O estímulo do cérebro no processo de ensino-aprendizagem

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ARTIGO ORIGINAL

SOUZA, Rogerio Dantas de [1]

SOUZA, Rogerio Dantas de. O estímulo do cérebro no processo de ensino-aprendizagem. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 08, Vol. 09, pp. 122-142. Agosto de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/estimulo-do-cerebro

RESUMO

O estímulo é compreendido em diferentes circunstâncias em que ocorre o desenvolvimento do aprender humano. Neste sentido, o objetivo desse artigo científico é realizar uma análise sistemática sobre o estímulo do cérebro no processo de ensino-aprendizagem do indivíduo. Dessa forma, essa pesquisa justifica-se pela tentativa de criar um material bibliográfico inovador para a comunidade acadêmica. Diante dessa premissa, essa pesquisa possui o seguinte problema: de que forma o conhecimento do estímulo do cérebro no processamento de ensino-aprendizagem pode contribuir para o professor melhorar as suas metodologias didáticas? Diante do que será apresentado neste artigo científico, este conteúdo fundamenta-se em uma abordagem teórica sólida de diversos teóricos especialistas nessa temática de abordagem que aprofundam os seus estudos no sistema de funcionamento do cérebro humano, sobretudo o seu processamento de informações, estímulo e motivação. Assim, torna-se positiva as análises realizadas por esta pesquisa. A metodologia de pesquisa empregada neste artigo científico caracteriza-se por uma revisão bibliográfica, onde foram utilizados livros, artigos e sites especializados da internet. Utilizou-se também como método de pesquisa, o descritivo onde foram descritos os diversos conceitos e ideias apresentadas pelos principais teóricos que tratam deste tema com bastante seriedade. Espera-se que essa pesquisa possa ser de grande importância para comunidade acadêmica, e que futuros estudos sejam realizados com base nas bibliografias utilizadas e no conteúdo elaborado deste artigo científico, motivando novas abordagens a respeito dessa temática discutida.

Palavras-Chave: Cérebro, estímulo, ensino-aprendizagem, motivação.

1. INTRODUÇÃO

O estímulo é compreendido em diferentes circunstâncias em que ocorre o desenvolvimento do aprender humano. A sua capacidade de se adequar à novas informações são dinâmicas e estruturadas em si. Neste sentido, o objetivo desse artigo científico é realizar uma análise sistemática sobre o estímulo do cérebro no processo de ensino-aprendizagem do indivíduo.

O processo de ensino-aprendizagem é bastante complexo e passa por diversas ações estruturadas pelo professor. Essa contextualização transmite uma formalização de conceitos estudados durante décadas pelos estudiosos a respeito do funcionamento cerebral humano (ROTTA et al, 2006). Dessa forma, essa pesquisa justifica-se pela tentativa de criar um material bibliográfico inovador para a comunidade acadêmica.

O cérebro durante séculos é considerado um mistério para os cientistas. Isso acontece devido aos estudos realizados até então em não conseguir compreender todo o seu funcionamento e o que ele é capaz de realizar. Diante dessa premissa, essa pesquisa possui o seguinte problema: de que forma o conhecimento do estímulo do cérebro no processamento de ensino-aprendizagem pode contribuir para o professor melhorar as suas metodologias didáticas?

Diante do que será apresentado neste artigo científico, este conteúdo fundamenta-se em uma abordagem teórica sólida de diversos teóricos especialistas nessa temática de abordagem que aprofundam os seus estudos no sistema de funcionamento do cérebro humano, sobretudo o seu processamento de informações, estímulo e motivação. Assim, torna-se positiva as análises realizadas por esta pesquisa (FREIRE, 2011).

Nesse sentido, ao aprofundar os estudos diante da sistematização cerebral humana no processo de ensino-aprendizagem é fundamental uma articulação de ideias a serem utilizadas pelo professor em sala de aula, pois é através do seu conhecimento que pode-se conscientizar uma construção lógica de ações a serem realizadas junto aos alunos para o aprimoramento das aulas na escola.

A metodologia de pesquisa empregada neste artigo científico caracteriza-se por uma revisão bibliográfica, onde foram utilizados livros, artigos e sites especializados da internet. Utilizou-se também como método de pesquisa, o descritivo onde foram descritos os diversos conceitos e ideias apresentadas pelos principais teóricos que tratam deste tema com bastante seriedade.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 CONCEITO DE MOTIVAÇÃO

O conceito de motivação pode ser entendido como diversos parâmetros que são idealizados para procurar um objetivo do indivíduo a ser atingido. Para esse mecanismo de ação funcionar é necessário que haja o motivo implícito para que o sujeito possa executar as suas ações. Essa estratégia criada no cérebro a partir de diferentes conceitos que são trabalhados na formulação de ideias e hipóteses a serem trabalhadas com cunho de obter um resultado final. (ZANELLI et al, 2004)

O cérebro é capaz de atender diversas ações específicas que englobam todo o parâmetro criador de preceitos a serem definidos através de articulação de ideias e consciência. Neste sentido, a motivação é estudada em diferentes etapas durante o processo de ensino-aprendizagem do educando. Essas questões são trabalhadas através de um percursor ideal para articular todo o conceito a ser inserido no processo de funcionamento da motivação.

