Desafios Da Gestão De Pessoas Na Área De Home Office

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Desafios Da Gestão De Pessoas Na Área De Home Office
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ARTIGO ORIGINAL

FILHO, Jailson Correia de Melo [1]

FILHO, Jailson Correia de Melo. Desafios Da Gestão De Pessoas Na Área De Home Office. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 11, Vol. 08, pp. 70-81 Novembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo avaliar e analisar sistematicamente, a atuação e prática do teletrabalho. Considera o processo uma vertente no quesito qualidade de trabalho no dia a dia dos funcionários. Faz uma análise acerca dos benefícios. Discorre acerca da legislação trabalhista, os incisos e a forma que assegura funcionários e empregados — o trabalho telemático e informatizado. Mostra as diferentes vertentes e mudanças do mundo globalizado. Apresenta processos tecnológicos como indicadores evolutivos no que diz respeito a informação, possibilidades e atuação. Mostra também os desafios e dificuldades da gestão frente a esse modelo. Contribui como material para esse modelo de profissional crescente em nossa sociedade.

Palavras-chaves: Gestão, Home Office, Trabalho, Tecnologia, Desafio.

INTRODUÇÃO

É impossível falar sobre Home Office sem, antes, apresentar dois indicadores que provocaram esse avanço mercadológico que proporciona bem estar para colaboradores, sociedade e meio-ambiente. O processo tecnológico e a globalização têm papel principal e atuante. Ambas geraram possibilidades que compreendem em atuações à distância e permitiram uma atuação com eficiência. Nelson (2011) afirma que o processo de mudança tecnológica não é apenas um processo físico, mas é também um processo social.

Globalização é um conjunto de transformações sócio econômicas e culturais que vêm atravessando as esferas das sociedades modernas com expansão mundial. Seus aspectos (econômica, política, social e cultural) resultam em discussões sobre o futuro da humanidade frente às adversidades de um padrão de sociedade globalizada. Nesse cenário existe um acelerador da fragilidade das relações a partir da segregação e exclusão sociais — nas garantias políticas e institucionais como a garantia à cidadania, além da troca dos valores ético-filosóficos por valores mercadológicos.

Uma definição ampla a globalização seria uma aceleração acentuada da economia e interação entre pessoas, empresas e governos de diferentes nacionalidades. Parte dos estudos concentra-se em mudanças que ocorrem nos âmbitos econômicos e políticos. Essas questões envolvem tarifas e acordos internacionais estendendo-se dentro da província tradicional de burocratas e líderes políticos. Segundo Helgesen (2000), há três forças importantes a se compreender: “transformação demográfica” que é a ascensão de mulheres no mercado de trabalho, seguida pela “revolução social” que causa uma grande mudança econômica, saindo de uma economia industrial para a chamada economia baseada no conhecimento, e por fim, “o desenvolvimento de tecnologias” que estão transformando a forma de se trabalhar.

As mudanças causadas pela globalização, segundo Maynes (1998), ocasionaram os formuladores de políticas a responder às pressões públicas áreas diferentes. Os observadores do fenômeno da globalização estão cientes que cada vez instaura-se um impacto significativo. E isso em culturas locais, questões pequenas e difíceis de quantificar, mas emotivamente controvérsias.

A visão capitalista surge após as revoluções classe média com o ideal da revolução industrial — que se ajustava a um conjunto de elementos políticos, sociais, econômicos e culturais. Nos diferentes sentidos formando a começar de tempos de longa duração. Nelson (2001) afirma que a Revolução Industrial marca o início de um processo cumulativo e autossustentado do avanço da tecnologia e do conhecimento, cujas repercussões teriam impacto direto sobre todos os aspectos da vida econômica.

A modernidade trouxe diferentes inquietações para o homem moderno e todo processo se estendeu até os dias atuais. Para Smith (1996), a organização de trabalho numa estrutura capitalista permite que ocorram aumentos das habilidades dos trabalhadores, economia de tempo e a utilização de máquinas. Isso fortificou o capitalismo e o levou a um encontro com o mundo do trabalho. Isso quando a flexibilidade dos espaços socioeconômicos e políticos são mencionados.

