O poder do poema nos anos iniciais do ensino fundamental

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ENSAIO TEÓRICO

SILVA, Eurides de Oliveira [1]

SILVA, Eurides de Oliveira. O poder do poema nos anos iniciais do ensino fundamental. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 08, Vol. 04, pp. 79-85. Agosto de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

O presente trabalho objetiva analisar o gênero poema no contexto da escola para o universo infanto juvenil, as dificuldades do tema em adentrar o ambiente escolar de maneira exitosa e a real finalidade desse gênero para o aluno, haja vista que é da escola que se espera a formação integral do cidadão e o poema pode ser essa arma facilitadora e integradora de saberes. O artigo traz, assim, um resumo histórico do ensino do poema nos anos iniciais; algumas reflexões de como trabalhar com esse gênero nos anos iniciais do Ensino Fundamental, bem como dicas de poemas que podem servir de alicerce para o trabalho do professor. Constatou-se, pois, que o docente ainda encontra muitas barreiras que o impedem de alargar a sensibilidade poética dos alunos, acabando por oferecer práticas enfadonhas e desconectadas do contexto social do discente.

Palavras-Chave: poema, ensino fundamental, alicerce.

INTRODUÇÃO

Para este trabalho fez-se uma pesquisa bibliográfica acerca do gênero textual poema e sua dimensão no espaço escolar e na vida do aluno dos anos iniciais do ensino fundamental, verificando sua influência positiva ou negativa na aprendizagem, assim como a postura assumida pelo professor alfabetizador. Sabe-se, porém, que esse profissional ainda encontra muitas barreiras que o impede de alargar a sensibilidade poética dos alunos e convencê-los de que o poema é um texto com sabor de chocolate recheado de conhecimento.

Acredita-se que a finalidade da escola para muitas crianças e adolescentes é ainda desconhecida, pois apesar das constantes divulgações que a criança é o futuro do amanhã, e que o conhecimento é o bem mais precioso que alguém pode conquistar, a escola, na maioria das vezes, insiste em oferecer práticas enfadonhas e desconectadas do contexto social do aluno, dificultando, além da aprendizagem, as interações.

Com a utilização de poemas como alicerce para a prática pedagógica no âmbito da escola, fica fácil esta cumprir com o seu papel social, haja vista que a criança desde cedo tem em suas cercanias inspirações poéticas, como ao ouvir sua mãe cantarolar cantigas de ninar, assistir aquele desenho animado entoado com lindas melodias, cantar com a “tia” da escola cantigas de rodas e ao vivenciar incontáveis momentos em que os textos de tradição oral se manifestam em forma de poesia. Segundo Gebara (2011, p.15), “A poesia permite a recuperação de experiências anteriores e mesmo a incorporação das quais são simultâneas ao convívio escolar”.

Nesse sentido, percebe-se o poema como um gênero textual de fácil aceitação pelas crianças, uma vez que é comum as mães ouvirem e cantarem versos musicais para seus bebês desde a gestação. Assim, elaborou-se esse artigo cujo objetivo é analisar o gênero poema no contexto da escola para o universo infanto juvenil, bem como as dificuldades do tema em adentrar o ambiente escolar de maneira exitosa e a real finalidade desse gênero para o aluno, haja vista que é da escola que se espera a formação integral do cidadão e o poema pode ser uma arma facilitadora e integradora de saberes.

Pressupõe-se que o trabalho com esse gênero nas turmas iniciais do Ensino Fundamental pode vir a ser uma estratégia articuladora do conhecimento, sendo uma maneira atrativa de manter a atenção das crianças por meio de rimas que integram culturas e saberes. Portanto, acredita-se que o ensino a partir de poesias promove aprendizagem de forma interdisciplinar e lúdica, além de contribuir para a permanência no aluno na escola.

METODOLOGIA

O trabalho teve embasamento na pesquisa bibliográfica onde foram utilizados livros de autores que abordam a temática e foi realizada uma busca de fontes por meio de sistema informatizado, considerando banco de dados acadêmicos, buscando analisar o gênero poema no contexto da escola para o universo infanto-juvenil, as dificuldades do tema em adentrar o ambiente escolar de maneira exitosa e a real finalidade desse gênero para o aluno.

