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Aptidão Física Relacionada à Saúde de Escolares do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino no Estado do Amazonas.

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Aptidão Física Relacionada à Saúde de Escolares do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino no Estado do Amazonas.
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FONSECA, Diego Cavalcante

FONSECA, Diego Cavalcante. Aptidão Física Relacionada à Saúde de Escolares do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino no Estado do Amazonas. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 01, pp. 136-146, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

O objetivo deste estudo é avaliar os níveis de aptidão física relacionada à saúde de adolescentes matriculados no ensino médio da rede pública de ensino do município de Manaus, Estado do Amazonas. A amostra foi de 84 adolescentes de 15 a 17 anos de idade, sendo 46 do sexo masculino e 38 do sexo feminino. A avaliação foi realizada utilizando a bateria de testes PROESP-BR, enfatizando os componentes relacionados à saúde como: composição corporal, flexibilidade, resistência muscular localizada e resistência cardiorrespiratória. A amostra apresentou diferenças significativas entre os gêneros apenas em dois componentes, sendo eles resistência muscular localizada e resistência cardiorrespiratória, já entre as idades foram encontradas diferenças significativas nos componentes: composição corporal, resistência muscular localizada e resistência cardiorrespiratória. Os resultados observados não apresentam níveis satisfatórios de aptidão física relacionada à saúde, revelando um alto risco no desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas nos escolares.

Introdução

Os avanços científicos e tecnológicos proporcionam o aumento da produtividade dos bens de consumo, porém, acarretam nas reduções ou praticamente suprimem as atividades físicas cotidianas e funcionais, desta forma contribuindo para o decréscimo dos níveis de aptidão física (PITANGA, 2002). Evidencias cientificas demonstram associações entre baixo nível de aptidão física com o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e de mortalidade por todas as causas (ERIKSSEN, 2001).

A aptidão física é definida como a capacidade de desempenhar trabalho de modo satisfatório e engloba a capacidade cardiorrespiratória, a força e a resistência muscular, a flexibilidade e a composição corporal (BURGOS, et. al, 2012), portanto esses indicadores são de suma importância para qualquer estudo relacionado à saúde.

No Brasil o crescimento do numero de crianças e adolescentes sedentários vêm aumentando gradativamente. Podemos notar na investigação que Silva et al. (2005) constatou que 93,5% dos escolares são sedentários, já em outro estudo os escolares não apresentaram níveis satisfatórios de aptidão física relacionada à saúde, revelando um risco alto a doenças crônicas não transmissíveis aos escolares (FONSECA et al, 2010).

Portanto, o nível de aptidão física na população jovem além de sofrer influencia das transformações fisiológicas e anatômicas decorrentes das descargas hormonais, são influenciados pela quantidade de atividade física habitual (BERGMANN et. al, 2005a).

Levando em conta as dificuldades encontradas no cenário das escolas brasileiras, na dificuldade em reunir matérias e até mesmo na estrutura física o PROESP-BR desenvolveu uma bateria de testes para avaliação da aptidão física independente das condições de trabalho do professor de educação física. Para isso selecionamos instrumentos de baixo custo, de fácil acesso e aplicação e que cumpra rigorosamente as exigências de validade, fidedignidade e objetividade (PROESP-BR, 2016).

O objetivo deste estudo foi verificar o perfil dos indicadores de aptidão física relacionada à saúde (ApFS) de acordo com pontos de corte estabelecidos, para amostras de idade e gêneros diferentes, propostos pelo protocolo do PROESP-BR, visando o incentivo a pratica de atividades físicas e hábitos mais saudáveis dos alunos da rede publica de ensino de Manaus.

Método

Participantes

A amostra do presente estudo será composta por 84 alunos do ensino médio com idades de 14 aos 17 anos, matriculadas entre 1º e 3º ano de uma instituição de ensino público, do município de Manaus-AM, região Norte do Brasil.

Todos os alunos continham em seus currículos escolares atividades esportivas, no período da tarde por duas vezes na semana havia aulas de educação física curricular.

A escola foi selecionada por conveniência, devido principalmente a localização e disponibilidade da escola. A amostra se caracterizou como não aleatória e voluntária, já que todos os alunos do ensino médio foram convidados a participar.

Critérios de inclusão:

  • Os participantes devem ter ao menos uma vez por semana aula de educação física.
  • Devem estar matriculados entre o 1º e 3º ano do ensino médio.
  • Ter idades entre 14 e 17 anos.

