Papel do agrônomo educador no programa projovem saberes da terra [1]

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SANTOS, Valdo de Jesus [2], SANTOS, Ana Paula Ramos Matos [3]
SANTOS, Cosmilene Alves [4], SANTANA, Gilene Leal [5], SILVA, Geisielle dos Santos [6]

SANTOS, Valdo de Jesus; et.al. PAPEL DO AGRÔNOMO EDUCADOR NO PROGRAMA PROJOVEM SABERES DA TERRA. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 05, pp. 103-115, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

No programa projovem campo saberes da terra situado no assentamento 8 de outubro em simão dias, vem desenvolvendo a metodologia da alternância e a interdisciplinaridade entre ares de saberes, em uma prospecção com o engenheiro-educador construindo uma relação os educandos e educadores em uma nova abordagem do real papel do agrônomo. Como a ciências agrárias foi formatada para o agronegócio na concepção do engenheiro agrônomo com uma visão voltada para o agricultor familiar, houve curso de engenharia agronômica pelo projeto de qualificação em engenharia agronômica para jovens e adultos da reforma agrária proquera. O qual o educador desta turma foi formado nesta modalidade vem desenvolvendo ações respeitando os conhecimentos locais, as crenças e os hábitos dos educandos. Nesta perspectiva os planejamentos das ações nos tempos educativos tempo escola te e tempo comunidade tc, nestes há a integralidade dos saberes com a execução de experimentos produtivos, sociais e econômicos, estas correlacionados os temas de cada área uma com as outras todas sincronizadas sempre discutidas com educandos, coordenadores pedagógicos e conhecendo todo o perfil do público, os educandos e familiares a parti destes consolida as ações do engenheiro agrônomo-educador contribuindo na produção de conhecimentos junto à comunidade onde residem os educandos, com o verdadeiro significado da extensão rural discutir a importância do profissional de agrárias no programa projovem saberes da terra.

Palavra-chave: Extensão rural, Saberes, Interdisciplinaridade, Alternância

INTRODUÇÃO

O engenheiro agrônomo em sua formação geral é preparado para desenvolver atividades relacionadas a biotecnologias, melhoramento genético e agricultura de precisão entre outras. No projeto de qualificação em engenharia agronômica para Jovens e adultos da reforma agrária PROQUERA e programa nacional de educação na reforma agrária PRONERA, buscou formar engenheiros agrônomos com outras características profissionais, onde possam ter uma relação entre produtor e meio ambiente, além de ser um profissional educador no campo, atendendo a uma necessidade conhecer as experiências tradicionais em cada comunidade.

Estes engenheiros tem um papel fundamental na execução do programa projovem campo saberes da terra no Estado de Sergipe, em especial no município de Simão Dias, na turma “A união faz a força”. Na metodologia da pedagogia da alternância e a interdisciplinaridade em sala, juntamente com as áreas de ciências da natureza, ciências humanas, linguagem e códigos além das ciências agrárias esta responsável pela profissionalização dos jovens do programa.

O processo de interdisciplinaridade entre as áreas em especial a ciências agrarias, onde esta área sendo completa no processo de formação vem contribuindo no processo de profissionalização e elevação da escolaridade dos educandos(as). A ciências agrárias interlaçam nas ciências humanas dialogando com a história e surgimento da agricultura, dos moldes de produção, origem dos cereais e os sistemas de produção agropecuários, na ciência da natureza o diálogo é bem mais amplo, como as relações entre homem natureza, conservação da biodiversidade, a classificação das plantas, sistema de reprodução vegetativa e animal, além das relações direta em cálculos de áreas, custos de produção agrícola e não agrícolas.

O engenheiro nesta modalidade de educador popular no programa projovem vem contribuindo em uma nova modalidade de entendimento do ensino profissionalizante respeitando as características locais e respeitando os conhecimentos tradicionais adaptando técnicas no desenvolvimento da produção com foco na agricultura familiar.

