Estado da arte: Impacto de tecnologia na cadeia produtiva do leite

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ESTADO DA ARTE

NDAVA, Alex Orlando [1], PINTO, Carlos Eduardo Marques [2]

NDAVA, Alex Orlando. PINTO, Carlos Eduardo Marques. Estado da arte: Impacto de tecnologia na cadeia produtiva do leite. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 07, Vol. 11, pp. 101-120. Julho de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Procurou-se com o presente “estado da arte” fazer uma revisão das pesquisas científicas sobre o impacto da tecnologia na cadeia produtiva do leite, para conhecer os dados apontados pelas pesquisas e gerar questionamentos que possibilitem novas pesquisas e encaminhamentos metodológicos nesta cadeia. Para tal, fez-se buscas em bases de dados da Scielo, Google Acadêmico e periódicos da SOBER, das quais foi possível obter 1687 artigos sobre o assunto, dos quais selecionou-se 12 artigos que estavam intimamente ligados a tecnologia na cadeia produtiva do leite. Por uma lado, a componente tecnológica demonstra-se ser de capital pertinência no aumento da produtividade, planejamento, qualidade, rentabilidade, custo total de produção, difusão de informação, melhoria dos sistemas de logística. Por outro lado, para o aprisionamento tecnológico, resultado de falhas ou problemas de funcionamento de alguns dos equipamentos automatizados que interrompem toda a atividade; fatores institucionais que limitam a modernização da atividade leiteira; elevados custos para o acesso às novas tecnologias, sendo que nem todos produtores possuem condições fazer face aos custos; a utilização de recursos próprios faz com que o processo de inovação se dê de forma lenta; burocracia e altos custos de financiamento; baixa escolaridade verificada na maioria dos produtores e empregados da atividade, que causam problemas de Gestão e Controle da atividade; e por fim, a baixa preocupação dos produtores com os custo do leite, rentabilidade, taxa de retorno, se limitando ao preço.

Palavras-chave: tecnologia, produtividade, planejamento, qualidade, rentabilidade.

1. INTRODUÇÃO

O leite é considerado como sendo um dos alimentos mais consumidos. Atualmente, no Brasil, são produzidos 35 bilhões de litros de leite anualmente, o que posiciona o país na quinta colocação entre os maiores produtores mundiais do produto (FAO, 2018). A exploração da atividade leiteira no Brasil acontece desde o início da colonização do país por Portugal, quando em 1532, uma expedição portuguesa trouxe bois e vacas para o litoral de São Paulo.

A produção de leite no país teve um crescimento impressionante nos últimos vinte anos, saindo de uma produção anual de 18,7 bilhões de litros em 1997 para um total produzido de 33,6 bilhões no ano de 2016. Nesse período, também houve crescimento na produtividade e industrialização do produto. A quantidade de leite industrializado subiu de 10,5 bilhões de litros, que representava 58% do total produzido, para 25,7 bilhões de litros, ou 76% de leite produzido e industrializado no Brasil (IBGE, 2018).

A atividade leiteira possui uma importância socioeconômica muito grande no mundo, e no Brasil não é diferente, pois nos países em desenvolvimento, a maioria da produção vem de pequenos produtores e essa produção contribui para a subsistência das famílias, segurança alimentar e nutrição. A cadeia produtiva do leite gera mais empregos do que setores importantes como construção civil, siderurgia e indústria automobilística(FAO, 2018).

Segundo Santos (2008), um aspecto fundamental que explica o incremento de produção de leite nas últimas décadas foram as mudanças tecnológicas do setor lácteo brasileiro. Através dessas inovações tecnológicas, temos a migração significativa do leite pasteurizado para o leite longa vida, que mudou o perfil de consumo do leite no Brasil.

A cadeia leiteira em Brasil enfrenta grandes desafios relacionados a deficiência na infraestrutura de transporte, sazonalidade da produção, qualidade baixa do leite cru, distância dos locais de produção até as unidades de processamento, falta de recursos para investimentos, entre outros.

Segundo dados da EMBRAPA, o Brasil é apontado como promissor para continuar crescendo em tecnologia e produção de leite. O país ocupa o quarto lugar mundial em crescimento da produtividade, mostrando avanços tecnológicos principalmente em genética, nutrição e manejo. Ainda, para vencer os desafios enfrentados na atividade, deve-se buscar aumento da produtividade, da qualidade e a redução de custos de produção (EMBRAPA, 2018).

Conforme Vilela (2014), a atividade leiteira no país possui grande importância econômica e na geração de emprego e renda, devendo superar os desafios para garantir o desenvolvimento do setor. Desta forma, se fazem necessários incentivos públicos e privados na produção de lácteos com qualidade e condições para que as tecnologias desenvolvidas pelas diversas instituições possam chegar até o produtor.

Portanto, diante das citações anteriores, levando em conta: a importância socioeconômica da atividade leiteira no país, os avanços alcançados ultimamente e os desafios para o sucesso da atividade; qual o impacto da implantação de tecnologia na cadeia produtiva do leite no Brasil?