O mundo se divide em duas esferas de influência e ambas conduzem ao poder monetário, são elas: o comércio e o governo. As organizações provenientes do âmbito cultural — meio ambiente preservação de espécies, vida, saúde, alimentação e gastronomia, religião, direitos humanos, família, questões femininas, herança étnica, artes e outros problemas — estão se retirando nos fóruns econômicos e políticos mundiais e uma posição sólida. Elas representam, na verdade, o nascimento de uma nova “política da sociedade civil” e talvez seja um antídoto para as forças que empurram para a globalização. As questões em torno da cultura e da globalização não receberam atenção o suficiente e debates que surgiram sobre a globalização e o meio ambiente ou padrões laborais tiveram mais alcance. Em parte pelo fato das questões culturais serem mais sensíveis e confusas.

A produção e distribuição de serviços e de bens faz parte da ampliação que a globalização trouxe e é um desenvolvimento que oferece acesso a produtos que não cruzariam oceanos. No entanto, alguns estão preocupados como as transformações provocadas pela globalização ameaçam a viabilidade de produtos produzidos localmente e as pessoas que os produzem.

Essa nova disponibilidade de alimentos estrangeiros em um mercado — com preços acessíveis — desloca os agricultores locais para ganharem a vida trabalhando suas pequenas parcelas de terra familiar e vendendo seus produtos localmente. A globalização aumenta a disposição de produtos fabricados no exterior, dessa forma, interrompe os produtores tradicionais. O comércio internacional de produtos e serviços culturais, como filmes, música e publicações ganha vida e avança por todo o mundo.

A expansão do comércio de produtos culturais aumentou a exposição de todas as sociedades, as culturas estrangeiras tornaram-se predominantes. A exposição de produções artísticas estrangeiras resulta em mudanças de valores e tradições locais. Embora não exista consenso sobre as consequências da globalização no eixo cultural, acredita-se que em sua expansão, a exposição à cultura estrangeira, pode determinar sua própria identidade.

Os avanços tecnológicos não apenas contribuíram para a globalização como aceleraram o processo. Perez (1983, apud CONCEIÇÃO, 2012) afirma, as revoluções tecnológicas surgem concentradas em determinados setores e difundem-se entre as indústrias inter-relacionadas, conduzindo a um processo interativo de inovações e de evolução da estrutura industrial. Trouxeram dinamismo e instantaneidade as informações e enfoque. Possibilitaram uma comunicação eficaz.

Os gestores assumem outro papel nessa modalidade que se estende oferecer e supervisionar a funcionalidade das plataformas — infraestruturas, tecnológicas — para que se desenvolva o trabalho. Uma análise acerca de onde buscar profissionais, que tipo de serviço e a qualificação do trabalho.

O modelo antigo de trabalhos que perdurou por todos esses anos, antes dos avanços da globalização e da tecnologia, estava ligado a um comprometimento mútuo em que o colaborador respeitava horários de trabalho e marcação de ponto. No entanto, hoje, diante dessa versátil sistematização é preciso quebrar esse paradigma nas empresas, a entregar para o colaborador autonomia e flexibilização em sua agenda.

Esse novo modelo é visto com agitação para as empresas por conta da redução de gastos e dos prazos apertados — pode-se ter mais de um profissional no mesmo trabalhador.

Com o local de trabalho confortável e relaxante, de sua residência, o tele trabalhador envia e recebe trabalhos. Este importante passo da modernidade trouxe motivação e oportunidade com grandes rendimentos para o trabalhador e para o meio ambiente. Menos carros poluindo os ares, menos pessoas transitando pelas ruas em horários de pico. Mais trabalhos, menos burocracia, mais dinamismo e agilidade. Menos gastos para as empresas e mais produtividade.

HOME OFFICE

OS PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO

Muito se tem falado acerca dos trabalhos conhecidos como trabalhos em casa, os famosos home office. Isso não é algo tão novo, o trabalho surgiu em meados dos anos 70 com as famosas malas diretas. A repercussão do trabalho gerou certo conforto, de lá até os dias de hoje, o trabalho se modificou e atingiu diversas empresas. O teletrabalho no regime CLT consta na constituição trabalhista — Lei 12.551/2011, trazendo uma extensa discussão acerca de benefícios e malefícios ao trabalhador. No que diz respeito setor público, a primeira a adotar o modelo do teletrabalho domiciliar foi uma empresa de informática que prestava serviços de tecnologia ao Ministério da Fazenda, o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), foi a precursora na atuação.

