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Educação infantil: desenvolvimento e aprendizagem da criança no século XXI

DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/crianca-no-seculo-xxi
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CONTEÚDO

RABELO, Josival Carvalho [1], CAMPOS, Pablo Kristian Trindade [2], COUTO, Gabriel Donato Ramos [3]

RABELO, Josival Carvalho, CAMPOS, Pablo Kristian Trindade, COUTO, Gabriel Donato Ramos. Educação infantil: desenvolvimento e aprendizagem da criança no século XXI. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 13, pp. 102-110, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O presente artigo aborda a educação infantil sob a perspectiva do desenvolvimento e aprendizagem da criança no século XXI. O referido estudo apresenta como deve ser a realidade do ensino às crianças. Por essa razão, este estudo se propôs esclarecer, através de uma revisão de literatura, as dúvidas acerca dessa mencionada questão do desenvolvimento da criança e como acontece à aprendizagem desse público ainda de essa idade, inclusive, na escola, expondo a importância da Educação Básica de qualidade e seus possíveis entraves no processo de ensino-aprendizagem das crianças no contexto atual. Assim, o tema infância é rico em diversidade intelectual, no entanto, o ser humano deve conhecer suas particularidades enquanto seres em formação física, psíquica, social, emocional e intelectual. Portanto, nota-se que a criança precisa ser trabalhada para entrar na fase adulta lentamente, pois quando uma criança é bem trabalhada tanto na escola como na vida familiar no período de sua infância, em suas habilidades e aprendizado, ele se torna um adulto mais crítico, com uma mente mais aberta para entender e coexistir em um mundo em constante mudança e modernização.

Palavras-chave: Educação, Infância, Desenvolvimento, Aprendizagem, Formação.

INTRODUÇÃO

Numa sociedade da aprendizagem, neste início de século XXI requer dos sujeitos presentes habilidades diversas, inclusive nos ambientes escolares. Além disso, de saber como lidar com os variados instrumentos que fazem parte de seu novo contexto social. Por isso, para que a escola cumpra seu papel, é fundamental e necessário ter um grupo de profissionais aptos a esse tipo de serviço, bem como para ofertar e executar com qualidade o ensino para todos. Em especial, na educação infantil, nas séries iniciais e anos seguintes, com padrão satisfatório de aprendizagem e ensino significativos (LÉVY, 2009).

Além de preparação, a educação infantil deve ter qualidade e, sobretudo para cuidar das crianças em fase de desenvolvimento nesse tempo no espaço escolar. Aliás, é preciso que trabalhe como seres humanos para seres humanos: com amor, carinho e dedicação. Mas, o que se vê são professores perdidos em meio a tantos alunos que, superestimulados pelas mídias não conseguem encontrar significado nas aulas e cuidados “tradicionais. ” Enquanto que o educador muitas vezes insiste em não utilizar a tecnologia e outros recursos como instrumentos importantes à formação, educação. Esse é o novo desafio na era tecnológica: cuidar, brincar, educar e ser contemporâneo na utilização dos novos recursos advindos a cada instante (WEIGEL, 1988).

Ao observar uma realidade, a sala de aula apresenta defasagem entre nível de ensino e alunado misto. Na qual, a profissional da educação precisa conciliar turmas de Educação Infantil e do primeiro ano do ensino fundamental. O que interfere no processo educativo, essas condições. Talvez, essas sejam as principais inquietações no momento. Pois, da profissional nada consta especificamente para questionar. Ou seja, é mais uma questão de estrutura mesmo e envolvimento dos pais durante o processo. Estes, muitas vezes tão distantes da vida escolar dos filhos. Assim, é preciso compreender como as crianças aprendem e se relacionam no seu mundo, inclusive por meio das tecnologias (GUBAÙA, 1979).

Destarte, para proporcionar um entendimento sobre os principais conceitos de Educação Infantil e o uso adequado dos lugares, em campo social, escolar e tecnológico. Entretanto, para desenvolver nas crianças prazer pelo ir à escola, brincar e interagir com outras da mesma faixa etária. Principalmente, por analisar como a escola deve trabalha de modo coerente aos recursos disponíveis de ensino diversos (WEIGEL, 1988).

