Educação continuada do professor de matemática

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ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Antonio Carlos de Jesus [1]

SILVA, Antonio Carlos de Jesus. Educação continuada do professor de matemática. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 01, Vol. 04, pp. 62-72. Janeiro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/professor-de-matematica

RESUMO

As investigações sobre a formação continuada apontam para a relevância do reconhecimento do trabalho do profissional docente. Sob essa ótica, esta investigação apresenta como foco a formação continuada de professores de Matemática, com o intuito de identificar a contribuição e importância da formação continuada para prática docente. Uma aprendizagem continua do docente possibilita a melhor realização de um trabalho pedagógico, e consequentemente um ensino de qualidade, contemplando o aluno com uma matemática que extrapola os muros da escola, e apresenta-lhes uma nova visão, mais ampla do estudo matemática. O presente trabalho trata-se de um texto assentado nos preceitos da aprendizagem significativa, apresentando o papel da prática docente diante dos atuais desafios da educação, frente ao exposto, apresenta-se uma revisão bibliográfica proporcionando uma visão mais íntima da realidade educacional, bem como do processo ensino-aprendizagem.

Palavras-Chave: Formação Continuada, professor, matemática, aprendizagem.

1. INTRODUÇÃO

Desde os tempos mais remotos a Matemática é fundamental em todas as áreas de ensino e também ao cotidiano do ser humano para sua vida em sociedade, carece de debate para que se consolide o processo ensino aprendizagem dos conceitos do ensino da Matemática pelos alunos. Essa disciplina tem se apresentado como entrave a vida acadêmica dos estudantes brasileiros em todo o seu percurso escolar, esse problema, pode estar associado à formação, ao preparo do professor de Matemática para a vida acadêmica.

Constatação essa que traz ao debate a necessidade premente de melhorar os conhecimentos dos professores inserindo no sentido de propor um processo educacional de mais qualidade possibilitando trazer a matemática significação e com isso melhorar os resultados aferidos nessa disciplina.

Essa mudança poderá ser obtida através da atualização dos professores, isto é, uma aprendizagem contínua. No ensino da matemática as dificuldades são claras e grandes, mas podem ser minimizadas com atualizações e capacitações ofertadas aos docentes que estão a frente dessa área.

Diante do cenário apresentado surgem várias inquietações que permitem questionar o ensino de matemática: A maneira que o professor ensina matemática é a melhor? O que pode ser melhorado? O que pode ser alterado na didática? Ou manter o tradicional? A dificuldade dos alunos está relacionada intrinsecamente à didática do professor? Quais estratégias tornam a matemática mais atrativa para os alunos, e consequentemente, melhorar o desempenho dos alunos do Médio? A dificuldade dos alunos está ligada à formação do professor? A dificuldade em matemática é um problema somente do aluno?

Aulas de matemática muitas vezes não são atrativas levando a cansaço, fadiga e desânimo aos alunos. Professores muitas vezes não têm recursos, estratégias ou interesse em melhorar suas aulas. As dificuldades na aprendizagem da matemática começam nos anos finais do Ensino Fundamental (6º, 7º, 8º e 9° ano), e permanecem até o final da vida escolar. Comparando com outras disciplinas a matemática está em primeiro lugar no ranking entre as matérias mais difíceis para muitos estudantes (GOULAR; REIS, 2018).

Acredita-se que a formação continuada seja uma estratégia para mudar o cenário de dificuldades no processo ensino-aprendizagem da matemática. Manter o professor atualizado no mundo contemporâneo frente às exigências é uma busca que envolve políticas públicas, incentivo ao docente para pesquisa, estratégia de prática pedagógica e o desempenho profissional (SILVA et al, 2013).

Frente as constatações e interrogações, este estudo tem como principal objetivo compreender a relevância da formação continuada para o conhecimento profissional do docente, contribuindo para a reflexão da sua prática e construção da identidade profissional docente favorável a promoção de um ensino de qualidade.

2. DESENVOLVIMENTO

Segundo o movimento Todos Pela Educação (BRASIL, 1977) apenas 18,2% dos alunos sabem Matemática no fim do Ensino Fundamental e 92,7% dos alunos que concluem o Ensino Médio não tem o conhecimento da matéria compatível com o esperado. Fato esse que trouxe relevância cientifica ao debate, por entender a necessidade de reverter um quadro em que a maioria dos alunos chegam ao Ensino Médio com sérias dificuldades em matemática.

Portanto, torna-se imprescindível descobrir os principais pontos que interligam essa problemática, a fim de compreender os motivos do bloqueio ao entendimento da matemática e, quiçá, apontar estratégias que minimizam as dificuldades por parte dos alunos e dos professores a fim de ressignificar esse aprendizado.

