A importância do brincar na Educação Infantil

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ARTIGO ORIGINAL 

MARQUES, Lidiane da Costa da Silva [1], MARVILA, Kézia de Almeida Costa [2], VIERA, Marina Roveri [3], CAMPOS, Marlon Caianelo Dias [4]

MARQUES, Lidiane da Costa da Silva. Et al. A importância do brincar na Educação Infantil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 11, Vol. 08, pp. 103-114. Novembro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/brincar-na-educacao

RESUMO

Os jogos são uma importante forma de comunicação, por meio desse comportamento as crianças podem reproduzir seu dia a dia. Ao se falar sobre o tema “A importância do brincar e do aprender das crianças na Educação Infantil”, sabe-se que o comportamento lúdico pode favorecer o processo de aprendizagem das crianças, pois promove o estabelecimento da reflexão, autonomia e criatividade. Existe, portanto, uma relação estreita com o aprendizado. O objetivo desse artigo é mostrar a importância das brincadeiras, concentrando-se no brincar e sua contribuição para a educação infantil, o desenvolvimento do ensino e aprendizagem e enfatizando a diversão das crianças. O problema da pesquisa consiste no seguinte questionamento: De acordo com seu ambiente, a criança descobre o mundo em que vive por meio de jogos e constrói seu caráter, moralidade e forma social por meio de papéis, portanto, brincar é o método de ensino mais importante no desenvolvimento infantil? A metodologia empregada nesta pesquisa foi a revisão bibliográfica. Os principais resultados esperados são de que este artigo possa contribuir para que atividades lúdicas infantis, em especial o brincar, ajudem a acumular conhecimento e ainda proporcionem momentos alegres e interessantes para o crescimento, desenvolvimento e aprendizagem das crianças.

Palavras-chave: Aprendizagem, brincar, desenvolvimento, infância, jogos.

1. INTRODUÇÃO

Na definição do brincar infantil, destaca-se a necessidade de contribuir com o aperfeiçoamento da humanidade em termos materiais, sociedade, cultural, emocional e cognitivo, portanto, é necessário sensibilizar, educadores e toda a sociedade e principalmente os pais, para o brincar na infância e o que deve ser vivenciado neste período, ou seja, brincar não é apenas lazer, mas também parte do comportamento no processo de aprendizagem. De forma breve, este artigo discute o valor das brincadeiras no dia a dia das crianças nas escolas, ou seja, o desenvolvimento intelectivo e mental da aprendizagem infantil. O comportamento lúdico é fundamental para o amadurecimento infantil de forma geral, pois não é apenas um prazer momentâneo, mas também assimila o conhecimento da criança e a absorve em suas vidas futuras.

É de grande relevância e importância a brincadeira ser vista como um recurso de aprendizagem, pois a criança demostra toda sua agilidade, crescimento e desenvolvimento nos aspectos sociais e culturais.

O trabalho analisou como uma criança através da brincadeira desenvolve sua personalidade e habilidades, exercita sua imaginação, expressa sua autonomia nas coisas, exercita emoções e amplia horizontes participando de atividades lúdicas, descobrindo assim o mundo no espaço escolar. A pesquisa explorou diversos conceitos de infância partindo de uma visão histórica, social e cultural, que é a primeira fase do desenvolvimento humano, além de ter discutido teorias baseadas em pensadores como Piaget (1990) e Vigotsky (2003). Tais temas destaca a importância e exclusividade da jogabilidade no apoio à educação infantil.

A brincadeira é um dos caminhos que possibilitará o desenvolvimento da criança. O comportamento lúdico é de suma importância no processo de ensino-aprendizagem, pois não é apenas um momento divertido, é um momento em que adquire-se o conhecimento para vida futura.

No espaço escolar, os jogos e as brincadeiras são essenciais para o progresso infantil, pois as crianças brincam de faz-de-conta exercitando sua imaginação, estimulando suas habilidades, desenvolvendo sua personalidade e demostrando suas vontades e expressando suas emoções.

Por meio dessa reflexão constatou-se que a importância da brincadeira são alguns dos recursos fornecidos para construção do saber da criança. É possível notar como elas constroem, desmontam, estabelecem regras, reconstroem, enfim, se organizam em sua cultura e na sociedade.

Dessa forma, essa pesquisa analisou a importância dos momentos mágicos de brincar e de como as crianças adquirem conhecimentos, e por que as crianças precisam brincar com alegria e diversão, buscando envolver e interagir com as outras crianças enquanto brincam e aprendem, tornando-as uma fonte de ideias e de aprendizado, fazendo com que elas se tornem uma existência especial em uma boa sociedade.

