Formação contínua para didática de professores de educação infantil em rede privada na cidade de Manaus

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CONTEÚDO

SILVA, Erica Cristina [1], FERREIRA, Deusamir [2]

FERREIRA, Deusamir. SILVA, Erica Cristina. Formação contínua para didática de professores de educação infantil em rede privada na cidade de Manaus. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 09, Vol. 02, pp. 94-100, Setembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O presente artigo propõe-se discutir sobre a formação superior e formação contínua de educadores do nível da educação infantil, em rede privada da cidade de Manaus. Temos o objetivo de salientar a importância de estabelecer um pensamento contínuo sobre a importância da atualização profissional nesse ramo de trabalho, a educação. Visto que, nossa sociedade encontra-se em constante mudança, não é viável estabelecer-se como um profissional estático, sem perspectivas de mudança ou melhoria em sua prática educadora. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica baseada também na observação desse ambiente. Com dados e opiniões analisadas através de uma abordagem qualitativa. Esse estudo torna-se importante por suscitar um debate acerca da educação, seus princípios e linha de continuidade, o educador e suas vertentes.

Palavras chave: Atualização profissional, Prática educadora, constante mudança

INTRODUÇÃO

A educação infantil, classificada por educação básica deve ser considerada como um grande pilar para a sociedade, pois ditará importantes passos na vida de crianças pequenas. Para lidar com êxito nesse ramo educacional, requer profissionais (educadores) devidamente qualificados na área. Estes profissionais devem estar em constante formação, de modo a manter seu aperfeiçoamento e qualidade na hora da didática em sala.

Observamos que após a graduação, muitos profissionais da educação acabam estagnando em sua formação, que por si não se considera total, sendo que trabalha em maior parte a teoria no lugar da prática. Ao chegar na sala de aula como professores regentes, muitos profissionais se surpreendem ao lidar com situações do tipo: quantidade de alunos, inclusão de alunos quando a Escola ainda não está totalmente preparada para tal, falta de recursos, falta de acompanhamento pedagógico por parte do Coordenador, problemas familiares que envolvam o lado emocional das crianças, salário não compatível com a carga horária, dentre várias outras situações. Tais situações acabam intervindo na didática do professor em sala, pois toda teoria estudada na graduação não supre as dúvidas de como lidar com esses conflitos internos. Nesse momento, a atualização profissional, formação contínua faz-se necessária para tratar de forma lúdica a didática trabalhada em sala, para crianças pequenas.

2. FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Na atualidade, percebemos maiores preocupações quanto aos educadores responsáveis por ministrar aulas, sendo elas para o público infantil, adolescente ou adulto. Essa preocupação dar-se ora por lei ora por constatar o rendimento dos alunos em sala de aula e fora dela. Anteriormente preocupava-se somente com o que seria ensinado, hoje, o educador responsável por ministrar essas aulas acaba também ganhando seu foco.

O magistério (antiga qualificação de profissionais de educação para trabalhar em sala de aula), apresenta certas lacunas em seu curso, por pouco desenvolver especificamente o profissional de educação e por se tratar especificamente não de uma graduação superior, mas uma formação de nível médio, que na época habilitava somente ao ensino na Educação Infantil. Faz-se necessário então o ingresso na modalidade de Ensino Superior para maior base e direcionamento ao enfrentar as dificuldades de ensino. Grande parte dessa base será estudada de forma teórica, para quando ocorrer o confronto (teoria x prática), o educador possua meios de lidar com aquela determinada situação.

De acordo com o artigo de José Libâneo e Selma Garrido,

A proposta básica é a de que a formação dos profissionais da educação para atuação na educação básica far-se-á, predominantemente, nas atuais faculdades de educação, que oferecerão curso de pedagogia, cursos de formação de professores para toda a educação básica, programa especial de formação pedagógica, programas de educação continuada e de pós-graduação. As faculdades de educação terão sob sua responsabilidade a formulação e a coordenação de políticas e planos de formação de professores, em articulação com as pró-reitorias ou vice-reitorias de graduação das universidades ou órgãos similares nas demais Instituições de Ensino Superior, com os institutos/faculdades/departamentos das áreas específicas e com as redes pública e privada de ensino. (LIBÂNEO E SELMA, 1999, p. 242)

A graduação garantirá a primeira etapa de ensino por onde o educador deverá passar, a fim de promover seu conhecimento teórico para empregar em sua prática cotidiana em sala de aula. Vale ressaltar que a formação docente não encerrará neste ponto, pois todo profissional que almeja um melhor rendimento e qualificação em suas funções, precisa de constante estudo, de formação contínua em sua área de conhecimento.

