A atuação do professor e a relação da afetividade e aprendizagem sob à perspectiva de Piaget e Wallon

0
860
DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/afetividade-e-aprendizagem
PDF

ARTIGO DE REVISÃO

DIAS, Adailton di Lauro [1]

DIAS, Adailton di Lauro. A atuação do professor e a relação da afetividade e aprendizagem sob à perspectiva de Piaget e Wallon. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 07, Vol. 09, pp. 64-71. Julho de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

O estudo aborda o tema da relação da afetividade e a aprendizagem. Cita a importância da atuação do professor neste contexto. Aborda que a afetividade, a cognição e a motivação colaboram no desenvolvimento da aprendizagem do educando através da mediação do professor no cotidiano escolar. Baseia-se em teóricos como Piaget e Wallon. Tem como objetivo geral compreender a relação entre a aprendizagem e a afetividade sob à perspectiva de Piaget e Wallon. Traz como problema de pesquisa: De que maneira a afetividade, cognição e motivação podem colaborar no desenvolvimento da aprendizagem do educando com a mediação do professor em sala de aula? A partir dos estudos realizados, chega-se a consideração que, na ótica de Piaget, em sua teoria piagetiana, a afetividade, cognição e a motivação são condições necessárias na constituição da inteligencia e da aprendizagem significativa. Na visão de Wallon, em sua teoria denominada walloniana, para que haja a aprendizagem é preciso que ocorra a integração entre os conjuntos funcionais (afetividade, cognição, motricidade e pessoa). Assim, é preciso enfatizar a importância das relações estabelecidas com os aspectos emocionais dos educandos no processo de ensino e aprendizagem. E que as relações que envolvem a afetividade, pode afetar o outro em seu comportamento, auxiliando-o a adquirir o conhecimento com mais facilidade, tornando-o mais inteligente, impulsionando-o e motivando-o para as ações que envolvem a aprendizagem significativa. Desse modo, a afetividade, a cognição e a motivação auxiliam no desenvolvimento da aprendizagem dos educandos no cotidiano escolar.

Palavras-chave: afetividade, aprendizagem, professor, Piaget, Wallon.

1. INTRODUÇÃO

O estudo aborda sobre a relação entre a aprendizagem e a afetividade, destacando nesse processo, a importância da atuação do professor em sala de aula, demonstrando que o seu estado emocional, bem como o dos alunos reflete positiva ou negativamente na aprendizagem. Traz ainda, o tema da afetividade, cognição e motivação como fatores primordiais para o desenvolvimento e aprendizagem do educando, sob à perspectiva de Piaget e Wallon.

O problema de estudo busca questionar: De que maneira a afetividade, a cognição e a motivação podem colaborar no desenvolvimento da aprendizagem do educando com a mediação do professor em sala de aula ? Para atingir o objetivo geral que se configura em compreender a relação entre a aprendizagem e a afetividade sob à perspectiva de Piaget e Wallon e ainda para responder à problemática deste estudo, foi utilizada a pesquisa bibliográfica. As reflexões a respeito da relação entre a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos motivaram a construção deste trabalho.

2. A AFETIVIDADE, A COGNIÇÃO E A MOTIVAÇÃO COMO FATORES PRIMORDIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM DO EDUCANDO

A afetividade, a cognição e a motivação são fatores essenciais para o desenvolvimento e aprendizagem dos educandos no cotidiano escolar, inclusive para desenvolver a inteligência, uma vez que,

(…) sem afeto não haveria interesse, nem necessidade, nem motivação; e consequentemente, perguntas ou problemas nunca seriam colocados e não haveria inteligência. A afetividade é uma condição necessária na constituição da inteligência (PIAGET, 1992, p. 32).

A educação ocidental tem como herança cultural, o desvínculo do homem de suas emoções, de seus pensamentos, de sua própria realidade, resultando na formação de indivíduos fracos de ânimo, de energia e emocionalmente ignorantes. Essa é, portanto, uma visão fragmentada do homem, que lamentavelmente contribui para uma ruptura nas relações humanas. Porém, esses tradicionais dualismos do pensamento ocidental presentes na história da psicologia tradicional foram confrontados e questionados por teorias inovadoras com o objetivo de integrar, dialeticamente, cognição e afetividade, razão e emoção.

