A humanização na terceira idade: uma abordagem acerca das políticas de saúde

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A humanização na terceira idade: uma abordagem acerca das políticas de saúde
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CESARIO, Anderson [1]

CESARIO, Anderson. A humanização na terceira idade: uma abordagem acerca das políticas de saúde. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 13, pp. 140-149, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O presente trabalho é fruto de uma pesquisa bibliográfica, que segundo Oliveira (2007) é uma modalidade de estudo e análise de documentos de domínio científico tais como livros, periódicos, enciclopédias, ensaios críticos, dicionários e artigos científicos. Como característica diferenciadora ela pontua que é um tipo de “estudo direto em fontes científicas, sem precisar recorrer diretamente aos fatos/fenômenos da realidade empírica” (p. 69), esta pesquisa tem como objetivo demostrar a importância da humanização da saúde do idoso. A relevância desse trabalho baseia-se na preocupação dos profissionais de saúde e usuários, principalmente em relação aos idosos, devido às condições especiais que esses pacientes apresentam, e também pelo fato do Brasil apresentar um grande quantitativo de idosos.

Palavras chaves: Humanização, saúde do idoso, integralidade.

INTRODUCÃO

No ano de 2003 nasceu no Brasil, a Política Nacional de Humanização, com o fundamento de efetivação dos princípios estabelecimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a humanização na atenção à saúde pode ser entendida como uma qualificação das práticas de saúde, tais como o acolhimento, vinculo e valorização dos usuários do sistema (ZÜGE, 2012).

Para Puccini e Cecílio (2004), a humanização é a valorização e priorização da responsabilidade pela paciente, do zelar e da dedicação do profissional de saúde pelo paciente, para eles o profissional deve superar a integralidade a realização de técnicas assistências. A humanização pode ser entendida como um princípio de base humanística e ética, metodologia para o cuidado na assistência à saúde com base no respeito e na valorização do ser humano.

A humanização é uma preocupação dos profissionais de saúde e usuários, principalmente em relação aos idosos, devido às condições especiais que esses pacientes apresentam, e também pelo fato do Brasil apresentar um grande quantitativo de idosos, para se ter uma ideia em 2010 os idosos representavam 10,8% da população total, aproximadamente 79,6 milhões de pessoas. A estimativa é de que, em 2025, seremos o sexto país em números de idosos, com aproximadamente 32 milhões de pessoas da terceira idade, este dado aumenta a ideia da necessidade de humanizar o serviço prestado a pessoa idoso (BRASIL, 2017).

A HUMANIZAÇÃO NA ATENÇÃO A SAÚDE

A humanização, enquanto política pública de saúde, vem sendo discutida como criação de espaços que alteram as formas de produzir saúde, tomando como princípios o aumento do grau de comunicação entre sujeitos e equipes, ou seja, tornando o atendimento mais adequado e satisfatório ao cliente (MORREIRA et al. 2015).

A Política de Humanização visa à reorganização dos processos de trabalho em saúde, propondo, centralmente, transformações nas relações sociais, que envolvem trabalhadores e gestores em sua experiência cotidiana de organização e condução de serviços; e transformações nas formas de produzir e prestar serviços à população. Pelo lado da gestão, busca- se implantar instâncias colegiadas e horizontalizarão das “linhas de comando”, valorizando a participação dos atores, o trabalho em equipe, a chamada “comunicação lateral”, e democratizando os processos decisórios, com co-responsabilização de gestores, trabalhadores e usuários. E traz como fundamental a participação dos profissionais da saúde na elaboração de planos e ações (HUMANIZASUS,2010).

A política de humanização surge em um cenário de desafios, ainda presentes na construção do SUS que exige mudanças no modelo de gestão e de atenção à saúde. Dentre eles, destacam-se: vínculo frágil nos grupos de trabalhadores versus usuários e controle social rudimentar, relações de trabalho precárias e pouca nenhuma, participação dos trabalhadores na gestão dos serviços, baixo investimento em educação permanente, desestímulo ao trabalho em equipe e despreparo dos profissionais para lidar com questões subjetivas que toda prática de saúde envolve (HENNINGTON, 2008).

