A importância dos jogos e brincadeiras na educação infantil

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/importancia-dos-jogos
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ARTIGO DE REVISÃO

TAVARES, Rita De Cássia [1], BORELLA, Douglas Roberto [2]

TAVARES, Rita De Cássia, BORELLA, Douglas Roberto. A importância dos jogos e brincadeiras na educação infantil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 03, Vol. 05, pp. 106-116. Março de 2019. ISSN: 2448-0959.

RESUMO

Este estudo teve como objetivo verificar a importância da utilização dos jogos e brincadeiras para na educação infantil. Para a realização deste estudo foi utilizado como metodologia a revisão de literatura. Este tipo de pesquisa fornece ao pesquisador um repertório grande de estudos publicados na área que podem dar subsídios para encontrar diversas possibilidades de atuação, bem como refletir sobre possíveis intervenções. Conclui-se que há um discurso de que a realização de jogos e brincadeiras na educação infantil é de suma importância para crianças de quatro a cinco anos. No entanto, ainda não está conseguindo utilizar mais amplamente os recursos dos jogos e brincadeiras como um facilitador para a aprendizagem das crianças e que o tempo do brincar é restrito, ficando cada vez mais presentes na educação infantil práticas educativas realizadas em sala de aula e direcionadas aos aspectos gráficos ou visuais, bem como atividades como “o brincar livre”, momento configurado como uma prática espontaneísta e sem a interação do professor.

Palavras-chave: Educação infantil, Brincar, Práticas, Pedagógicas.

1. INTRODUÇÃO

Esta pesquisa tem como objetivo identificar e refletir a importância dos jogos e brincadeiras, no desenvolvimento da criança nas atividades pedagógicas.

A escolha do tema justifica-se pelo fato de os jogos e as brincadeiras serem relevantes como recursos pedagógicos para contribuir no desenvolvimento infantil, auxiliando a criança no desenvolvimento da aprendizagem de forma significativa.

A criança que passa por um processo de desenvolvimento as brincadeiras no âmbito escolar centra-se no encantamento como o brincar interfere no desenvolvimento cognitivo das crianças.

É muito importante o brincar na Educação Infantil, pois através do brincar o professor relaciona as brincadeiras ao conteúdo a ser aplicado, e com desempenho trazendo as brincadeiras para sala as crianças terão mais prazer em vir a escolas e serão menos condicionadas às atividades prontas, assim as crianças aprendem e podem expressar suas criatividades e terão mais aproveitamento no ensino e aprendizagem.

A brincadeira apresenta um fator de grande importância no processo de desenvolvimento e de socialização, pois essas atividades podem ser físicas ou mentais, organizadas por um sistema de regras. São atividades lúdicas, que, portanto, proporcionam prazer, buscando satisfação própria.

Maluf (2009) vem nos diz que “Acredito que através do brincar a criança prepara-se para aprender. Brincando ela aprende novos conceitos, adquire informações e tem um crescimento saudável”. (MALUF, 2009, p. 20-21).

Mais adiante afirma que “Toda criança que brinca vive uma infância feliz. Além de tornar-se um adulto muito mais equilibrado física e emocionalmente, conseguirá superar com mais civilidade problemas que possam surgir no seu dia a dia […]”. (MALUF, 2009, p. 20-21).

Assim, o ato de brincar é uma característica comum do ser humano. Sua linguagem é de fácil acesso por todas as crianças onde se determinada quantidade de tempo, que variar de acordo com a etapa de desenvolvimento em que a criança se encontra.

O Referencial Curricular Nacional para a educação infantil afirma que: “Para brincar é preciso que as crianças tenham certa independência para escolher seus companheiros e os papéis que irão assumir (…), cujos desenvolvimentos dependem unicamente da vontade de quem brinca” (BRASIL, 1998, vol. 1, p. 28).

Vygostsky (1984) vem afirmar que: “Pela repetição daquilo que já conhecem, utilizam a ativação da memória, atualizam seus conhecimentos prévios ampliando-os e transformando-os por meio da criação de uma situação imaginária”. (Vygotsky, 1984, p. 97).

Acredita-se que é possível que essa relação de diálogo e interação entre os sujeitos da sala se torne mais próxima e que os estímulos possam proporcionar um melhor desenvolvimento nas crianças. Que por meio das atividades lúdicas as crianças possam desenvolver melhor a aprendizagem e interagir com os colegas.