Nesse contexto, esse debate pretende auxiliar na melhoria do ensino da Matemática do Ensino Médio, a partir da formação do docente, por entender ser esta, a mola mestra da mediação dessa aprendizagem.

2.1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES

O modelo educacional tal como conhecemos foi introduzido no Brasil com a vinda dos portugueses que trouxeram um modelo europeu de cultura e educação. Na idade média surgiram as escolas que eram administradas pelos jesuítas com os seus princípios católicos. Sendo assim, foram os principais educadores do Brasil nesse período até a sua expulsão pelo Marquês de Pombal. Durante a Escola Nova em 1928 no Brasil, surgiu a preocupação com os profissionais professores. Nesse momento iniciou-se uma elaboração no Sistema Nacional de Ensino, pois havia uma preocupação com a educação. Nesse sentido foi preciso refletir sobre a formação profissional do professor.

Voltando para o ano de 1946, foram publicadas a Lei Orgânica do Ensino Normal e a Lei Orgânica do Ensino Primário com a finalidade de determinar as regras para efetivar o ensino no Brasil. Portanto, foi preciso que os professores se qualificassem para atuar. Segundo Viera (2012, p.3847) “em 1970 foi decretada a Lei de Diretrizes e Bases para o curso de magistério, que passou a ter habilitação especializada para o segundo grau”. Com isso a formação de professores especialistas começou a ser realizada.

A educação, adquiriu aos poucos, melhorias em relação à formação dos docentes e em relação à construção profissional, como plano de carreira, formação continuada, salário base e vagas para professores através do concurso público. A lei de Diretrizes e Bases (9394/96) trouxe exigências que resultaram no avanço da educação.

Na prática, verifica-se que a típica formação do bacharel não é satisfatória, uma vez que a atual realidade tem evidenciado que a ausência de qualificação dos profissionais da área de matemática, bem como o espaço deixado pela falta de preparo e conhecimentos pedagógicos tem prejudicado o desenvolvimento de ensino aprendizagem.

A falta de políticas plausíveis e constantes destinadas para a formação e modernização docente são aspectos considerados como empecilho para a formação satisfatória de professores (CUNHA, 2012). Diversos aspectos são essenciais para evidenciar os interesses no que tange a formação dos professores, dentre os quais se destacam o desenvolvimento do pensamento pedagógico crítico e a testificação da formação limitada ou insuficiente dos professores.

Segundo Marina Lopes (2015, p. 46), “a formarão é um dos itens que integra a chamada condição docente, constituída por carreira, salário e condições de trabalho.” Todavia, sabe-se que nem sempre é isso não acontece, pois conforme o senso escolar de 2017, dentre os 2,3 milhões de docentes que atuavam na educação básica no país, 23% não tinham formação adequada. O mesmo precisa buscar novos conhecimentos e renovar antigos, a fim de estar sempre em conexão com tudo aquilo que vivenciou na vida acadêmica. Nesse contexto a formação continuada vem como uma boa opção para contribuir na vida do docente.

É de fundamental importância o profissional da educação passar por formação continuada, uma vez que essa formação está em constante mudança. Com isso, se exige muito mais para uma melhor contribuição na melhoria do ensino aprendizagem. O professor de Matemática principalmente deve buscar todas as condições necessárias para que possa chegar o conhecimento aos alunos de forma natural por parte de um processo metodológico desenvolvido em sala de aula, mostrar para os alunos a importância da matemática para o mundo atual e futuro.

Nessa perspectiva, D´ambrosio, cita que:

A formação de professores de matemática é, portanto, um dos grandes desafios para o futuro. A proposta de beatriz S. D´Ambrosio sobre quais deverão ser as características desejadas em um professor de matemática no século XXI parecem-me a resposta a esse novo papel do professor de matemática. Ela diz que o professor de matemática deverá ter: 1. Visão do que vem a ser a matemática; 2. Visão do que constituía a matemática; 3. Visão do que constitui a atividade matemática; 4. Visão do que constitui um ambiente propício à aprendizagem da matemática. (D´AMBROSIO, 2011, p. 87).

O professor-pesquisador será minucioso e detalhista para que ele que leciona Matemática enxergue aqui a importância de estar sempre se atualizando em conhecimentos e metodologias para que possa acompanhar as gerações que estão sempre em processo de mudança. Aperfeiçoar-se em tudo aquilo que lhe é exigido dentro do ambiente educacional faz com que o educador crie pontes entre o aluno e o conhecimento. No caso do educador matemático essas pontes precisam passar segurança ao aluno, de forma que garanta o aprendizado.