2 DESENVOLVIMENTO TEXTUAL

Com o desenvolvimento da agricultura os povos deixaram de serem coletores e passaram a cultivar os seus próprios alimentos, uma vez que estes povos já detinham de conhecimentos empíricos nos sistemas de produção de alimentos para sua sobrevivência e passavam seus conhecimentos de geração a geração no processo de capacitação constantes nas famílias, além de preservar a natureza através da reprodução ecológica (CAVALLET, 1999).

A agronomia como ciências naturais tendo suas atribuições de criar tecnologias apropriadas para um sistema de produção altamente desenvolvido visando o sistema capitalista sem que houvesse qualquer relação direta com o homem do campo (CAVALLET, 1999).

A engenharia agronômica ao passar dos tempos houve grandes avanços no entendimento por parte de vários profissionais, pois inicialmente o engenheiro agrônomo era visto como instrumento do desenvolvimento capitalista, mas existem agrônomos que enveredaram pela promoção de um desenvolvimento social e educacional, tornando o engenheiro educador como protagonista do desenvolvimento profissionalizante de jovens e adultos para agricultores familiares na base agroecológica no desenvolvimento rural (DIAS, 2008).

O engenheiro agrônomo não si limita ao setor agrícola, ele tem a capacidade e perfil de dialogar com produtores, jovens, mulheres, no intuito da promoção do desenvolvimento socioambiental, sendo um agente proativo nas comunidades em que desenvolvem atividades (DIAS, 2008).

O agrônomo é um profissional preparado para desenvolver o extensionista rural, mas o agrônomo não pode se privar apenas como fazer extensão e sim um agrônomo educador, este se preocupa no domínio humano e filosófica, na dimensão humana é que o agrônomo não interfira nos conhecimentos locais e leve os seus conhecimentos para os produtores e que estes recebam de forma passiva, e sim que este agrônomo seja um educador, pesquisador que respeite os conhecimentos das pessoas em que estão em seu convívio e contribuindo na transformação da sua realidade (FREIRE, 1983).

O engenheiro agrônomo em sua área de atuação juntos aos produtores rurais deve agir como um educador técnico e social, pautando na pedagogia libertadora, trabalhando a teoria-ação, ou seja transmitindo conhecimentos, oportunizando aos produtores novos conhecimentos, construindo novas dimensões sócios produtivas e econômicas, pois estes processo aproxima o engenheiro agrônomo dos produtores rurais ( MACEDO, 2008)

2.1 – O engenheiro agrônomo na extensão rural

O trabalho do agrônomo educador na reflexão filosófica descontroem o conceito de que a extensão é para substituir os conhecimentos impérios por conhecimentos científicos, e sim conhecer os produtores como sujeitos e não como objeto, fazendo com que haja um processo de aprendizagem apropriando-os dos verdadeiros conhecimentos. E que o agrônomo educador assume o papel cognoscente conhecendo os desafios para que possa de fato desenvolver a extensão rural. As atividades do agrônomo educador são ilimitadas devido que as técnicas para o desenvolvimento do meio rural sempre em conjunto homem e natureza construindo uma relação harmonioso (FREIRE, 1983).

O agrônomo-educador em hipótese algum deve buscar modificações nas atitudes dos camponeses sobre as suas ações produtivas sem que conheça os seus conhecimentos e costumes. Pois se interferir nestes aí o agrônomo-educador perde sua função formadora e passa a ser um agrônomo extensionista, no qual torna-se uma agente de invasão cultural (FREIRE, 1983).

3 – METODOLOGIA

Para que o engenheiro agrônomo educador desenvolva suas habilidades e conhecimentos agronômicos fez necessária trabalha a interdisciplinaridade entre as áreas de ciências da natureza, ciências humanas, linguagem e códigos, juntamente com a ciências agrárias, está com grande desafio de integralização dos conhecimentos técnicos-científicos as demais áreas de conhecimento, uma vez que o engenheiro agrônomo na sua formação ao longo do tempo foram preparados para desenvolver técnicas de alto nível para a produção do agronegócio brasileiro, neste programa o engenheiro tem uma grande missão em desmitificar o conceito de que os engenheiros agrônomos são formados para atender ao agronegócios e sim um engenheiro agrônomo educador dentro deste programa direcionado a agricultores familiares em especial a jovens educandos na turma a união faz a força.