A motivação atua de forma consistente na engrenagem do desenvolvimento articulado do processo de ensino-aprendizagem de uma criança, por exemplo. Essa perspectiva é trabalhada em diferentes circunstâncias que formalizam um conceito amplo de sua significação na transmissão de ideias trabalhadas até então pelos principais teóricos que estudam essa temática de discussão com bastante profundidade. (CHIAVENATO, 2005)

É preciso adentrar em questões implícitas no que se refere ao significado de motivação no cérebro humano. Todos sabem através de estudos realizados durante décadas que o sistema de recompensa é um percursor para a engrenagem e funcionamento do processo de motivação no cérebro do indivíduo. Ele precisa sentir prazer nas ações liberadas e arquitetadas daquilo que propõe o seu projeto de vida.

Assim, essa perspectiva engloba de forma considerável aquilo que pode ser entendido como motivação. O cérebro humano é capaz de trazer grandes engrenagens a respeito daquilo que é possível determinar durante o caminho a ser percorrido pela criança quando está aprendendo a falar ou até mesmo questiona determinadas situações da vida com perguntas frequentes aos seus pais. (MAXIMIANO, 2007)

Esse quesito torna-se um fio condutor para o sistema de funcionamento do cérebro humano. Essa atuação é aprimorada cada vez mais através de estudos realizados pela neurociência no que se refere ao assunto tratado nesse artigo científico. Isso é uma característica que precisa ser encarada através de diversos caminhos a ser percorrido para o entendimento da motivação no processo de ensino-aprendizagem do indivíduo.

Dessa forma, é possível questionar diversos parâmetros a serem direcionados pelos paradigmas de estudos realizados até então no que se refere o processo de funcionamento da motivação no cérebro humano. Isso trata-se de uma contextualização sólida dos conceitos trabalhados até então neste tópico de pesquisa. (CHIAVENATO, 2005)

Seguindo essa perspectiva, os estudos realizados durante décadas sobre o funcionamento do cérebro têm sido contributivos para o aprimoramento dos conceitos trabalhados atualmente sobre a dinâmica e o funcionamento da motivação no processo de ensino-aprendizagem. Essas definições são trabalhadas em termos preliminares de análises constituídas através de dados obtidos na literatura acadêmica.

Assim, o conceito de motivação pode ser compreendido através de diferentes perspectivas que tratam um cronograma específico de objetivos a serem alcançados pelo indivíduo, e a partir dessa contextualização aprimorar um caminho a ser percorrido através de um planejamento estratégico para que ele de fato seja atingido. (ROBBINS, 2005)

A motivação no cérebro humano é trabalhada através diferentes caminhos que se integram aos neurônios humanos. Isso significa que o seu funcionamento por meio de um processamento adquirido através de um sistema de recompensa é acionado por diferentes meios que possibilitam o pagamento delas através das ações planejadas pelo indivíduo.

Portanto, tentar definir a motivação é extremamente complexo na medida em que os avanços de estudos realizados pela neurociência vão avançando. Essa característica não é transitória, pois passa por diversos meios de competências adquiridas pelo indivíduo ao longo do seu processo de formação, e com isso a aprendizagem torna-se transformadora em seu ponto principal de ação e desenvolvimento humano. (MAXIMIANO, 2007)

Mediante essa perspectiva, a motivação faz parte de todo ser vivo, e através dela que se perpetua a capacidade de realizar atividades, aprender e planejar de modo sistemático no desenvolvimento da aptidão humana de adquirir o saber cada vez maior em sua integralidade implícita.

2.2 O FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

O cérebro tem a capacidade de armazenar informações novas e antigas. O seu processamento é bastante complexo na medida em que os estudos vão avançando pela neurociência. Mas o fato é que hoje em dia é possível compreender toda a sua sistematização no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem de um indivíduo. Já se sabe que quando o ser humano entra em contato com uma informação nova, é acionado no sistema nervoso central o processo de recompensa do sujeito. (PIAGET, 2004)

A aprendizagem compreende-se por uma série de mecanismo de habilidades cognitivas que o indivíduo adquire durante toda a sua vida. Ela vem desde os primeiros anos de vida da criança até o momento em que ela entra na escola, através da educação informal e formal. Neste sentido, as circunstâncias que são desenvolvidas para que ela possa ocorrer de forma saudável é através do cérebro como parte percussora de todo seu mecanismo de ação.