2.1 PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Percebe-se hoje, que muitos ainda veem a Educação Infantil como irrelevante ou passível de ser conduzida de qualquer forma, por se tratar de um público infantil. Muitas Escolas acabam não priorizando a formação do profissional e recebem em seu estabelecimento “qualquer” pessoa que se diga cuidadora ou de outras áreas de graduação, achando desnecessário o investimento nessa etapa da Educação Básica. O professor de hoje recebe cobranças que antigamente não se faziam necessárias, principalmente em educar à criança de todas as formas, assumindo infelizmente muitas vezes o papel da família nesse ponto. Por isso a necessidade de estudo e de revisão de teorias que venham lhes respaldar, ao lidar acima de tudo com o comportamento das crianças, suas fases de desenvolvimento, características peculiares de cada idade, e verificar se tais teorias realmente podem servir de hipótese para X caso que um de seus alunos esteja desenvolvendo. Sem contar a metodologia de ensino aplicada para a turma, que muitas vezes precisa ser reformulada caso não haja sucesso, e também não se pode fugir do que seja proposto pela Política da Escola (PPP – Projeto Político Pedagógico). De acordo com Wendell, (2008): “A concepção do Projeto Político Pedagógico de cada escola é única e singular, já que representa a identidade de cada estabelecimento de ensino”.

O perfil de educador para lidar com essa modalidade de ensino precisa estar consciente antes de tudo, que seu público alvo está em constante fase de descobertas e precisa ser respeitado quanto a isso, diferente de alunos do ensino fundamental que estabeleceram uma comunicação verbal ampla e conseguem compreender, em sua grande maioria, as informações repassadas pelo professor, o público de crianças pequenas requer maior paciência e habilidade para lidar, devido estar na fase de formação de caráter e personalidade. Este caráter não vem a ser apenas um ato isolado na vida da criança, mas sim um conjunto de ações habituais construídas dia sim e o outro também. São essas ações habituais que vão ditar as principais características de ação daquele indivíduo. Como dito anteriormente, esse conjunto de ações habituais acabou por se tornar mais um dos conteúdos de trabalho do educador.

Isso nos remete ao estudo dos pilares da Educação. Segundo Jaques Delors:

A prática pedagógica deve preocupar-se em desenvolver quatro aprendizagens fundamentais, que serão para cada indivíduo os pilares do conhecimento: aprender a conhecer indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que verdadeiramente liberta da ignorância; aprender a fazer mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar; aprender a conviver traz o desafio da convivência que apresenta o respeito a todos e o exercício de fraternidade como caminho do entendimento; e, finalmente, aprender a ser, que, talvez, seja o mais importante por explicitar o papel do cidadão e o objetivo de viver.(DELORS, 1999, p. 90)

Os pilares da Educação norteiam por completo a base da educação infantil, pode-se dizer que até muito mais que outras modalidades de ensino, por se tratar muito além de uma aprendizagem conteudista, por se tratar da formação intelectual desses serzinhos. Os pilares irão ditar eixos de formação e emolduração da personalidade das crianças pequenas, na etapa da educação infantil.

2.2 DIDÁTICA EM SALA DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL

O trabalho direto em sala de aula dos profissionais de educação do público infantil requer além de paciência, habilidade com as crianças pequenas e a ludicidade como forma de obter deste público a compreensão do objeto de estudo, de forma prazerosa. Crianças pequenas estão em constante aprendizagem e sem sombra de dúvida na fase onde os jogos e brincadeiras são essenciais para seu desenvolvimento. Seguindo esta lógica, faz sentido utilizar o meio lúdico para a aprendizagem das crianças. Por estarem em constante desenvolvimento, as crianças irão requerer de seus professores maior atenção, maior envolvimento pessoal e observação constante quanto ao seu comportamento. Um professor que não esteja capacitado e a par de todas as etapas de desenvolvimento infantil, poderá em algum momento deixar passar informações cruciais e futuras para esse indivíduo. Ou seja estará negligenciando um aluno, de certa forma.

Ressalta Maria Malta Campos em seu artigo:

Na área de educação infantil, o debate sobre a formação de professores, ou de educadores como alguns ainda preferem chamar, sempre partiu de uma ênfase muito grande sobre as características do desenvolvimento infantil na faixa de 0 a 6 anos. O conhecimento que existe sobre essa etapa do desenvolvimento humano – e mais recentemente, sobre como as crianças pequenas se desenvolvem em ambientes coletivos de acolhimento e educação – tem sido, na maioria dos países, um dos pressupostos básicos para a formulação de propostas pedagógicas para essa faixa etária e para o delineamento da formação prévia e em serviço dos profissionais que trabalham nas creches e nas pré-escolas. A consideração do duplo aspecto “educar e cuidar” na definição de programas e do perfil do educador decorre dessa importância conferida às necessidades de desenvolvimento da criança pequena (CAMPOS, 1994, p. 127).