Entretanto, a afetividade é indispensável para o desenvolvimento intelectual da criança e do adolescente, ela impulsiona-os a agir no objeto do conhecimento. “Mas, a afetividade não é nada sem a inteligência, que lhes fornece os meios e esclarece os fins” (PIAGET, 1992, p.70). Nesse aspecto, a inteligência age no afetivo, consideravelmente durante todo o processo de existência humana, em que a organização diária fornece à construção ativa, elementos favoráveis à formação da personalidade.

Assim, é possível compreender as relações entre afetividade e inteligência, esta corresponde às emoções que se voltam para o mundo externo, orientada para o mundo dos objetos de estudo e observação. O que aqui está a se chamar de inteligência é a atenção que a criança e adolescente começam a dirigir para os componentes do mundo a sua volta, com o intuito de tentar compreender como as coisas funcionam para se adaptar a elas.

É da inter-relação recíproca dessas duas instâncias, afetiva e racional, que se dá a formação e do desenvolvimento da personalidade, que aqui é entendida como o produto da relação que se constrói entre o sujeito e o meio sociocultural, resultando em um ser único, individual.

Piaget (1971) advertiu que, apesar de diferentes em sua natureza, a afetividade e a cognição são inseparáveis, pois em todas as ações simbólicas e sensoriomotoras elas aparecem indissociadas. Ele documentou o efetivo comportamento de ação e pensamento como um aspecto cognitivo, através das estruturas mentais, e um aspecto afetivo, por meio de uma energia, que é a afetividade.

Vygotsky (2002) compreende o homem como um ser que tem capacidade de pensar, raciocinar, deduzir e abstrair, mas também como alguém dotado de sentimentos, emoções, desejos, imaginação e sensibilização ao mundo externo. Dessa forma, não dá para analisar separadamente o sentimento e a razão. Antes faz sentido, uma análise em sua totalidade, por indicar subsídios favoráveis a possíveis soluções acerca dos problemas existentes. Pois “demonstra a existência de um sistema dinâmico de significados em que o afetivo e o intelectual se unem” (VYGOTSKY, 2002, p. 7). Contudo, torna-se indispensável reforçar o significado das relações que os educadores estabelecem com os aspectos emocionais dos educandos no processo de ensino e aprendizagem.

Em relação às emoções, Wallon (apud GALVÃO, 1995) diz que esta surge desde o começo da vida; defende-a, como o primeiro e mais forte vínculo entre os indivíduos. No inicio de sua existencia, a criança vai aos pouco se constituindo num ser sociocognitivo ao construir paulatinamente, uma visão única e particular de sua existência.

Wallon (apud GALVÃO, 1995) afirma ainda que a afetividade aparece quando surgem os elementos simbólicos, ou seja, ela se manifesta a partir do contato com o outro, deixa claro que a afetividade envolve um conjunto de manifestações que engloba sentimentos e emoções.

Dentro dessa consideração Galvão aborda no texto “expressividade e emoções, segundo a perspectiva de Wallon” que:

Logo de início, por meio de seus gestos impulsivos, contorções ou espasmos corporais, bem como das mais primitivas expressões emocionais, como o choro ou o sorriso, o bebê humano mobiliza as pessoas do seu entorno numa espécie de contágio afetivo. O adulto interpreta, conforme, seus valores, desejos e suas expectativa, o significado das expressões emocionais do bebê, sendo levado a agir de acordo com seus parâmetros culturais, desejos e suas crenças individuais, envolto no clima de contágio próprio a essas manifestações (GALVÃO, 1995, p. 74).

