O agronegócio brasileiro – a sustentabilidade do setor e sua responsabilidade ambiental, social e econômica

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ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Eduardo de Lima [1]

SILVA, Eduardo de Lima. O agronegócio brasileiro – a sustentabilidade do setor e sua responsabilidade ambiental, social e econômica. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 06, Vol. 05, pp. 19-28. Junho de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo principal em discutir com base na literatura existente sobre o tema, a questão do setor do agronegócio e as suas dimensões de responsabilidade no âmbito ambiental e econômico ao país. A pesquisa é considerada de cunho descritiva, e sua abordagem sendo através de pesquisas bibliográficas. No trabalho foi apresentado algumas características da sustentabilidade no setor de agronegócio com relação ao meio ambiente e também a discussão sobre sustentabilidade e a geração de receitas ao país. Na discussão do trabalho pode observar que a sustentabilidade no agronegócio, é mais evidente na questão ambiental, devido aos problemas de degradação do meio em virtude da necessidade do setor buscar mais áreas para plantio e principalmente em ser reconhecido dentro do sistema econômico mundial como sendo o País que mais produz alimentos. Como conclusão, foi percebida através da literatura, a preocupação dos ambientalistas a respeito da produção de comida em todo mundo, isto porque segundo os autores, a necessidade de adquirir e degradar mais áreas nos próximos anos será inevitável, isto porque as grandes companhias que mantem o mercado de alimentos em todo o mundo, buscam grandes lucros e com isso causam um grande impacto ambiental em todo eco sistema.

Palavras-chaves: Agronegócio, sustentabilidade, impacto ambiental, produtividade de grãos.

1. INTRODUÇÃO

Durante muitos anos, as práticas agrícolas aplicadas no Brasil eram realizadas de maneira muito irresponsável, isto porque nestas épocas a agricultura era praticada, mesmo em grande escala, com dependência total de homens e animais, entretanto, este modelo de plantio refletia direta e negativamente em impactos ao meio ambiente, bem como a condição social da época e principalmente toda ela somente existia devido a necessidade econômica da subsistências das famílias.

Contudo valem ressaltar, que os principiais recursos que usamos para o nosso dia a dia na produção e manejo de alimentos são vindos de recursos bruto produzidos pela agricultura. Como por exemplo, a água que tomamos as sementes das árvores, o solo que cuidamos, dentre outros aspectos. Neste sentido, acaba nos direcionando a pensar na agricultura sustentável, ou seja, permitindo sair de um mundo capitalista e consumista e passar a viver em um mundo utópico do consumo sustentável, menos agressivos ao meio ambiente e menos honeroso a população na questão do aumento das doenças e pobreza.

Entretanto não podemos de forma alguma não reconhecer que a agricultura que conhecemos não mudou. Foi com o advento da modernização da agricultura operada a partir do século XX, sob o nome de Revolução Verde (por causa dos métodos adotados) que proporcionou o aumento das áreas plantadas com recordes de produção em todo o país, porém ao mesmo tempo desta grande produtividade nos campos, uma intensa destruição da natureza ocorreu durante as ultimas duas décadas. Estes processos, inegavelmente, maximizaram a produção agropecuária, todavia representaram um agravamento muito grande com relação aos problemas ambientais, como também e principalmente a condição socioeconômico das pessoas, especialmente nos países emergentes como o caso do Brasil (VIEITES, 2010).

É sob esta forma, e como uma alternativa ao modelo predatório imposto pela agricultura convencional, que infelizmente ergue-se o paradigma da sustentabilidade agrícola, com o propósito de propor a classe ruralista e pecuarista, um desenvolvimento fundamentado na conservação dos recursos naturais em que assegura as benécias do meio ambiente às gerações futuras, como por exemplo, o ar puro, os alimentos livres de agrotóxicos dentre outros.

Sendo assim, diante do exposto acima, este trabalho tem como propósito em abordar através de uma linha de pensamento critica e com permissão de análise, questionar o modelo de agricultura tecnológica que nos últimos anos invadiu o Brasil, e tecer uma analise critica sobre as consequências econômicas, ambientas e sociais e em seguida abordar de uma maneira sugestiva um modelo de agricultura mais sustentável a ser aplicada dentro do agronegócio que se pratica atualmente, com finalidade única de ilustrar a possibilidade de continuar produzindo, porém com um pouco mais de responsabilidade e coerência e principalmente com respeito mutuo e total ao meio ambiente.