O processo de ensino-aprendizagem acontece de forma sistemática no cérebro, de modo bastante complexo e que precisa de uma ação efetiva no posicionamento de estratégias a serem direcionadas no seu funcionamento. Isso acontece devido a diferentes ações que são realizadas durante todo seu percurso na aquisição de novas informações de toda uma vida. (LENT, 2010)

O cérebro recebe estímulos que são estruturados através de uma lógica consciente e inconsciente na aquisição de novas informações pelo indivíduo. Sua formação compreende-se através de hipóteses a serem trabalhadas quando entra em contato com um conteúdo novo, e isto irá processar todo o sistema de memórias adquiridas neste momento. Isso é uma prerrogativa ser alcançada durante toda a sua sistematização complexa.

É fundamental que haja um estudo mais específico naquilo que concerne ao processo de ensino-aprendizagem do indivíduo e o funcionamento do seu cérebro quando entra em contato com novas informações. A memória é o ponto principal desse percurso que se desenvolve a partir de habilidades adquiridas com passar do tempo da vida humana. (ANDREWS, 2011)

O cérebro durante o processo de ensino-aprendizagem do indivíduo está em pleno funcionamento. E para que isto seja de fato um mecanismo de ação promissor, trabalha em uma complexidade extrema no desenvolvimento de seus sistemas e interligamento de seus neurônios. Isso faz parte de uma engrenagem já estudada pelos especialistas nessa temática de abordagem durante décadas de estudos realizados na literatura acadêmica.

Dessa forma, compreender todo o processo de sistematização no processo de ensino-aprendizagem é fundamental para adentrar em caminhos anteriormente não percorridos pelos estudiosos, e que hoje tornam-se essenciais para o ensino, na medida em que os alunos precisam estar conectados com novas metodologias didáticas para o desenvolvimento efetivo de estratégias em sala de aula. (COSENZA; GUERRA, 2011)

Para que seja possível uma compreensão do funcionamento cerebral durante o processo de ensino-aprendizagem é necessário fazer um questionamento sobre as diferentes circunstâncias em que ele se encontra no momento em que a criança estar aprendendo. Isso é um quesito fundamental para que seja realizado em diferentes estudos e parâmetros a serem comparados na base estruturada da Consciência Humana.

Assim, a percepção que se tem sobre os paradigmas estudados até agora é essencial para compreensão do funcionamento cerebral do homem em seu processo de ensino-aprendizagem. Tudo isso trata-se de uma engrenagem perceptiva em que os neurônios precisam trabalhar para a composição de novas informações a serem transmitidas para diferentes partes do cérebro. (RELVAS, 2011).

A escola precisa compreender todo esse mecanismo para reestruturar toda sua metodologia didática a ser aplicada em sala de aula. Os professores precisam ter a percepção de todo o seu sistema de funcionamento para que haja um planejamento eficaz em suas aulas. Isso é contributivo na medida em que as ações são executadas em meio a elucidação dos conteúdos passados na escola.

Neste sentido, de acordo com a contextualização acima permite ao leitor deste artigo científico compreender ações mais específicas no processo de ensino-aprendizagem e a transformação que ela faz no cérebro humano. Isso é uma construção lógica de conhecimentos a serem trabalhados de forma sistemática como o aprender humano. (ANDREWS, 2011)

Toda essa estrutura é baseada no mecanismo de ação e funcional do cérebro humano durante o processo de ensino-aprendizagem do indivíduo. Isso contextualiza um planejamento mais eficaz em sala de aula pelos educadores para que haja um resultado mais efetivo em suas metodologias didáticas.

2.3 O ESTÍMULO DO CÉREBRO AO APRENDER

O cérebro humano recebe diferentes estímulos no seu processo de ensino-aprendizagem. Para que a criança continue aprendendo, por exemplo. É necessário realizar diversos planejamentos estratégicos para que ela tenha vontade de adquirir novas informações. Essa dinâmica e funcionamento acontecem na capacidade de memória e a articulação de ideias do indivíduo. (KOLB; WHISHAW, 2002)

Essas estratégias são trabalhadas durante o processamento neurotransmissor, que é capaz de trabalhar o estímulo cerebral de forma bastante complexa durante a aprendizagem do indivíduo. Isso é uma característica a ser definida pelo homem em diferentes parâmetros estudados até então pelos neurocientistas.

Nesse sentido, a percepção que se tem sobre o estímulo cerebral no processo do aprender humano é algo extremamente elaborado e que precisa ser compreendido através de vários estudos a serem realizados pelos teóricos especialistas em sua temática de abordagem. Essa é a caracterização formal da dinâmica do funcionamento do estímulo do cérebro ao aprender. (OCDE, 2003)

O estímulo trata assim de uma série de mecanismos cerebral em que um indivíduo precisa ter para adquirir novas informações e experiências. É através dele que se consolida a formalização conceitual de ideias a serem trabalhadas durante o processo de ensino-aprendizagem do sujeito. Isso é uma corrente percursora para compreender todo o seu mecanismo de ação efetivo no sistema cerebral humano.