Através dos jogos e brincadeiras na Educação Infantil trabalhar de modo significativo possibilitando atender as necessidades e características peculiares de cada criança de forma que a escola desempenhe um importante papel nesse aspecto, que é oferecer um espaço favorável às brincadeiras associadas a situações de aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento de forma agradável e saudável.

Este estudo tem como objetivo analisar a importância e os benefícios dos jogos e brincadeiras na educação infantil.

2. METODOLOGIA

Os estudos realizados nesta pesquisa foram bibliográficos, e o principal foco nestes estudos é analisar os dados que foram encontrados durante a pesquisa, de forma que os estudos especifiquem ainda mais os critérios encontrados baseando-se nos autores que afirmam a importância de se trabalhar com jogos e brincadeiras na educação infantil.

Para realização deste estudo foram realizadas buscas nas bases de dados eletrônicos “SCIELO”, por ser a maior base de dados no Brasil e no “Google Acadêmico” para ampliar a busca e selecionar mais estudos relacionados à temática.

3. JOGO E BRINCADEIRAS

A criança por meio dos jogos, brinquedos e brincadeiras constrói seus próprios pensamentos, dentro das escolas de educação infantil e fundamental existem evidências das dificuldades de se trabalhar atividades lúdicas onde o “brincar” é desprezado frequentemente e os jogos e brinquedos só se é escolhidos pelas crianças após terminarem suas tarefas de classe, como um mérito pelo seu desenvolvimento diário.

Desta maneira Antunes (2003) nos explica que:

Os jogos infantis podem até excepcionalmente incluir uma ou outra competição, mas essencialmente visam estimular o crescimento e aprendizagens e seriam melhor definidos se afirmássemos que representam relação interpessoal entre dois ou mais sujeitos realizada dentro de determinadas regras. Esse conceito já deixa perceber a diferença entre usar um objeto como brinquedo ou como jogo (ANTUNES, 2003, p. 9).

Na visão de Santos (2000, p. 11) “[…] o jogo com a brincadeira representa recursos auxiliares para promover o desenvolvimento físico, mental e socioemocional da criança.” Para ter um desenvolvimento significativo a criança aprende a correr, pular, saltar, vivenciando experiências novas com o meio em que a rodeia. Dentro deste contexto à brincadeira, de acordo com o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil “[…] é uma imitação, transformada no plano das emoções e das ideias de uma realidade anteriormente vivenciada” (RCNEI, 1998, p.27).

Segundos Santos (2000), ao conceituar jogos e brincadeiras, percebe-se que eles completam a ideia um do outro justificando o desenvolvimento em vários aspectos como: cognitivo, motores, afetivo e social no processo educativo.

Neste sentido Santos (2000) afirma:

Se direcionados e conduzidos de maneira adequada, favorecem momentos de confraternização, participação e integração, aliviando o cansaço físico e mental. Proporciona aos participantes entendimentos das expressões como jogar, busca pela vitória, cooperação, aceitação da derrota e equilíbrio durante a realização das atividades, com os adversários de jogo ou companheiros (SANTOS, 2000, p.161).

Kishimoto (2011) fala também:

[…] que esse tipo de jogo recebe várias denominações: jogos imaginários, jogos de faz de conta, jogos de papeis ou jogos sociodramático. A ênfase é dada á “simulação” ou faz de conta, cuja importância é ressaltar por pesquisas que mostram sua eficácia para promover o desenvolvimento cognitivo e afetivo-social da criança (KISHIMOTO, 2011, p.64).

Pode-se considerar a importância dos jogos dentro da educação não esquecendo de que eles apresentam inúmeros benefícios, o jogo de quebra-cabeça, por exemplo, propicia à criança interagir com as peças, enfrentando diversas dificuldades e conflitos para montar o quadro. Do ponto de vista de Smole (2000), “o educador ao propor brincadeiras com intenção pedagógica, deve possibilitar à criança o planejamento e o uso de estratégias para solucionar problemas nas diversas situações criadas por ele”. (SMOLE, 2000, p. 17).