UMA BREVE HISTÓRIA DO ENSINO DA POESIA

O trabalho com poema em sala de aula antes da Semana de Arte Moderna em 1922, era imitação dos clássicos advindos dos europeus, um poema preso a normas e combinações poéticas parnasianas, seriamente eruditas e perfeitas do ponto de vista da estética literária. Porém, esse movimento, apesar das críticas, conseguiu se desprender das características europeias e ganhou grande repercussão, fincando peculiaridades, tipicamente, brasileiras.

A esse ato heroico deve-se a três autores modernistas, Manuel Bandeira, Oswaldo de Andrade e Mário de Andrade. Graças a esses grandes homens a nossa literatura, hoje, dar liberdade para produzir versos e prosas com autonomia, descontração e beleza de uma gente sem limites para criar.

E muitos professores sabem do poder que a poesia tem na aprendizagem dos alunos a partir da leitura e envolvimento com ela, porém, poucos se sentem confortáveis para trabalhar com esse gênero.

Assim, acabam didatizando a poesia ou mesmo descartando-a. Esse é um problema culturalmente acumulado que, ao longo de várias décadas, desvalorizou esse trabalho, não oferecendo formação para o professor alfabetizador se sensibilizar com o mundo da poesia e repassar esse encantamento para seus alunos, que é aprender degustando saborosos versos, de culturas diversas, com criatividade e conhecimentos significativos.

De acordo com Aurélio (2001), poema é obra em verso na qual há poesia. É, pois, uma composição poética com certa extensão e tem enredo; já a poesia é uma arte que nos permite criar imagens, sugerindo emoções através de uma linguagem em que há a combinação de sons, ritmos e significados, sendo, ademais, uma composição de pouca extensão.

Logo, conhecimentos significativos, nessa perspectiva, devem acontecer de maneira lúdica e espontânea, em que a criança se sinta convidada a envolver-se com o texto poético lido, escutado ou visualizado, de forma a querer participar da aula, expressando sua compreensão acerca do que leu, viu ou escutou, por meio da oralidade, da escrita, do desenho, da dança ou de outros gestos.

A maior dificuldade no Brasil em trabalhar textos literários não está na ausência dos textos, mas na qualidade dessas obras e na desqualificação profissional do educador, pois desde os tempos remotos há livros para o professor trabalhar, porém, uma poesia inteiramente escolástica. A autora Gebara (2011, p. 34) reforça isso dizendo: “[…] se o quadro era desolador quanto à produção, acrescido de depoimentos de professores que se confessavam incapazes de interagir com o texto poético, ignorando-o em sala de aula…”

Somente a partir dos anos 80 a poesia ganhou uma característica mais expressiva, com projetos gráficos mais convidativos, todavia sua exploração continuou didatizada e o professor despreparado. A partir de 1998 o governo federal criou o Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE), o que facilitou a presença de livros de gêneros textuais diversos e o PNBE exclusivamente, literário.

Com o acesso a esses livros alguns professores passaram a ter afinidade com os textos poéticos e, consequentemente, melhoraram suas práticas literárias em sala de aula por iniciativas próprias. No ano de 2013, o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), do governo federal, intensificou o acesso literário nas escolas e deu instruções teóricas e práticas básicas para o professor alfabetizador alfabetizar e letrar a criança a partir de gêneros textuais, dentre eles, o gênero poema. Infelizmente, o tempo de duração do programa foi insuficiente para desconstruir as práticas antigas dos professores e acredita-se que uma boa parte deles voltou para a sua zona de conforto. Pensando por esse viés, o mundo da poesia já adentrou as salas de aulas, falta, portanto, os educadores possibilitarem a seus alunos o prazer desse conhecimento.

AFINAL, O QUE O POEMA NÃO PODE SER NA ESCOLA?

“Só no começo da adolescência foi que me livrei dessa falsa ideia de ser a poesia um tipo de linguagem enfeitada, obrigatoriamente ritmada e metrificada, que nada tinha a ver com a realidade e que só servia para aborrecer a paciência dos alunos ou ser recitada, mão espalmada no peito, nas festas cívicas” (GEBARA IN PAES 2011. P. 35).