O Tribunal Superior do Trabalho regulamenta do teletrabalho: — a Resolução Administrativa nº. 1499.11 em 1992. Promulga-se, então, a Lei 12.551/2011, a definir critérios e requisitos para a realização de tarefas fora das dependências do Tribunal. Segundo o artigo 7º da resolução “compete exclusivamente ao servidor providenciar as estruturas física e tecnológica necessárias à realização do teletrabalho, mediante uso de equipamentos ergonômicos e adequados”. O que entrega aos servidores uma relevância significativa que engloba estruturação, a organização, círculo de trabalho, responsabilidade com os custos.

HOME OFFICE, GESTÃO E DESAFIOS

Home office não é uma atividade atual. O modelo de atuação já ocupa as empresas desde o final dos anos 90. Com o avanço da internet esse modelo se estendeu e um novo profissional atingiu o mercado trazendo expectativas promissoras e proporcionando conforto e lazer para os colaboradores.

Teletrabalho é todo e qualquer trabalho realizado à distância (tele), ou seja, fora do local tradicional de trabalho (escritório da empresa), com a utilização da tecnologia da informação e da comunicação, ou mais especificamente, com computadores, telefonia fixa e celular e toda tecnologia que permita trabalhar em qualquer lugar e receber e transmitir informações, arquivos de texto, imagem ou som relacionados à atividade laboral. (SOBRATT, 2015)

A conectividade trouxe ao mundo corporativo mudanças significativas. Isso referente a atuação do trabalhador. Embora pareça um ato benéfico, esse modelo apresenta seu lado negativo, como diz Menez (1999).

Trabalhar em qualquer horário tem seus efeitos no mundo do trabalho. Os trabalhadores dessa modalidade são propícios a serem mais solitários, pois têm longas jornadas e não têm privacidade. Assim, dispõe de tarefas intensificadas e como consequência de tudo isso, correm o risco de apresentar resultados negativos na saúde e no bem-estar. (MENEZ, 1999)

Freeman e Louçã (2001) destacam as inovações tecnológicas acompanhadas de mudanças administrativas, organizacionais e pessoais. Além de o home office trazer o isolamento social, falta lei específica para tratar dessa relação, há dificuldade de concentração quando o ambiente não está favorável por distração de familiares, invasão do espaço de trabalho; na corporação o lado negativo fica por conta de alguns sindicatos que fazem objeções e a vulnerabilidade de dados.

Com esse modelo sugestivo o grande desafio das organizações, segundo Nogueira (2002), é a redução dos pontos negativos em contribuição dos benefícios que a redução de tempo na trajetória (trabalho casa; casa trabalho) gerando menos estresse, domínio no tempo da atividade, flexibilidade, redução de custo e gastos com espaço e infraestrutura e aumento de produtividade.

Diante dessa liberdade, para que o bem-estar e o trabalho andem lado a lado é preciso organização e planejamento. Segundo Mazzola (2012) é preciso assimilar as atividades e o tempo, respeitar os horários de trabalho para que se obtenha êxito. Para os empregadores, ressalta Mazzola (2012) a gestão age de forma processual e conforme a disponibilidade. Os funcionários não podem ser punidos quando estão indisponíveis após o expediente ou nos finais de semana ou durante feriados e férias.

Não é segredo para ninguém que colaboradores descansados são mais produtivos. Está no próprio lar pode ser mais produtivo ainda quando se tem uma rotina planejada. Um aspecto importante e que faz toda a diferença nos atuantes é seguir uma rotina de trabalho.

O que se tem é o surgimento de uma cultura onde o trabalho no lar ocupa um espaço que até então não era explorado. O desenvolvimento da tecnologia e o mundo globalizado proporcionaram às organizações e colaboradores oportunidades de ampliação dos negócios. Limongi-França (2006) refletem acerca dessa ascensão profissional, esse novo aspecto de gestão de pessoas que traz uma mudança nas práticas legisladas e ações operacionais para atividades coorporativas.

Segundo Alves (2007), o fenômeno da era digital e das novas tecnologias de informação é irreversível e o trabalhador não necessita ir mais ao trabalho, ele está a todo o momento conectado. As transformações e adaptações que atingem as organizações apresentam um modelo de administrar negócios. Uma estrutura processual que deve ser analisada, adaptada visando uma interação e um ritmo de competitividade mercadológica. O home office traz flexibilidade e abrange dimensões distintas. Dessas dimensões o local de trabalho possui um território amplo — não existe um só lugar — o colaborador exerce sua função seja qual for o lugar ou hora. Existe uma flexibilidade de horários que traz benefícios diante do conforto e a atuação. A forma de comunicação é outra dimensão estruturada no dinamismo — informações são inseridas e compartilhadas por internet, telefones, e-mail, redes sociais, entre outros meios (Mello 2011).