No entanto, essa forma que o bebê humano tem de se expressar são manifestações de pura emoção e provocam reações afetivas que os induzem a atenderem às necessidades da criança. Nesse sentido, a afetividade é o comportamento capaz de afetar o outro, de forma que o impulsiona para a ação. A primeira forma de afetividade está nas emoções, cujo papel é o de unir os indivíduos entre si por reações orgânicas e íntimas de forma global e indiferenciada.

É através dessa união que os alunos ao chegarem à escola se relacionam com o outro, e vão conquistando avanços significativos no âmbito cognitivo. Com isso, os vínculos afetivos vão ampliando-se e o professor tem um papel importante no desenvolvimento dos educandos no contexto escolar.

Para aderir o comportamento motivacional aos aspectos afetivo e cognitivo, vale ressaltar que:

O desenvolvimento da inteligência permite, sem dúvida, que a motivação possa ser despertada por um número cada vez maior de objetos ou situações. Todavia, ao longo desse desenvolvimento, o princípio básico permanece o mesmo: a Afetividade é a mola propulsora das ações, e a Razão está a seu serviço (LA TAILLE, 1992, p. 65).

A motivação, por sua vez, é parte integrante no processo de ensino e aprendizagem, é um dos elementos consideráveis e imprescindíveis para aprender ou realizar algo. Todas as ações são movidas por uma força motivacional. “A motivação é a força propulsora da conduta. É a condição interna que ativa o indivíduo e o predispõe a emitir certas respostas” (CORIA-SABINI, 2004, p. 83).

No entanto para aprender ou ensinar é preciso que ocorra uma força propulsora motivacional. A ausência desta no dia a dia na prática educativa tanto no aluno quanto na direção e no corpo docente, prejudicará o desenvolvimento cognitivo dos alunos.

2.1 A AFETIVIDADE E SUA RELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM: A ATUAÇÃO DO PROFESSOR EM SALA DE AULA

Entendendo a importância da atuação do professor em sala de aula, percebe-se que seu estado emocional, bem como o dos alunos reflete na aprendizagem. O professor ao demonstrar afeto em suas ações, motiva o aluno a querer participar ativamente de suas aulas, percebendo o professor como um amigo sempre pronto a ajudá-lo e ensiná-lo.

Para Oliveira e Chadwick (2001, p. 52),

O estado emocional e afetivo dos alunos influencia na sua aprendizagem. A motivação é como um gatilho que impulsiona a aprendizagem e estabelece as condições nas quais ela ocorre. As emoções desempenham um forte papel sobre a aprendizagem em qualquer etapa da vida. Mas são particularmente importantes em alunos mais jovens, já que a situação escolar é bastante artificial em relação a suas vidas e não muito compatível com suas preferências.

A prática de um professor afetivo será a de respeitar o ritmo de aprendizagem de cada aluno, pois ele possui a sensibilidade de perceber quando pode ou não avançar com o conteúdo. Um aluno pode necessitar de mais tempo para aprender uma determinada disciplina que o seu colega, mas também poderá ser mais rápido numa disciplina que tem mais afinidade.

Conforme assevera Mendes (2017), é necessário refletir sobre a prática pedagógica e acerca da formação do professor. Afirma que a formação continuada reflete na atuação do educador enquanto profissional, entretanto essa formação reflete, especialmente, nesse profissional como pessoa, pois os indivíduos acabam se influenciando por outras pessoas e por aquilo que aprende em suas decisões ou escolhas e no que irá transmitir no cotidiano escolar. A teoria escolhida por esta autora é a walloniana, cujo ponto primordial é integrar os conjuntos funcionais – a afetividade, a cognição, a motricidade e a pessoa e, ainda, o organismo-meio.

Dessa forma, para Wallon (2007), isso propicia a compreensão da pessoa em sua totalidade, entendendo-o não somente pela ótica de um dos conjuntos, contudo por intermédio da integração contínua entre eles. O estudo de Henri Wallon (1999) dá ênfase, ainda, ao ambiente em que a pessoa se encontra inserida, porque tanto o indivíduo como a pessoa sofre influência um do outro. Nessa perspectiva, Wallon considera esse elemento semelhantemente importante em seu processo de desenvolvimento.

