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Educação de jovens e adultos: perspectivas relacionadas a sua atuação na inserção do discente no mercado de trabalho

RC: 127861
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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/insercao-do-discente

CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SARAIVA, Maria Cristina Campos [1]

SARAIVA, Maria Cristina Campos. Educação de jovens e adultos: perspectivas relacionadas a sua atuação na inserção do discente no mercado de trabalho. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 07, Ed. 09, Vol. 05, pp. 89-98. Setembro de 2022. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/insercao-do-discente, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/insercao-do-discente

 RESUMO

Atualmente, a Educação de Jovens e Adultos é composta por um público diversificado de estudantes, que possuem idades, motivações, interesses, experiências e expectativas diferentes. Dentre este grupo, há discentes que já trabalham e outros que estão buscando uma oportunidade no mercado de trabalho. Nesse contexto, o presente artigo, tem como questão norteadora: qual o papel da Educação de Jovens e Adultos na inserção do aluno no mercado de trabalho? Tendo como objetivo investigar as contribuições da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para a inserção do aluno no mercado de trabalho. Para isso, adotou-se como metodologia a revisão bibliográfica de artigos e documentos referentes à temática. Após a pesquisa realizada, constatou-se que a Educação de Jovens e Adultos é de extrema importância para os que precisam e querem progredir nos estudos e se inserir no mercado de trabalho. Seu papel está relacionado a ampliação da visão de mundo dos discentes, proporcionando a continuidade nos estudos, contribuindo, diretamente, para a conclusão do ensino fundamental e médio, bem como para o desenvolvimento de habilidades fundamentais para a inserção no mercado de trabalho ou continuidade nos estudos, visando melhores oportunidades.

Palavras-chave: Educação de Jovens e Adultos, trabalho, inserção no mercado de trabalho.

INTRODUÇÃO

Atualmente, no Brasil, a modalidade de ensino direcionada a jovens e adultos, possui cerca de 3 milhões de estudantes. No entanto, não só a população adulta se beneficia dessa oferta, uma vez que, nessas instituições, há um percentual significativo de jovens e adolescentes buscando esse tipo de educação como alternativa e opção para atender às suas necessidades, visando a inserção ou uma melhor colocação no mercado de trabalho (GADOTTI; ROMÃO, 2011).

A implantação desta modalidade de ensino nas escolas municipais teve como princípio o atendimento a uma demanda significativa de jovens e adultos que procuravam as salas de aulas buscando qualificação para enfrentar o exigente mercado de trabalho e a acirrada competição profissional (LARA, 2010).

Nessa perspectiva, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco (2008), reforça a importância que a Educação de Jovens e Adultos tem para, entre outros propósitos globais, garantir uma educação inclusiva, de qualidade e que promova oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos (UNESCO, 2008), pois para esses discentes:

A educação permanece em segundo plano por muitos anos na vida desses sujeitos, contudo, a necessidade de qualificar-se e/ou adentrar no mercado de trabalho, acaba por inseri-los novamente nas instituições escolares, através da Educação de Jovens e Adultos. A relação entre trabalho e educação está intrinsicamente interligada, principalmente ao se tratar dos sujeitos que constituem a EJA (BONCK, 2022).

Sendo assim, o Estado brasileiro deve-se comprometer com a formulação de políticas educacionais que garantam o desenvolvimento de processos de formação coerentes entre discurso e prática, bem como a implementação de programas formais que auxiliem o discente em sua inserção no mercado de trabalho (ALVES; PENHA e SILVA, 2018).

Entretanto, verifica-se que, embora essa modalidade de ensino seja oferecida gratuitamente e garantida pela legislação, não há o atendimento de todas as exigências específicas, apresentando, ainda, muitas dificuldades em relacionar a teoria e a prática.

Nessa perspectiva, um primeiro ponto de partida para abordar esta problemática está no reconhecimento de que nos setores de pobreza a formação técnica – formação para o trabalho – é uma prática quase inexistente. Essa situação é resultado de duas ausências particulares: por parte das instituições de educação de adultos, há uma ausência na prática do tema do trabalho em seus programas, não sendo esta uma área prioritária; no caso dos institutos de formação profissional, as populações marginalizadas não são alvo de programas para o mercado de trabalho formal, daí a ausência de atividade nessas áreas (AMAZONAS/UFAM/NEPE, 2013)

Em todo caso, em áreas rurais, marginais e urbanas, geralmente, há ofertas, em alguns casos vastas, de programas de educação não formal – a chamada educação não formal ou não profissional. Esses programas, no entanto, estão longe de oferecer treinamento para o trabalho e condições que propiciem a entrada do discente no mercado de trabalho, dada a pobreza dos recursos com os quais atuam (BRENTA et al., 2011).