Sobretudo, como propor atividades que envolvam o uso de celulares nos grupos de alunos. Geralmente, eles dominam celulares melhor do que seus professores e aprendem rápido a usá-los (LÉVY, 2009).

Assim, este estudo se propôs analisar, através de uma revisão de literatura, a educação infantil sob a perspectiva do desenvolvimento e aprendizagem da criança no século XXI, expondo a importância da Educação Básica de qualidade e seus possíveis entraves no processo de ensino-aprendizagem das crianças no contexto atual.

DESENVOLVIMENTO

A fase da Educação Infantil é bastante rica em desenvolvimento e aprendizagem. Desse modo, as crianças deste século XXI conhecem muitos meios tecnológicos. Já nasceram nessa realidade. Por conseguinte, a creche e/ ou escola precisam entender isso. E discutir essas questões éticas e morais para o devido dos celulares e de outros equipamentos de mídia durante e após as aulas.

Ademais, estabelecer claramente no planejamento da sua atividade, e descrever em detalhes no seu plano de aula, os objetivos do uso do celular nas atividades propostas. Haverá sempre alguém para se indignar com o fato do celular ou a música estar sendo usado na sua aula, infelizmente. Contra isso, o próprio resultado responde às dúvidas; e, por último, estabelecer claramente as regras de uso dos celulares na escola, de maneira geral e, em particular durante as aulas de música também.

Diante da necessidade de observar a realidade de uma sala de aula com crianças dessa nova era: A dos recursos midiáticos. Assim, a leitura desse material pode ser de utilidade única para a formação dos professores daqui para a frente, que desejam trabalhar na Educação Infantil ou nos primeiros anos das séries iniciais do ensino fundamental. Por isso, é necessário preparo ou pelo menos ciência do compromisso e da sua responsabilidade social, política e educativa. E, para tanto explorar o máximo todos os recursos disponíveis com significado, cuidado e com prazer, além de saber dividir o labor da ação educativa, na prática pedagógica tão desafiante e mutante a cada momento do processo de desenvolvimento humano e tecnológico.

Como se verá, o século XXI está repleto de novidades midiáticas. Algo que até aqui é importante para ser discutido, sobretudo no início deste 3º milênio, conforme já mencionado. Porém, não são suficientes as discussões, também são necessárias ações mais práticas, efetivas e inclusivas de ensino. Inclusive na formação dos profissionais da Educação Infantil. E, acerca das novas tecnologias e das músicas que estão por circular nos diversos segmentos da sociedade e no mundo.

Enquanto isso, o papel do professor está quase desvalorizado pela sociedade e governantes em demasia. Assim, deve-se ser outro o caminho a percorrer, como o da escola de modo especial, atrativa e moderna. Desse modo, ainda mesmo assim, expõe Pedro Demo: “O professor ainda é a melhor ferramenta. ”

Entretanto, quaisquer das questões supracitadas não podem mais serem omitidas ou desqualificadas, como do tipo: não há aprendizado, é desimportante para os alunos ou, o professor não sabe como se utilizar dessas ou daquela ferramenta auxiliar de ensino e educação contemporânea. Na verdade, para inovar e se renovar no seu ofício, bem como nos trabalhos perante as atividades elaboradas numa sociedade da informação, da instantaneidade: É preciso ter compromisso e querer aprender continuamente. Como se diz, “nunca é tarde para aprender” (ditado popular), mas, se for desde cedo, melhor para o desenvolvimento do ser humano em sua plenitude.

E mais, para exemplificar: A televisão e o rádio são as mídias mais presentes na vida de cada cidadão desse século. São raros os lares que não usam o aparelho como fonte de entretenimento e informação. Sendo esta, considerada uma mídia convencional, com sistema hierárquico de produção e distribuição da informação que segue um modelo pouco flexível. Segundo Levi, as mídias de massa como a televisão para exemplificar:

[…] visa os receptores no mínimo de sua capacidade interpretativa. Este não é o lugar adequado para desenvolver todas as distinções entre os efeitos culturais das mídias eletrônicas e os da imprensa. Quero apenas destacar uma semelhança. Circulando em um espaço privado de interação, a mensagem midiática não pode explorar o contexto particular no qual o destinário evolui, e nigligencia sua singularidade, seus links sociais, sua microcultura, sua situação específica em um momento dado (1999, p.118).