Para o professor realizar um bom trabalho, visando atingir a um maior número de alunos possível, ele precisa utilizar várias técnicas de ensino, adotando não apenas trabalhos individuais, mas também em duplas, em grupo, etc. Além disso, é importante, também, que os professores tenham um bom relacionamento com os demais professores da escola, para trocarem informações sobre os alunos dentro de cada área de conhecimento.

Dentro deste contexto o professor é encarregado de promover meios que garantam a motivação, na qual levará à aprendizagem. A respeito disso Coria-Sabini aborda:

A motivação tem um aspecto cíclico. Em primeiro lugar, aparece uma necessidade que se manifesta através de estimulação interna específica. Em segundo lugar, há a ocorrência de ações que visam atingir um objetivo. Uma vez que atingido esse objetivo, segue-se o alívio e a diminuição da tensão. Esse alívio é temporário e depois de algum tempo o ciclo recomeça. Um bebê que está chorando, acalma-se depois de alimentado. Contudo, horas depois a fome reaparece e deve ser novamente satisfeita (CORIA-SABINI, 2004, p. 84).

De fato é isso que deve acontecer na sala de aula, o professor deve dispor de estratégias que motivam o aluno a agir sobre o objeto do conhecimento; quando o aluno conseguir tirar as suas conclusões ele sentirá-se aliviado. Daí é que entra novamente o professor trazendo novas problematizações e o aluno irá mais uma vez em busca do novo conhecimento. Cada vez que o aluno chegar ao objetivo proposto, cabe ao professor propor outros desafios para o aluno continuar desenvolvendo as suas potencialidades.

Em relação aos meios ou metodologias que o professor utiliza para motivar os seus alunos não vêm ao caso, cada um trabalha de uma forma diferenciada, o que importa é trabalhar de uma forma que o educando perceba a aprendizagem como uma conquista pessoal. Como, por exemplo, um aluno realiza uma determinada atividade que julgava incapaz de cumpri-la, depois que o professor ofereceu-lhe um brinde desafiando-o a executá-la. Com isso, o educando pode tirar as suas conclusões que lhe é capaz de executar a atividade sem precisar de premiações e sim, como uma conquista pessoal.

Contudo, as abordagens dos autores citados, como Piaget, Vygotsky e Wallon demonstram como a emoção ao lado da razão, ocupa um papel essencial no aprendizado do aluno. Segundo eles, o trabalho do professor, não pode estar restrito à mera memorização, mas que sintam e emocionem com eles. Lamentavelmente, esse entendimento da relevância e do papel adotado pelas emoções no processo de ensino e aprendizagem é raro entre os professores, uma vez que não são passadas à maioria deles, as informações que orientam essa ideia, e ainda levando em consideração que as teorias educacionais, como o tecnicismo, que embasam a prática pedagógica, não dão o devido valor a esse aspecto emocional do desenvolvimento humano.

Saltini cita novos paradigmas na educação, dentre eles, vale mencionar o que diz:

Haverá um espaço e um tempo dentro da escola quando poderei colocar em evidência a meus colegas, o mundo em que vivo, minhas ideias, fantasias, minhas descobertas, invenções, desejos e sonhos. Estes, emergindo de nosso núcleo, ligam-se e tornam sentido nos objetos do mundo exterior, isto é, cada um dentro de si mesmo constrói sua própria ligação, criando seus símbolos e valores, assim como sua significação especial, e é por meio dessas mesmas significações que o sujeito cria elos entre o mundo interior. A partir disso e com isso devemos respeitar e criar uma metodologia pedagógica que leve o sujeito ao seu pleno desenvolvimento (SALTINI, 2008, p. 31).

Nesse sentido, espera-se que a escola transforme-se em um ambiente de investigação, em que o sujeito desse processo possa expressar suas formas de pensamento, suas dúvidas e descobertas, de modo que venha aprimorar sua capacidade comunicativa e ampliar, significativamente, sua inserção no espaço que desenvolva as potencialidades dos alunos não apenas no campo da racionalidade, mas também no campo das emoções.

