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Metodologias ativas e suas potencialidades atreladas à educação híbrida em ensinos pós-pandêmicos

DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/educacao-hibrida
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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

BATISTA, Carlos [1]

BATISTA, Carlos. Metodologias ativas e suas potencialidades atreladas à educação híbrida em ensinos pós-pandêmicos. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 02, Vol. 05, pp.  48-61. Fevereiro de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/educacao-hibrida, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/educacao-hibrida

RESUMO

O estudo a seguir exemplifica brevemente os tipos de Metodologias Ativas, seus conceitos e aplicações na área educacional, com o objetivo principal de denotar a importância de sua prática, especialmente em tempos contemporâneos, onde se faz presente a figura do aluno como protagonista e não mais do professor, independente da instituição o qual o discente está vinculado. Associado a prática destas metodologias nós traçamos um contexto em paralelo do Ensino Híbrido, adotando assim um formato entre meios e fins, isto é, os meios sãos as próprias Metodologias Ativas e a transformação acadêmica que acarreta, já os fins é o Ensino Híbrido, como um advento da aplicação das Metodologias em contextos educacionais presentes em uma sociedade cada vez mais digital, sendo assim conectada e convergente. Além de relatar toda está importância e “amarrar” todos estes pontos, o artigo tipifica os exemplos de Metodologias e Ensinos e mensura as vantagens na adoção destes meios tanto para as instituições e os docentes vinculados a elas como também para aplicação com os discentes atrelados a este ambiente.

Palavras-chaves: ensino híbrido, metodologias ativas, multiletramento digital, docente, educação.

1. INTRODUÇÃO

Entender os conceitos atrelados à criação e uso das Metodologias Ativas no mundo contemporâneo (BACICH; MORAN, 2018) se faz necessário para uma melhor prática da docência, tanto no que se refere ao ensino básico como superior.

Mas ainda, se torna imprescindível para assimilar o contexto superveniente das circunstâncias educacionais que vivenciamos, não só a título de competências em âmbito nacional como também mundial.

O ensino tradicional passa por uma clara transformação (MASSETO, 2001), em vista da sociedade que vivemos.

Se antes era obrigatório o aluno presencial em sala de aula, receptivo aos ensinamentos ministrados, hoje temos salas de aulas virtuais (SANTANA, 2020), alunos que interagem a todo instante com o seu meio, dialogam entre si e são autônomos em seus aprendizados.

A era digital dissemina conhecimentos instantâneos e se faz presente em nossa sociedade, a educação deve acompanhar este avanço e as Metodologias Ativas (BACICH; MORAN, 2018), vêm de encontro com essa expectativa.

Curiosamente o período pandêmico atrelado às restrições impostas pelo vírus COVID-19[2] à nossa sociedade, obrigou a grande maioria das áreas e profissionais novas reflexões e aplicabilidades sobre os seus métodos (SASSAKI, 2020).

E isto não foi diferente na esfera educacional, sem exageros, podemos delinear que os processos envolvendo novas práticas para continuidade dos estudos em períodos pandêmicos (SASSAKI, 2020) funcionaram como um verdadeiro divisor de águas.

Desta forma, o artigo visa demonstrar os conceitos principais, as teorias já exemplificadas (BACICH; MORAN, 2018), as práticas estudadas e adotadas na contemporaneidade (NEVES; MERCANTIL; LIMA, 2018) e o processo praticamente inevitável da adoção do hibridismo em metodologias de ensino.

Independente do seu formato ou meio (ESCOLAS EXPONENCIAIS, 2020), sempre visando melhores resultados em consonância com nossa sociedade cada vez mais tecnológica (digital).

2. METODOLOGIAS ATIVAS

Uma melhor compreensão se torna necessária, com o intuito de entender e esmiuçar o que são as Metodologias Ativas, os seus tipos principais e como podemos praticá-las.

Consequentemente, se faz necessário a análise do que se trata o Multiletramento Digital atrelado especificamente às Metodologias Ativas.

Pois de posse de todas essas informações, de todos esses conceitos, docentes e coordenadores do ensino podem adaptá-los ao seu trabalho e às suas rotinas pedagógicas, galgando resultados claramente mais eficientes.

