Capim Zuri (Panicum Maximum BRS) Na Região Do Município De Ariquemes/RO Brasil: Sob A Perspectiva Do Produtor

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/agronomia/capim-zuri
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ARTIGO DE REVISÃO

CAMACHO, Sérgio Henrique da Silva [1], PREATO, Dânlei de Oliveira [2]

CAMACHO, Sérgio Henrique da Silva. PREATO, Dânlei de Oliveira. Capim Zuri (Panicum Maximum BRS) Na Região Do Município De Ariquemes/RO Brasil: Sob A Perspectiva Do Produtor. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 04, Vol. 01, pp. 166-176. Abril de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/agronomia/capim-zuri, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/agronomia/capim-zuri

RESUMO

O presente artigo elucida, a viabilidade de implantação do capim Zuri (Panicum Maximum BRS) em propriedades do município de Ariquemes/RO. Os argumentos expostos no decorrer da pesquisa, foram elaborados por meios de entrevistas de campo, semi e estruturada, web sites, artigos e teses. Buscou-se de modo comparativo analisar os avanços das pastagens no Brasil, no período de 1985 a 2019, afim de entender melhor tais evoluções no segmento pecuário brasileiro. De maneira geral serão expostos relatos dos produtores rurais que implantaram o BRS Zuri, em suas propriedades, trazendo uma interpretação sucinta e objetiva da viabilidade de sua implantação no município de Ariquemes/RO.

Palavra-chave: Pastagem, Brs Zuri, Pecuária.

1. INTRODUÇÃO

No estado de Rondônia a BRS capim Zuri (panicum máximo) está se tornando uma boa alternativa para produtores rurais, na qual vem demonstrando resistência e vigor em seu desenvolvimento, e se adaptando ao clima do Estado. Nota-se, que produtores do município de Ariquemes estão satisfeitos por terem implantado, uma das satisfações está interligada na capacidade de tal, suportar uma quantidade maior de animais por hectare, quando relacionado a outros tipos de forrageira.

Sendo desenvolvido de muitos anos de pesquisas e experiências em várias partes do Brasil, juntamente com o apoio de centros de pesquisas, entre eles: Embrapa Acre – Rio Branco, Embrapa Cerrados – Planaltina, Embrapa Gado de leite – Coronel Pacheco, Embrapa Pecuária Sul – Bagé, Embrapa Rondônia – Porto Velho. Tendo o apoio da Universidade Federal da Grande Dourados – Dourados, (EMBRAPA, 2018). O capim Zuri por ser resistente a vários tipos de pragas e doenças, de modo geral sua procura se tornou alta, pois seus benefícios à pecuária têm gerados dados satisfatórios, no processo de nutrição em tal segmento.

Com os avanços tecnológicos do segmento do Agropecuário, em prol de maximizar as produções e ganhos do ramo, destaca-se dentre os diversos segmentos Industrias do Brasil, sendo o único setor a apresentar dados positivos e um crescimento em relação ao ano de 2019, um crescimento de 2%, porém não o suficiente para conter o retrocesso da indústria e serviço do pais, na qual o PIB brasileiro teve um recuo de 4,1%, o pior resultado dos últimos 24 anos, de acordo com o IBGE, vale ressaltar que o mundo enfrenta anormalidade no setor ocasionado pela Pandemia COVID-19.

Nesta perspectiva a presente pesquisa, visa discorrer de modo descritivo e sucinto, elencando os benefícios em inserir tal cultura nas propriedades rurais, com uma visão detalhada de produtores que já trabalham com tal forrageira, na região do município de Ariquemes, Rondônia.

2. SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS DA PRODUÇÃO ANIMAL EM PASTAGENS NO BRASIL

As condições de clima e a extensão territorial são peculiaridades que, desde os primórdios da pecuária brasileira, definem uma característica importante dessa atividade: ter a quase totalidade do rebanho criado em pastagens (FERRAZ; FELÍCIO, 2010). Em decorrência dessa vocação da pecuária nacional, o Brasil tem nas pastagens o fundamento da sua pecuária de corte, garantindo com isso um dos menores custos de produção de carne bovina do mundo (CARVALHO et al., 2009; DEBLITZ, 2013; FERRAZ; FELÍCIO, 2010). Além disso, o Brasil oferece um produto com grande potencial para a conquista de mercados mais exigentes, o chamado “boi verde” ou “boi de capim” (grass-fed beef).