Existem pesquisas realizadas durante décadas que proporcionam este entendimento sobre a conceituação do estímulo no cérebro humano quando ele está aprendendo. Trata-se de uma conceituação básica fundamentada em diferentes correntes teóricas que aprofundaram seus estudos em pesquisas realizadas sobre esta abordagem. (HERCULANO-HOUZEL, 2005)

É fundamental que haja um aprimoramento conceitual sobre aquilo que é ou não estímulo cerebral. Essa contextualização é trabalhada em diferentes parâmetros da literatura acadêmica que tratam essa temática com bastante profundidade. O estímulo cerebral está inserido em uma contextualização mais ampla de seus ignificado para o processo de aprendizagem humana.

Essa contextualização estaria interferida numa formalização de conceitos estudados e pré-definidos até então pelos principais teóricos que enfatizam este tema. Dessa forma, existem diferentes quesitos que correlacionam o significado de estímulo no cérebro humano de forma contundente com o processo de ensino-aprendizagem do indivíduo de modo mais sistemático do que os estudos realizados há décadas atrás. (OCDE, 2003)

Neste sentido, o estímulo cerebral compreende-se ao processamento e motivação existentes para que o indivíduo possa adquirir novas informações. Este conceito pode ser trabalhado em sala de aula pelos professores a fim de fundamentar suas metodologias didáticas para o aprimoramento de suas aulas. Isso é fundamental para que haja uma realização específica de estudos aprofundados no âmbito educacional sobre esse tema.

É preciso compreender toda a sua sistematização a fim de determinar a conceituação estruturada de estímulo no cérebro humano diante do encontro com o processo de ensino-aprendizagem do indivíduo de forma ambivalente. Essa contextualização é transformadora na medida em que as informações novas de estudos vão ocorrendo com o passar dos anos. (HERCULANO-HOUZEL, 2005)

Dessa forma, compreende-se como estímulo cerebral todo o processo de habilidades adquiridas durante o sistema cognitivo do ser humano em aprender e executar novas ações com informações adquiridas durante toda a sua vida cotidiana. Isso trata-se de uma definição básica daquilo que pode ser compreendido através dos estudos realizados até então pelos principais teóricos especialistas nessa temática de abordagem.

O estímulo cerebral pode ser compreendido como uma estratégia inicial para aprendizagem de novos conteúdos em sala de aula, por exemplo. O cérebro tem a capacidade de realizar novas ações e específicas em direcionamentos de experiências novas vivenciadas pelo indivíduo durante toda a sua vida. Isso é uma característica básica para compreender toda a sua dinâmica e funcionamento. (ROTTA, et al, 2006)

Seguindo esta contextualização, esse tópico de pesquisa buscou tratar uma conscientização sobre os estudos relativos à conceituação de estímulo cerebral durante a aprendizagem humana, sendo esse conteúdo fundamental para que os educadores possam planejar toda a sua metodologia didática em sala de aula.

2.4 A COMPREENSÃO QUE OS PROFESSORES PRECISAM TER SOBRE O ESTÍMULO CEREBRAL EM SALA DE AULA

Para que os professores possam realizar seus projetos em sala de aula de forma mais efetiva, torna-se necessário a compreensão de todo o sistema cerebral humano, sobretudo os que se relacionam ao funcionamento do processo de estímulo e motivação cerebral. Isso trata-se de uma base estruturada para desenvolver novas estratégias de ensino na escola, a fim de priorizar todo o mecanismo e dinamismo da didática empregada. (CARDOSO, 1997)

Nesse sentido, é fundamental que haja uma formalização conceitual a ser estudada nas licenciaturas, a fim de priorizar um estudo da neurociência, psicologia da Educação, e psicopedagogia com o objetivo de aprimorar as capacidades de cada profissional educacional em sala de aula no desenvolvimento de ensino-aprendizagem do aluno.

Trabalhar os estímulos essencial na medida em que o aluno entra em contato com diferentes conteúdos, que ampliam a sua capacidade de memorização e reflexão daquilo que ele recebe em sala de aula. Trabalhando o processo motivacional é fundamental para que haja uma discussão em sala de aula e que ele possa ser um sujeito crítico das informações que ele recebe do educador. (ESLINGER, 2000)

Assim, é permitido ao leitor deste artigo científico compreender todo o funcionamento cerebral em sua síntese, e a partir da abordagem sistemática realizada até agora, o educador poder-se-á utilizar-se de todos os meios e métodos precisos para a metodologia didática em sala de aula.

Trata-se da compreensão de como se dar o funcionamento do estímulo no cérebro humano durante a sua aprendizagem. Isso caracteriza-se uma formalização de conceitos a serem trabalhados durante diversos estudos realizados nessa área a fim de priorizar a capacidade de reflexão dos alunos diante da aquisição de novos saberes. A motivação também está integrada a este panorama estratégico em sala de aula. (AMARAL, 2002)

Neste sentido, fundamenta-se uma abordagem do professor diante de sua aptidão e habilidade de compreender todo o sistema cerebral humano a fim de utilizar essas informações para o aprimoramento de suas ideias em sala de aula. O conteúdo elaborado até então neste tópico de pesquisa prioriza uma condição específica que o professor precisa ter para realizar as suas aulas de forma mais efetiva.