IDOSO E A CONSTITUIÇÃO

A Política Nacional do Idoso (PNI), lei nº 8.842, de 4 de janeiro de 1994, define idoso como qualquer pessoa de 60 anos ou mais, a partir dessa idade a Constituição Federal permiti ao idoso ter proteção do Estado de Direito contra discriminação, tendo sua dignidade resguardada e a proteção às suas necessidades específicas, através do Estatuto do Idoso, estabelecido pela lei nº 10.741, de 1 de outubro de 2003 .

O Estatuto do Idoso em seu artigo 18 coloca que as instituições de saúde devem estar aptas aos critérios mínimos para atendimento ao idoso, promovendo o treinamento e a capacitação dos profissionais, esses critérios são essências para o desenvolvimento da humanização. O Estatuto do Idoso inovou ao permitir ao idoso que se proteja e, passou a ser visto como sujeito ativo de direitos, sendo pressuposta sua autonomia na defesa dos seus direitos (BRASIL, 2003).

A lei nº 10.741, de 1 de outubro de 2003 estabelece ainda que, o atendimento de qualidade ao idoso nas Unidades de Saúde é imprescindível para estimular um envelhecimento ativo e saudável entre a população brasileira, através do desenvolvimento de práticas de saúde adequada para cada indivíduo.

POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA

A forma que o estado utiliza para garantir a qualidade na assistência de saúde prestada ao cidadão é por meio de políticas públicas, então o governo criou aPolítica Nacional de Saúde do Idoso (Portaria nº 1.395, de 10 de dezembro de 1999), primeira política brasileira relacionada à saúde da pessoa idosa, foi revogada pela Portaria MS/GM nº 2.528, de 20 de outubro de 2006, que instituiu a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa ( PNSPI), que tem por objetivo permitir um envelhecimento saudável, o que significa preservar a sua capacidade funcional, sua autonomia e manter o nível de qualidade de vida ( BRASIL, 2017).

A PNSPI tem o papel de recuperar, manter e promover a autonomia e a independência dos idosos, por meios de atividades que visam a promoção e a prevenção da saúde, inclusive as diretrizes estabelecidas por ela são: promoção do envelhecimento ativo e saudável, atenção integral a saúde, ações multidisciplinares em prol da saúde da pessoa idosa, garantia da qualidade da assistência, apoio ao desenvolvimento de pesquisas, formação e capacitação de profissionais sobre o envelhecimento (BRASIL, 2014).

O público idoso apresenta uma morbidade mais elevada do que os jovens e adultos, ou seja, o idoso tende a ter mais episódios de doenças, em geral crônicas, ocasionando um aumento nos gastos públicos em saúde. O custo com a saúde do idoso tende a ser maior do que para indivíduos em outra faixa etária, isso porque o predomínio de doenças crônicas e suas possíveis complicações implicam em utilização freqüente do sistema de saúde, este fato foi um dos desencadeantes para a formulação de políticas, que visam a integralidade do idoso (LIMA et al, 2010).

Queiroz e Almeida (2010), afirma que, o Brasil passou a se preocupar com a humanização e com as políticas para o idoso, após a constatação do envelhecimento populacional em 1970, foi quando começou a ser pensando em propostas de atendimento a essa população, a partir dos idosos começaram a uma visão diferenciada, na qual se baseava na garantia aos idosos a assistência à saúde, nos diversos níveis de atendimento do Sistema Único de Saúde e na adoção e aplicação de normas de funcionamento às instituições geriátricas e similares.

Apesar das muitas conquistas pelo SUS e pelas demais leis que garantem o direito a saúde, o país enfrenta algumas dificuldades de efetivação e implementação do serviço de qualidade, o que afeta principalmente o idoso, principalmente a burocracia, a precariedade de investimentos públicos na qualificação dos profissionais, em especial no que diz respeito às necessidades específicas da população idosa, a falta de instalações adequadas, a carência de programas específicos e de recursos humanos inclusos na gestão participativa ( RANZI, 2013).