Na avaliação da plataforma MAPBIOMAS, a área total de pastagens (naturais e plantadas) no Brasil em 2019 foi calculada em aproximadamente 167 milhões de hectares. Ainda de acordo com a MAPBIOMAS, entre 1985 e 2019, em todo o Brasil, as áreas de pastagem cresceram, em 34,6% para abrigar um crescimento do rebanho bovino estimado em cerca de 67,3% de acordo com os dados do IBGE – Pesquisa da Pecuária Municipal (Tabela 1). Na avaliação discriminada por regiões, nesse mesmo período, o rebanho bovino cresceu em todas as grandes regiões, mas, especialmente, nas regiões Norte e Centro-Oeste (Tabela 1).

Tabela 1. Dinâmica das áreas de pastagens (hectares) e do rebanho bovino (cabeças) no Brasil e grandes regiões em 1985 e 2019.

Fonte: IBGE – Pesquisa da Pecuária Municipal / MAPBIOMAS.

Imagem 1. Comparativo da vegetação do Brasil, Floresta (verde) e Pastagem (marrom claro), período 1985 / 2019.

Fonte: MAPBIOMAS.

É possível deduzir que o grande descompasso entre o crescimento médio das áreas de pastagem e do rebanho bovino brasileiro, nos últimos 34 anos, vem ocorrendo, principalmente, como consequência do aumento de produtividade da atividade pecuária, em geral, e das pastagens, em particular (DIAS-FILHO, 2014; MARTHA JUNIOR et al., 2012; MEYER; RODRIGUES, 2014). Isto pode ser evidenciado no fato de que, entre 1985 e 2019, o Brasil ampliou sua taxa de lotação (cabeças de bovinos/hectare de pastagem) estimada de suas pastagens, tendo em 1985 uma lotação de 1,03, já em 2019, tal lotação passa ser de 1,28, resultando num aumento em tal parâmetro entorno de 24,2%.

Nota-se com os avanços tecnológicos dos últimos anos nas propriedades rurais, vem contribuindo para o melhoramento de tal parâmetro de lotação, na qual os dados apresentados na Tabela 1, demonstram que a variação da pastagem não acompanhou o aumento do rebanho bovino no Brasil, na qual uma das hipóteses, o produtor vem aperfeiçoando técnicas de manejo afim de maximizar a produção, produzir mais em uma área menor, com isso requer uma forrageira apropriada, com alto valor nutricional, facilidade de adaptação no clima e resistente a ataques de pragas.

3. CAMPIM ZURI (PANICUM MAXIMUS) FORRAGEIRA DE MÚLTIPLAS FUNCIONALIDADES

A BRS Zuri é um cultivar da espécie Panicum maximum sendo uma opção para diversificação de pastagens nos biomas Amazônia e Cerrado. São inúmeras qualidades dessa gramínea entre essas a elevada produção, o alto valor nutritivo, segundo Embrapa, tendo o teor de proteína bruta de 7 a 15% incluindo folhas e colmos, alta resistência às cigarrinha-das-pastagens e um elevado grau de resistência à mancha das folhas.

Tal forrageira apresenta resposta à calagem e adubação similar a outras cultivares de Panicum Maximum, tais como Tanzânia-1 (Megathyrsus maximus) e Mombaça (Panicum maximum cv) sendo recomendada para solos de média a alta fertilidade ou após o cultivo de lavouras anuais quando em solos de média a baixa fertilidade.

De acordo com a Embrapa (2014), a nova cultivar apresenta tolerância moderada ao encharcamento do solo, semelhante ao Tanzânia-1, porém se desenvolve melhor em solos bem drenados, sendo uma opção para diversificação de pastagens nos biomas Amazônia e Cerrado.

Nota-se grande facilidade de adaptação ao clima e solo do bioma Amazônico e Cerrado, se transformando em uma forrageira estratégica para pecuaristas, devido sua resistência, adaptação, quanto clima e solo, e alto teor proteico.

Tal forrageira, não se sobre sai apenas na criação de bovinos, porém a de destacar ser uma ótima dieta para criação de Caprinos, uma vez, que tal forrageira possui as folhas glabras, ou seja, sem pelos, os colmos são grossos, com intermódios de comprimento mediano e apresenta pouca cenosidade, de acordo com o veterinário, (Fernandes, 2019), o capim Zuri, se torna uma opção viável na criação de caprinos, devido suas folhagens ser macias e assim facilitam o processo digestivo dos animais.

O pecuarista Francisco de Asis Oliveira, implantou em sua propriedade uma área de 12 ha, do capim Zuri, no ano de 2019, sendo sua propriedade localizada na Br 364, linha C-45, Gleba 10, km 26, município de Ariquemes/RO, o pecuarista relata, está otimista com a implantação da forragem Zuri, na qual apresentou dados satisfatório no desenvolvimento dos animais, pretendendo ampliar novas áreas com tal forragem para expandir a criação.