Para compreender como a atividade leiteira tem sido impactada e transformada com a chegada de tecnologias e inovações, tem-se como objetivo deste estudo realizar uma revisão das pesquisas científicas sobre este tema. Ainda, objetiva-se conhecer os dados apontados pelas pesquisas e gerar questionamentos que possibilitem novas pesquisas e encaminhamentos metodológicos.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 CONTEXTO DA CADEIA PRODUTIVA DO LEITE NO BRASIL

Nos dizeres de PEREIRA (2013), no Brasil, a pecuária leiteira surgiu em 1532 com o gado trazido durante o período de colonização. No princípio utilizava-se o gado para auxiliar as atividades produtivas nas indústrias de cana de açúcar, percebendo-se seu potencial na produção de leite. Partindo desse período, a pecuária leiteira ganhou interesse nas atividades econômicas do povo.

No princípio do século XX o leite era consumido sem nenhum tipo de tratamento, entregue para as comunidades de porta em porta e transportado em latões pelos produtores. No Brasil, as questões relacionadas à tecnologia na produção de leite começam a se fazer sentir na década de 20 em indústrias para beneficiamento e distribuição de leite, tendo proporcionado ao consumidor um produto mais seguro e com prazo de validade maior (ALVES, 2001).

ALVES (2001) afirma que surgem novas tecnologias na década de 60 no mercado de leite relacionadas a embalagem descartável, o que não se verificou na distribuição do leite, que mesmo sendo bem transportado, não havia tecnologias disponíveis de refrigeração.

Em 1990 o setor do leite foi marcado por um crescimento da produção na ordem de 14,48 bilhões de litros, que passou para 19,07 bilhões em 1999(IBGE, 2010), resultado das inovações tecnológicas e pela significativa queda nos preços da ração (GOMES, 2002).

Além de ser realidade, o uso de tecnologias é um diferencial eficaz para a competitividade e crescimento de uma indústria. Na produção de leite não se foge à regra, visto que a tecnologia é indispensável para melhorar a produtividade, qualidade, redução de desperdícios e aumento da lucratividade. Faria (2001) é da opinião que muitas das tarefas rotineiras em um sistema de produção leiteira são passiveis de ser automatizadas, possibilitando eficiência e efetividade.

O incremento na produção do leite no Brasil é explicado pela adoção de tecnologias através de maior mecanização, sendo necessária transferência de conhecimento por parte do governo para o produtor de modo que este o transforme em tecnologia. Alves et al. (2012).

3. METODOLOGIA

Segundo Romanowski (2006), o estado da arte pode contribuir com a teoria de uma área de conhecimento, pois procura identificar os aportes significativos da construção da teoria, apontar restrições sobre o campo em que se move a pesquisa e suas possíveis lacunas. Um levantamento e uma revisão do conhecimento produzido sobre o tema são imprescindíveis para análise qualitativa dos estudos produzidos nas diferentes áreas do conhecimento.

A revisão de literatura compartilha os resultados de estudos com o tema que está sendo relatado. Ela relaciona um estudo mais amplo na literatura com um tema escolhido, com o objetivo de preencher lacunas e ampliar estudos anteriores. Além disso, serve como um indicador para comparar os resultados de um estudo com outros (CRESWELL, 2007).

Para este estudo, o tipo de pesquisa adotado foi uma pesquisa exploratória de artigos científicos publicados em revistas nacionais. A técnica de coleta de dados consistiu-se em uma revisão sistemática da literatura, sendo usadas como palavras chaves primárias “impacto da tecnologia”, “tecnologia” e “atividade leiteira”; secundárias (impacto, tecnologia, leite, inovação).

Para tal foi realizada uma busca na base de dados dos Periódicos da Sober, Scielo e Google Acadêmico. Para selecionar as temáticas de interesse da pesquisa, foram estabelecidos critérios de leitura dos títulos, resumo e o período de cada artigo. O período estabelecido foi de 1997 a 2017 para as três bases de dados.

Para sintetizar de forma organizada e detalhada os dados obtidos dos artigos escolhidos, foi exposto numa tabela as seguintes informações: autores, ano, título, objetivo, método, resultados e conclusões.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na busca de dados nas bases citadas anteriormente, foram encontrados um total de 1687 artigos sobre Impacto de Tecnologia, dos quais foram selecionados um total de 12 artigos científicos que abordam os temas impacto da tecnologia e atividade leiteira. Estes artigos foram sintetizados e podem ser visualizados no Quadro 1.

Dos 12 artigos selecionados as temáticas mais predominantes têm a ver com impactos, rentabilidade e usos da tecnologia, e o debate científico da pesquisa está em torno dos impactos positivos da tecnologia.