Diante de tantas dificuldades a humanização tronou-se uma alternativa para a realização do serviço de qualidade na atenção à saúde, sua efetivação resulta em benefícios incomensuráveis no que diz respeito a garantia de melhor atendimento à população. Acredita-se que através de uma assistência humanizada e personalizada pela equipe de saúde, principalmente a equipe de enfermagem que convive mais com os pacientes, garante um equilíbrio físico e emocional do paciente idoso (RANZI, 2013).

A HUMANIZAÇÃO E SUA BASE TEÓRICA PARA O IDOSO

Pode se afirmar que a humanização foi descrita desde o tempo de Florence Nightingale que, já se pensava que o atendimento deveria ser diferente do atendimento prestado naquela época pela medicina, ela então formulou uma base em que a enfermagem se baseia no cuidado das pessoas e não patologia, devendo a mesma profissão se preocupar com aspectos socioeconômicos, culturais e religiosos, que essa pessoa está inserida, respeitando-o integralmente, ou seja humanizar a pratica de saúde (QUEIROZ , PRADO, 2010).

Humanizar um atendimento é uma forma de proporciona aos idosos e ao profissional a capacidade de respeitar o ser humano, na qual parti de uma visão holística, respeitando a integralidade do indivíduo e tratando integralmente de maneira individual, seja na busca da prevenção ou da promoção da saúde. Esse método almeja a aplicação do conhecimento e o aprimoramento das práticas diárias do cuidado prestado ao paciente pela equipe de enfermagem (SANTANA, 2011).

Segundo Rocha, Souza e Rozendo (2013), a humanização se baseia na efetivação da Teoria das Necessidades Humanas Básicas (NHB), que consiste simplesmente em no atendimento avaliativo do paciente como um todo, e isso se torna muito importante para o idoso. Pode se perceber que, preservar os três níveis de necessidades, Nível Psicológico: nutrição, sono e repouso, integridade física, sexualidade, eliminação; Nível Psicossocial: segurança, amor, lazer aceitação e Nível Psicoespiritual: necessidade religiosa ou teológica, ética ou de filosofia de vida, torna o atendimento humanizado.

Segundo Brito (2016), o equilíbrio de todos esses níveis de necessidades proporciona no individuo a saúde, tendo em vista que o organismo se encontra em harmonia com o ambiente e o tempo. A harmonia ou a homeostase do corpo humano pode ser destruída por diversos fatores. Então se um idoso procura um atendimento de saúde, seja ele em uma unidade básica ou em um hospital de grande complexidade, é mal atendido desde seu acolhimento até o período de alta hospitalar, este idoso possivelmente sairá da unidade com seu nível psicológico alterado, muitas vezes até com medo do profissional de saúde, por isso é tão importante humanizar a questão da saúde.

A humanização com base nas teorias de Necessidades Humanas Básicas, permite a observação, a interação e a intervenção do profissional ao paciente idoso, apontando seus níveis de tensões, conscientes e inconscientes, consequentes aos desequilíbrios hemodinâmicos dos fenômenos vitais, as alterações que desfazem o equilíbrio homeostático podem atingir as necessidades fisiológicas, sociais e espirituais, podendo ser percebida pelo profissional ou verbalizada pelo paciente (MONTEIRO et al., 2014).

A IMPORTÂNCIA DA HUMANIZAÇÃO NA TERCEIRA IDADE

Sabemos que o processo de envelhecer é um fenômeno natural que ocorre com todos os seres humanos, desde o nascimento, este ocorre de modo progressivo, pode ser acelerando conforme o estilo de vida, no decorrer desse processo a pessoa passa por mudanças biológicas, psicológicas e sócias, este não pode ser considerado como doença, lembre-se é um acontecimento natural dos seres humanos, que necessita de muitos cuidados (SOUZA et al, 2014).

Segundo Silva e colaboradores (2013), o cuidado humanizado é um tema muito abordado em eventos científicos e eventos do governo, esse tema tem uma importância maior quando se fala em saúde do idoso, esta é vista como um eixo norteador para a promoção da assistência holística a pessoa idosa. Para a efetivação do atendimento humanizado do idoso é preciso atendimento prioritário, respeito a sua autonomia e independência.