Por isso, o uso adequado desse veículo, embora nem tão moderno, ainda na sala de aula pode ajudar o aluno a aprender se divertindo e brincando também. Dicas importantes:

    1. Utilização de desenhos ou filmes que fazem parte da vida dos alunos para serem assistidos e discutidos na sala de aula ou produzir desenhos escritos;
    2. Exposição breve das descobertas produzidas pelos alunos, sobre temas referentes ao conteúdo didático com massa de modelar ou outro recurso;
    3. O uso da televisão não pode ser algo exagerado, repetitivo ou com exposições de temas banais, sem conexão com o diálogo, a convivência humana e animal, respeito, solidariedade, valores humanos e família;
    4. Não enxergar a TV como uma solução para os problemas didáticos da escola, desconectados do processo educacional como um todo ou para substituição do professor, tipo “embolação” de aula;
    5. Todos os programas apresentados na sala de aula devem ser seguidos de uma análise crítica e pela classificação indicativa de idade;
    6. Relacionar o que se assiste com a realidade dos educandos.

Porém, muitos professores ainda não sabem fazer o uso correto desse recurso inclusive pedagógico. Além do mais, as crianças de antes não são as mesmas das de hoje, pelo contrário são mais estimuladas, tanto pela televisão como pelo acesso desde cedo às outras mídias de informação midiática, como o celular ou microcomputador entre outros. Antes, as crianças prestavam atenção durante 50 minutos, como víamos no “Programa da Xuxa”; agora isso dura apenas 6 minutos, segundo dados científicos.

Assim, com base dessa constatação e com a correta orientação para o uso desses meios nas salas de aula das escolas, tanto públicas como particulares pede-se uma preparação também adequada do educador da educação infantil. Mais um instrumento muito importante para o desenvolvimento da criança são as canções. Veja:

A música faz parte da vida da criança. Na verdade, constatamos: onde há criança, há movimento, brinquedos de roda, canção e alegria. (…) Desde os 18 meses a criança já ouve com atenção cantigas de ninar, badalos de sinos: 2 anos reproduz canções… Daí por diante, se interessa por socialização. Em relação disso, a música é arte integrante da educação (GUBAÚA, 1973, p. 212).

De sorte, além da música evidencia-se a complexa questão do quadro deste século XXI, com o tecnológico e o papel do professor no ensino aos pequenos cidadãos. Nesse cenário tecnocrático, a ação docente precisa ser repensada, como a definição do estudo e objetivos de cada aula, assim como o quadro profissional de cada profissional, até mesmo porque muitos não possuem preparação para agir competentemente nesse novo meio social. Chama a atenção para a necessidade de uma revisão nas metodologias. Mas, ainda para as crianças o simples é o melhor. Para Weigel (1998), tem-se que:

 

O desenvolvimento cognitivo/ linguístico: a fonte de conhecimento da criança são as situações que ela tem oportunidade de experimentar em seu dia a dia. Dessa forma, quanto maior a riqueza de estímulos que ela receber melhor será seu desenvolvimento intelectual. (…) Desenvolvimento psicomotor: as atividades musicais oferecem inúmeras oportunidades para que a criança aprimore sua habilidade motora, aprenda a controlar seus músculos e mova-se com desenvoltura. O ritmo tem um papel importante na formação e equilíbrio do sistema nervoso. (…) Desenvolvimento sócio-afetivo: a criança aos poucos vai formando sua identidade, percebendo-se diferente dos outros e ao mesmo tempo buscando integrar-se com os outros. Nesse processo a autoestima e a auto-realização desempenham um papel muito importante (p. 23).

Para a questão da aprendizagem destaca-se: a importância de uma maior interatividade entre alunos, professores e materiais de apoio pedagógico seja tradicional, seja moderno, seja a música. E, destes com as mídias ditas clássicas e modernas que devem ser vistas como objetos de estudo no processo de educação, dando a todos o direito de acesso aos recursos e aos seus diferentes níveis de percepção, criando assim novas oportunidades de aprendizagem significativa e educação humana. Dentro dessa realidade: a digital.

O papel do professor perpassa por profundas alterações. Com isso, é prescindível de recorrer às tecnologias da informação, bem como a outras fontes para dar sentido a suas aulas – ao invés de reproduzir discursos já exauridos. E, em seus conteúdos – devendo oferecer, aos alunos condições de se apropriar dos conhecimentos, com sua própria iniciativa, autonomia e interagir ativamente com o mundo que o cerca, bem como com as outras crianças.