2. METODOLOGIA

A pesquisa aqui expressada esta sendo caracterizada como uma pesquisa de cunho descritiva. Este modelo segundo Barros e Lehfeld (2007), descreve em seus achados que toda pesquisa descritiva tem como propósito inicial e principal de realizar uma análise aprofundada de certa questão ou indagação, usando para isso registros e interpretações de fatos do mundo físico sem a interferência do pesquisador.

Os objetivos da pesquisa, tratar-se-á de uma pesquisa explicativa, pois segue o proposito de registrar fatos levantados, analisá-los, interpretá-los e identificá-los quanto as suas causas. Essa prática visa ampliar as generalizações, defini leis mais amplas, estruturas melhor os questionamentos do pesquisador e define modelos teóricos. Nela também permitirá relacionar-se através das hipóteses levantadas para uma visão mais unitária do universo ou âmbito produtivo a ser trabalhado, desta forma gerando ideias melhores e como força de dedução lógica amais acurada. (LAKATOS E MARCONI, 2011).

Quantos aos procedimentos técnicos, a pesquisa se caracterizou como sendo bibliográfica. Gil (2002, p. 72-73), em seus trabalhos, afirma que procedimentos que usam uma pesquisa bibliográfica se definem mediante a determinação de objetivos, a elaboração de um plano de trabalho, a identificação e a localização das fontes, a leitura do material, o fazer apontamentos, a confecção de fichas para a pesquisa e a redigitação de um novo trabalho a ser apresentada a classe acadêmica como é o caso.

3. O PARADIGMA DA SUSTENTABILIDADE

Segundo Giordano (2015) em suas pesquisas, o autor afirma que a sustentabilidade de um negócio envolve alguns aspectos necessários para a sua perpetuidade: O primeiro deles é a conservação do solo, em seguida a conservação da água e por ultimo a conservação dos recursos genéticos como, por exemplo, o recurso animal e/ou vegetal, também têm os aspectos da observância e da conservação da não degradação do meio ambiente, isto porque, esta sustentabilidade deve estar tecnicamente apropriada, economicamente viável e socialmente aceito.

Para o autor, a noção de sustentabilidade incorpora uma clara dimensão social e implica atender também as necessidades das pessoas mais pobres, outra dimensão a ser discutida e a mais interessante é a questão ambiental, esta por sua vez garantem que a satisfação das necessidades das pessoas de hoje não venham comprometer o meio ambiente de amanhã, pois caso isso venha a ocorrer estará criando dificuldades para as gerações futuras.

Já para Buainain (2006), o autor afirma em sua obra que a ideia de um desenvolvimento sustentável carrega um forte conteúdo ambiental e um apelo claro à preservação e à recuperação dos ecossistemas e dos recursos naturais. Ainda segundo o autor a abrangência do termo sustentabilidade, vai além de simplesmente da não degradação do meio ambiente onde vivemos isto porque esta questão incorpora muitos outros aprofundamentos e é de extrema relevância para qualquer discussão sadia como a qualidade de vida, a competitividade empresarial, os resultados positivos, as tecnologias limpas, a utilização racional dos recursos, a responsabilidade social, dentre outros.

Savitz e Weber (2007, p. 3) dizem que sustentabilidade podem ser consideradas a gestão do negócio, ou seja, de maneira a promover o crescimento e a geração de lucro, reconhecendo e facilitando a realização das aspirações econômicas e não econômicas das pessoas de quem a empresa depende, dentro e fora da organização.

Outras dimensões sobre a sustentabilidade é discutida nos achados de Barbieri e Cajazeiras (2009) segundo os autores, várias são as discussões sobre este tema, uma delas é a questão social, acompanhada pela questão econômica, a ecológica, a espacial, a cultural, a questão política e por ultimo a questão institucional. Os autores ainda complementam que no âmbito das organizações são consideradas apenas três dimensões, que são pertencentes e específicas da atuação organizacional, uma delas é a questão econômica, acompanhada pela questão social e também e a mais importante com relação ao agronegócio a questão ambiental.