Dentro desta filosofia é que durante a execução do programa o profissional de agrárias vem desenvolvendo atividades que o credencia como engenheiro agrônomo-educador, ou seja, contribuindo no desenvolvimento das atividades educacionais e profissionalizante, para o bom desenvolvimento e integração das áreas iniciam-se com um bom planejamento estratégico de cada eixo trabalhado. Para tal integração sempre o engenheiro agrônomo busca correlacionar os conhecimentos agronômicos com os conteúdos programáticos para a elevação da escolaridade dos educandos, onde corroboramos com os demais educadores, como sistema de produção agrícola, correlacionando com ciências da natureza dimensionamento de área, número de plantas por área, com a área da ciência humana, trabalhando a origem das espécies, costumes populares, regionais e mundiais, com a área de linguagem e código produção de textos, estas ações planejadas são fundamentais para a integração das áreas, através de um bom planejamento.

No planejamento das aulas com integração interdisciplinar, em agrárias saberes estudados: Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável (A AGRICULTURA ORGÂNICA); Alimentos saudáveis (Balaio de Saberes); Animais de Médio Porte (Aves, Suinocultura, Caprinovinocultura); Sistema de produção (intensivo e extensivo) Culturas Anuais (Cultivando a terra); Sistema de alimentação; Suinocultura (Sistema de produção; Sistema de alimentação) e Piscicultura e Fruticultura. Na área de ciências da natureza: SOLO o tipo de vegetação em função do clima e do solo; destruição do solo pela água (erosão); poluição b) Atividades de Integração de Saberes (soma, área, subtração)

Alimento – tipos; produção (trabalhar matemática); escolha e preparo; conservação; cadeias alimentares (peso, medidas, volume, adição e subtração); Homem e ambiente – perspectivas o homem e as comunidades; o homem e os recursos naturais; preservação do ambiente; homem, ambiente, ciência; obtenção de recursos naturais como fatores que concorrem para a saúde; Atividades de integração de saberes, (alimentos funcionais, alimentos transgênicos/orgânico) reação no corpo humano. (Proporção, conjunto, porcentagem; Forças máquinas e energia trabalho e energia; combustíveis; geração da eletricidade; seres vivos – respiração (visitas pedagógicas) peixes etc (regra de três simples, divisão, média ponderada, conjunto (insetos) porcentagem, juros; Ar composição; propriedade dos componentes; pressão atmosférica; os seres vivos respiram; os seres vegetais e a fotossíntese; Ciclos naturais recursos renováveis e não-renováveis; reaproveitamento do lixo ( ponto, reta e plano, figuras geométricas (planas e espaciais), segmento de reta, ângulos, polígonos, unidades de medida, área.

Na área de ciências humanas: O quadro físico do Brasil no conjunto das paisagens naturais e suas modificações ao longo do tempo (- Brasil: floresta equatorial, caatinga, cerrado, mata das araucárias, o pampa, o litoral, recursos naturais)

As atividades econômicas no mundo e no Brasil (- as atividades econômicas; da caça, pesca e coleta à criação e agricultura o comércio e os transportes; a atividade industrial; as fontes de energia; a cidade) Atividades de Integração de Saberes; a vida dos homens você, o tempo e a História; o homem e a natureza; os homens criam regras para viver; os homens se relacionam; Os grandes problemas da organização do espaço geográfico na atualidade (b) Atividades de Integração de Saberes); A Formação Do Capitalismo e a independência do Brasil (- Revolução Industrial: o capital; Revolução Industrial: o Trabalho/emprego); os ciclos econômicos e produtivos do Brasil colônia e império (ciclo do açúcar, café); A descoberta das fontes de energias (petróleo, gás natural, álcool etc); A origem das Figuras Geométricas.