A educação lúdica “[…] é uma ação inerente na criança e aparece sempre como uma forma de conhecimento, que se redefine na elaboração constante do pensamento individual constantes com o pensamento coletivo. […]” (Almeida, 1995, p.11). Conforme Santos (1999), “para a criança, brincar é viver. Esta é uma afirmativa bastante usada e aceita, pois a própria história da humanidade mostra que as crianças sempre brincam, certamente continuarão brincando”.

Neste modo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998) vem-nos a firmar que, “O brinquedo e as brincadeiras favorecem o desenvolvimento da linguagem, pois a criança amplia o repertório de novas palavras ao manusear objetos diversificados e diferentes situações”. (BRASIL, 1998, p.23). Desde modo trabalhar com ludicidade na educação infantil é ampliar a linguagem oral e verbal das crianças proporcionando uma aprendizagem eficaz e de fácil acesso.

De acordo com Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (RCNEI, 1998, p. 29), “É preciso que o professor tenha consciência que na brincadeira as crianças recriam e estabilizam aquilo que sabem sobre as mais diversas esferas do conhecimento, em uma atividade espontânea e imaginativa”.

A educação infantil é uma instituição que precisa incluir brincadeiras, jogos e brinquedos lúdicos, no processo de ensino-aprendizagem, pois são atividades importantes na educação e precisam ter o acompanhamento do professor para mediar esse processo. Não se pode considerar só o simples fato de “dar os brinquedos” ou colocar um vídeo para as crianças, pois é preciso que o educador garanta uma educação prazerosa para as crianças.

Quando se trabalha na educação infantil precisa adquirir práticas pedagógicas que seja significativa para a criança, promovendo uma aprendizagem que mostra seus resultados de aproveitamento de conteúdo exigindo do professor uma dinâmica no diferencial da aprendizagem procurando conhecer as necessidades das crianças para que possa desenvolver com criatividade sua prática educacional.

4. LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

De acordo com Gomes (2004, p.47), a ludicidade é a linguagem humana, que possibilita a “expressão do sujeito criador que se torna capaz de dar significado à sua existência, ressignificar e transformar o mundo”. E mais na frente Gomes (2004) conclui: “Dessa forma, a ludicidade é uma possibilidade e uma capacidade de se brincar com a realidade, ressignificando o mundo” (GOMES, 2004, p. 145).

Ainda falando do lúdico, Gomes escreve que:

Como expressão de significados que tem o brincar como referência, o lúdico representa uma oportunidade de (re) organizar a vivência e (re) elaborar valores, os quais se comprometem com determinado projeto de sociedade. Pode contribuir, por um lado, com a alienação das pessoas: reforçando estereótipos, instigando discriminações, incitando a evasão da realidade, estimulando a passividade, o conformismo e o consumismo; por outro, o lúdico pode colaborar com a emancipação dos sujeitos, por meio do diálogo, da reflexão crítica, da construção coletiva e da contestação e resistência à ordem social injusta e excludente que impera em nossa realidade. (GOMES, 2004, p. 146)

Portanto, sabe-se que a ludicidade é uma necessidade em qualquer idade e a criança com seus brinquedos tem a possibilidade de se envolver melhor no seu ambiente, ela desenvolve uma afetividade de expressar seus sentimentos e anseios.

E para Almeida (1995) a educação lúdica “[…] é uma ação inerente na criança e aparece sempre como uma forma transacional em direção a algum conhecimento, que se redefine na elaboração constante do pensamento […]” (ALMEIDA, 1995, p. 11).

Assim o simples fato da criança brincar facilita a aprendizagem, pois exigi concentração na brincadeira que está sendo realizada.

A autora afirma ainda que:

A educação lúdica contribui na formação da criança, possibilitando um crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integrando-se ao mais alto espírito democrático enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. A sua prática exige a participação franca, criativa, livre, critica, promovendo a interação social e tendo em vista o forte compromisso da transformação e modificação do meio (ALMEIDA, 1995, p. 41).

Sendo assim cabe ao professor através das atividades lúdicas estarem trabalhando com seus alunos, conforme suas necessidades, assim as brincadeiras passam a ser momentos agradáveis. Almeida (1995) afirmar que “a ludicidade nos permite trabalhar de várias formas para todos estarem interagindo em forma de igualdade e sabendo que cada qual tem sua habilidade e seu limite”. (Almeida, 1995, p. 41).