Em suma, Piaget, além de priorizar a importância da maturação biológica para a aquisição da aprendizagem, também considerou a importância da interação para a construção do conhecimento. Já Vigotsky teve toda a sua teoria respaldada na interação entre indivíduo e meio. Para que a troca entre os pares fosse mais efetiva, ele destacou o papel da linguagem para a expressão do pensamento. Privilegiando a relação entre os domínios afetivo e cognitivo, Wallon criou a teoria de desenvolvimento da personalidade, destacando que esta se forma entre a afetividade e a cognição. Além disso, destacou que a afetividade é uma das fases mais antigas no desenvolvimento.

3. CONCLUSÃO

O estudo enfatiza a necessidade do professor busque na sala de aula, a integração entre

as dimensões afetivas e cognitivas no processo de ensino e aprendizagem, uma vez que a afetividade e cognição estão interligadas. Nesse contexto, o desenvolvimento da afetividade precisa das elaborações efetivadas no plano da inteligência, e ainda, o desenvolvimento da inteligência necessita das construções afetivas.

A afetividade ainda é um campo amplo para investigação, percebeu-se através deste estudo que ela é de extrema importância para o processo educativo e principalmente para estabelecer um bom relacionamento entre professor e aluno.

Infelizmente, durante seu desenvolvimento, as crianças muitas vezes, crescem em um ambiente onde as pessoas não se respeitam, vivendo numa hostilidade, onde a afetividade é ausente. A tendência é que essas crianças tornem-se agressivas tanto na família, quanto na escola. A partir do momento em que as crianças tornam-se agressivas, surgirão as dificuldades nos relacionamentos sociais. Por isso, faz-se necessário que o professor saiba lidar com seus alunos demonstrando afetividade em suas ações.

No entanto, o educador deve estar atento ao fato de que não basta ser só afetivo para que o aluno aprenda. Para isso, o professor deve, antes de qualquer coisa, ser um pesquisador, preocupado com sua prática pedagógica, comprometido com sua função social e ética em suas ações.

A afetividade é apenas um caminho para a melhoria do relacionamento professor-aluno, que contribuirá para o sucesso escolar de ambos. É através do afeto no momento do diálogo entre todos os membros da comunidade escolar, que as dúvidas poderão ser sanadas, a indisciplina poderá ser contornada e o desejo do aluno em aprender será elevado e a aprendizagem alcançada.

4. REFERÊNCIAS

CORIA-SABINI, Maria Aparecida. Psicologia do Desenvolvimento. 2. ed. São Paulo: Ática. 2004.

GALVÃO, Izabel. Henri Wallon: Uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.

LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 13. ed. São Paulo: Summus, 1992.

MENDES, Daniela Barros. Memórias afetivas: A constituição do professor na perspectiva de Henri Wallon. Sao Paulo: Loyola, 2017.

PIAGET, Jean. A equilibração das estruturas cognitivas. Problema central do desenvolvimento. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.

___________. Desenvolvimento e aprendizagem. In: BRINGUIER, J.; PIANCELLA, J.R NESS. J.S.V., Org. In: Studying teaching. 2. ed. Prentice-Hall, 1971.

SALTINI, Cláudio J. P. Afetividade e Inteligência. 5. ed. – Rio de Janeiro: Wak Editora. 2008.

VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

WALLON, Henri. A evolução psicológica da criança. Lisboa: Edições 70, 1999.

_____________. Afetividade e aprendizagem – Contribuições de Henry Wallon. São Paulo: Edições Loyola, 2007.

[1] Mestrando em Ciências da Educação (Grendal University). Especialista em Língua Inglesa (FIJ). Graduado em Letras (UNEB). Graduado em Português e Inglês pela Universidade Metropolitana de Santos – SP. Professor EBTT Port/Ing – IFRR.

Enviado: Junho, 2019.

Aprovado: Julho, 2019.

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here