No trecho acima, o autor retrata a experiência que o texto poético mal utilizado pela escola tem acumulado em muitas crianças, o oposto do que ele deve proporcionar. Por muito tempo, esse gênero foi e continua sendo versos com ou sem rima e métrica, direcionada às necessidades da moralidade social ou do autor e não às especificidades reais do aluno, esse ser capaz de desenvolver suas potencialidades a partir da exploração correta dos conhecimentos transportados pelas várias obras literárias.

Ao invés disso, pelas fragilidades bibliográficas e poéticas, o professor escolhe repetir versos superficiais e sem calor poético. E por mais rica que seja a obra, resume-se aos objetivos da aula sobrepondo os objetivos do poema por sua natureza. O poema passa a ser o meio e não o fim. Isso acaba distanciando o aprendiz da poesia, da aula e, às vezes, até da escola.

Nesse contexto, o poema na escola, não pode ser mediado de forma errônea e criminosa. Esses textos riquíssimos, não podem ser utilizados somente para cumprir currículo, passar tempo, punir, nem para infantilizar o aluno. Eles não podem deixar de ser analisados, nem tampouco o professor analisá-los pelo aluno, subestimando-o, ou serem simplesmente decorados, roboticamente, para fazer bonitinho nas apresentações de datas comemorativas.

O poema não pode ser um ranço na vida de crianças ingênuas, muitas vezes, vítimas da violência social e da carência de afeto. O ranço do poema mal mediado e administrado pela escola amputa sonhos. Interrompe a progressão natural do intelecto.

O professor não deve deixar de explorar a estrutura do texto e seus elementos e cultivar a expressividade da criança no contato contínuo com o gênero literário, de forma explícita e lúdica no intuito de divertir a imaginação infantil (PAES, 1996).

RESULTADOS E DISCUSSÕES: REFLEXÕES SOBRE O POEMA EM SALA DE AULA

A partir da sonoridade, do ritmo e das recitações de poesias lidas ou contadas, o aluno sente-se num clima descontraído e familiar, uma vez que esses ritmos já fazem parte da sua vivência, desde a idade mais tenra, ainda que de forma aleatória.

Nesse âmbito, o gênero poema é uma excelente ferramenta para o professor utilizar em sala de aula, pois essa, além de ativar os conhecimentos prévios do aluno, favorece a aprendizagem do mesmo ao ler, ouvir ou cantar repetidas vezes, versos poéticos, discutindo-os logo em seguida, em roda de conversa, o sentido do texto, pesquisando, individual ou em dupla, palavras desconhecidas, produzindo textos poéticos e apresentando suas produções como julgar pertinente (utilizando expressões poéticas).

Indubitavelmente, o trabalho com poesia é uma metodologia que permite ao professor, especialmente o dos anos iniciais do Ensino Fundamental, explorar todas as áreas do conhecimento de forma interdisciplinar e diversificada, de modo a contemplar as heterogeneidades de aprendizagem da turma, a partir do mesmo poema.

Como afirmam os autores do livro Leitura e Literatura infanto-juvenil: memória de Gramado:

No caso do poema dirigido ao público infantil, a sonoridade ganha destaque, sendo essa sua característica fundamental. Seja o poema retirado da tradição folclórica as parlendas, as lenga-lengas e os trava-línguas, seja o poema erudito, eles são marcadamente sonoros (CECCANTINI et al, 2004, p. 234).

Hoje, está fácil selecionar um material literário de boa qualidade e sem tanto risco de errar no quesito gosto do aluno, pois o acervo de literatura infanto juvenil cresce a cada dia e cada vez mais carregado de textos multiculturais e cheios de surpresas, tanto no ritmo como na projeção gráfica.

Portanto, esse gênero oferece um leque de possibilidades pedagógicas para o professor, por representar uma ponte entre ele, o aprendiz e o conhecimento, além de ampliar as expressividades. No entanto, todo esse trabalho só tem resultado exitoso quando o professor tem o hábito de leitura poética aflorado para convidar os alunos a desenvolverem o gosto por poesias e garantir o apetite pela leitura em geral, introduzindo esse educando na cultura letrada, uma cultura que jorra signos e símbolos por todos os lados e em todos os ambientes e sociedades.