2.1 PRINCIPAIS DEFINIÇÕES

Metodologias Ativas são práticas pedagógicas em que o aluno (discente) se torna o principal protagonista durante o seu aprendizado ou como muito bem conceitua Valente:

As metodologias ativas constituem alternativas pedagógicas que colocam o foco do processo de ensino e de aprendizagem no aprendiz, envolvendo-o na aprendizagem por descoberta, investigação ou resolução de problemas (VALENTE, 2018, p. 27).

Ele ainda explica:

Essas metodologias contrastam com abordagem pedagógica do ensino tradicional centrado no professor, que é quem transmite a informação aos alunos. […] os processos de ensino e aprendizagem estão cada vez mais tendendo para o uso de metodologias ativas, em vista da quantidade de informação hoje disponível nos meios digitais […] (VALENTE, 2018, p. 27-28).

Isto significa que temos uma nova, e formidável, ferramenta pedagógica para o ensino, acompanhando às premissas e necessidades de uma sociedade cada vez mais digital e conectada.

Porém até que ponto essa metodologia pode ser usada? Como ela pode ser praticada em sala de aula, em caráter virtual ou não, com os alunos, com os professores? E principalmente, no planejamento didático-pedagógico de uma instituição, mesmo em aulas essencialmente remotas?

2.2 UTILIZAÇÃO NO DIA A DIA NO ENSINO

Antes de detalharmos sua prática no dia a dia em ambientes educacionais, vamos destacar os principais tipos de metodologias que podem ser utilizados:

  • Aprendizagem focada na resolução de problemas, também conhecida como Project Based Learning, ou PBL (GAROFALO, 2018). Este tipo de aprendizagem incentiva os alunos a investigar soluções com base em desafios apresentados. O docente neste caso atuará com mediador e estimulador de reflexões;
  • Aprendizagem focada em projetos (GAROFALO, 2018). Diferente da primeira aprendizagem listada (Aprendizagem focada na resolução de problema), está incentiva uma prática irrestrita por parte dos alunos em buscar soluções. Seja através de pesquisas bibliográficas ou em campo;
  • Aprendizagem focada em times (GAROFALO, 2018) ou comumente conhecida por TBL (Team Based Learning). Neste tipo de aprendizagem se incentiva a formação de times internos de aprendizagem para troca de forma colaborativa de informações com suas devidas reflexões, grupo por grupo;
  • Aprendizagem baseada no conceito da Sala de Aula Invertida, ou Flipped Classroom[3]. Se trata de uma abordagem muito comum utilizada nos dias atuais, nela o estudo dos conteúdos por parte do aluno se dá fora do ambiente de sala de aula (VALENTE, 2018). Por consequência, o discente deve estudar os materiais antecipadamente e apresentar suas reflexões em uma aula expositiva mediada pelo professor.
  • Processo de Gamificação, cada vez mais aceito em processos pedagógicos de ensino, especialmente no ensino EAD, trata como bem enumera Carvalho, Borges e Ameno (2018, p. 98): “[…] a utilização de elementos de jogos virtuais fora do contexto dos games com a finalidade de motivar indivíduos e promover aprendizagens”. Os aspectos lúdicos, sensoriais e de permanente desafio de seus participantes são encorajados com plataformas cada vez mais customizadas.

Expostos os principais tipos, o seu uso no dia a dia deve ser definido pela coordenadoria pedagógica em conjunto com os docentes e os respectivos enfoques e objetivos de cada disciplina ou como Pimentel e Teixeira, alerta:

Considerando que as aulas expositivas ainda parecem ser amplamente utilizadas por professores do ensino […], é interessante repensar esse método e levantar possibilidades de aproximá-lo de uma concepção ativa de aprendizagem. Um primeiro passo nessa direção refere-se ao planejamento da aula expositiva. (PIMENTEL; TEIXEIRA, 2018, p. 147, negrito nosso).

2.3 MULTILETRAMENTOS DIGITAIS VERSUS METODOLOGIAS ATIVAS

Vivenciamos uma cultura de convergência, cada vez mais participativa e colaborativa.