[…] o teletrabalho é uma forma de integrar o deficiente (ou pessoa com necessidades especiais) no mercado de trabalho, propiciando-lhe qualidade de vida, já que não precisará se deslocar e enfrentar as dificuldades de locomoção nas grandes cidades, cumprindo também a lei de cotas nas organizações. As organizações que adotam o trabalho remoto ou o home office evidenciam vários pontos positivos e negativos deste tipo de flexibilidade dentro de suas organizações. (MELLO, 2011 apud LUNA, 2014)

O modelo de gestão em home office exige dos gestores das empresas criar métodos diferentes dos utilizados tradicionalmente, ou seja, criar um novo estilo de administração, pois, uma nova maneira de trabalhar requer uma nova maneira de administrar.

Segundo Nilles (1997, apud PINEL, 1998) uma das questões centrais do gerenciamento do teletrabalho é a mudança de prioridades. Ao invés de pôr em foco o número de horas trabalhadas, dá-se mais atenção a questões ligadas ao desempenho.

Algumas organizações ainda se utilizam de métodos tradicionais de controle como a supervisão física e o tempo usado pelo teletrabalhador para realizar as atividades, mas para que haja sucesso em um modelo de teletrabalho, é fundamental a confiança entre o gerente e seu subordinado, com a avaliação por resultados. Mello (2011) afirma que alguns fatores devem ser levados em consideração como: avaliar bem antes de selecionar o teletrabalhador, ambiente estruturado e informatizado, determinação de metas e avaliações de desempenho.

CASOS DE SUCESSO

CASO PHILIPS

Em 2010 a Philips com a intenção de se tornar uma empresa líder de saúde e bem-estar, implementou o conceito Workplace Innovation que integra as pessoas, tecnologia de ponta que proporciona mais qualidade de vida.

O Work Place Innovation é um conceito inovador que hoje marca os escritórios da Philips no mundo todo. A disponibilidade de soluções integrais de tecnologia e telecomunicações aos funcionários em ambiente remoto surge justamente para dar infraestrutura para o trabalho remoto.  A empresa já quase não tem telefones fixos nem computadores que não sejam portáteis. Segundo Renato Barreiros, diretor de recursos humanos da empresa, apenas 15% dos funcionários têm local fixo no escritório, devido à natureza de sua atividade. […] Cerca de 800 funcionários têm políticas estabelecidas de trabalho remoto e outros 150 são os chamados “full mobile” – totalmente móveis, que passam 90% do tempo fora do escritório. (Ladeia, 2014)

CASO TICKET

A partir do ano 2000 a Ticket integra o sistema de home office na empresa.

Na Ticket, a política de trabalho remoto é consolidada para a força de vendas. Desde 2000, o home office integral é oficial na companhia. Segundo Eduardo Távora, diretor regional de vendas para Norte e Nordeste, a necessidade partiu da chegada de novos concorrentes ao mercado. “Construir filiais não atendia às nossas premissas de redução de custo. Então o trabalho remoto surgiu naturalmente”, afirma.  O resultado é claro – as receitas de vendas novas aumentaram em 40% e a economia chega a 3,5 milhões por mês com apenas 150 pessoas em regime remoto. Para colaborar, a empresa monta a mesa do funcionário em casa, incluindo mesa, cadeira, telefone, computador e até mesmo o custo do gasto de energia é reembolsado por um cálculo previamente definido. Caso o funcionário já tenha todo o equipamento, ele recebe o dinheiro para fazer as adaptações necessárias. (Ladeia, 2014)

A Ticket está há 40 anos no mercado desenvolvendo soluções como Ticket Alimentação, Ticket Transporte, Ticket Car, Ticket Express e Ticket Cultura, além de versões eletrônicas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O modelo de trabalho home office traz alguns aspectos negativos, mas também traz vários benefícios; as organizações podem reduzir custos, promover uma melhor qualidade de vida de seu capital intelectual, aumentar a produtividade e otimizar o tempo. Já o teletrabalhador pode melhorar sua qualidade de vida ao administrar seu tempo; ele tem a liberdade de ajustar o melhor momento de realizar suas atividades, tem um aumento de sua produtividade, obtendo sua satisfação profissional entre outros benefícios.