Segundo Carvalho (1992) “o brincar se torna importante no desenvolvimento da criança de maneira que as brincadeiras e jogos que vão surgindo gradativamente na vida da criança desde os mais simples até os de regras” (Carvalho, 1992, p.14).

Trabalhar com jogos e brincadeiras na educação infantil através de atividades lúdicas só irá facilitar a aprendizagem das crianças, pois torna a atividades mais prazerosas e de fácil assimilação aos conteúdos aplicados.

Sendo assim “(…) o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança (…)” (Carvalho, 1992, p.28).

Seguindo esta linha de pensamento os autores nos deixam claro de como é importante trabalhar de forma lúdica as atividades aplicadas em sala de aula, proporcionando para a criança a possibilidade de aprendizagem diferenciada das que estão acostumadas não deixando de ensinar, mas ensinando-as com diversão e qualidades no processo de ensino e aprendizagem.

Portanto, fica claro que as atividades que envolvem jogos e brincadeiras na educação infantil traz para a criança uma aprendizagem mais rápida, pois elas interagem com o outro de forma que assimila melhor o conteúdo vivido. Por isso o educador é a ferramenta fundamental nesse processo, devendo ser um elemento essencial.

Educar não se limita em repassar conhecimentos e informações ou mostrar apenas um caminho, mas ajudar a criança a tomar consciência de si mesmo, e da sociedade, mostrando as oportunidades para que a pessoa possa escolher seu próprio caminho, tendo uma visão de mundo diferenciadas com as diversas circunstâncias que cada um irá encontrar.

Portanto educar não é só passar os conteúdos que estão programados em sua grade curricular, e sim criar situações de cuidados, proporcionando brincadeiras jogos direcionando para a aprendizagem com isso vem contribuir para o desenvolvimento das crianças despertando o interesse a ter um conhecimento amplo da sociedade e da realidade do mudo.

Piaget (1976) fala que é obrigatório o desenvolvimento das atividades lúdicas para todas as crianças porque brincando as crianças gasta energia e melhora seu conhecimento intelectual, quando a criança está brincando ela se envolve por completo na brincadeira, e com a mediação do professor as atividades lúdicas passam a serem agradáveis e significativas para as crianças, e as desenvolvem com mais prazer.

Maluf (2003) diz que: “O brincar proporciona a aquisição de novos conhecimentos, desenvolve habilidades (…) Ele é uma das necessidades básicas da criança, é essencial para um bom desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo”. (MALUF, 2003, p. 9).

A criança quando brinca adquiri novas experiências desenvolvem novas habilidades de forma natural, desta forma quando a criança brinca ela entende melhor o que está sendo explicado facilitando sua aprendizagem, é no brincar que as crianças constroem seu mundo interpretando o reflexo da vida real.

Maluf (2003) nos ajuda a compreender melhor a importância do brincar dizendo: “É difícil alguém dizer que criança não precisa brincar, porém são raros os adultos que dão a seriedade que esse momento precisa (…) brincar livremente por si só já traz efeitos positivos para o desenvolvimento das crianças” (MALUF, 2003, p. 13).

O professor deve estar preparado para o aproveitamento das atividades lúdicas buscando novos conhecimentos. Para Maluf: “O brincar sempre foi e sempre será uma atividade espontânea e muito prazerosa, acessível a todo ser humano, de qualquer faixa etária, classe social ou condição econômica” (MALUF, 2003, p.17).

Contudo, a brincadeira não é só divertimento, é uma atividade importante na aprendizagem da criança, para as crianças brincar é um trabalho, pois neste momento em que brincam descobre-se talentos e suas habilidades. Sendo assim fica claro que a brincadeira vem facilitar o desenvolvimento no processo de ensino e aprendizagem da criança.

A escola deve perceber que a criança, o brinquedo, os jogos e as brincadeiras se completam e tudo isso não pode ser esquecido na proposta pedagógica para a Educação Infantil.

5. CONCLUSÃO

Considera-se que a pesquisa realizada propiciou entendimento de como é importante uma prática de atividades lúdicas nas instituições de Educação Infantil. Também se discutiu a importância das atividades lúdicas realizas com crianças, independente de sua idade, visto que essas atividades permitem um desenvolvimento mais efetivo dos infantes.