Vale ressaltar que para aprimoramento de sua didática em sala, o professor deve no primeiro momento conhecer seus alunos, através da identificação de qual fase de desenvolvimento eles se encontram. Após esse reconhecimento, podemos criar e/ou adaptar um ambiente acolhedor e propício para engajamento de todos as crianças pequenas nas atividades solicitadas pelo educador. Para o reconhecimento do seu público (alunos), o professor precisa se aprofundar nos estudos e se respaldar nos conhecimentos já adquiridos, não se focando apenas neles, como também buscar maiores informações sobre de repente, alguma situação nova ou desconhecida por ele.

DIFICULDADES ENCONTRADAS NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DA REDE PRIVADA

Quando se compreende a necessidade da formação contínua do profissional de ensino das escolas de educação infantil a nível privado, pode-se apostar por seguir esse caminho. No entanto, ao pautar esse ponto não podemos deixar de citar algumas dificuldades surgidas no decorrer dessa formação contínua, com os profissionais da educação, dentre elas: tempo, recurso, interesse e esforço.

Referente a formação continuada de professores, a LDB 9394/96 retrata:

Art. 63, § III “- programas de educação continuada para os profissionais de educação dos diversos níveis. Art. 67 – Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público. § II – aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim; § V – período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho.

No entanto, a referida lei pauta com maior vigor o ensino público, independente da modalidade de ensino. E as instituições de ensino público acabam promovendo cursos de aperfeiçoamento e de atualização para estes servidores (professores). E quanto à essa lei vigorar em instituições de ensino privado? Eis o dilema.

As Escolas de Educação Infantil em nível privado, em sua maioria, não estabelecem políticas que beneficiem a formação contínua do profissional de Educação, no entanto irão cobrar destes, muito além disso. Daí adentramos nas dificuldades que estes profissionais da Educação irão passar para estabelecer um nível de conhecimento e de constante formação, dentre de sua realidade de tempo e espaço.

Os professores de crianças pequenas da rede privada, não diferente de outros, para sobreviver muitas vezes com a baixa renda, pois trabalham por hora aula, precisam de extensas cargas horárias em quase todos os turnos que lhe sobrarem de tempo, para estabelecer um padrão de vida razoável. Contudo, com o aumento do trabalho na Escola, ocorre naturalmente o aumento do trabalho levado para casa, pois sim, o profissional de Educação não possui tempo suficiente para planejar atividades, corrigir atividades e elaborar estratégias para sua turma, durante o tempo em que está na Escola. Dessa forma, seu tempo “livre” que deveria ser dedicado a família, lazer e estudos, se volta para um trabalho extra não remunerado. E com o salário que recebe, muitas vezes realmente sobrevive, não é exagero, pois estamos numa época em que a economia dita as regras gerais e sobrevivem os fortes. Alimentação, vestimenta, livros, transporte, tudo isso demanda demais financeiramente deste profissional, e pouco lhe sobra para investir em seus estudos, quando sobra não sabe em que horário vai estudar, já que necessita planejar, descansar e cumprir com todas suas obrigações de educador.

Quando em meio a tempestades o educador consegue tempo e dinheiro para dar continuidade em seus estudos, vem outro fator relevante dessa realidade, o interesse e o esforço a ser realizado por tal. Existem ainda, profissionais que ou se formaram há tempo e julgam seus saberes superiores e totais, a ponto de não necessitar de cursos de aperfeiçoamento e reciclagem ou por graduados atuais que por terem se formado recentemente, creem que sua postura agora é aplicar tudo que aprenderam recentemente, eximindo-se de continuar seus estudos, por acreditar terem conhecimentos suficientes para didática em sala. São dois grupos distintos, no entanto com a mesma visão fechada e longínqua de um crescimento profissional e melhoria de sua prática. Sabe-se que essa melhoria, não é só para o educador, como também ao educando, o ser mais inocente de todo este percurso.

Portanto, independente de tempo, espaço e oportunidades, o educador precisa ter em mente um foco para sua vida, e este foco pauta-se na continuidade de seus estudos, como forma de promoção de suas habilidades no meio em que está inserido.

2.3 ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL

A formação contínua inclui os cursos de curta e média duração que foquem em como lidar com crianças pequenas, cursos de reciclagem, pós-graduações que especializem o profissional em sua área de sua escolha. Vale pautar que em caso de pós graduação é interessante que o educador siga uma escolha de curso que propicie a ele uma melhoria em sua situação atual, que seria o trabalho em sala de aula com o público de crianças pequenas, Educação Infantil.

É imprescindível que toda Escola de Educação Infantil estabeleça sua política de formação contínua para professores, também como meio de incentivar os profissionais dessa etapa da Educação, ações que viabilizem a qualidade do ensino oferecido. Muitos educadores ficam estagnados apenas em sua formação acadêmica, e a educação está em constante mudança e desenvolvimento, precisamos acompanhar esta mudança para tornar o trabalho produtivo e engrandecer o momento de docência.