A sala de aula é um ambiente em que o professor precisa estar integrado com o educando. Tudo isso trata-se de uma ação transformadora sobre a diversidade que ele precisa trabalhar diante de novos conteúdos apresentadas no dia a dia. Com uma série de novas informações adquiridas por diversos meios de comunicação e pela internet, torna-se fundamental o conhecimento do professor do sistema cerebral humano do que se refere ao processamento de motivação e estímulo do indivíduo. (ALVAREZ; LEMOS, 2006)

Seguindo essa contextualização, é possível compreender toda a sistematização complexa do cérebro humano a fim de utilizá-lo como recurso em sala de aula, pois o professor que tem conhecimento de neurociência e psicologia da Educação, pode planejar as suas aulas de forma metodologicamente estruturada a fim de atingir um ponto principal do conhecimento humano.

Assim, com esse objetivo principal de trazer o conhecimento no estímulo e motivação humana para o professor, torna-se essencial para que ele possa conduzir as suas aulas de forma dinâmica, e intuitiva no sentido de trazer melhorias técnicas em suas aulas, uma vez que ele tem conhecimento específico de todo o funcionamento sistemático do cérebro humano no que se refere ao processo de ensino-aprendizagem do aluno. (ROSE, 2006)

Essa Concepção traz um auxílio muito importante para que o professor possa mobilizar todos os recursos necessários para suas aulas. Essa característica é fundamental para o desenvolvimento articulado de ideias apresentadas e atividades a serem passadas para que o aluno possa aprender de moto mais dinâmico possível. Trata-se de um autoconhecimento que ele precisa ter no aprimoramento de suas ideias.

Dessa forma, O professor precisa compreender a conceituação de estímulo, e sobretudo como funciona o processo motivacional do aluno para que ele possa entrar em conteúdos e a forma como ensiná-los em sala de aula. Isso é uma característica relevante que ele precisa ter para o desenvolvimento de projetos a serem conduzidas pela pedagogia escolar. É uma construção lógica de posicionamentos a serem tomados durante o percurso e caminho a ser conduzido pelo educador junto aos seus alunos. (BARTOSZECK, 2007)

Diante da contextualização acima, a percepção que você tem diante do conhecimento do estímulo e motivação cerebral é importante para a localização exata dos métodos a serem empregados em sala de aula para o aprimoramento de ideias e debates a serem realizados junto aos conteúdos idealizadas pelo professor, a fim de priorizar a forma como cada indivíduo aprendi.

2.5 O FUNCIONAMENTO DA MEMÓRIA

A memória tem sido um grande mistério para ciência até os dias atuais. Compreender a sua dinâmica e o funcionamento é um enorme desafio para os especialistas que adentram sobre o seu mecanismo de ação. Estudos revelam que ela é bastante complexa, o que precisa ser compreendida de forma sistemática no desenvolvimento de articulação de ideias a serem aprimoradas durante a sua investigação. (PIEMONTE, 1998).

Neste sentido, torna-se necessário uma composição sólida de estruturas a serem definidas através de sua funcionalidade e capacidade de obter informações ao longo das vivências de cada indivíduo. Isso caracteriza-se uma condição positiva que cada ser precisa ter para formar um sujeito e a consciência de si. Essa perspectiva trabalhada numa contextualização proeminente de sua funcionalidade.

A expectativa que você tem de sua relação com o indivíduo é semelhante é um sistema de computador, onde possui diversos arquivos e pastas que podem ser acessados constantemente para que possa recordar e ter acesso as lembranças. Isso é um ponto positivo no processamento dessas informações, mas estudos revelam que a memória pode ser alterada e ter uma sensação de experiências não vivenciadas pelo indivíduo. (BEAR et al, 2002)

Compreender a memória se faz necessário uma vez que é preciso criar uma metodologia didática aprimorada para o emprego de novas metodologias didáticas em sala de aula pelo professor a fim de trabalhar diversas questões complexas de conteúdo ou até mesmo lidar com as dificuldades de aprendizagem existentes pelo aluno. Esse é uma característica de associação pragmática e precisa ser trabalhada de forma consistente pelo educador.

É preciso estabelecer um estudo mais relevante a respeito de como pode ser compreendida a memória, sobretudo em suas ações conceituais delineado através de uma investigação científica mais elucidativa do que dizem os teóricos que abordam essa temática com bastante a profundidade. Isso é uma proeminência cada vez mais efetiva no sentido de aprimorar os trabalhos a serem realizados pela comunidade acadêmica. (HELENE; XAVIER, 2007a)

A composição estrutural da memória pode ser articulada em diferentes processos sistemáticos que desenvolvem habilidade de recordar de fatos acontecidos anteriormente, sendo ela recente ocorrido muito tempo antes. Essa característica faz parte de uma contextualização emblemática em que funciona a engrenagem do cérebro humano, e a parte dele que é responsável por todo este funcionamento é o hipocampo.