Isso se traduz em gêneros discursivos textuais e orais que permitiram a criação e expansão dos Multiletramentos Digitais, Bauler detalha esse contexto em seu artigo:

[…] é importante ressaltar que em uma sociedade altamente semiotizada, há muitas e variadas formas de construção de significado, ligando a concepção de texto não só ao escrito, mas também ao visual, auditivo, perceptivo, comportamental, etc. (Barton e Hamilton, 1998). Sendo o significado multimodal, ou seja, composto de variadas realizações, incluindo imagens e sons, os letramentos não podem ser confinados ao “mero letramento” (Barton e Hamilton, 1998), centrado apenas nos aspectos verbais e veiculado apenas em uma língua padrão. Daí a relevância que ganham outros letramentos, como os computacionais, especialmente valorizados pela era digital e virtual. (BAULER, 2011, p. 5, negrito nosso)

Havendo cenários propícios, sempre haverá inovação e o aprendizado deve acompanhar este fato. As Metodologias Ativas veem comprovar e atestar este ponto.

É inegável portanto não imaginar um cenário mais adequado do que o vivido atualmente, sentido por todos os participantes do mundo educacional, como bem salienta Souza em uma reportagem que detalha bem está condição:

Considerada tendência na área da educação para o futuro, a mistura entre o ensino presencial e o online, que prevê um mix entre a sala de aula convencional e conteúdos produzidos com apoio de ferramentas de tecnologia, vai invadir mais fortemente a vida do estudante no mundo pós-pandemia. (SOUZA, 2020, AGÊNCIA BRASIL, negrito nosso)

Imagem 01: Metodologias Ativas e suas múltiplas aplicações

Fonte: pixabay, 2021.

2.3 UMA VISÃO CONTEMPORÂNEA DA DOCÊNCIA NO ENSINO

É através de todos esses conceitos que a docência precisa trabalhar e se ambientar (SPERANDIO, 2018), não é mais possível conviver em um ambiente estático de produção de informações. Rojo e Barbosa justificam este ponto:

[…] não basta viver, é preciso contar o que se vive (reordenamento das fronteiras entre o público e o privado), ou, mais do que isso, é preciso mostrá-lo (em selfies, em fotos, em vídeos). Somos impelidos a buscar a novidade o tempo todo, a não prescindir dela. (ROJO, BARBOSA, 2018, p. 121, negrito nosso).

O docente é o principal elo entre o verdadeiro protagonista: o aluno, e o seu ambiente de atuação: o acadêmico. Neste meio as ferramentas interativas de ensino se tornam imprescindíveis para a total compreensão dos ensinamentos ministrados.

A pandemia somente acelerou este processo, expondo de forma clara este elo e o trabalho, muitas vezes árduo, do conjunto entre instituições e docentes (SOUZA, 2020).

Isto nos leva a reflexões bem mais profundas do presente, do futuro e dentre estás a principal, sem dúvida é: a hibridização no ensino.

3 HIBRIDIZAÇÃO NO ENSINO: HISTÓRICO E APLICABILIDADE ATUAL

O Ensino Híbrido ou também denominado Blended Learning[4] toma “corpo” e desenvoltura através da presença e disseminação das TDIC[5] na área da educação

As TDICs serviram como alicerce, como ferramentas base (e preparatórias) para conceitos insipientes que o Ensino Hibrido permitiu alcançar, principalmente a partir do século XXI, possibilitando que todo um universo educacional até então defasado e muitas vezes carente de recursos (VALENTE, 2014) estivesse, pela primeira vez, de forma plena em consonância com a sociedade que estava inserido.

A sintonia assim, com uma sociedade digital ávida, estava feita de forma ampla e crescente.

Podemos enumerar, a título de conhecimento, quatro principais modelos (VALENTE, 2014) de Ensino Híbrido (Blended Learning).