Critérios de exclusão:

  • O não preenchimento do termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).
  • Alunos com problemas de saúde médicos comprovados, ou lesionados no dia dos testes.
  • Alunos que não consigam realizar qualquer um dos testes propostos.

Procedimentos de coletas

Os testes foram realizados no horário das aulas de educação física com a presença do professor de educação física no período vespertino, a coleta teve duração média de um mês. Os alunos receberam orientações básicas para a execução dos testes e realizaram o devido aquecimento quando foi necessário.

O estudo teve característica observacional transversal que consiste em avaliar a aptidão física relacionada à saúde (ApFS). Foi utilizado o manual de testes e avaliação PROESP-BR (GAYA A; GAYA A. R. 2016) que compreende dos testes de aptidão física para saúde, Aptidão cardiorrespiratória – Teste de corrida/caminhada dos 6 minutos, Flexibilidade – Teste de sentar e alcançar com banco, Resistência muscular localizada – Numero de abdominais em 01 minuto e Estimativa de excesso de peso – Índice de massa corporal IMC.

  • Medida da massa corporal (Peso) Material: Uma balança digital marca Black & Decker com precisão de 100 gramas. Orientação: Os alunos foram medidos descalços, mantendo-se em pé com os cotovelos (braços) estendidos e juntos ao corpo. Anotação: A medida foi anotada em quilogramas com a utilização de uma casa decimal.
  • Medida da estatura (altura) Material: Uma fita métrica com precisão de 01 mm e uma prancheta. Orientação: A fita foi fixada a uma parece sem rodapé a 01 metro do solo, para a leitura da estatura foi utilizada uma prancheta simulando um esquadro. Deste modo um dos lados da prancheta é fixado à parede e o lado perpendicular inferior junto à cabeça do aluno. Anotação: A medida da estatura foi anotada em centímetros com a utilização de uma casa decimal.
  • Medida do Índice de Massa Corporal (IMC) Orientação: Foi determinada através do cálculo da razão (divisão) entre a medida de massa corporal total em quilogramas (peso) pela estatura (altura) em metros elevada ao quadrado (Massa/ Estatura²). Anotação: O resultado foi registrado com a utilização de uma casa decimal.
  • Teste de Flexibilidade com Banco (Sentar-e-alcançar) Material: Banco de Wells com medidas exatas estabelecidas pela bateria. Orientação: A flexibilidade foi avaliada com os alunos descalços, sentados de frente para a base do banco, com as pernas estendidas e unidas. Colocaram uma das mãos sobre a outra e elevaram os braços à vertical. Inclinaram o corpo para frente e alcançaram com as pontas dos dedos das mãos o mais longe possível sobre a régua graduada, sem flexionar os joelhos e sem utilizar movimentos de balanço (insistências). Cada aluno realizou duas tentativas. O avaliador permaneceu ao lado do aluno, mantendo-lhe os joelhos em extensão. Anotação: O resultado foi anotado em centímetros referente à maior distância que o aluno pôde alcançar na escala com as pontas dos dedos. A medida foi registrada em centímetros com a utilização de uma casa decimal.
  • Teste de resistência abdominal (sit-up) Material: Colchonetes e um cronômetro da marca Technos. Orientação: A resistência muscular localizada foi avaliada com o aluno posicionado em decúbito dorsal sobre o colchonete com os joelhos flexionados a 45 graus e com os braços cruzados sobre o tórax. O avaliador, com as mãos, fixou os pés do aluno ao solo segurando os tornozelos do estudante. Ao sinal o avaliado iniciou os movimentos de flexão do tronco até tocar com os cotovelos nas coxas, retornando a posição inicial, realizando o maior número possível de repetições. Anotação: O resultado é expresso pelo número de movimentos completos realizados em 01 minuto.

As medidas de massa e estatura, assim como flexibilidade e resistência muscular localizada foram realizadas em sala de aula.

  • Teste de Aptidão Cardiorrespiratória (corrida/caminhada dos 6 minutos) Material: Cones, trena métrica e um cronômetro da marca Technos. Orientação: A avaliação foi realizada na quadra poliesportiva da escola utilizando cones para demarcar o perímetro da pista. Os alunos dispostos em grupos de até 15 jovens caminhavam e/ou corriam em volta da pista demarcada pelos cones durante um período de 06 minutos. Durante o teste, era informada aos alunos a passagem do tempo. Ao final do teste os alunos foram interrompidos por um sinal, permanecendo no lugar onde estavam (no momento do sinal) até ser anotada ou sinalizada a distância total percorrida. Anotação: Os resultados foram anotados em metros utilizando uma casa decimal.