Existem diferentes circunstâncias que podem interferir na funcionalidade da memória no cérebro. Estudos revelam que isto é possível, como também existem pessoas que possuem uma habilidade extraordinária de recordar de fatos detalhadamente de sua vida durante anos. Isso trata-se de um caminho a ser percorrido para poder descobrir como acessá-las quando necessário. (BEAR et al, 2002)

Assim, torna-se fundamental compreender toda sua sistematização para que o professor possa aplicar atividades em sala de aula, que trabalhe a competência de memorização e facilite na compreensão dos conteúdos no dia a dia dentro da escola. Seguindo essa perspectiva é fundamental que haja uma articulação de ideias entre os profissionais da didática e da psicologia da educação para que transforme os conteúdos de forma sistemática a fim de adaptar a realidade de cada aluno e sua personalidade.

A neurociência tem adentrado em questões mais profundas sobre os estudos realizados até agora sobre o sistema de funcionamento da memória. Compreendê-la se faz necessário na medida em que você estuda de forma específica como ela ocorre em conjunto com o processamento de estímulos no cérebro humano. Isso faz parte de um posicionamento a ser tomado nas diferentes publicações realizadas durante décadas pelos teóricos especialistas e sua temática de abordagem. (HELENE; XAVIER, 2007b).

Precisa-se estabelecer dessa forma uma composição na qualidade de recursos a serem empregados nos estudos realizados até então a respeito do funcionamento da memória. Isso é primordial para que possa ser compreendida todas as estratégias efetivas de pesquisas constituídas pelos principais estudiosos no assunto, em virtude de trazer mais dados específicos para a sua compreensão.

Neste sentido, aprimora-se uma consolidação de conceitos a serem trabalhados sobre o funcionamento da memória no cérebro e como ela ocorre de modo sistemático e complexo para sua compreensão mais específica e condicionamento de ideias a serem tratadas através de diferentes teóricos que abordam esse assunto com bastante especificidade na literatura acadêmica. (HELENE; XAVIER, 2007a)

2.6 COMPREENDENDO O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

O processo de ensino-aprendizagem pode ser compreendido numa engrenagem de competências que são adquiridas pelo educando durante toda a sua vida. Na escola isso acontece de forma efetiva e pragmática em virtude de realizar uma formalização de conceitos a respeito de seu funcionamento de forma ampla e ambivalente. Assim o seu objetivo é atuar de forma consistente no desenvolvimento de aptidões cognitivas durante todo o seu percurso. (STRIEDER, 2002)

Compreender a sua formalização conceitual é de grande importância para que os educadores possam empregar metodologias didáticas que sejam capazes de trabalhar de forma complexa todo o processo de ensino-aprendizagem do aluno. Isso trata-se de uma contextualização que precisa ser interpretada em diferentes dados adquiridos pela literatura acadêmica durante décadas.

O foco principal desta pesquisar é entrar nas questões relacionadas a compreensão do processo de ensino-aprendizagem do indivíduo. No entanto, como ponto de discussão deste artigo científico é realizar um estudo sobre o símbolo e sua funcionalidade no cérebro, este debate torna-se fundamental para que possa ser estruturado um paradigma que faz a conexão sistemática de abordagem central dessa pesquisa. (QUEIROZ; MOITA, 2007)

Nesse sentido, o processo de ensino-aprendizagem possui uma sistematização ambivalente e dinâmica quando o aluno entra em contato com conteúdo que estimulem a sua atenção. Essa percepção é embasada por diferentes teóricos que tratam de sua discussão com bastante ênfase e detalhamento de afirmações teóricas articuladas por diversos autores utilizados na fundamentação deste artigo científico.

A perspectiva que se tem sobre o processo de ensino-aprendizagem é que ele funciona como um conjunto de ações articuladas e estruturadas através de um sistema implícito desenvolvido no processo de cognição humana. Um estudante quando entra em contato com novas informações, em seguida é acionado o sistema de formalização de estímulo em seu cérebro, e por conseguinte também é acionado o sistema de recompensa, o que é responsável pela vontade de aprender cada vez mais. (FREIRE, 2011)

Dessa forma, o aluno torna-se capaz de realizar atividades cada vez mais complexas, uma vez que surgiu estímulo e motivação para aprender novos conteúdos e experiências vivenciadas em sala de aula. É através disso que se realiza a formação de um sujeito crítico para que ele possa aprender a todas as informações novas adquiridas no decorrer de sua vida, e principalmente em sala de aula.