  • Modelo de ensino Flexível (VALENTE 2014), onde o conteúdo da aprendizagem é o principal enfoque, este conteúdo normalmente é administrado através de uma plataforma online e sua flexibilidade vem da maneira à qual é oferecido o suporte ao seu conteúdo, podendo ser de um professor presencial, de um adulto responsável, o grupo de administradores ou um profissional qualificado para isto.
  • Modelo de ensino Blended (VALENTE, 2014), o aluno tem a possibilidade de escolher uma ou mais do que uma disciplina para cursar de forma remota, dentro da grade curricular proposta que estuda, este modelo aliás foi autorizado em 2019 pelo governo federal[6] e vem ganhando espaço em instituições no Brasil, que passaram a oferecer este tipo de modalidade, de forma progressiva.
  • Modelo de ensino Enriquecido, comum em disciplinas onde é requerida o comparecimento em alguma atividade presencial por parte dos alunos (VALENTE, 2014) como aulas práticas e de laboratórios. Através dessas aulas, sempre de cunho presencial, o conhecimento é complementado e enriquecido.
  • Modelo de ensino na forma de Rodízio, nele o(s) aluno(s) adotam o sistema de rodízio alternando em diferentes tipos de modelos de ensino dentro de uma mesma disciplina, no campus (VALENTE, 2014), na sala de aula que estão pressentes ou mesmo no formato expositivo da aula pelo docente responsável.

Como podemos observar os tipos relatados complementam e unificam os exemplos de Metodologias Ativas já listados no item 2 do artigo, e isto é salutar, pois evidencia meios e fins, onde os meios são as Metodologias Ativas e os fins é o próprio Ensino Híbrido que as consome como prática, dando a vida necessária em ambientes presenciais ou virtuais.

3.1 APLICAÇÕES PÓS-PANDÊMICAS

Curiosamente o campo para aplicação do Ensino Hibrido nunca se tornou tão promissor como nós tempos atuais, é contraditório em muitos aspectos (SOUZA, 2020), pois vivenciamos uma época em que se faz necessário a adoção de medidas drásticas nas instituições de ensino, assim como para os docentes e, muitas vezes, adaptações extremas aos alunos.

Porém este campo promissor encontrará inúmeros obstáculos a serem vencidos, o principal é a construção de um sistema que se adapte ao aluno e a instituição e gere resultados pedagógicos aos discentes de forma clara (ITEDUC, 2021).

Em um período pós-pandêmico está adaptação se tornará uma realidade presente ou até uma necessidade (SOUZA, 2020), uma vez que todo o engajamento hoje desenvolvido, forçosamente ou não, será necessário na sua manutenção e aprimoramento, independente das questões socioeconômicas que os norteiam.

Esta mudança é sem exageros uma mudança de paradigma (ROCHA apud SOUZA, 2020), isto é, uma mudança no formato da metodologia do ensino, no uso de ferramentas, nos dispositivos que as abrangem, enfim em todo o contexto que as envolvem.

O instigante é que todas as faixas etárias estão envolvidas, crianças, jovens, adultos da Educação Básica ao nível de Educação Superior (ROCHA apud SOUZA, 2020), em suma todo o meio acadêmico a de se beneficiar da nova realidade hibrida.

O Ensino Hibrido (SASSAKI, 2020), no entanto, para garantir a excelência em sua qualidade de ensino e aplicabilidade correta de suas metodologias deve ser bem implementado, ou seja, se faz necessário analisar todas as variáveis ambientais envolvidas em seu ambiente (gestores escolares, docentes e discentes), definindo sempre objetivos comuns, metas a serem alçadas com o firme propósito de êxito em seus cumprimentos.

Para isto, uma análise adequada e o uso de ferramentas apropriadas com tecnologias que visam facilitar o aprendizado (KIPERMAN, 2020), se faz necessário.

Entende-se que isto não é somente somar, mas também enriquecer, contribuir e ter a anuência de todos os participantes através dos seus engajamentos.

Temos também um último ponto a ser considerado por Sassaki:

Um aspecto relevante é pensar que quando a tecnologia está a serviço do educador ela ganha um significado maior. Vemos muitos professores que não tinham o pleno domínio das novas tecnologias se saírem muito bem neste cenário de aulas remotas. Nesse sentido, a pandemia está impulsionando o surgimento de uma nova geração de aprendizes; pais, filhos e educadores se reinventam. (SASSAK;, ECOA, 2020, negrito nosso).

Em suma, a necessidade de se reinventar é um item praticamente obrigatório, uma constante.

Imagem 02: Ensino Híbrido em um ambiente Pós-Pandêmico

Fonte: pixabay, 2021.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

As conclusões principais observadas com base em todos esses conceitos explicitados é ressaltar a importância, o estudo, o entendimento e uso das Metodologias Ativas no ensino e sua inerente aplicabilidade em soluções híbridas na educação.