Nesse contexto, o presente artigo foi desenvolvido com o objetivo de investigar as contribuições da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para a inserção do aluno no mercado de trabalho, sendo norteado pela questão: qual o papel da Educação de Jovens e Adultos na inserção do aluno no mercado de trabalho? Para isso, adotou-se como metodologia a revisão bibliográfica de artigos e documentos referentes à temática.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: BREVES DEFINIÇÕES

Para Freire (2014), o processo educacional deve ser marcado pela credibilidade para com o educando, tendo como enfoque o desenvolvimento de seu potencial e criticidade, o que torna possível a discussão dos problemas sociais, além de garantir a plena participação na sociedade e o correto exercício da cidadania. O autor finaliza relatando, que a educação é um ato de amor, coragem e que, por este motivo, não deve fugir à discussão criadora, mas sim pautar-se na análise da realidade.

Pinto (2010, p. 6) relata a educação como “uma atividade intencional e sistemática que, por um lado, possui influência física e humana, por outro, é um processo de otimização e aperfeiçoamento da personalidade do indivíduo”.

Tratando especificamente sobre a Educação de Jovens e Adultos, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco (1976) a define como:

a totalidade dos processos organizados de educação, seja qual for o conteúdo, o nível e o método, sejam formais ou não formais, se prolongam ou substituem a educação inicial prevista nas escolas e universidades, e na forma de aprendizagem profissional, graças às quais, as pessoas consideradas como adultas pela sociedade à qual pertencem , desenvolver suas habilidades, enriquecer seus conhecimentos, aprimorar suas habilidades técnicas ou profissionais ou dar-lhes uma nova orientação, e evoluir suas atitudes ou comportamentos na dupla perspectiva de seu enriquecimento integral do homem e participação em um desenvolvimento socioeconômico e cultural equilibrado e independente. A educação de adultos só pode ser vista intrinsecamente como um subconjunto integrado a um projeto global de aprendizagem ao longo da vida (UNESCO, 1976).

Por outro lado, estudos desenvolvidos por Brenta et al. (2011), a definem como qualquer atividade ou programa deliberadamente desenvolvido por um corpo adequado, com o objetivo de satisfazer qualquer desejo ou necessidade de aprendizagem que possa ser necessário em qualquer momento da vida, sendo destinada, principalmente, ao indivíduo que passou da idade escolar normal e cuja ocupação principal não é de natureza educacional. Essa definição abrange a educação profissional, geral, institucional e não institucional, bem como a educação adaptada às necessidades da comunidade.

Nesse contexto, nota-se que um dos problemas que podemos encontrar na delimitação do campo da educação de adultos é o da idade. Sendo assim, a Unesco (1976), define que esta modalidade se destina a pessoas com 15 anos ou mais, que não estão matriculadas no sistema escolar ou universitário comum. Além disso, ela deve ser adaptada às necessidades específicas destes discentes.

Em consonância ao proposto pela Unesco (1976), a Lei de Diretrizes e Bases (BRASIL, 1996) define que:

Art. 37. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.

§1º. Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.

§2º. O Poder Público viabilizará e estimulará o acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre si (BRASIL, 1996)

No Brasil, a Educação de Jovens e Adultos (EJA), atua com “grande contingente de cidadãos cerceados do direito de concluir a educação básica e de ter acesso a uma educação profissional de qualidade” (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, 2014), por este motivo, este programa possui como proposta: ingressar, permanecer e aprender.

Além disso, é evidente que, ao falar da educação direcionada a jovens e adultos, devemos nos referir a processos organizados de educação formal que visam garantir o acesso ao serviço educacional de qualidade, a fim de promover a construção de um projeto de trabalho e vida profissional, como parte de um grande processo de formação em andamento (PAIVA; MACHADO e IRELAND, 2004).

Portanto, a educação para o trabalho, como aspecto desse processo, deve inserir os jovens no local de trabalho, ensinando um comércio ou uma profissão que lhes permita desenvolver uma atividade remunerativa, garantindo, desta forma, uma fonte de renda antes de uma saída precoce do sistema educacional e, ao mesmo tempo, ser capaz de posicioná-los em uma filosofia de trabalho que leve ao entendimento de que este ato é um mecanismo de desenvolvimento e de incorporação a sociedade (PAIVA; MACHADO e IRELAND, 2004).