Este estudo busca encontrar auxílios teóricos na literatura bibliográfica. Esses auxílios foram iniciados para estimular pesquisas sobre a motivação agradável de brincar e ao mesmo tempo aprender, contribuindo para desenvolver sua identidade.

Para Ferreiro o brincar é se envolver e divertir infinitamente, o lúdico é uma forma prazerosa da criança aprender brincando. A brincadeira é uma necessidade imprescindível do corpo e da mente (FERREIRO,1988).

2. A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A criança tem a necessidade de brincar, esta necessidade é assegurada por lei. O ato de brincar não se resumo a brinquedos, mas na atitude que a criança expressa nas atividades realizadas. Essa experiência é cheia de alegria e satisfação. A falta de diversão ou satisfação pode causar alguns distúrbios comportamentais nas crianças.

Em cada estágio da evolução da criança, o jogo será modificado, mas é vital que permita que ela tenha a oportunidade de explorar todas as etapas do jogo. A importância dos brinquedos é a exploração e o aprendizado específico do mundo externo, que utiliza e estimula os sentidos, funções sensoriais, funções motoras e emocionais. Os jogos têm enormes funções sociais, desenvolvem conhecimento intelectual e, principalmente, criam oportunidades para as crianças explicarem e experimentarem as condições emocionais e os conflitos no cotidiano de cada criança (RIBEIRO; SOUZA, 2011).

O brincar é a atividade educacional que influencia as emoções e no crescimento metal da criança, o brincar é uma singularidade da criança e proporciona desenvolvimento, buscando sua integridade, conhecimento. As atividades lúdicas, são de grande valia para as crianças, é uma ferramenta que deverá ser disponibilizada como recurso no processo de ensino-aprendizagem (WALLON, 1979).

Nos jogos, as crianças aprendem, por meio do brincar, que podem desenvolver sua capacidade de criar jogos. Através da comunicação com outra criança ou com um professor ou com seus filhos, fornece condições de desenvolvimento para a diversidade de experiências.

Por meio de jogos, as crianças se desenvolvem, entendem e compreendem seu desenvolvimento a fim de aprender e se expressar no mundo que as cerca (FRIEDMAN, 1996).

A importância da aprendizagem, com base no desenvolvimento infantil, ajuda sempre, mas a criança finge que tem a oportunidade de se tornar a criança que ainda não se tornou. Em outras palavras, segundo a imaginação dela, ela vive sua fantasia em um mundo cheio de fantasia e encantamento. O comportamento das crianças parece ser mais antigo que elas e até imita os adultos, treinando sua compreensão dos papéis sociais e sendo capaz de simbolizar. Usa objetos e ações que ainda não são permitidas (VIGOTSKY, 2003).

De acordo com Santin (2001), uma criança vai descobrir muito sobre o mundo ao seu redor e o seu próprio quando brinca, e aprenderá a estabelecer contato com o mundo ao seu redor.

SANTIN afirmar que o brincar é,

De fundamental importância para a aprendizagem da criança por que é através dela que a criança aprende, gradualmente desenvolve conceitos de relacionamento casuais ou sociais, o poder de descriminar, de fazer julgamentos, de analisar e sintetizar, de imaginar e formular e inventar ou recriar suas próprias brincadeiras (SANTIN, 2001, p. 523).

O brincar também é,

Divertir-se e entreter-se infinitamente em jogos de criança” Lúdico – “que tem caráter de jogos, de aprender brinquedo e divertimento; é uma necessidade básica da personalidade, do corpo e da mente, faz parte das atividades essenciais da dinâmica humana (FERREIRO, 1988, p. 139).

Ao aprender enquanto se divertem, eles também aprendem com suas experiências, o que resulta em uma interação de aprendizado e ensino para compartilhar. A brincadeira faz parte da infância de todas as crianças, pois garante diversão, alegria e aprendizado (HUIZING, 1999).

Os motivos para o brincar são inúmeros, porque é sabido que o brincar é necessário para desenvolvimento cognitivo, social, desportivo e emocional das crianças. Por meio de jogos, a criança expressa os desejos e vontades acumulados em sua vida, e quanto mais oportunidades ela tem de brincar, mais fácil é aprender.

[…..] A criança expressa-se pelo ato lúdico e é através desse ato que a infância carrega consigo as brincadeiras. Elas perpetuam e renovam a cultura infantil, desenvolvendo formas de convivência social, modificando-se e recebendo novos conteúdos, a fim de se renovar a cada geração. É pelo brincar e repetir a brincadeira que a criança saboreia a vitória da aquisição de um novo saber fazer, incorporando-o a cada novo brincar (CRAIDY; KAERCHER, 2001, p. 103).