Para compartilhar desse entendimento, em 18 de agosto de 2008, o ex. presidente da República Federativa do Brasil: Luiz Inácio Lula da Silva estabelece a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica, com a Lei nº 11.769. E, ainda contextualizado como complemento da exposição anterior com Moran: “Ensinar e aprender são os desafios maiores que enfrentamos em todas as épocas e particularmente agora […] pela transição do modelo industrial para o da informação e do conhecimento” (2000, p.12).

Ainda assim, de acordo com as orientações da nova: Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, 1997), extensiva a todos os níveis de ensino, existem recomendações para que professores entrem em contato com as novas linguagens de comunicação utilizando-as em sua prática docente. Porque não com as crianças

No entanto, destaca a dificuldade das instituições em dispor de professores e material análogo que utilizem em suas aulas as tecnologias humanas e materiais.

Todavia, cria-se nesse quadro vigente, um impasse, quando se observa de um lado uma ampla demanda de indivíduos que precisariam desde cedo de ter acesso às tecnologias da informação na própria escola. A partir disso, as crianças na educação infantil ficam para trás, distante da dinâmica do mundo globalizado; e do outro lado, uma grande oferta de recursos e pouca coisa acontecendo nas instituições de ensino, fortalecendo-se ali, a hipótese de que os professores enfrentam dificuldades em lidar com a informatização, assim como as escolas.

Por isso, é necessário investir na formação dos professores, no sentido de que esses utilizem adequadamente os recursos da informática em sua prática educacional. O que aponta para o fato de que há necessidade de repensar a prática docente, especialmente na Educação Infantil.

No mais, ao mesmo tempo, os ambientes informatizados assumiram uma importância significativa, no que se refere ao apoio tecnológico ao ensino. Nesse mundo virtual, o papel do professor modifica-se. No entanto, ainda não acontece na maioria das práticas por aí: A inclusão digital, pois uma parcela da sociedade está ainda excluída. Embora os já realizados muitos avanços nesse campo.

O MEC recomenda que todos os futuros professores saibam lidar com novas tecnologias com fins pedagógicos. Por esse motivo, educadores das mais diversas áreas do saber, desde que comprometidos com o ensino, não podem colocar os Ambientes Virtuais fora das práticas didáticas. Usar o computador, a televisão e o celular como ferramentas de apoio, sem perder o foco de aprendizagem. Para tanto, é de pequeno o primeiro passo e daí segue por toda vida. Também por isso, de acordo com Paulo Freire: “O saber não é algo imutável ou uma cópia acabada” (1996).

Assim, é necessário alcançar novos horizontes, romper as barreiras e transformar a realidade vivida. Para reforçar a ideia anterior, Moran (2000) afirma: “Na sociedade da informação, todos estamos reaprendendo a conhecer, a comunicar-nos, a ensinar; reaprendendo a integrar o humano e o tecnológico; a integrar o individual, o grupal e o social” (p. 61). Um modelo de ensino participativo, interativo e de colaboração.

O uso dessas tecnologias amplia o leque de ferramentas auxiliares na construção do conhecimento. Com isso, “A mediação pedagógica coloca em evidência o papel de sujeito do aprendiz e o fortalece como ator; e dá um novo colorido ao papel do professor e aos novos materiais e elementos” (MASETTO, 2000, p. 146).

Aliás, a cada instante surge uma novidade no campo tecnológico. E, diante disso, um bom professor deve estar sempre preparado para trabalhar com os novos contextos e desafios da sociedade num todo, seja presencial ou à distância, seja a se atualizar permanentemente, mas de forma consciente, crítica e responsável desde a educação infantil.

Aufere-se que, o conhecimento novo, em pleno século XXI só ocorre com o engajamento pessoal do aprendiz e interações sociais. Nenhuma máquina pode colocar conhecimento em uma pessoa. Ela pode ser usada, para ampliar as condições do aprendiz, de descobrir e desenvolver suas próprias potencialidades. “Finalmente, surgem as regras que irão possibilitar a divisão de trabalho e o jogo lúdico na idade escolar. Nesta idade, a brincadeira não desaparece, mas permeia a atitude em relação à realidade” (VYGOTSKY, 1984, p. 118).