Quando tivermos professores de matemática (assim como todos os outros professores de outras áreas) recebendo a devida atenção por parte do sistema educacional, quando tivermos currículos voltados para a realidade de professores e alunos, quando tivermos mais políticas educacionais voltadas para formações de professores e quando tivermos, principalmente mais professores vivendo cotidianamente em busca de novos conhecimentos e aprimorando-se dia após dia preocupando-se com quem está na sala de aula, tenderemos a ter uma educação de melhor qualidade em todos os âmbitos.

No Brasil, diversas instituições de ensino, embora já estando em atividade, e já fosse considerado um investimento em ação até a década de 1970, tinha como único requisito, àqueles proponentes a se tornarem professores, era que tal profissional possuísse um curso de bacharelado equivalente a área que pretendia lecionar no exercício de sua profissão. Tal circunstância era fundamentada em uma doutrina, que segundo aborda Masetto (2008, p. 33), quando diz: “quem sabe, automaticamente, sabe ensinar”, haja vista que ensinar quer dizer lecionar grandes aulas de maneira explícita ou discursos, revelando na prática, como se faz.

No entanto, na prática, verifica-se que a típica formação do bacharel não é satisfatória a ponto de conceituá-lo como sendo apto o suficiente para a atividade da docência, tampouco de abrir mão de uma formação didático-pedagógica, uma vez que a atual realidade tem evidenciado que a ausência de qualificação dos profissionais desta área, bem como do espaço deixado pela falta de preparo e conhecimentos pedagógicos tem prejudicado o desenvolvimento de ensino aprendizagem.

Ao analisar o procedimento de formação de professores, outro aspecto importante que tem ascendido de maneira significativa, e as vezes até definitivas são as políticas direcionadas à formação dos profissionais de educação que vêm sendo estabelecido pelo Governo Federal e através de alguns órgãos, tais como; o Conselho Nacional de Educação – CNE e o Ministério da Educação, os quais são ainda implantadas por programas assistidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, integrado ao Ministério da Educação- MEC, e auxiliadas por alguns órgãos patrocinadores, a exemplo do CNPq, unido ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), cuja obrigação consiste em firmar, monitorizar o funcionamento, qualificar o desenvolvimento do processo de pós-graduação no país e de estimular e promover a pesquisa científica brasileira (CUNHA, 2012).

A baixa quantidade de bolsas voltadas à pós-graduação e à pesquisa, a falta de políticas plausíveis e constantes destinadas para a formação e modernização docente são aspectos considerados como empecilho para a formação satisfatória de professores (CUNHA, 2012).

Diante das definições sobre formação citadas, é possível evidenciar que a formação docente está ligada ao desenvolvimento pessoal e profissional do professor, portanto entender os problemas históricos da educação e discutir o processo de formação docente é preciso compreender a conjuntura atual e a utilização das tecnologias.

Conforme Moran (2009):

Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente. É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, com a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes. Na expressão “o ensino a distância”, a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). Preferimos a palavra “educação” que é mais abrangente, embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada. (MORAN, 2009, p. 1).

Oferecer cursos a distância demanda investimento em treinamento de pessoas, contratação de profissionais para complementar o quadro da instituição, infraestrutura tecnológica, investimentos em materiais didáticos, sistemas de informação, monitoramento, gestão e entendimento do gestor em saber o significado de educação no século XXI.

A ênfase dada ao assunto consiste em um tema analisado como um dos principais aspectos que podem conduzir à otimização da qualidade do ensino proporcionado pelas instituições de ensino. Diversos aspectos são essenciais para evidenciar os interesses no que tange a formação dos professores, dentre os quais se destacam o desenvolvimento do pensamento pedagógico crítico e a testificação da formação limitada ou insuficiente dos professores.

Como afirma Perrenoud (2000, p. 128):

Formar para as novas tecnologias é formar o julgamento, o senso crítico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar classifica, a leitura e a análise de textos e imagens, a representação de redes, de procedimentos e de estratégias de comunicação.

Diante dessa visão a formação continuada está ligada ao desenvolvimento profissional dos docentes e, nesse momento, os profissionais repensam as suas práticas, descrevem as novas situações do cotidiano escolar, dando um novo sentido às práticas docentes (MASETTO, 2008). A formação continuada é um importante meio de estimulação profissional, pessoal e organizacional das práticas docentes. Além de ser um momento de avanço dessas práticas, é possível realizar a práxis educativa para melhorar a educação. Sendo assim, a formação continuada colabora para o conhecimento profissional do docente, contribuindo para a reflexão da sua prática e construção da identidade profissional docente.