Desempenhar o papel dos jogos na educação infantil é orientar e estimular o seu desenvolvimento e o eixo das atividades, por isso é muito importante, pois mostra que os professores devem estar atentos ao valor das brincadeiras para o ensino infantil (SOUZA, 2018).

As mudanças na forma de brincar na educação infantil promoverão o maior desenvolvimento das crianças, no âmbito escolar as atividades lúdicas visam uma prática mais reflexiva das relações de aprendizado.

3. A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA INFÂNCIA

Uma criança não pode ser vista como algo independente das relações mundiais, como algo já previsto ou descontextualizado (SARMENTO, 2003).

A brincadeira, como já mencionado anteriormente, é parte integrante do ser humano e está presente em sua vida, principalmente na infância. Cada ação pode ser considerada uma piada, não há recurso específico que determine quais modos de ação podem ser considerados e interpretados como tal. Para que seja identificada e se a ação que está sendo realizada é um jogo, basta que as entidades envolvidas a definam dessa maneira (FERNANDES, 1961).

Para Kishimoto (2008, p. 26), “O desenvolvimento infantil determina possíveis experiências, mas não cria em si uma cultura lúdica. Isso se deve a interações sociais (…)”.

As brincadeiras e o uso da imaginação possibilitam importantes consequências para o crescimento infantil, entrando no mundo da imaginação, separa os campos da motivação e inteligência, pois muitas vezes existem simulações de atividades nas quais os materiais são diferentes. Nesse ponto, a criança começa a interpretar o campo semântico quando, no curso de sua brincadeira, usa objetos para outras funções que não são suas reais funções (REGO, 1995).

Nos jogos de ficção, as crianças às vezes usam elementos que existem na experiência cotidiana, usam as experiências que observam em diferentes momentos e na vida como matéria-prima para sua imaginação.

[ ] Quando a criança brinca, ela cria uma situação imaginária, sendo esta uma característica definidora do brinquedo em geral. Nesta situação imaginária, ao assumir um papel a criança inicialmente imita o comportamento do adulto tal como ele observa em seu contexto (CERISARA, 2008, p.130).

Segundo Brougere (1995), o comportamento dos jogos não tem como premissa o uso apenas de elementos imaginários, as pessoas também podem combinar a situação real na imaginação com outras. Esta combinação de realidade e ficção promove a combinação criativa de experiência de vida com ideias virtuais e materiais lúdicos. Eles podem ser chamados de brinquedos.

Relação à forma de jogo e à aplicação das regras, Friedman também definiu algumas etapas, sendo a primeira definida como o esporte e o indivíduo, do qual fazem parte crianças de zero a dois anos (não existem regras), e a segunda etapa inclui crianças de dois até cinco anos são chamadas de estágio autocentrado, em que brincam sozinhas e com outras pessoas sem se preocupar em estabelecer ou seguir as regras (FRIEDMAN, 1996).

No terceiro estágio, denominado cooperação, existem crianças de sete a 10 anos que precisam bater nos parceiros e controlar as ações que devem e não devem ser realizadas no jogo. O quarto estágio é a compilação das regras, que inclui 11 a 12 anos. Nesta fase todos os jogos são regulamentados e essas regras são observadas e levadas a sério (FRIEDMAN, 1996).

Quando a criança está brincando, ela está explorando o mundo do faz-de-conta. Ao brincar, as crianças podem fazer isso de diferentes maneiras por meio de jogos de exercícios, jogos de crença ficcionais, jogos simbólicos e até jogos de regras, como já foi visto. Ao estudar o lúdico e seu significado, é possível ter diferentes definições de diferentes formas de brincar e dos elementos que o constituem.

As Brincadeiras podem ser compreendidas de três formas: brincadeiras, jogos e brinquedos. Cada um possui características diferentes, mas são semelhantes em termos de desenvolvimento cognitivo e diversão que proporcionam, portanto, para melhor compreender, para realizar uma identificação mais detalhada e distinguir entre elas torna-se muito importante. (KISHIMOTO, 1996).

Segundo Bufes (2001):

A experiência da criança no contexto educativo precisa ser muito mais qualificada. Ela deve incluir o acolhimento, a segurança, o lugar para a emoção, para o gosto e para o desenvolvimento da sensibilidade (BUJES, 2001, p. 13).

Para Froebel (1912), a diversidade da prática docente é uma característica do mundo escolar das crianças, refletindo diferentes ideias e refletindo o papel de creches, pré-escolas e instituições semelhantes na vida diária

Brincar é a fase mais importante da infância do desenvolvimento humano, neste período por ser auto – ativa representação do interno a representação de necessidades e impulsos internos (FROEBEL, 1912, p. 54-55).