É válido ressaltar que a formação contínua é desejável para todo e qualquer profissional de educação, independente da modalide. A formação contínua irá promover ao educador um engrandecimento em seu conhecimento e uma melhoria em sua prática. É interessante que a instituição de ensino neste momento, seja facilitadora e incentivadora dessa formação, promovendo oportunidades e se necessário concedendo tempo de liberação deste profissional para realização do curso de sua escolha. Afinal, o educador estará se capacitando para melhor lidar com o cotidiano de uma sala de aula, o que só irá melhorar sua produtividade e resultados positivos com este público, sendo também benéfico para a Instituição que terá um profissional capacitado e atualizado em sua área.

Em seu artigo Hervaldira Barreto de Oliveira Góes enfatiza o papel do educador e suas competências, citando Demo:

“Para encarar as competências modernas, inovadoras e humanizadoras, [o educador] deve impreterivelmente saber reconstruir conhecimentos e colocá-lo a serviço da cidadania. Assim, professor será quem, sabendo reconstruir conhecimento com qualidade formal e política, orienta o aluno no mesmo caminho. A diferença entre professor e aluno, em termos didáticos, é apenas fase de desenvolvimento, já que ambos fazem estritamente a mesma coisa. (…) Neste sentido, o professor não será mais profissional de ensino, mas da educação, pois o primeiro tende a ser instrução, treinamento, domesticação, enquanto a segunda busca a ambiência emancipatória”. (DEMO, 1996, p. 273).

Sabemos de todas as dificuldades que perpetuam o sistema de educação, sendo ele público ou privado, sendo ele de qualquer modalidade (infantil, médio ou fundamental), mas o intuito é enxergar além dessas dificuldades, pequenas, médias e grandes oportunidades de transformação e melhorias.

CONCLUSÃO

Infelizmente a profissão de “educadores – professores” é ainda desvalorizada em todos os sentidos, claro que uma só pessoa não mudará essa realidade, mas cada um formador de opinião que estiver fazendo sua parte, será um aliado na qualidade de nossa educação. É preciso lutar não somente por salários melhores, não somente por seus direitos, mas também por uma prática digna de reconhecimento, seu dever como educador. E quando se fala em deveres, não se retrata ao planejamento, elaboração e correção de atividades, mas o dever eterno de um profissional verdadeiramente da educação, o dever de promover sua qualificação através da formação contínua.

Um profissional estagnado não possui perspectivas de mudanças, sendo assim age sem se preocupar com o resultado de suas ações. Um profissional engajado com sua prática, ansioso e disposto a obter bons resultados, busca pela formação permanente. Além desse trabalho em sala, a formação contínua lhe proporcionará também um melhor relacionamento e conhecimento acerca do trabalho em equipe, relacionamento com as famílias dentre outras vertentes de sua profissão.

REFERÊNCIAS

DELORS, Jacques (Coord.). Os quatro pilares da educação. In: Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortezo. p. 89-102.

PASCAL, Christine e BERTRAM, Anthony. “A educação de crianças pequenas e de seus professores em três países europeus”. In : ROSEMBERG, Fúlvia e CAMPOS, Maria M. (org.). Creches e pr é escolas no Hemisf é rio Norte . 2ª ed. São Paulo: Cortez/Fundação Carlos Chagas, 1998, pp. 279-298.

CAMPOS, Maria Malta. A formação de professores para crianças de 0 a 10 anos: modelos em debate. Educ. Soc. [online]. 1999, vol.20, n.68, pp.126-142.

FREITAS, Helena Costa Lopes de. A reforma do Ensino Superior no campo da formação dos profissionais da educação básica: as políticas educacionais e o movimento dos educadores. Educ. Soc. [online]. 1999, vol.20, n.68, pp.17-43.

GADOTTI, M. “Elementos para a crítica da questão da especificidade da educação”. Em Aberto no 22. Brasília, ano 3, jul./ago. 1984, pp. 21-30.

RIBEIRO, Marlene. “Formação unificada do profissional de ensino: Uma proposta da Faculdade de Educação da Universidade do Amazonas”. Em Aberto no 54. Brasília, ano 12, abr./jun. 1992.

LIBANEO, José Carlos e  PIMENTA, Selma Garrido. Formação de profissionais da educação: visão crítica e perspectiva de mudança. Educ. Soc. [online]. 1999, vol.20, n.68, pp.239-277.

CHAGAS, Valnir. Formação do magistério: Novo sistema. São Paulo: Atlas, 1976

BRZEZINSKI, Iria. Pedagogia, pedagogos e formação de professores. Campinas: Papirus, 1996.

[1] Pedagoga. Pós graduação em em docência do ensino superior

[2] Orientador

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