Assim, as diferentes perspectivas trabalhadas na atenção para a compreensão do processo de ensino-aprendizagem é um gatilho para que possam realizar pesquisas relacionadas ao funcionamento do cérebro humano quando ele entra em contato com novas experiências e informações. Esse é o caminho necessário para que haja novos estudos relacionados à dinâmica e o funcionamento do estímulo através deste meio. (MORIN, 2013)

É fundamental que haja uma realização de estratégias efetivas nas metodologias a serem utilizadas em sala de aula pelo professor a fim de priorizar o processo de ensino-aprendizagem de cada aluno, e com isso torna-se necessário uma constituição efetiva de estudos e cronogramas a serem construídos para melhorias e qualidade das aulas aplicadas pelos professores em seu dia a dia.

É fundamental que haja uma construção de um horizonte mais rico de relações entre professor e aluno para o aprimoramento de ideias a serem inseridas durante os trabalhos realizados em sala de aula para desenvolver o processo de ensino-aprendizagem do educando. Isso é fundamental para consolidação de conceitos a serem utilizados de modo implícito no funcionamento da memória, estímulo e priorização daquilo que é necessário para a construção de um sujeito crítico. (FREIRE, 2011)

Dessa forma, estudos revelam que cada vez mais é necessário o investimento na formação dos novos docentes para que ele possa desenvolver a sua habilidade de trabalhar o processo de ensino-aprendizagem do aluno. Isso é uma característica essencial para que haja uma construção lógica de conceitos a serem trabalhados através dessa expressão tanto citadas pelos teóricos ao longo da literatura acadêmica.

Mediante a toda essa contextualização, a conceituação de todos os esquisitos tratados até agora sobre a compreensão do processo de ensino-aprendizagem tornou-se cada vez mais notório nas análises preliminares dos estudos realizados pelos principais teóricos citados neste artigo científico, trazendo uma posição mais firme das ações necessárias para o desenvolvimento de estratégias efetivas das aulas aplicadas pelos professores em sala de aula. (CARVALHO, 2015)

Neste sentido, toda a sua dinâmica e funcionamento está inserida em uma ambivalência presumida através de diferentes perspectivas em que englobam os conceitos tratados até aqui sobre o processo de ensino-aprendizagem de forma ampla e complexa no sentido de trazer melhores esclarecimentos para o leitor dessa pesquisa, possibilitando o entendimento mais aprofundado das correntes teóricas aqui tratadas.

2.7 O SISTEMA COGNITIVO

O sistema cognitivo pode ser definido como uma série de competências adquiridas pelo indivíduo ao longo de sua vida. Através dele o sujeito é capaz de pensar, ter consciência de si e formalizar hipóteses e planejamentos de suas ações. Compreende-se nesta etapa um condicionamento efetivo e estratégico das aptidões trabalhadas até então no raciocínio humano. (CALDAS, 2002)

É através dele que o sujeito tem a capacidade de raciocinar em diferentes fases e etapas de sua reflexão através do mundo, possibilitando realizar atividades intelectuais que capacitam o indivíduo para a construção de paradigmas a serem trabalhados durante as suas competências adquiridas ao longo da vida e também pelo processamento da educação formal que ele recebe.

Nesse sentido, compreender a conceituação do sistema cognitivo é bastante complexo, na medida em que cada sujeito constrói a sua própria identidade e o modo como ele adquire a capacidade de competências de realizar determinadas atividades em sala de aula ou na sua vida cotidiana. Essa contextualização básica trata-se dos posicionamentos tomados pelos principais teóricos de abordagens que tratam este tema com bastante profundidade em suas investigações científicas. (CRUZ; FONSECA, 2002)

É possível estabelecer uma conexão mais ampla entre o sujeito e as competências que ele adquire ao longo de sua vida, formando a partir de então o seu processo de funcionamento cognitivo, trazendo à tona toda uma gama de relações que possibilitam a sua aquisição do saber durante toda a sua vida. Essa percepção é notória na medida em que vai se desenvolvendo todas as habilidades necessárias para compreender o mundo ao seu redor.

Existem características diferentes para que possam adentrar em questões relacionadas à problemática do sistema cognitivo de um indivíduo. Isso tornou-se prioridade para os pesquisadores que são especialistas principalmente na psicologia educacional. Pesquisas recentes apresentam diferentes formas de inteligências que formalizam a construção sistemática da cognição humana. A contextualização se desenvolve na medida em que estudos vão avançando nesta área. (CRUZ, 2004)

Estabelece-se em via de regra uma metodologia de investigação científica aprofundada no que se refere ao sistema operacional de cada indivíduo no funcionamento de suas habilidades e da capacidade de refletir sobre suas ações e todo mundo que o cerca. O ser humano é o único capaz de realizar um raciocínio e conscientização de sua própria existência. Isso torna-o característico e singular entre os demais seres vivos existentes na Terra. Isso pressupõe-se que articulação de ideias precisam ser estudadas cada vez mais pelos teóricos que afirmam e possibilitam o seu entendimento maior, a sua dinâmica e o funcionamento.