Desta forma, sob a ótica desses autores, podemos afirmar que uma organização que queira se tornar ou permita existir, como sendo uma empresa sustentável, deve querer alcançar seus objetivos atendendo simultaneamente a critérios importantes como a equidade social, a prudência ecológica e a eficiência econômica.

Por fim e para reforçar sobre o tópico em questão a pesquisa de Kamiyama (2011), afirma que a sustentabilidade está cada vez mais conhecidas e utilizadas em diversos setores da economia, mas que ainda, não há um conceito definitivo, pois, cada pessoa tem uma percepção sobre a utilização dos recursos naturais e o desenvolvimento econômico e social.

3.1 O AGRONEGÓCIO E A QUESTÃO AMBIENTAL E SOCIAL

Nos dias atuais discutir sobre o agronegócio sem que antes não passe pelo crivo da preocupação da questão ambiental e social, é a mesma coisa que fecharmos os olhos para o óbvio, ou seja, aumentar a produção requer mais terras, mais tecnologias, mais insumos e com isso, mais impactos ambientais atingindo diretamente a fauna e a flora do país. Desta forma, com base em estudos bibliográficos levantados durante a pesquisa, algumas críticas serão apresentadas a respeito da questão Social e Ambiental quando tratadas pelo agronegócio.

Pena (2015), afirma que é muito comum os embates no contexto político envolvendo os chamados “ruralistas” contra os “ambientalistas”, isto porque dentro de um sistema de capital a qual vivemos a décadas, tornam-se debates e enfretamento muito pesado e não promissores quando viemos a tratar da prosperidade sob as veias do meio ambiente.

Segundo o autor, os ambientalistas acusam frequentemente os ruralistas de serem os responsáveis pela expansão desordenada das terras cultiváveis em todo o território nacional, e desta forma expandindo ainda mais as fronteiras agrícolas e ao mesmo tempo, diminuindo a quantidade de reservas ambientais e áreas verdes tão necessárias para o controle ambiental em todo o planeta.

Ainda segundo Pena (2015), há acusações que acaba envolvendo o cultivo em grandes áreas de preservação ambiental e também de parques ambientais, além é claro segundo o autor, a poluição destes investimentos nos cursos d’água, contaminados pelos fertilizantes de grande escala e de outros produtos tóxicos que a agricultura desenfreada joga na natureza.

Quanto às críticas sociais, Pena (2015) também afirma que estas questões estão intrinsecamente relacionadas a movimentos sociais do campo, valendo um destaque aos Movimentos dos Trabalhadores Sem-Terra ou também conhecidos como MST, que acusa o setor do agronegócio de intensificar o processo de concentração fundiária, em que estes estão e a cada ano ficando maior, apresentando grandes detenções de terras sob a posse de um número cada vez menor de investidores, causando e/ou contribuindo para o aumento das diferenças e principalmente na divisão de rendas.

Para ele, estas críticas são até favoráveis, mas o poder do Agronegócio está muito concentrado nos investimentos que os produtores remetem à economia, por exemplo, quanto mais moderno os maquinários de plantio e colheita forem, melhores serão as produtividades e a lucratividade destas organizações.

Segundo o pesquisador, as críticas foram feitas para melhorar e não para piorar, mas entendem se que enquanto os governantes não incentivarem ou não ajudarem os produtores com uma Reforma Agrária bem elaborada e digna para estas pessoas, ainda não será possível levantar ou apresentar de fato, uma solução para o aumento de investimentos no Brasil.

3.2 A IMPORTÂNCIA DO AGRONEGÓCIO PARA A ECONOMIA BRASILEIRA

O agronegócio é um dos principais setores da economia brasileira atualmente o setor está convivendo com uma imagem que vai contra o forte papel social que ele propõe a fazer, isto porque a ele e infelizmente é atribuída a responsabilidade da destruição do meio ambiente para fins unicamente capitalistas, isto porque lavouras gigantescas como os plantios de soja, milho e algodão estão tomando conta de lugares que antes era mata virgem e intocada , como afeta não somente este bioma mas também a questão do nativos que a ali estão e que vivem do que a mata oferece. (VIETES, 2010).

Entretanto, o que não se percebe é que essa é uma idéia pouco fundamentada e que requer uma análise um pouco mais aprofundada sobre o tema, isto porque, estas propriedades agrícolas são o que sustenta boa parte da população brasileira e 1/4 da população do mundo inteiro, vale lembrar que estas áreas estão amparadas em legislações e diretrizes que regem desde plantio, a produção, o descarte de insumos e a comercialização do produto final. (VIETES, 2010).