Outro ponto positivo em despertar no aluno a sensibilidade pelo mundo da arte poética é avivar no aprendiz a serenidade humana ainda na idade infantil, contribuindo, dessa forma, para suas interações interpessoais e sociais na escola, na família, na igreja, no clube e, posteriormente, no trabalho e em todos os ambientes. Enfim, a pessoa desenvolve um olhar, efetivamente, sensível de lidar consigo, com o outro e com as situações corriqueiras do dia a dia. Pode-se dizer assim, que a poesia é também a arte de promover a harmonia mental e social. Esse poder da poesia é um legado para a vida toda.

Segundo Paes (1998), a poesia no ensino infanto juvenil deve estar intrínseca à forma concreta, para que a criança, a partir da associação lógica, construa sua própria representação. O autor orienta o professor a propor à criança brincar com as palavras, a fim de que esta desperte o senso imaginário, sensível e crítico ao interagir com o texto, com o mundo e consigo mesma. Isso porque, como afirma Silva (2002), o poema carrega em sua estrutura a sonoridade, a forma, a linguagem e a imagem, sendo, pois, um quarteto de elementos que adicionados à sensibilidade poética e pedagógica do professor, pode ressignificar os resultados estatísticos da educação nos anos iniciais da alfabetização.

A revista Nova Escola (2017) trouxe um artigo de Mara Mansini, abordando poemas de grandes escritores para alfabetizar os pequenos. A autora diz que para as crianças aprenderem a escrever bem e a ler bem, precisam de uma fonte incentivadora e, para tal, relata o trabalho desenvolvido por ela com alunos de 1º ano a partir de poemas dos de renomados escritores brasileiros, tais como: Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, José Paulo Paes, Manuel Bandeira, dentre outros, ressaltando que estes textos são de fácil acesso para os educadores. Mansini revela que viu na prática crianças aflorando suas potencialidades na leitura, na escrita e numa infinidade de aprendizagens.

A primordial tarefa da escola é formar indivíduos alfabetizados e letrados para conviverem em uma sociedade cada dia mais exigente e competitiva, porém, essa instituição tem se contorcido para alcançar tal objetivo e tem falhado devido as técnicas de recepção utilizadas, logo nos primeiros anos do Ensino Fundamental, serem insuficientes, ao parear com as poucas experiências afetivas do aluno e com a gama de atrativos que a sociedade contemporânea oferece.

Por isso, acredita-se que o trabalho com poemas, politicamente selecionados pelo professor, conforme o público escolar e suas peculiaridades, tem o poder de reverter boa parte das mazelas da educação nos anos iniciais do Ensino Fundamental, por se tratar de um gênero literário carregado de inúmeros textos que circulam no meio social e que resgatam emoções autobiográficas.

Acredita-se ainda, que investir na qualificação do professor alfabetizador na perspectiva do trabalho com poemas, sai mais econômico para o governo federal que criar programas (atalhos) para tentar reverter a situação caótica da educação.

BONS POEMAS PARA ENSINAR CRIANÇAS

De Cecília Meireles:

– O menino azul;

– A bailarina;

– As meninas;

– Na chácara do chico bolacha;

– Ou isto ou aquilo;

– Caixa Mágica de surpresa;

– A canção dos tamanquinhos;

– De Vinícius de Moraes:

– A foca;

– O pinguim;

– A porta;

– As borboletas;

– A casa

De José Paulo Paes:

– Convite;

– Cadê;

– Paraíso;

De Elias José:

– A casa e o seu dono;

– Caixa Mágica de surpresa;

– As tias;

– Nas ruas da cidade;

De Ruth Rocha:

– O direito das crianças;

– Pessoas são diferentes;

– Fiz voar o meu chapéu

De Tatiana Belinky:

– Diversidade

De Eva Furnari:

– Você troca?

De Sharlene Serra:

– Olhando com Ritinha;

– Caminhando com Paulo;

– Ouvindo com Vitória;

– Aprendendo com Biel;

– Interagindo com Lucas;

– Diário mágico – Um segredo para contar.

