteamento generalizado nas paredes, o que torna o sistema muito oneroso. Outro fator relevante citado é o seu uso. Ele deve ser limitado a estruturas com alta densidade de paredes e pequenos vãos internos, como edificações de médio e baixo padrão.

Por ser um sistema onde os blocos são utilizados apenas como vedação, a alvenaria convencional exige maior uso do aço e do concreto, onde são aplicados nos alicerces que dão sustentação à estrutura. Já na alvenaria estrutural, para Rodrigues (2013), os blocos funcionais como a própria estrutura, os aços são os mesmos da alvenaria convencional, porém, seu uso é menor. Segundo Sabbatini (2012). Oliveira (2013), não existe material para construção mais viável economicamente, levando em consideração os investimentos e a manutenção.

8. CONCLUSÃO

Foi apresentado neste trabalho uma pequena conceituação da alvenaria estrutural, juntamente com seus aspectos históricos, citando algumas construções históricas, como surgiu esse sistema que hoje é muito conhecido mundialmente, juntamente com seus aspectos econômicos e também, as suas vantagens e desvantagem que esse sistema trás, contendo os pontos positivos e negativos da AE. Foram também citados neste assunto, os tipos de alvenaria estrutural, a função que exercem sobre a estrutura, incluindo também, os elementos da construção como os blocos estruturais e a definição de cada um deles tem sobre a estrutura. Foram ainda discutidas as diferenças entre alvenaria estrutural e a alvenaria convencional, sendo um dos métodos mais utilizados popularmente. Por fim foram discutidos os aspectos da alvenaria estrutural, ressaltando a relação de alvenaria estrutural e a estrutura convencional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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[1] Graduanda em Engenharia Civil. Centro Universitário do Norte.

[2] Engenharia civil. Professora do Centro Universitário do Norte – UNINORTE.

Enviado: Novembro, 2018

Aprovado: Novembro, 2018

 

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