Aptidão física relacionada à saúde

Tratamento estatístico

Para demonstração dos dados foi utilizada estatística descritiva com médias, desvio-padrão e frequência relativa. A normalidade dos dados foi verificada através do teste Kolmogorov-Smirnov.

As diferenças entre as médias das ApFS entre as idades foram testadas utilizando a análise de variância univariada (ANOVA) seguida do teste post hoc de Bonferroni. O teste t de student para amostras independentes foi utilizado para testar diferenças em relação ao sexo. Para todas as análises foi estabelecido um nível de significância de 5% (p < 0,05). O tratamento estatístico foi realizado por meio do pacote estatístico SPSS 24.0.

Resultados

A tabela 1 apresenta a frequência da amostra composta por 84 adolescentes distribuída em relação à idade e sexo.

Tabela 1 - Estratificação da amostra por idade e sexo. n = número absoluto de participantes; fr = frequência relativa.
Tabela 1 – Estratificação da amostra por idade e sexo. n = número absoluto de participantes; fr = frequência relativa.

Na tabela 2 são observadas as médias dos componentes da aptidão física relacionada à saúde, distribuídas e comparadas em relação à idade e sexo.

Entre os sexos foram encontradas diferenças significativas nos componentes: Teste abdominal e teste de 6 minutos. Já entre as idades foram encontradas diferenças significativas nos componentes: IMC, Teste abdominal e Teste dos 6 minutos.

Tabela 2 - Disposição das variáveis em médias e desvio-padrão em relação à idade e sexo. *diferenças significativas entre os sexos (p < 0,05); a) diferença significativa entre 15 e 16 anos; b) diferença significativa entre 15 e 17 anos; c) diferença significativa entre 16 e 17 anos. IMC: (kg m­ˉ²); Teste de abdominal (repetições em 1 minutos); Teste de flexibilidade (cm); Teste de 6 minutos (distancia em metros).
Tabela 2 – Disposição das variáveis em médias e desvio-padrão em relação à idade e sexo. *diferenças significativas entre os sexos (p < 0,05); a) diferença significativa entre 15 e 16 anos; b) diferença significativa entre 15 e 17 anos; c) diferença significativa entre 16 e 17 anos. IMC: (kg m­ˉ²); Teste de abdominal (repetições em 1 minutos); Teste de flexibilidade (cm); Teste de 6 minutos (distancia em metros).

Classificação dos componentes obtidos segundo os pontos de corte da bateria de testes PROESP-BR (Tabela 3) proposta por Gaya e Silva (2007), revela que os três grupos de adolescentes apresentam classificações na zona normal e na zona de risco.

Tabela 3 - Classificação geral das variáveis analisadas de acordo com a bateria PROESP-BR. EP = excesso de peso; ZR = zona de risco; IMC = índice de massa corporal.
Tabela 3 – Classificação geral das variáveis analisadas de acordo com a bateria PROESP-BR. EP = excesso de peso; ZR = zona de risco; IMC = índice de massa corporal.

O índice de massa corporal em relação ao sexo não apresentou diferença significativa, é possível notar um aumento de acordo com a idade nas alunas, porém somente no grupo de 17 anos houve diferença significativa, sendo o único grupo na zona de risco, por excesso de peso.

A resistência cardiorrespiratória avaliada pelo teste de 6 minutos apresentou diferença significativa entre os sexos, já entre as idades apenas no grupo masculino quando comparadas as idades 15 e 17 anos. Entretanto as médias de todos os grupos avaliados apresentaram níveis insatisfatórios, o que os enquadra na zona de risco.

A variável flexibilidade não apresentou diferenças significativas nas médias tanto entre os sexos quanto entre idades, todas as médias apresentaram níveis normais de flexibilidade.

Quanto à força muscular localizada avaliada pelo teste de abdominal somente os grupos com 15 anos de idade apresentaram níveis normais, portanto todos os outros se encontram na zona de risco. Entre os sexos foram encontradas diferenças significativas nas médias, é possível notar uma redução nas médias de ambos os sexos com o aumento da idade.