Ainda segundo o autor, há inúmeras iniciativas sendo feitas para que o impacto ambiental de lavouras e propriedades agropecuárias sejam sempre o menor possível. Isso é necessário, pois caso não seja controlado, acaba colocando em jogo os princípios de sustentabilidade que norteia uma atividade que, por sua própria história, sempre contribui no crescimento do Brasil e da população socioeconômico nacional e com isso o reconhecimento de bons produtos produzidos e de qualidade frente ao mercado internacional que a muito anos transparece a imprensa cairia por terra.

Esta idéia errônea que se percebe nos discursos de muitas vozes hoje influentes no país, demonstra pouco conhecimento da realidade econômica do Brasil frente aos interesses de grandes países, também dos produtores de alimentos e dos lobbys multinacionais que usam a bandeira verde para dar continuidade a um colonialismo disfarçado que se iniciou no descobrimento do Brasil e de suas grandes riquezas há mais de 500 anos.

Desta forma e contra a mão do que noticiais maldosas circula em todos os ambientes de noticiais, o Brasil continua sendo o país com bons resultados alcançados na lavoura e na produção de carne, isto permite posicioná-lo em um dos únicos países se bem cuidado e gerido a alcançar sem sombra de dúvida o primeiro lugar no mundo em produção de alimentos.

O quadro 1 abaixo, ilustra bem o que o agronegócio representa para o país com relação a geração de empregos, participação direta e indireta no crescimento das industrias e comércio e o principal na contribuição do setor no Desenvolvimento. Vale lembrar que o Brasil é um país de vocação natural para o crescimento do agronegócio devido as suas características e diversidades adequadas para o setor, isto porque possui um clima favorável para o plantio, possui boas terras, muita água e relevo plano com boa luminosidade para a maioria das culturas existentes e comercializadas no país.

Com seus 8,5 milhões de km, o Brasil é pai mais extenso da América do Sul e o quinto pais do mundo com potencial gigantesco de sua capacidade agrícola sem a necessidade de agressão ao meio ambiente.

Quadro 1 – Números do Agronegócio Brasileiro.

Fonte: Blog Gestão & Resultado (2018)

Observa-se acima que muitos são os dados relacionados ao agronegócio e a sua responsabilidade para o crescimento do Brasil, toma-se como exemplo a quanto representa as exportações do pais, 46% e um dado extremamente importante é a quantidade de pessoas que trabalham direta e indiretamente com o agronegócio de 25 a 30 milhões de pessoas.

4. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, 2017), o Brasil irá produzir nos próximos 10 anos cerca de 69 milhões de toneladas a mais de grãos, atingindo a casa de 302 milhões toneladas no ano safra de 2027/2028. Segundo o órgão as projeções se concretizará devido ao desempenho puxado pela soja com 156 milhões toneladas produzidas e de milho com 113 milhões toneladas desta forma, com incremento estimado em 30%.

As carnes bovinas, suínas e de frangos deverão passar dos 27 milhões toneladas para 34 milhões toneladas, um aumento de 27%. A produtividade é apontada segundo o órgão, como a responsável pelo aumento da produção de grãos, o que pode ser constatado pelo aumento da projeção da área de plantio, no mesmo período, de apenas 14,5%.

Contudo, a responsabilidade social de uma empresa ligada ao agronegócio vem tomando importâncias gigantescas nas atividades agropecuárias, como por exemplo, a busca por certificações como ISO9001 – ISO14000, ISO14001 dentre outras. Estas certificações poderão ampliar suas vendas para o exterior, bem como a realização de treinamentos, cursos e incentivos que permitem que o profissional busque uma melhor qualificação, desta forma tornando-se mais empenhado ao negócio onde está, agregando diretamente valor em seu produto e lhe trazendo o lucro desejado.

Verdolin e Alves, 2005, reforçam em sua pesquisa a respeito da responsabilidade social e da alta competividade do mercado. Segundo os autores, com um ambiente empresarial cada vez mais competitivo e flexível que insere empresas na competição em larga escala, principalmente devido a integração dos mercados e a queda das barreiras tarifárias, a busca incessante pela conquista de níveis cada vez maiores de competitividade e produtividade leva as organizações a mudarem suas estratégias de negócios e padrões gerenciais, colocando aos mesmos a preocupação com a legitimidade social de suas atuações.