Dentre os artigos apresentados no quadro abaixo, seis artigos foram publicados nos últimos cinco anos, três artigos hão menos de dez anos e apenas três possuem mais de dez anos de publicação. A maioria dos artigos apresentados busca comparar, analisar, investigar, avaliar ou até mesmo implantar diversas inovações tecnológicas no sistema agroindustrial da atividade leiteira. Apenas dois artigos se diferenciam dos demais por estudar apenas o impacto da tecnologia da informação na cadeia da atividade leiteira.

Fonte: Autor.

As inovações tecnológicas tratadas nos artigos abrangem diversas ações técnicas e gerenciais, que integram o que se pode chamar de “pacote tecnológico” que tem sido implantado na atividade leiteira no Brasil. Dentro deste pacote podemos citar tecnologias nas áreas da alimentação, manejo, reprodução, sanidade, melhoramento genético, higiene, qualidade do leite, entre outras.

Figueira e Zambalde (2013) e Lunkes e Colling (2016) descrevem o resultado da utilização da tecnologia da informação nos processos da atividade leiteira. No primeiro artigo, os autores concluem que a tecnologia da informação proporciona uma melhor coordenação das atividades e maior agilidade nas tomadas de decisão. Já no segundo, com a tecnologia proporciona-se um maior gerenciamento e controle da propriedade.

Modesto et al (2009) descreve, através de uma pesquisa quantitativa experimental, a substituição gradativa de pastagens por silagem de rama de mandioca na alimentação do rebanho e as consequências na produção e qualidade do leite. A substituição na alimentação diminui a produção de leite de forma linear e prejudica a qualidade do leite.

Júnior et al(2014) e Lopes et al(2009) analisam a rentabilidade da atividade leiteira segundo as tecnologias ou níveis tecnológicos utilizados. No primeiro artigo, quando se utiliza as tecnologias propostas verifica-se incremento na rentabilidade do sistema de produção de leite. Enquanto no segundo, conclui-se que o nível tecnológico empregado influência na rentabilidade, na lucratividade e no custo total da produção do leite.

Martins et al(2014), Antonialli e Galan (1997) e Wagner et al(2004) descrevem os impactos e transformações que as inovações tecnológicas trouxeram para uma propriedade ou uma região. No geral, os artigos citam que a adoção de tecnologia vem ocorrendo de forma gradativa, à medida que os recursos financeiros permitem. Essas tecnologias garantem a competitividade do negócio e a permanência dos agentes da cadeia agroindustrial do leite, devido ao aumento da produtividade e rentabilidade da atividade.

Rodrigues e Alban (2013) e Santos et al(2013) investigam o emprego de tecnologias na produção de leite em indústrias e numa região específica. No primeiro artigo, os autores verificam que as pessoas envolvidas na atividade são de idade madura e com baixa escolaridade, mas as propriedades possuem boas instalações e equipamento específico para a refrigeração do leite. Apesar das tecnologias existentes, que garantem ganhos na atividade, observa-se a falta de gestão e controle dos setores da atividade.

Manzanoet al(2006) descreve a viabilidade econômica da produção de leite em estabelecimentos familiares, em um município de São Paulo, num período de três anos, a partir da implantação de tecnologias de produção sustentável. Os autores demonstram que o conjunto de técnicas implantadas proporciona aumento na produtividade do leite, na receita e no patrimônio dos estabelecimentos familiares, sendo que dois destes tornaram-se modelos de produção de leite na região.

Essas inovações tecnológicas que surgiram e vem sendo utilizadas no sistema agroindustrial do leite no país (com destaque para a ordenha mecânica, tanque de refrigeração e inseminação artificial) proporcionaram benefícios para atividade, gerando maior competitividade e rentabilidade. No entanto, ainda existem dificuldades para acompanhar toda essa evolução na atividade, pois o setor necessita de mão de obra especializada e logo assistência técnica mais frequente e de qualidade. A gestão da propriedade e o manejo do rebanho são deficientes e a atividade carece de maiores incentivos governamentais.

CONCLUSÃO

Com a grande evolução no aumento da escala de produção das propriedades produtoras de leite, relacionada à melhoria da qualidade, percebe-se a preocupação dos produtores na busca desta melhoria na intenção de receber um preço melhor.

A inovação tecnológica e na gestão demonstrou-se ser fundamental para a sobrevivência dos intervenientes da cadeia produtiva do leite, visto que essas transformações resultaram na melhoria da produtividade, melhor organização, e consequentemente mais lucro, eficiência e competitividade na cadeia.

O nível tecnológico influencia os aspectos relacionados ao aumento da produtividade, planejamento, qualidade, rentabilidade, custo total de produção, difusão de informação, melhoria dos sistemas de logística e demais aspetos na cadeia produtiva do leite.

Os artigos pesquisados apresentam apenas um foco positivo dos impactos da tecnologia na cadeia produtiva do leite, se abstendo das situações negativas que possam advir da aplicação e uso das tecnologias.

REFERÊNCIAS

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[1] Mestre em Agronegócios, Graduado em Gestão e Liderança.

[2] Graduado em Agronomia.

Enviado: Outubro, 2018.

Aprovado: Julho, 2019.

 

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