Discussão

Vários estudos fazem a associação dos níveis de aptidão física adequados com um menor risco para o desenvolvimento tanto de doenças hipocinéticas quanto crônico-degenerativas, ambas tendem a reduzir a qualidade de vida humana (GUEDES; GUEDES, 1995), um estudo feito pelo Center for Disease Control (CDC) nos Estados Unidos, apontou que 63% dos adolescentes apresentam dois ou mais dos cinco principais fatores de risco (baixa aptidão física, tabagismo, hipertensão arterial, colesterol elevado no sangue e obesidade) de doenças crônico-degenerativas (NIEMAN, 1999).

Partindo deste pressuposto, foram analisados os níveis de aptidão física em adolescentes de uma escola publica do município de Manaus, Estado do Amazonas, matriculados no ensino médio, o presente estudo encontrou níveis insatisfatórios para dois dos componentes relacionados à saúde: resistência cardiorrespiratória e força muscular localizada, neste ultimo componente apenas os grupos com 15 anos de idade tiveram resultados normais. Esses dois componentes da ApFS juntos são considerados indicativos na prevenção de problemas posturais, articulares, fadiga crônica e lombalgia. (BOUCHARD E SHEPHARD, 1994).

Enquanto os componentes IMC e flexibilidade mostraram resultados bastante satisfatórios, apenas o grupo feminino de 17 anos de idade apresentou excesso de peso, portanto a maior parte da amostra encontra-se fora dessa zona de risco. Tais resultados sugerem que somente a participação durante as aulas de educação física na escola não são suficientes para promover níveis satisfatórios em todos os componentes relacionados à saúde.

Este evento de escolares dentro da zona de risco não é novidade e chega a ser preocupante já que outros estudos utilizando os mesmos testes mostram resultados semelhantes. Dois estudos avaliando a aptidão física relacionada à saúde de crianças e adolescentes, em ambos os casos os resultados exibiram resultados preocupantes a respeito da quantidade de escolares fora da zona normal determinada pelos pontos de corte (GUEDES, GUEDES, 1993; GAYA et al., 2002).

A obesidade e o sedentarismo são os dois fatores de risco mais comuns para o aparecimento precoce de doenças crônicas como: hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares. Tais estudos afirmam que crianças e adolescentes com sobrepeso tendem a se tornar adultos obesos (BOUCHARD, 2003; MONTEIRO et al., 2000; OLIVEIRA et al., 2004; WEISS et al., 2004), o que nos leva a refletir sobre o futuro desses adolescentes caso não haja uma mudança significativa no estilo de vida.

A educação física escolar tem papel fundamental nessa mudança já que os conteúdos abordados podem influenciar diretamente na escolha de hábitos mais saudáveis, portanto contribuindo para melhores níveis de aptidão física, pois adolescentes que participam e gostam das aulas de educação física tendem a ser mais ativos e apresentar melhores níveis de aptidão física (BERGMANN et al., 2013; SILVA et al., 2015).

A prática esportiva por adolescente é muito importante para um maior gasto de energia diário e para promoção de um estilo de vida mais saudável (RODRIGUES et al., 2012). Esses resultados sugerem que se faz necessário um combate mais agressivo ao sedentarismo, como políticas de promoção da saúde e atividade física, assim como aulas com conteúdos variados e específicos para o desenvolvimento dos níveis de aptidão física e adoção de hábitos mais saudáveis (PEREIRA, 1997; 2002; GUEDES, GUEDES, 1993; NAHAS E CORBIN, 1992).

Conclusão

O presente estudo revela que o nível de aptidão física relacionada à saúde dos escolares da rede pública está abaixo do satisfatório, os piores resultados foram encontrados em resistência cardiorrespiratória e força muscular localizada, quanto ao excesso de peso apenas o grupo feminino com 17 anos de idade apresentou valores superiores ao ponto de corte.

A maior parte dos grupos avaliados não atingiram níveis satisfatórios, o que representa risco elevado para o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, tendo em vista que a disciplina educação física é obrigatória no currículo escolar, estes dados se mostram ainda mais alarmantes, pois vários estudos apontam resultados semelhantes de forma crescente.

Os resultados exibem uma clara necessidade de implementar medidas mais efetivas voltadas para o aprimoramento da aptidão física no âmbito escolar, objetivando uma melhora a curto prazo e contínua para a redução do risco evidenciado no presente estudo.

Referências

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