Esmiuçamos os benefícios tanto para os alunos, como para os docentes e as instituições em que eles lecionam ou podem lecionar (MASSETO, 2011).

Dentro os principais proveitos para os alunos e docentes destacamos, (PINTO, 2017):

  • Possibilidade de maior autonomia dos docentes e discentes;
  • Desenvolvimento de habilidades como confiança, persistência e curiosidade;
  • O aprendizado se torna um desafio constante e com isto a formação do futuro profissional, do futuro cidadão é cada vez mais valorizada e qualificada;
  • Os professores tornam seus alunos protagonistas dos seus próprios ensinamentos;

As vantagens para a instituição também podem ser tipificadas:

  • Melhoria da satisfação com a metodologia de ensino;
  • Percepção de uma instituição em vanguarda com o mercado, em vanguarda com a sociedade;
  • Reconhecimento do corpo docente e das práticas metodológicas inovadoras;

Além do principal:

  • Consequente aumento da retenção dos alunos na instituição e uma captação crescente de novos discentes amparados nestas novas abordagens.

Toda este universo enriquecido pedagogicamente permite que o Ensino Híbrido não seja somente uma tendência, mas sim uma forma, um meio, que além de alicerçar ganhos no ensino, traz à tona as últimas tendências digitais e permite sua aplicação (tendo menos ou mais êxito) em salas de aulas, mesmo que sejam virtuais.

De uma forma geral o Ensino Híbrido ainda confere a possibilidade de acompanhamento de aprendizado por parte dos professores, pais, responsáveis e instituições, (SASSAKI, 2020), mesmo tendo a sala virtual inserida em recintos familiares ou profissionais.

Se faz necessário, todavia, mensurar adequadamente este controle, aprimorando o seu ferramental constantemente.

Os ganhos citados demonstram que a prática das Metodologias Ativas, tendo como consequência inevitável o Ensino Híbrido (Blended learning) e os novos rumos de ensino, tanto na modalidade presencial, semipresencial ou online são desassociáveis, melhor dizendo, uma parte irá sempre complementar a outra, independente do âmbito e espaços envolvidos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BACICH, Lilian; MORAN, José. Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: Uma abordagem Teórico-Prática. 1. ed. Porto Alegre: Ed. Penso, 2017.

BAULER, Clara Vaz. Multiletramentos na Era Digital uma reflexão crítica para a educação. Revista Escrita, Rio de Janeiro, Brasil,  Ano 2011,  Número 13. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/2117/f579a5dda92627243178718e605814f46ef1.pdf. Acesso em: 07 mar. 2020.

BECK, Caio. Metodologias Ativas: conceito e aplicação. Conceitos, Técnicas. 2018. Andragogia Brasil. Disponível em: https://andragogiabrasil.com.br/metodologias-ativas/. Acesso em: 22 fev. 2020.

ESCOLAS EXPONENCIAIS. Gestão escolar, ensino híbrido e os novos desafios da educação pós-pandemia. Disponível em: https://escolasexponenciais.com.br/inovacao-e-gestao/gestao-escolar-ensino-hibrido-e-os-novos-desafios-da-educacao-pos-pandemia/. Acesso em: 02 jan. 2021.

GAROFALO, Débora. Como as metodologias ativas favorecem o aprendizado. 25 de Julho 2018. Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/11897/como-as-metodologias-ativas-favorecem-o-aprendizado. Acesso em: 23 fev. 2020.

IMPRENSA OFICIAL. Diário Oficial da União. Portaria nº 2.117, de 6 de dezembro de 2019. Gov.br. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-2.117-de-6-de-dezembro-de-2019-232670913. Acesso em: 02 jan. 2021.

KIPERMAN, Adriane. Nova Portaria acelera “hibridização” do ensino superior. Desafios da Educação. 10 de janeiro de 2020. Disponível em: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/nova-portaria-acelera-hibridizacao/. Acesso em: 28 dez. 2020.

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MASSETO, M. Docência na Universidade. 3. ed. Campinas: Papirus, 2001.