Ainda segundo aos autores, uma forma de diferenciar-se das demais organizações é a adoção de atividades relacionadas a responsabilidade social. Esta prática vem ganhando importante destaque no meio empresarial, mostrando-se como uma eficiente estratégia para o alcance da excelência e a prosperidade das organizações, proporcionando a elas maior competitividade.

5. CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÃO

No trabalho implicitamente, não restou dúvida que a mobilização dos setores empresariais ligado ao setor do agronegócio visará contornar as ameaças dos boicotes aos seus produtos nesse novo contexto da economia globalizada que vem a cada dia ficando muito mais acirrada. As possíveis restrições ao comércio internacional dentro da nova ordem econômica mundial aos produtos que por ventura tenham incorporado trabalho infantil, por exemplo, degradação ambiental, mão de obra escrava indígena, extermínio de vilas dentre outros são os motivos para futuras mobilizações dos empresários do setor.

Marin (2008), afirma que é notório observar em noticiários específicos de que, empresários das cadeias produtivas do agronegócio estão inserindo cláusulas sociais em seus contratos comerciais, assinando pactos da erradicação do trabalho infantil, cuidados com o meio ambiente, tudo isso em razão do crescimento da lavoura e da pressão internacional.

Contudo, conforme explicitado no texto, governos e empresas no futuro discutirão como agregar trabalho no agronegócio sem a agressividade ao meio ambiente, isto porque, em um sistema capitalista, onde insumos, mão de obra dentre outros aspectos a cada ano sobem de preço, há necessidade de buscar mais áreas com maior produtividade e menos custos para a produção tornam-se indispensáveis ao setor.

Desta forma, ações que conferem as empresas ligadas ao agronegócio legitimidade nos mercados globalizados, constituindo-se em valiosos investimentos em marketing social como também e principalmente ao ambiental a fim de que uma coerência entre impacto social e ambiental com a empregabilidade possa correr juntos para um mundo sustentável e lucrativo.

REFERÊNCIAS

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BUAINAIN, A. M. Agricultura Familiar, Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável: questões para debate. Brasília: IICA, 2006.

Blog Gestão & Resultado, 2018 Disponível em: http://www.folhavitoria.com.br/economia/blogs/gestaoeresultados/2017/01/18/agronegocio-o-caminho-certo-para-o-futuro-do-brasil/> Acesso em 10/08/2018.

LEHFELD, Neide Aparecida de Souza; BARROS, Aidil Jesus da Silveira. Fundamentos de Metodologia Científica: um guia para a iniciação científica. São Paulo: Makron, 2000.

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MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 6ª Edição, São Paulo. ISBN 978-85-224-6625-2, Ed Atlas, 2011.

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MARIN, Joel Orlando Bevilaqua et al. Agronegócio, responsabilidade social e erradicação do trabalho infantil. In: 46th Congress, July 20-23, 2008, Rio Branco, Acre, Brasil. Sociedade Brasileira de Economia, Administracao e Sociologia Rural (SOBER), 2008.

PENA, Rodolfo F. Alves. Geografia humana do Brasil – Agricultura no Brasil atual. 2015 – Disponível em: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/agricultura-no-brasil-atual.htm Acesso em: 03/08/2018

SAVITZ, A. W.; WEBER, K. A Empresa Sustentável: o verdadeiro sucesso é o lucro com responsabilidade social e ambiental. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

VIEITES, Renato Guedes. Agricultura sustentável: uma alternativa ao modelo convencional. Revista Geografar, v. 5, n. 2, 2010.

VERDOLIN, D. R. ALVES, A. F. Responsabilidade social: perspectivas para o agronegócio. Organizações rurais & agroindustriais, vol 7, num. 1, 2005, PP. 103-113. Universidade Federal de Lavras. Minas Gerais, Brasil.

[1] Mestrado em Engenharia de Produção, Graduado em Administração, Pedagogia Plena e Letras com Espanhol e Licenciatura Plena em Administração de Empresas e Matemática.

Enviado: Janeiro, 2019.

Aprovado: Junho, 2019.

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