Por esse motivo, conclui-se com base nas reflexões apresentadas acima, por caracteriza-se uma ferramenta em si todas as dinâmicas e brincadeiras infantis exploradas ludicamente. Assim, o seu uso deve ser adequado, como um recurso didático, metodológico e avaliativo desde os anos iniciais dos estudos das crianças. Aliás, de cada uma delas.

Dessa forma, quaisquer das composições que se queiram inserir na educação infantil e séries seguintes têm um olhar de cuidado, educação e lúdico. Pelo menos essa deve ser a premissa. De fato, aos profissionais da escola e à família exigem que se tenha um conhecimento de sua aplicabilidade, para definir o que é apropriado, em termos de conteúdo, metodologia, objetivos e avaliação como já exposto. Enfim, a melhor forma da criança aprender e desenvolver-se enquanto ser humano depende de vários fatores, tanto externos como internamente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A educação das crianças nem sempre foi aceita como prioridade em nosso país, ganhando espaço apenas ao longo do tempo e por eventos sociais recentes. Juntamente com a globalização, a modernização, a industrialização, a conquista das mulheres pelo direito ao trabalho e à educação infantil foi introduzida nas instituições escolares.

A infância é a primeira etapa da vida de um indivíduo que nunca deixará de existir, mas se esta fase não for devidamente preservada, a essência da infância é brincar, aprender, brincar não poderá existir, corroborando na perda do desenvolvimento dos recursos vitais e formação infantil de forma integral.

Assim, nota-se que a criança precisa ser trabalhada para entrar na fase adulta lentamente, ser introduzida socialmente, adquirir conhecimento, desenvolver sua linguagem, brincar e da interação com outras crianças. É dever dos pais orientar seus filhos, permitir-lhes vivenciar as atividades de acordo com o desenvolvimento, bem como o fato de que a escola deve valorizar as crianças nas atividades desenvolvidas na instituição.

Dessa forma, a educação pré-escolar é uma forma de educação que enfatiza, prioriza e preserva a importância a educação de base, de modo que a legislação deve tratar a Educação Infantil como uma prioridade na educação de um país.

Com isso, entende-se que a educação infantil, como etapa inicial da educação básica, é de demasiada importância para o desenvolvimento do indivíduo em todos os aspectos de sua formação enquanto aluno e cidadão.

Portanto, observa-se que a educação das crianças deve vista pela sociedade com novos olhos, conquistando um maior espaço, e, por fim, começam a surgir melhorias na formação dos jovens e crianças, embora a um ritmo lento, muitas mudanças têm tomado lugar. Assim, quando uma criança é bem trabalhada tanto na escola como na vida familiar no período de sua infância, em suas habilidades e aprendizado, ele se torna um adulto mais crítico, com uma mente mais aberta para entender e coexistir em um mundo em constante mudança e modernização.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96). Diário Oficial da União, Brasília: MEC, 1996.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GUBAÙA, Francisco. Enciclopédia ilustrada para educação básica, educação artística/ Francisco Gubaúa, Curitiba – PR: Editora Educacional Brasileira S.A, 1979.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. (Trad. Carlos Irineu da Costa). São Paulo: Editora 34, 2009.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÀO E DO DESPORTO (MEC). Ajuda on-line para utilização do sistema SAPIENS/MEC. s.d. Disponível em: <http://www2.mec.gov.br/sapiens/Manual.htm> Acesso em: 30 jul. 2018.

VYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. Trad. M. Resende, Lisboa, Antídoto, 1979. A formação social da mente. Trad. José Cipolla Neto et alii. São Paulo, Livraria Martins Fontes, 1984.

WEIGEL, Anna Maria Gonçalves. Brincando de Música: Experiências com Sons, Ritmos, Música e Movimentos na Pré-Escola. Porto Alegre: Kuarup, 1988.

[1] Graduando do 8º período do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia. Assim, acadêmico do Centro Universitário UniAGES.

[2] Engenheiro Civil, Licenciado em Matemática e Especialista em Planejamento Urbano e Gestão Ambiental.

[3] Licenciado em Filosofia, Especialista em Ciências Jurídicas e em Jornalismo Jurídico.

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