O brincar é importante, em toda faixa etária de idade, a criança vive o mundo de fantasia com o mundo real com toda sua complexidade se torna simples através do olhar da criança e é brincando ou jogando que elas expressas seus sentimentos.

As atividades lúdicas auxiliam na descoberta, na criatividade, de modo que a criança se expresse, analise, critique e transforme a realidade à sua volta. Para a realização do trabalho foi realizada uma pesquisa bibliográfica, buscando autores de renome nessa área do conhecimento. Notou-se, pela leitura dos textos consultados, como é de relevante importância a presença dos jogos e das brincadeiras na vida das crianças para estimular seu aprendizado.

Concluiu-se que não se deve esquecer de que os jogos e as brincadeiras também são capazes de ensinar e deixar a criança ser mais feliz, fornecendo-lhe uma estrutura emocional com capacidades para desenvolver os seus diversos aspectos. É, portanto, fundamental que os espaços e, principalmente, o tempo escolar destinado ao brincar esteja incluído na rotina Educação Infantil, não somente em forma de disciplina, mas como prática permanente de uso das diferentes linguagens pela criança.

Ao permitir que a criança brinque e utilize os jogos e as brincadeiras, então estarão sendo oferecidos instrumentos para torná-la cada vez mais ativa no processo de aprendizagem, e, ao mesmo tempo, considerando seu aspecto emocional, construindo possibilidades para que ela possa construir, ao brincar, sua própria imagem e a do mundo que a cerca.

Desse modo, o lúdico para a criança tem um significado importante onde ela passa a ter conhecimento e compreende o que constrói. Sendo assim o lúdico colabora para uma boa saúde física das crianças ajuda no desenvolvimento intelectual facilitando o convívio social.

Os profissionais que estão dispostos a trabalhar com a educação infantil, devera ter a consciência do verdadeiro sentido das atividades lúdicas proporcionando, o brincar sendo o foco da sua proposta pedagógica porque ele vai além de ocupar o tempo das crianças precisa ser desenvolvidos com afetividade, carinho e sensibilidade utilizando, o lúdico a maior fonte do ensino da aprendizagem.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, P. N. de. Educação lúdica: Técnicas e jogos pedagógicos. São Paulo: Loyola, 1995.

ANTUNES, C. O jogo e a educação infantil: falar e dizer, olhar e ver, escutar e ouvir. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil/Ministério da Educação* e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998, volume: 1 e 2.

CARVALHO, A.M.C. et al. (Org.). Brincadeira e cultura:viajando pelo Brasil que brinca.São Paulo: Casa do Psicólogo, 1992.

GOMES, C. L. (org.). Dicionário Crítico do Lazer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

KISHIMOTO, T. M. jogo, brinquedo, brincadeira e a educação/ Tizuko M. Kishimoto (ORG); – 14. ed. – São Paulo: Cortez, 2011

PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Trad. Por Dirceu Accioly Lindoso e Rosa

Maria Ribeiro da Silva. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1976.

RCNEI, BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, Brasília: MEC/SEF, 1998.

MALUF, A. C. M. Brincar: prazer e aprendizado. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

MALUF, Ângela Cristina Munhoz, Brincar prazer e aprendizado. Petrópolis, RJ:Vozes,2003

SANTOS, Santa Marli Pires dos. Brinquedos e infância: um guia para pais e educadores. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.

SANTOS, S. M. P. Brinquedoteca: A criança o adulto e o lúdico. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

SMOLE, K. S. Brincadeiras infantis nas aulas de matemática. Porto Alegre: Armed, 2000.

VIGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

[1] Graduada em Pedagogia; Pós-Graduação em Educação Infantil com ênfase em Psicomotricidade; Pós-Graduação em Educação Especial e Inclusão, Professora da Educação Infantil.

[2] Mestre Doutor Professor, Professor e Palestrante.

Enviado: Abril, 2018.

Aprovado: Março, 2019.

1 COMENTÁRIO

  1. Querida Rita de Cassia, seu artigo está fabulo, sua pesquisa é de grande relevância para nossas pesquisas. o mesmo nos auxilia em trabalhos e pesquisas para trabalhos acadêmicos, seleções e nos prepara para entrevistas. muito abrigado querida por sua FABULOSA contribuição.

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