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E O MERCADO DE TRABALHO

No mercado de trabalho atual, há a necessidade de educação instrumental básica, sendo esta um dos elementos fortemente selecionados para a integração do trabalho (SALVIA, 2002).

Nesse sentido, o interesse pela formação de adultos vinculada ao trabalho, remonta às recomendações emitidas pela Organização das Nações Unidas – ONU (1978), durante os anos 50 e 60, onde destacou-se as concepções de “educação fundamental” como um fator de “desenvolvimento comunitário”. Ambas as estratégias colocaram ênfase especial na atividade educacional voltada para responder às necessidades fundamentais e resolver os problemas sociais e econômicos das comunidades.

Hoje, a preocupação com uma educação relacionada ao trabalho de jovens e adultos enfrenta a dualidade de um contexto global, onde o fenômeno da globalização e da polarização das sociedades coexistem (UNESCO, 2008), e as mudanças no mundo do trabalho, resultantes do desenvolvimento de novas tecnologias e novos padrões de produção, exigem um papel claro para a formação destes estudantes, visando o desenvolvimento de habilidades e aptidões para a entrada no mercado de trabalho, bem como que facilitem a mobilidade social.

Assim, de acordo com Silva; Almeida e Soares (2015), a EJA se apresenta como uma modalidade de ensino que possibilita que esses jovens e adultos ampliem a sua visão de mundo e possam progredir nos estudos e no mercado de trabalho, bem como “tenham chance no concorrido mercado de trabalho e sintam-se cidadãos responsáveis pelos destinos do país” (MELO, 2006).

A escola é o local e o momento contundente de todos para a conquista da cidadania e preparação para o mercado de trabalho, é necessário que seja flexível e dinâmica e ofereça meios de educação que proporcione aos cidadãos conhecimentos compatíveis aos exigidos pela sociedade global, preparando-os positivamente para atender a atual demanda da sociedade da informação e do mundo globalizado (LARA, 2010).

Em consonância, Ciganda (2018), promove a preocupação com a Educação de Jovens e Adultos ligados ao trabalho, relatando que o processo de globalização e desenvolvimento tecnológico, bem como o quadro da pobreza que caracteriza as sociedades latino-americanas, contêm importantes implicações socioeconômicas baseadas nos novos desafios para a educação de adultos, principalmente com relação a sua noção e prática.

Havendo, desta forma, segundo Santos e Silva (2015), a necessidade da criação de políticas públicas inovadoras que contemplem as particularidades da EJA, assegurando uma educação de qualidade, que possa ofertar uma formação profissional inicial, de modo que surjam perspectivas de melhores condições de vida para os estudantes, visando prepará-los para serem inseridos no mercado de trabalho.

É nesse contexto que a formação do EJA, hoje, exige uma mudança na maneira como pensamos, agimos, ensinamos e aprendemos. Nesse sentido, é papel do professor promover o protagonismo, treinamento e preparação abrangentes para a vida. Quanto ao aluno, a nova pedagogia, deve focar seus conteúdos na ressignificação dos currículos à medida que surgem novas demandas no mercado de trabalho, estando sempre pautado nas mudanças tecnológicas e demandas sociais impostas, fornecendo ao aluno uma formação adequada e atualizada (GADOTTI; ROMÃO, 2011).

Desta forma, as contribuições da EJA para o educando devem estar voltadas para:

A conclusão do ensino Fundamental e médio, visto que os alunos se encontram fora da faixa etária de idade do ensino básico. Outrossim, é a inserção no mercado de trabalho, desenvolvimento de habilidades no que tange aos recursos tecnológicos, competências de trabalho como: leitura, escrita, oralidade e cidadania, além disso, tornar-se político, reflexivo e crítico da realidade no qual os educandos estão inseridos (SILVA; ALMEIDA e SOARES, 2015)

Nessa perspectiva, é importante que as políticas de Educação de Jovens e Adultos ligadas ao trabalho estejam direcionadas a políticas de pleno emprego e que incorporem problemas trabalhistas em contextos de pobreza. Portanto, a concepção, gestão e planejamento do currículo, a partir do âmbito local é de grande importância, definindo, desta forma, compromissos e práticas, bem como a necessidade de articular políticas com as diversas oportunidades econômico-produtivas que surgem no nível local e no amplo setor informal.