Os poemas acima citados, dentre outras obras, são muito honrados e propícios para serem trabalhados com crianças, seja na escola ou fora dela. Todos falam de sonhos, fantasias, animais, irreverência e alegria paralelo a múltiplos ensinamentos, desde a convivência harmoniosa, valores sociais, diversidade cultural, educação inclusiva e aquilo que julgamos tarefa fácil, como estimular a linguagem oral e escrita e a corporal.

Ah! E por que não ler poesia sem nenhuma intenção pedagógica? Ler simplesmente para ouvir e viajar nas sonoridades das palavras; ler para estreitar os laços afetivos e emocionais; ler para ler; ler para cantar e fazer dançar; ler para descobrir e encantar. O mundo de toda criança merece essa porta escancarada de possibilidades para a desenvoltura de suas faculdades mentais.

CONCLUSÃO

Frente às dificuldades encontradas pelo professor diante do processo de alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental, pressupõe-se que o trabalho com o gênero textual poema pode vir a ser uma estratégia articuladora do conhecimento, sendo uma maneira atrativa de manter a atenção das crianças por meio de rimas que integram culturas e saberes. Portanto, acredita-se que o ensino a partir dessa metodologia promove a aprendizagem de forma interdisciplinar e lúdica, além de despertar no aluno o gosto e o hábito da leitura.

Constatou-se, no entanto, que o docente ainda encontra muitas barreiras que o impedem de alargar a sensibilidade poética dos alunos, acabando por oferecer práticas enfadonhas e desconectadas do contexto social do discente, demonstrando a necessidade de programas de capacitação e constantes formações para um trabalho pedagógico eficaz e prazeroso tanto para o educando como também para o docente, como pode vir a ser o uso do poema em sala de aula.

BIBLIOGRAFIA

CARAVANTES, Geraldo Ronchetti. Leitura Dinâmica e Aprendizagem. Porto Alegre: Age, 2006.

CASTRO, Luana. Poemas da primeira geração modernista. Disponível em: <https://m.brasilescola.uol.com.br/literatura/poemas-primeira-geracao-modernista.htm>. Acesso em: 15 de maio de 2019.

FUCHS, Juliana Thiesen; SOUZA, Juliana Alles de Camargo. Como escrever (sem medo) o artigo acadêmico. Curso de Extensão EaD. Edição 2009/2. São Leopoldo: UNISINOS, 2009.

GEBARA, Ana Elvira Luciano. A poesia na escola: leitura e análise de poesia para crianças/Ana Elvira Luciano Gebara. – 2. Ed. – São Paulo: cortez, 2011. – (Coleção aprender e ensinar com textos, v. 10).

HOLANDA, A. Mini Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Disponível em: <http://www.dicionariodoaurelio.com>. Acesso em: 12 de maio de 2019.

Leitura e literatura infanto-juvenil: memória de gramado / João Luís C. T. Ceccantini (organizador). São Paulo: Cultura Acadêmica; Assis, SP: ANEP.2004.

MANSANI, Mara. Grandes obras de escritores para alfabetizar os pequenos. Disponível em: <https://novaescola.org/conteúdo/5330/grande-obras-de-escritoress-para-alfabetizar-os-pequenos>. Acesso em: 25 de janeiro 2019.

SÍLVA, Márcia Cristina. José Paulo Paes: entre o crítico literário e o poeta para crianças. Revista FronteiraZ, São Paulo, n. 8, julho de 2012. Disponível em: <www4. pucsp.br>pdf >Artig… Acesso em: 24 de janeiro 2019.

[1] Mestranda em Ciências da Educação pela Logos University International – UNILOGOS. Especialista em Gestão e Supervisão Escolar pelo Instituto Superior de Teologia Aplicada – INTA e Licenciada pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA.

Enviado: Julho, 2019.

Aprovado: Agosto, 2019.

 

Mestranda em Ciências da Educação pela Logos University International – UNILOGOS. Especialista em Gestão e Supervisão Escolar pelo Instituto Superior de Teologia Aplicada – INTA e Licenciada pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA.

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