Segundo Souza (2018), as crianças possuem inúmeras formas de pensar, brincar, falar, aprender e navegar nessas línguas, que se refletem no seu cotidiano, ou seja, na escola, na família, construindo sua identidade, no entanto, as crianças podem imaginar, falar, fantasiar, coletar e reconstruir o mundo da infância, porém é importantíssimo proporcionar a criança brincadeiras onde suas habilidades sejam estimuladas.

4. O VALOR DA BRINCADEIRA

O brincar é algo imprescindível para existência humana, pois desenvolve situações imaginárias e fantasiosas da realidade de forma a cooperar na capacidade de interpretação do indivíduo, possibilitando a construção de relações sociais com outras pessoas, para um melhor convívio na sociedade.

A brincadeira provoca na criança diversas sensações, principalmente questões individuais do cotidiano que já tenha vivenciado, enfim, promove novas experiências que levam ao desenvolvimento, proporcionando novos conhecimentos, não deixando toda alegria e satisfação do brincar.

Vigotski diz que no contato que as crianças têm com as outras por meios das brincadeiras, permite a compreensão das relações interpessoais, estabelecendo dessa forma sua identidade própria (VIGOTSKI, 2003).

Nessas brincadeiras, a criança usa seu corpo e movimento como forma de interagir com as outras pessoas e com o ambiente, criando culturas. Essas culturas são baseadas nos valores do jogo, da criatividade e da experiência de movimento.

Dessa forma, pode-se entender que as atividades escolares devem ser respeitadas e compreendidas, e as crianças são convidadas a crescer, de forma a desenvolver na criança a capacidade de fornecer conhecimentos básicos para o seu desenvolvimento. No momento que as crianças estão se divertindo com as brincadeiras, ali também é um momento mágico de aprendizado, permitindo as crianças descobrir novas habilidades possibilitando novas descobertas.

Quando as crianças brincam, aprendem o que acontece por meio da brincadeira, criando, recriando e repensando seus eventos imaginativos, e desenvolvem o aprendizado de uma forma divertida, mas os jogos nem sempre são guiados da mesma forma. É grátis jogar de diferentes maneiras, o que contribui para com a aprendizagem, que tem a função educativa de promover o crescimento das crianças.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Concluímos que este artigo comprova a importância da brincadeira e da aprendizagem infantil na educação infantil. Isso é essencial para a vida das crianças, e brincar é uma forma de as crianças crescerem e ensinarem como interagir com outras crianças e com o mundo em que vivem. Vale ressaltar que as escolas de educação infantil devem proporcionar às crianças um ambiente de alta qualidade que favoreça o crescimento infantil, promova a interação social e enriqueça a imaginação das crianças, pois as crianças aprendem por meio de jogos e transformam momentos divertidos em aprendizagens significativas.

Observou-se, a partir deste estudo, que pesquisas realizadas mostram que a importância de desfrutar de jogos para incentivar as crianças a receberem educação infantil é enorme, e os benefícios dos jogos são de grande importância para o crescimento das crianças. Nesse momento, as crianças se comunicam, descobrem com naturalidade e alegria suas habilidades, inclusive no mundo de fantasia.

Considerando o conteúdo analisado, as brincadeiras estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento intelectual das crianças, portanto, no ambiente escolar e na família, as crianças precisam de estímulos, o que possibilita o acesso a materiais de apoio de qualidade. Nesse sentido, é impossível simplesmente culpar os educadores ou pensar que eles são movidos pelo assunto, mas é preciso demonstrar os benefícios de obras bem elaboradas, incluindo jogos de alta qualidade, e ter o mental, o espiritual e o uso Liberdade de atuação sobre recursos e recursos, transparência, estímulo à competição entre os alunos por meio dos brinquedos e segurança, fatores que valem a pena enriquecer seu trabalho e estabelecer sua própria identidade.

Considerando esses aspectos, com base na pesquisa sobre a importância do brincar na educação infantil, pode-se obter um resultado satisfatório na busca por uma identidade infantil de alta qualidade, além do desafio de testar, pois além de proporcionar excelente aprendizado sobre o assunto, foi uma conquista pessoal do professor educação infantil.

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[1] Mestranda em Educação, especialista em Educação Infantil e Letramento, pós-graduada em Alfabetização e licenciada em Pedagogia.

[2] Mestranda em Educação, licenciada em História, graduada em Pedagogia, especialista em Alfabetização e Letramento, pós-graduada em Gestão Educacional e Psicopedagogia.

[3] Orientadora. Mestrado em Ciências Biológicas (Genética). Graduação em Ciências Biológicas.

[4] Orientador. Doutorado em Engenharia Civil. Mestrado em Engenharia Civil. Graduação em Engenharia Ambiental.

Enviado: Outubro, 2020.

Aprovado:: Novembro, 2020.

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