Ademais, Alves; Penha e Silva (2018), descrevem que como resposta à caracterização dos alunos brasileiros, uma pluralidade significativa é exposta nas salas de aula, a partir das quais se promove uma metodologia específica, tornando necessária uma abordagem diferenciada que atenda às necessidades e expectativas dos alunos. Sendo, portanto, papel da escola desenvolver propostas pedagógicas que proporcionam fundamentos pedagógicos, integração e flexibilidade curricular, bem como estabeleçam uma rota de reorganização curricular que possa ser adaptada por cada instituição de ensino (SCHWARTZ, 1998), bem como construam um desfecho, caracterizado pela sistematização das ações administrativas, didáticas-metodológicas, educacionais, de superação e de pesquisa, concebidas a partir das influências educacionais realizadas pelo currículo geral e escolar de cada uma das escolas; visando o desenvolvimento de qualidades de trabalho e o reconhecimento das vocações e interesses profissionais dos discentes, permitindo, assim, ao sujeito escolher um comércio, uma especialidade técnica, profissional ou carreira (ALVES; PENHA e SILVA, 2018).

Ainda, de acordo com Souza (2007), é preciso que a EJA se coloque em lugar das transformações e da escolarização, possibilitando uma qualificação do aluno em vista do trabalho e da vida. Do contrário, a EJA sempre será constituída como aquela modalidade de ensino que agrega sempre os mesmos sujeitos excluídos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ante ao exposto, ressalta-se a necessidade de renovar as práticas pedagógicas direcionadas aos jovens e adultos, valorizando seus conhecimentos prévios e renovando as perspectivas. Nesse contexto, deve-se levar em consideração o perfil diferenciado dos alunos, onde a maioria deles são trabalhadores que desejam melhorar seu nível de formação para progredir no mundo do trabalho ou indivíduos que estão buscando uma oportunidade de inserção no ambiente de trabalho, pois a privação de meios adequados de educação e trabalho para os jovens compromete o futuro do país, acarretando o aumento dos índices de subdesenvolvimento e a desigualdade.

Desta forma, o presente artigo visou investigar as contribuições da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para a inserção do aluno no mercado de trabalho, visando responder: qual o papel da Educação de Jovens e Adultos na inserção do aluno no mercado de trabalho?

Após a pesquisa realizada, constatou-se que a Educação de Jovens e Adultos é de extrema importância para os que precisam e querem progredir nos estudos e se inserir no mercado de trabalho. Seu papel está relacionado a ampliação da visão de mundo dos discentes, proporcionando a continuidade nos estudos, contribuindo, diretamente, para a conclusão do ensino fundamental e médio, bem como para o desenvolvimento de habilidades fundamentais para a inserção no mercado de trabalho ou continuidade nos estudos, visando melhores oportunidades.

REFERÊNCIAS

ALVES, João Paulo Da Conceição; PENHA, Ana Cláudia Figueiredo Martins; SILVA, Márcia Pereira da. A Educação de Jovens e Adultos e Formação Humana: a Práxis em Questão. Revista de Ensino, Educação e Ciências Humanas, v. 19, n. 02, p. 151-159, 2018. Disponível em: DOI:10.17921/2447-8733.2018v19n2p151-159. Acesso em: 24 ago. 2022.

AMAZONAS/UFAM/NEPE. Relatório Final. Projeto Assessoria Pedagógica aos Educadores de Jovens e Adultos no Estado do Amazonas: Educação Popular e Dialogicidade – MEC/SESU. Manaus/AM, 2013.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Presidência da República, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm#:~:text=L9394&text=Estabelece%20as%20diretrizes%20e%20bases%20da%20educa%C3%A7%C3%A3o%20nacional.&text=Art.%201%C2%BA%20A%20educa%C3%A7%C3%A3o%20abrange,civil%20e%20nas%20manifesta%C3%A7%C3%B5es%20culturais. Acesso em: 24 ago. 2022.

BRENTA, Eduardo. et al. Diagnóstico sobre Empleo Juvenil. Empleo y Educación: pilares para la construcción de la trayectoria laboral de los jóvenes. Ministerio de Trabajo y Seguridad Social, Montevideo, 2011.