Essa cultivar foi lançado pela Embrapa em 2014, como mais uma alternativa para a diversificação das pastagens no Brasil. Segundo (PEREIRA E SANTOS, 2006), o processo de ensilagem é complexo, devido ao grande número de microrganismos envolvidos e pode ser considerado uma metabiose, ou seja, ocorre o desenvolvimento simultâneo e sucessivo de microrganismos de diferentes gêneros e espécies, que dependem principalmente do pH, do potencial de oxirredução e do tipo e quantidade de substratos presentes no meio, de maneira geral pode-se concluir que:

O mal manejo e as altas taxas de lotação e a desconsideração com a altura ideal de pré e pós pastejo, fazendo com que haja alterações na produtividade e composição botânica do pasto ao logo do tempo, sem contar com a queda substancialmente da fertilidade do solo e como consequência pastagens degradadas. (COSTA et al., 2010, p.16)

A utilização do capim Zuri para a produção de silagem é muito positiva na qual, pode ser submetida a adição de outros nutrientes como a ureia entre outros, ou também pode ser realizado a silagem simples somente com a forrageira.

Em termos de produção e qualidade de massa seca, é uma cultivar que apresenta elevada produtividade. Pode chegar a quase 22 t/ha/ano de matéria seca, o que representa 50% a mais que o capim Colonião que também é um Panicum. Grande parte desta produção ocorre no período das águas. A produção no período seco representa 15% do total anual. É uma gramínea de elevada qualidade nutricional, sendo o teor de proteína bruta de 7 a 15% incluindo folhas e colmos.

No que ser refere à produtividade animal, nas condições do cerrado brasileiro, a BRS Zuri, permitiu uma produtividade de 175 kg de peso vivo/ha na seca enquanto que nas águas foi de 511 kg de peso vivo/ha. Estes valores representam uma produtividade 10% maior que a cv. Mombaça. (PINSETTA, 2018, p. 4)

Quanto ao manejo, o capim Zuri é um a gramínea cespitosa, (formação de touceiras) entretanto deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado, o qual erros no seu manejo compromete toda a produção. O seu manejo segundo o engenheiro agrônomo Braian Magalhães, na qual faz o seguinte relato:

Recomenda-se que o pasto seja manejado com altura de 70-75 cm e altura, em sua entrada e em sua saída 30-35 cm. Seguindo tais ponderações almeja ter um bom controle no desenvolvimento de colmos e florescimento.

Apesar de sua alta resistência a ataques de pragas, se torna importante salientar, que tal requer um manejo adequado, afim de se garantir os valores aqui demonstrados na pesquisa.

A elevada produção e o alto valor nutritivo, a resistência as cigarrinhas-das-pastagens, (Deois flavopicta) e a mancha da folha e sem contar com sua alta resistência as doenças. “A BRS Zuri mostrou-se resistente (por antibiose) às cigarrinhas-das-pastagens Notozulia entreriana, Deois flavopicta e Mahanarva fimbriolata, por determinar baixos níveis de sobrevivência ninfal em condições controladas”. (EMBRAPA, 2014, p. 02)

Nota-se, afim de garantir a alta resistência a ataques de pragas no capim Zuri, requer do produtor cuidados, como manter o controle de altura da pastagem, por meio de rotação entre pastos é uma das maneiras viáveis de controle de altura, por isso a observação periódica das pastagens se torna importante, para garantir o máximo proveito do pasto.

4. CAPIM ZURI, VISÃO DO PRODUTOR DO MUNICÍPIO DE ARIQUEMES/RO

O município de Ariquemes está localizado na porção sudeste do Estado de Rondônia, pertencente à microrregião III, conforme divisão político-administrativa da Fundação IBGE, representa 14,33% da área estadual, situando-se entre as coordenadas geográficas de 09° 41’10” e 10° 09’3234″ de latitude sul e 62° 25’35” e 63° 40’00” de longitude a oeste de Greenwich, limitando-se ao norte com os municípios de Alto Paraíso e Rio Crespo, ao sul com os municípios de Monte Negro e Cacaulândia, a leste com os municípios de Machadinho D’Oeste, Jaru e Theobroma e a oeste com o município de Porto Velho, ocupando uma área aproximada de 4.615km².

O regime térmico a que fica submetido a região apresenta-se bastante elevado, porém homogêneo. As temperaturas médias mensais na região variam de 25,7° C e a 27,7° C; a média das máximas varia de 30,0° C a 32,5° C e média das mínimas de 21,0° C a 22,0° C. (Sudam, 1984).

De acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o município de Ariquemes se enquadra no tipo tropical chuvoso, o valor médio para o total anual é de 1.780,5 mm, com totais mensais inferiores a 50 mm, nos meses de setembro a novembro, e totais superiores a 200 mm nos meses de fevereiro a maio.

Tais parâmetros na região demonstraram favoráveis para implantação do capim Zuri, no município, sob relato do pecuarista da região de Ariquemes Srº Marcelo Pereira Seixas, implantou tal gramínea em sua propriedade no ano de 2017, uma área total de 144 ha do capim Zuri, distribuídos em 12 piquetes, na qual utiliza o sistema de rotação entre piquetes para manter a gramínea na altura padrão de seu manejo. Em tal sistema o produtor consegue engordar 50 animais, na qual entram pesando em média [email protected], e após 210 dias tendo trato a cocho e pastagem os animais vão a abate com peso médio de [email protected]

Imagem 02. Animal no piquete com campim Zuri, na propriedade do Srº Marcelo Pereira Seixas.

Fonte: O autor, 2021.

O sistema de rotação dos piquetes, segundo o produtor leva em consideração o período chuvoso e de estiagem, em período de estiagem, para manter os piquetes com a gramínea na altura adequada, é feito o rotacionamento a cada 15 dias, enquanto no período chuvoso, é feito a cada 10 dias, uma vez que a gramínea desenvolve mais rápidamente, porém precisa manter na altura adequada.

Quanto a dieta animal, o produtor disponibiliza a cocho de suplemento proteico 1 Kg/dia/Unidade Animal (UA), a cada 30 dias, essa quantidade é alterada 1KG/dia/UA, totalizando 4kg/dia/UA no decorrer de 120 dias, quando ocorre a troca do suplemento alimentar proteico para o concentrado de semiconfinamento aumentando gradativamente a cada 30 dias, até o consumo final de 10kg/dia/UA, até a chegada de seu abate.

Imagem 03. Suplemento mineral no cocho, propriedade Srº Marcelo Pereira Seixas.

Fonte: O autor, 2021.

Nota-se que o produtor utiliza o sistema Semi Confinamento, na qual tem sua base a terminação dos animais em sistema a pasto, sendo que os animais permanecem a pasto, com livre acesso ao pasto, e recebem uma suplementação com concentrado no cocho para obter o desempenho de um animal em terminação. Tendo o capim Zuri, um alto teor proteico, aliado a suplementação, o produtor consegue ter ganhos positivos em relação a custo x benefício, na qual a pastagem consegue alcançar uma lotação (cabeças de bovinos/hectare de pastagem) entorno de 4,16, caso compararmos com a média nacional no ano de 2019, na qual foi de 1,28, o pecuarista Srº Marcelo Pereira Seixas consegue um aumento em tal parâmetro entorno de 225%.

5. CONCLUSÃO

De acordo com a Agroconsult consultoria especializada no agronegócio brasileiro, se a tecnologia no campo estivesse estagnada em níveis observados na década de 1990, seriam necessários mais 250 milhões de hectares para garantir a produção atual de carne.  O incremento seria superior aos cerca de 170 milhões de hectares atualmente empregados na bovinocultura de corte.

A menor demanda por terra para manutenção da produção ocorre, mesmo que o avanço da tecnologia na pecuária siga em ritmo mais lento quando comparada à aplicação de novas técnicas na agricultura.

Nota-se com os dados expostos em tal pesquisa, que a pecuária brasileira vem crescendo em ritmo acelerado neste início do século XXI, caso compararmos, no século XX. Devido um consumidor mais exigente pela qualidade do produto nas prateleiras no Mercado, visando qualidade e custo acessível, nos últimos anos o setor pecuário vem investindo em pesquisas, afim de maximizar a produção nas propriedades do produtor, tendo uma boa pastagem como “carro chefe” para um bom desenvolvimento do ganho de massa do animal, e assim evitar custos excessivos.

Finda-se que a região do município de Ariquemes demonstrou ter clima favorável para o cultivares do capim Zuri, tendo parâmetros satisfatório para o ganho de massa do animal, e sendo uma planta resistente a ataques de pragas, assim evitando transtornos inerentes a pastagens.

REFERÊNCIA

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[1] Acadêmico do curso Técnico em Agroecologia.

[2] Orientador. Especialização em Docência no Ensino Superior.

Enviado: Fevereiro, 2021.

Aprovado: Abril, 2021.

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