NEVES, Vander José das. Metodologias Ativas: Perspectivas Teóricas e Práticas no Ensino Superior. 1. Ed.. Campinas: Ed. Pontes, 2018.

PEXELS-PHOTO-4145190. Pexels. 3371 x 2250. 72 dpi. 664 Kb, RGB. formato jpg. Disponível em: https://www.pexels.com/pt-br/foto/teclado-apple-mouse-apple-garoto-menino-4145190/. Acesso em: 02 jan. 2021.

PINTO, Diego de Oliveira. Metodologias Ativas de Aprendizagem: o que são e como aplicá-las. Pedagogia. 07 fev. 2020. Blog Lyceum. Disponível em: https://blog.lyceum.com.br/metodologias-ativas-de-aprendizagem/. Acesso em: 08 mar. 2020.

ROJO, Roxane; BARBOSA, Jacqueline Peixoto; MARCIONILO, Marcos. Hipermodenidade, Multiletramentos e Gêneros Discursivos. 1. ed. São Paulo: Ed. Parábola, 2015.

SANTANA, Bianca. Educação e redes digitais: estamos aproveitando possibilidades? Uol ECOA. 24/11/2020 – 04H00. Disponível em:https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/bianca-santana/2020/11/24/educacao-e-redes-digitais-estamos-aproveitando-possibilidades.htm. Acesso em 02 jan. 2021.

SASSAKI, Claudio. A valorização do professor. Uol ECOA. Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/reportagens-especiais/o-mundo-pos-covid-19-10—educacao-por-claudio-sassaki/#page8. Acesso em 03 jan. 2021.

SIQUEIRA, Valéria Aparecida de Souza GENGHINI, Edna Barberato. Construção do Conhecimento e Teorias da Aprendizagem Aplicáveis ao Ensino Superior (livro-texto). São Paulo: Pós- Graduação Lato Sensu UNIP, 2019.

SOUZA, Ludmilla. Ensino híbrido é tendência para a vida escolar no mundo pós-pandemia. Agência Brasil. Publicado em 14/07/2020 – 07:22 Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-07/ensino-hibrido-e-tendencia-para-vida-escolar-no-mundo-pos-pandemia. Acesso em: 28 dez. 2020.

THOMAZI, Áurea Regina Guimarães; ASINELLI, Thania Mara Teixeira. Prática docente: considerações sobre o planejamento das atividades pedagógicas. Educar, Curitiba, n. 35, p. 181-195, 2009. Editora UFPR 181. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/er/n35/n35a14.pdf. Acesso em 20 fev. 2020.

VALENTE, José Armando. Blended learning e as mudanças no ensino superior: a proposta da sala de aula invertida. Educar em Revista, Educ. ver. No. Spe4 Curitiba, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-40602014000800079#B21. Acesso em: 30 dez. 2020.

APÊNDICE – REFERÊNCIAS DE NOTA DE RODAPÉ

[2] Sigla que significa Corona Virus Disease, cujos primeiros casos foram identificados na China em 2019.

[3] As premissas básicas para estruturação de uma Sala de Aula Invertida são esmiuçadas em artigos escritos por Valente (2018) e Sperandio (2018) além das diretrizes que o guia FLIPPED CLASSROOM FIELD GUIDE nos traz através dos seus documentos.

[4] Blended Learning é o termo original em inglês que remonta sua criação, através dos primórdios do ensino remoto, no final do século XIX;

[5] TDIC é sigla para Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação.

[6] Segundo Portaria nº 2.117, do Diário Oficial da União, datada de 06 de Dezembro de 2019, publicada em 11 de dezembro do mesmo ano.

[1] Pós-graduado em Metodologia do Ensino da Língua Inglesa (Faculdade São Luís); Pós-graduado em Redação e Oratória (Faculdade São Luís); Pós-graduado em Literatura Brasileira (Faculdade São Luís); Pós-graduado em MBA em Marketing e Vendas (FMU); Pós-graduado em Docência do Ensino Superior (FMU); Pós-graduado em Formação em Educação a Distância (UNIP); Bacharelado em Desenho Industrial (FAAP); Graduado em Letras-Inglês (UNIP); Graduando em Tecnologia da Informação (UNIP).

Enviado: Janeiro de 2021.

Aprovado: Fevereiro de 2021.

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