BONCK, Gabriele. Educação de jovens e adultos: relações entre mercado de trabalho e educação sob a perspectiva humanista. Trabalho de conclusão de curso (Licenciatura em Pedagogia) -Universidade Estadual de Ponta Grossa. Ponta Grossa, p. 66, 2022.

CIGANDA, Daniel. Jóvenes en transición hacia la vida adulta: el orden de los factores ¿No altera el resultado? In: PETITO, Carmen Varela (coord.). Demografía de una Sociedad en Transición: la población uruguaya a inicios del siglo XXI. Ediciones Trilce, UNFPA, Montevideo, 2008.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014

GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José. Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta. São Paulo. Editora Cortez, 2011.

LARA, Pedro José de. Os desafios da Educação de Jovens e Adultos na sociedade da informação. IV Fórum de Educação e Diversidade, 2010. Disponível em: http://need.unemat.br/4_forum/artigos/pedro.pdf. Acesso em: 24 ago. 2022.

MELO, Regina Maria. Educação de jovens e adultos: 7º semestre. 1ª ed. Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria, 2006.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA – UNESCO. La 48a reunión de la Conferencia Internacional de Educación (CIE) se celebró en Ginebra, del 25 al 28 de noviembre de 2008, en torno al tema “La educación inclusiva: el camino hacia el futuro”. Oficina Internacional de Educación – Unesco, 2008. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/es/cie/48a-reunion-2008.html. Acesso em: 08 nov. 2020.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA – UNESCO. Recomendación relativa al desarrollo de la Educación de Adultos. Conferencia General. XIX Reunión, Nairobi, Unesco, 1976.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – ONU. Documento Final do Congresso Internacional da UNESCO sobre o Ensino dos Direitos Humanos, artigo 3º. ONU, 1978.

PAIVA, Jane; MACHADO, Maria Margarida; IRELAND, Timothy (org.). Educação de Jovens e Adultos: Uma memória contemporânea 1996-2004. Brasília: UNESCO, MEC, 2004.

PINTO, Álvaro Vieira. Sete lições sobre educação de adultos. São Paulo: Editora Cortez, 2010.

SALVIA, Agustín. La estructura social del trabajo en argentina: desempleo, subempleo y precariedad laboral. Documento de Investigación AE/Notas/SL01, Area Económica, Departamento de Investigación Institucional, Universidad Católica Argentina, mayo 2002.

SANTOS, Roberto Sérgio Barbosa dos; SILVA, Francisca Lêda da. Currículo integrado na Eja – desafios e possibilidades. Seminário Nacional Sobre Formação De Educadores Da EJA, Campinas, p. 1-14, 2015. Disponível em: http://sistemas3.sead.ufscar.br/snfee/index.php/snfee. Acesso em: 24 ago. 2022.

SILVA, Daiane Vieira da; ALMEIDA, Damaris Nobre; SOARES, Joilma Abreu. Reflexões acerca da prática docente na educação de jovens e adultos. Anais II CONEDU – Campina Grande: Realize Editora, 2015. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/16875. Acesso em: 24 ago. 2022.

SOUZA, Maria Antônia. Educação de Jovens e Adultos. Curitiba. Editora IBPEX, 2007.

SCHWARTZ, Suzana. Alfabetização de jovens e adultos: teoria e prática. Rio de Janeiro. Editora Vozes, 1998.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Diálogos EJA integrada a educação profissional. Os avanços, os desafios e o lugar da Educação de Jovens e Adultos nos Institutos Federais de Goiás. Transcrição Diálogos EJA 2014. Goiânia: OBEDUC/CAPES/UFG, 2014.

[1] Pós-graduação em: Docência do Ensino Superior – Faculdade Kurius – FAK. Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica – Faculdade de Juazeiro do Norte – FJN. Neuropsicopedagogia e Educação Inclusiva – Faculdade Objetivo – IESRIVER. Atendimento Educacional especializado – Faculdade Venda Nova do Imigrante – FAVENI. Psicomotricidade – Faculdade Venda Nova do Imigrante – FAVENI. Educação de Jovens e Adultos – EJA – Faculdade Venda Nova do Imigrante – FAVENI. Psicopedagogia Institucional e Clínica – Faculdade SENSU. Graduada em Licenciatura em Pedagogia – Instituto de Formação e Educação Teológica – IFETE e Licenciatura em Filosofia – Centro Universitário – FAVENI.

Enviado: Junho, 2021.

Aprovado: Setembro, 2022.

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Maria Cristina Campos Saraiva

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