2.2 DESAFIOS DA PROFISSÃO E A FORMAÇÃO CONTINUADA

Sabe-se que o professor é um dos mais importantes atores sociais de uma escola, ele não é somente responsável por transmitir conhecimentos, é ele quem torna possível o desenvolvimento do aluno de forma integral. Entretanto que isso seja possível, é preciso que o professor se sinta motivado e com autoestima, a satisfação profissional está associada a vários fatores entre eles bem estar mental, empenho, sucesso e realização profissional. O envolvimento, geralmente, vem acompanhado de sentimentos de interesse e prazer em se dedicar à tarefa em questão. Já a falta de motivação é inferida pela observação de pouco ou nenhum envolvimento em uma tarefa. A autoestima pode ser definida como o sentimento de valor que cada pessoa elabora acerca de si mesmo.

A profissão docente tem uma função extremamente importante, pois tem a missão de formar nossos jovens para o futuro. Ser professor é revelar o que o ser humano tem de melhor, seus desejos, suas aspirações e tornando-o capaz de gerenciar ser conhecimento e sua forma de enxergar o mundo. Porém é imprescindível que o professor esteja motivado e satisfeito com a profissão para que ele se sinta bem e principalmente para que o seu trabalho seja desenvolvido com qualidade. A desmotivação docente traz repercussões na interação do professor com os alunos, o que pode prejudicar a qualidade do serviço prestado.

Essa relação afetiva de motivação no caso do professor, é essencial ao exercício do seu trabalho, e está diretamente ligada ao atingimento de suas metas e objetivos. Percebe-se então que a motivação do professor é extremamente importante para o mesmo posso desenvolver com magnitude o seu trabalho.

Cunha (2004) constata algumas habilidades de um bom professor: explicitar para os alunos o objetivo do estudo que vão realizar; localizar historicamente o conteúdo a ser trabalhado; estabelecer relações entre os conteúdos trabalhados e as demais áreas do saber; apresentar ou escrever o roteiro da aula; incentivar a participação dos alunos via formulação de perguntas; usar palavras positivas frente às respostas dos alunos; tornar compreensível o conhecimento que põe em disponibilidade para os alunos; usar corretamente diferentes recursos tecnológicos; movimentar-se adequadamente no espaço de sala aula a fim de prender e verificar a atenção dos alunos; estimular a divergência e a criatividade dos alunos; apresentar clareza nas explicações e orientações, fazendo uso de terminologia adequada; utilizar certa dose de senso de humor; mostrar seriedade e compromisso com sua tarefa profissional.

Consonante com o pensamento de D’Ambrósio (2007, p. 87), a formação continuada de professores de Matemática é entendida como “um dos grandes desafios para o futuro”. Portanto, a formação continuada é integrante do profissional educador, tantos os mais jovens, quanto os mais experientes no sentido de explorar os usos das novas tecnologias em sua prática didática. Estas podem se tornar ferramentas de suporte ao ensino e aprendizagem, colaborando que os docentes aproximarem-se da realidade tecnológica que cerca seus alunos.

A formação continuada é integrante do profissional educador, tantos os mais jovens, quanto os mais experientes no sentido de explorar os usos das novas tecnologias em sua prática didática. Estas podem se tornar ferramentas de suporte ao ensino e aprendizagem, colaborando que os docentes aproximarem-se da realidade tecnológica que cerca seus alunos.

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante das pesquisas realizadas e apresentadas no decorrer desse trabalho fica evidente como se faz necessário o aporte da formação continuada de professores de matemática no Brasil. Sobretudo, na constituição do profissional, como sujeito que busca uma aprendizagem tanto significativa quanto prazerosa.

Com base no exposto, observou-se que a formação inicial e continuada é imprescindível para uma Educação Matemática transformadora, que esteja em consonância com os preceitos da educação significativa. Vale ressaltar que não é apenas o aluno e nem é apenas o professor que se beneficiam com tal aprimoramento profissional. A sociedade como um todo ganha, no sentido de gerar, dentro do ambiente escolar, sujeitos capazes de pensar, questionar, criar e ousar, munidos de um conhecimento que lhes foi outorgado por um profissional imbuído de saberes, competência e habilidades que possibilitaram uma formação discente competente e capaz de resolver problemas cotidianos, os quais extrapolam a sala de aula.

REFERÊNCIAS

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MASETTO, Marcos T. Docência na Universidade. Campinas, SP: Papirus, 2008.

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PERRENOUD, Philippe. A Pedagogia Diferenciada. Das Intenções à Ação. Porto Alegre: Editora Artimed, 2000

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[1] Mestre em Ciências da Educação; Especialista em Saneamento; Especialista em Planejamento Educacional; Engenheiro Civil; Licenciatura em Disciplinas Profissionalizantes.

Enviado: Setembro, 2019.

Aprovado: Janeiro, 2020.

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