A área de linguagem e código: Noções de linguagem verbal e não verbal; formas de linguagem (diálogo). Espanhol (pronomes persanales/ la família). Formas de linguagem narração e descrição; estrutura básica de texto: frase, período e oração; classes de palavras, adjetivos e verbos. Espanhol (verbo “ser” en presente do indicativo/nacionalidades). Elementos da narrativa e da discrição; elementos do processo de comunicação; verbos regulares e irregulares; Espanhol ( verbo “estar” en presente do indicativo/útiles escolares); Terras onde se fala português e o português das terras brasileiras; o europeu, o africano, asiático e as populações regionais brasileiras: usos e costumes. Espanhol ( pronombres interrogativos y exclamativos/ las profexonas); Verbos transitivos , intransitivos e de ligação; termos essenciais da oração: sujeito e predicado; termos integrantes da oração: objeto direto , objeto indireto , complemento nominal; Espanhol ( verbo “gustar”/ partes del cuepo); Tempos verbais ( presente, pretérito, futuro); concordância verbal e nominal; termos acessórios da oração: adjuntos adverbiais. Muy y mucho/ los alimentos.

Neste processo de interdisciplinaridade o profissional de agrarias sempre contribui no norteamento das ações, para este desenvolvimento, onde trabalha junto com os educandos, inicialmente realizou-se um diagnóstico com a turma para identificar o grau de entendimento de alguns conhecimentos populares na agricultura familiar, uma vez que todos educando são originários da agricultura familiar, com este diagnostico o engenheiro agrônomo juntamente com os demais educadores analisam as informações e iniciam o planejamento dos tempos formativos, tempo escola TE, tempo comunidade TC.

Nestes tempos é que se desenvolvem ações de ordem educacional a nível de escolaridade e sócio produtivas. E nestes tempos que o engenheiro agrônomo interagem com os demais com os seus conhecimentos técnicos acadêmicos em conhecimentos populares e tradicionais, sempre ouvindo os educandos que estão inseridos no programa. Nossos educandos que já detém de conhecimentos produtivos, mas não os detém destes tecnicamente, com a nova forma de ação do engenheiro agrônomo com a “nova” atribuição profissional como engenheiro-educador popular.

Os educandos e educadores na integração de saberes como por exemplo a integração no desenvolvimento da instalação do sistema de irrigação do projeto experimental na escola Municipal Jose Francisco dos Santos no assentamento 8 de outubro em Simão Dias/Se. Onde o profissional de engenharia agronômica trabalhando a necessidade de agua para o sistema sendo realizado ações de coleta de água, invés de usar o sistema tradicional de medições utilizando o aparelho de meteorologia usado para recolher e medir, em milímetros lineares, como este não é acessível na escola foi realizado conhecimentos agronômicos e utilizou-se uma lona, bloco de cerâmica, mediu uma área de um metro quadrado colocou os blocos e forrou com a lona, usou um copo plástico para aferir os dados, foi acionado o sistema de irrigação localizada (mangueira santeno) e após uma hora coletou-se água e feito a conferencia, em um balde foi colocado a agua coletada da lona e médio dez litros e no copo acumulou um milímetro linear, ou seja comprovando que para ministrar conhecimentos não precisa de ter altos recursos materiais apenas necessita de conhecimentos que possam serem adequado com a realidade local.

Na interação de áreas de saberes e o real papel do engenheiro-educador foram desenvolvidas atividades de pesquisas comparativas das tecnológicas destinada ao agronegócio verso a agricultura familiar, no sistema de produção agroecológica, neste foram testando algumas fontes de adubos orgânicos comparando com a adubação mineral. Este foi para demonstrar aos educandos os mitos sobre a agricultura natural.

Dentro outras pesquisas e conhecendo as reais situações dos educandos e familiares foram desenvolvidas pesquisas com iluminação natural em residência no período diurno utilizando de garrafa pet, água e cloro, com objetivos de redução de custos e bem-estar social para as famílias atendidas.