O home office traz os desafios de se criar um novo modelo de administrar que dê atenção a questões ligadas ao desempenho, que leve ao aumento no grau de confiança entre gerência e subordinados e que vise minimizar os pontos negativos como: o isolamento social, falta de lei específica, a vulnerabilidade de dados entre outros. É necessário que se tenha uma boa infraestrutura para minimizar distrações no horário em que estiver trabalhando, assim como, ter horários definidos é fundamental.

Uma legislação poderia sistematizar todo processo e daria novas perspectivas em relação às condições de atuação. Isso iria trazer uma nova ideologia para o mercado levando a um nível mais estável. Daria uma maior segurança e projeção para os que atuam e para os que buscam.

Novas regras por uma legislação trazem mudanças e abrem espaço para discussão a gerar novos conceitos e diretrizes. A regulamentação pode ser uma opção, mas diante da sua falta não altera em nada o mercado promissor e atuante.

REFERÊNCIAS

ALVES, R. V. Teletrabalho: um conceito complexo no direito brasileiro. Revista da Faculdade de Direito de Uberlândia, 2007.

CLT, Consolidação das Leis do Trabalho, acadêmica e constituição federal, 10ª ed 2012 – São Paulo: Saraiva, 2012.

CONCEIÇÃO, César Stallbaum. Da revolução industrial à revolução da informação: uma análise evolucionária da industrialização da América Latina / César Stallbaum Conceição – Porto Alegre, 2012.

FLEURY, M. T. L. (Org). Home office e teletrabalho na CLT. São Paulo: Gente, p.115-132, 2002.

FREEMAN, C; LOUÇÃ; F. As time goes by: from the Industrial Revolution to the Information Revolution. Oxfort: Oxfort University Press, 2001.

HANNS, M.; TAN, M. Writer bussines: Work at home, London – 1998.

HELGESEN, Sally. Eliminando as fronteiras na era do conhecimento e do trabalho personalizado. In Peter F. Drucker Foundation. Liderança para o século XXI. São Paulo: Futura, 2000.

LADEIA, B; 8 empresas que permitem o home office, 2014. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/negocios/8-empresas-com-politicas-home-office/>. Acesso em: 02 ago. 2018.

LUNA, Roger Augusto; Home Office um novo modelo de negócio e uma alternativa para os centros urbanos, 2014. Disponível em: < http://revistapensar.com.br/administracao/pasta_upload/artigos/a91.pdf/>. Acesso em: 02 ago. 2018.

LIMONGI-FRANÇA, A. C. Teorema do bem-sucedido da profissão pós-revolução industrial, 2006.

MAYNES, J.K Globalization: Perspectives insides, pdre, P. 3 ed. 1998

MAZZOLA, A. V.; HONÓRIO, L. C. Organização e gestão: Teletrabalho 1, n. 2, 2012.

MELLO, A. A. A. O uso do Teletrabaho nas empresas de Call Center e Contact Center multiclientes atuantes no Brasil. Tese de doutorado apresentada à Faculdade de Economia Administração e Contabilidade da Universidade Federal de São Paulo, 2011.

MENEZ, A. A. A. Atuação do atendimento no Brasil, Brasil Qualitymark, 1999

NELSON, R. R. Economic Development from the Perspective of Evolutionary Economic Theory, Working Papers in Technology Governance and Economic Dynamics, n 2, Tallin University, Noruega. 2006. Disponível em: <http://hum.ttu.ee/wp/paper2.pdf>. Acesso em: 09 nov. 2018.

NELSON, R. Foreword. In: FREEMAN, C; LOUÇÃ; F. As time goes by: from the Industrial Revolution to the Information Revolution. Oxfort: Oxfort University Press, 2001.

NOGUEIRA, A. J. F. M. Teletrabalho e home office: Contribuição trabalhista, 2002

PINEL, Maria de Fátima de Lima. Teletrabalho: o trabalho na era digital. Rio de Janeiro: Faculdade de Administração e Finanças, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1998. (Dissertação de Mestrado em Ciências Contábeis).

SMITH, A. Riqueza das Nações: investigação sobre a sua natureza e suas causas. Os Economistas, São Paulo: Nova Cultural, 1996.

SOBRATT – Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades. Disponível em <http://www.sobratt.org.br/faq>. Acessado em 11 de jan. de 2018.

[1] Graduado em Administração pela Universidade Federal de Alagoas; MBA em Gestão Estratégica pela Universidade Norte do Paraná; Mestrando em Administração na Universidade Columbia Del Paraguay

Enviado: Outubro, 2018

Aprovado: Novembro, 2018

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