Dessa forma, a afirmação acima é composta por diversos paradigmas que são tratadas até então para compreender o sistema de funcionamento cognitivo humano. Essa é uma trajetória construída através de diferentes perspectivas trabalhadas pelos principais pontos de abordagem dos teóricos a respeito do assunto. Os cientistas tentam explicar de forma condizente como é no fio condutor do seu funcionamento durante toda a sua vida. (ALMEIDA; FREIRE, 2008)

Existem características específicas da funcionalidade e conceituação do sistema cognitivo humano. Na educação, os professores precisam compreender melhor a sua complexidade para alinhar as suas metodologias em sala de aula de forma efetiva e estratégica. Isso vale pelas melhorias na sua capacidade de articulação através dos conteúdos passados e do seu plano de aula. Essa percepção é trabalhada em diferentes circunstâncias que possibilitarão o desenvolvimento de estratégias no conhecimento do funcionamento do cérebro humano quando está aprendendo, por exemplo.

Nesse sentido, a fundamentação teórica deste artigo científico trata-se de realizar uma composição sólida de afirmações e estudos realizados pelos principais teóricos que realizam uma abordagem sistemática sobre a compreensão do sistema cognitivo humano, fazendo um link específico para o desenvolvimento de ações metodológicas pelos educadores em sala de aula através do seu entendimento, e construindo novos horizontes para o processo de ensino-aprendizagem do aluno. (LOPES, 2008).

Isso é uma característica a ser considerada através da perspectiva analisada pelos conceitos tratados até então aqui neste tópico de pesquisa. Assim, o sistema cognitivo pode ser definido através de diferentes estratégias humanas de habilidades conscientes e inconscientes de realizar ações e atividades que exigem uma complexidade maior e também uma reflexão sobre tudo aquilo em que o indivíduo está realizando. Isso trata-se de uma construção lógica de posicionamentos  que atentam para o seu mecanismo estratégico.

O sistema cognitivo humano está inserido em uma contextualização em que tenha a capacidade de realizar ações e atividades que sejam relacionadas às suas competências adquiridas ao longo da vida e também no ambiente escolar, favorecendo todo um posicionamento estratégico a ser tomado por suas ações centrais de um desenvolvimento mais específico de sua funcionalidade e a aquisição de saberes em sala de aula. (CAPELLINI; LANZA, 2010).

Neste sentido, a complexidade de sua conceituação pode ser relacionada a diversos paradigmas tratados durante todo o processo de desenvolvimento através dos dados obtidos pela literatura acadêmica até agora. Essa característica faz parte de todo o critério estabelecido dos conteúdos tratados neste artigo científico de forma ambivalente e articulada nos posicionamentos tomados pelos autores citados neste trabalho de investigação científica. Trata-se de um panorama estratégico para definir o mecanismo efetivo de seu funcionamento.

CONCLUSÃO

Através da pesquisa realizada, buscou-se atingir os objetivos propostos para a publicação desse artigo científico. Tratou-se de uma abordagem sistemática a respeito do funcionamento do estímulo cerebral no processo de ensino-aprendizagem do indivíduo, passando para uma conceituação elucidativa a respeito da motivação

Mediante a todo isso, pode-se concluir que o mecanismo de ação do estímulo cerebral no processo de ensino-aprendizagem é fundamental ser compreendido na medida em que o professor precisa estar atento quanto ao processo metodológico utilizado na didática em sala de aula. Isso caracteriza-se como um fio condutor no desenvolvimento da articulação de ideias a serem aplicadas pelo educador junto aos seus alunos.

O estímulo em sua compreensão básica pode ser definido como critérios estabelecidos no cérebro para adquirir novas informações e realizar a sua aprendizagem de forma sistemática, detalhando toda sua funcionalidade em um princípio base de ações complexas das habilidades humana.

Por meio desta pesquisa, é possível afirmar que o professor precisa estar preparado para compreensão do funcionamento cerebral humano para realizar projetos e metodologias corretas no processo de ensino-aprendizagem do aluno. Isso é uma referência fundamentada nas estruturas lógicas das ideias apresentadas no conteúdo deste artigo científico, em prol de um ensino mais aprimorado no que se refere ao conhecimento do estímulo no cérebro humano.

Neste sentido, a estrutura base desse artigo científico é a construção de conceitos trabalhados até então a respeito da funcionalidade cerebral como ele pode ser importante para que o professor possa adentrar em questões relacionadas ao método de ensino empregado corretamente em sala de aula.

Espera-se que essa pesquisa possa ser de grande importância para comunidade acadêmica, e que futuros estudos sejam realizados com base nas bibliografias utilizadas e no conteúdo elaborado deste artigo científico, motivando novas abordagens a respeito dessa temática discutida.

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[1] Pós-graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (Latus Sensus) pela Faculdades Integradas Símonsen; Graduado em História pela Faculdades Integradas Símonsen; Graduando em Física pela Unigranrio; Graduando em Big Data Intelligence (tecnólogo) pela Uniasselvi.

Enviado: Março, 2020.

Aprovado: Agosto, 2020.

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