4-RESULTADOS OU COMPARTILHAMENTO

Durante um ano de execução do programa projovem saberes da terra, o engenheiro-educador vem contribuindo junto aos educadores das áreas de conhecimentos educacionais (elevação de escolaridade) na realização dos planejamentos e execução de aulas interativas, práticas e partilhas de saberes.

Durante várias pesquisas desenvolvidas na área da agricultura familiar o agrônomo-educador buscou conhecer todas as realidades locais para poder executar os experimentos, foram muito importantes o diagnostico realizado no início do curso, outro ponto muito importante foi que os educadores compreenderam a metodologia desenvolvida pelo engenheiro-educador no decorrer do curso, não foi muito fácil, mas após diversos diálogos, estudos, reuniões e planejamentos conseguiram compreender o real papel do engenheiro no programa, pois se este profissional for desenvolver suas atividade no plano cartesiano não conseguem concretizar um programa com tanta eficiência como estamos executando.

Dentre as diversas interações interdisciplinares o engenheiro agrônomo-educador conhecendo o perfil da turma e seus costumes, em uma das aulas com o conteúdo integrado seres vivos, o engenheiro-educador em diálogo com os educadores e conhecendo os hábitos dos educandos propôs um dia de partilha de saberes através de uma jornada pedagógica para conhecermos alguns animais aquáticos uma vez que em sala estudamos os animais terrestres, e os aquáticos como espécies de peixes. A parti destas fizemos uma grande pescaria no rio vaza barris para entendermos os peixes de escamas, couro e crustáceos, além de algas e outros tipos de vida no rio, além de estudamos a ação do homem no meio ambiente.

Portanto, a interação das áreas de conhecimentos e o entendimento do papel do engenheiro-educador é que estamos desenvolvendo ações que estão elevando a autoestima dos educandos em permanecerem no programa e no empoderamento na vida cotidiano.

5 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Durante todas as etapas de aprendizagem entre os educadores e educandos, reforça a proposta do programa em que a metodologia da alternância contribui no desenvolvimento educacional e profissional dos educandos e educadores, como o ser humano vive em eterno aperfeiçoamento político pedagógico, além do que este processo só funciona a partir de planejamentos bem elaborados e executados.

Neste contexto a metodologia da alternância e a interdisciplinaridade entre as áreas de saberes estão proporcionando bons resultados coletivos na turma a união faz a força.

6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DIAS, M. M. A formação do Agrônomo como Agente de Promoção do Desenvolvimento: Revista Extensão Rural, DEAER/CPGExR – CCR – UFSM, Ano XV, Jan – Jun de 2008.

CAVALLET, V. J. Formação do Engenheiro Agrônomo em Questão: A expectativa de um profissional que atenda as demandas sociais do século XXI: Tese apresentada como exigência parcial para a obtenção do título de Doutor em Educação à Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – FEUSP. 1999.

FREIRE, P. Extensão ou Comunicação. Tradução de Rosisca Darcy de Oliveira, prefácio de Jacques Chonchol 7ª ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983 93 p. (O Mundo, Hoje, v. 24).

MACEDO, R.B. A Formação de Saberes de Profissionais da Agronomia em Contexto de Atuação: A formação de saberes de profissionais da Agronomia em contexto de atuação / Rogério Barbosa Macedo. – Curitiba, 2008. 146 f. : il.

[1] Universidade Federal de Sergipe, 2008

[2] Engº Agrº. Especialista em Gestão Ambiental e Recursos Hídricos; Especialista em Residência agrária (agroecologia, questão agrária, agroind. e cooperativismo).

[3] Licenciatura em letras, português e espanhol.

[4] Ciências naturais.

[5] Pedagoga e Especialista em Residência agrária (agroecologia, questão agrária, agroind. e cooperativismo).

[6] Licenciatura em letras, português e espanhol.

Pós-graduando em Geotecnologias – Soluções de Inteligência Geográfica pela Escola de Engenharia Eletro-Mecânica da Bahia – EEEMBA. EngºAgrº. Especialista em Gestão Ambiental e Recursos Hídricos; Especialista em Residência agrária (agroecologia, questão agrária, agroindústria e cooperativismo)

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