O idoso tem o direito de atendimento especial, e este é apenas uma maneira de prevenir e promover a saúde do idoso ainda na atenção básica, este proporciona um tratamento adequado ao idoso, ao cuidador e ao familiar, tudo isso resulta na humanização da assistência. A humanização deve acontecer nas unidades de atenção básica, nas unidades de permanecia, nos hospitais públicos e privados, não deve haver a discriminação ou a falta de cuidado adequado com os pacientes (SILVA et al, 2013).

Queiroz e Prado, (2010), acreditam que a importância da humanização pois a hospitalização pelos idosos é dada como uma mudança em seu cotidiano, havendo troca de condições usuais de habitação por um ambiente estranho e geralmente ameaçador, eles perdem suas roupas usuais, passam a uma condição de passividade e impotência, e geralmente são apenas informados sobre seu tratamento, a humanização então pode mudar essa realidade vivida pelos idosos.

Durante o período de hospitalização, os profissionais de saúde devem se preocupar com o processo de recuperação do paciente, contribuindo para a criação de um ambiente adequado e proporcionando a sensação de relacionamento com esse mundo e não de isolamento. O paciente idoso requer uma atenção especial, exige um cuidado diferenciado com maior sensibilidade, considerando suas peculiaridades, suas alterações orgânicas normais, psicológicas e sociais. Deve-se considerar que cada idoso percebe a sua condição de maneira diferente, pois alguns reagem individualmente ao sofrimento, exigindo do profissional a capacidade para intervir em momentos de crises. O compromisso com a humanização no ambiente hospitalar não deve ser considerado um ato passivo, pois requer um processo permanente e gradual de ação e inserção na realidade, através do esforço dinâmico e participativo (MONTEIRO, 2014).

O cuidado humanizado não é uma técnica ou artifício, mas uma vivência que deve ser passada em toda atividade dos profissionais com propósitos de oferecer e realizar o melhor tratamento ao ser humano. Consiste na compreensão e na valorização da pessoa da melhor forma possível. Além de envolver o cuidado ao paciente, estendem-se a todos aqueles que estão envolvidos no processo saúde-doença, que são: a família, a equipe multidisciplinar e o ambiente. Quando o paciente é idoso, é necessário o preparo técnico e acolhimento humanizado para o cuidado integral a este ser, não esquecendo que deve haver cumplicidade entre os envolvidos para uma melhor qualidade na assistência (BACKES; LUNARDI FILHO; LUNARDI, 2005).

CONCLUSÃO

A Humanização é o ato ou efeito de humanizar, de tornar humano, é um processo que pode ocorrer em várias áreas da nossa sociedade. É um procedimento que implica a evolução do cuidado, na tentativa de aperfeiçoar as suas aptidões através da interação com o meio envolvente.

Para humanizar o atendimento ao idoso é necessário utilizar recursos e instrumentos como forma de auxílio, e a comunicação é uma das ferramentas de maior importância na humanização. O ato de cuidar, é cada vez mais conseguido em todos os envolventes no processo da prestação de cuidados de saúde aos idosos, tanto do prestador de serviços como do próprio receptor. Todo o processo de prestação de cuidados é um processo complexo que se caracteriza por inúmeras alterações no que diz respeito às necessidades físicas e sentimentais, quer da família quer do idoso, por isso é necessária uma avaliação complexa das Necessidades Humanas Básicas do idoso, assim podendo a equipe de saúde implantar a humanização no seu processo de cuidar.

Aprendemos que humanizamos quando nos habituamos a chamar o idoso pelo seu nome, quando nos preocupamos em explicar a ele os procedimentos ao qual será submetido, esclarecer a finalidade e objetivos da terapêutica proposta, dar espaço para que ele possa expressar-se, suas reivindicações, apresentar suas queixas, esses são simples atos que são caracterizados como a prática da humanização.

Ainda há dificuldade na humanização no cuidado com idoso, muitas vezes, é o excesso de demanda causado por problemas que poderiam ter sido resolvidos em um primeiro atendimento. Outras vezes, é a procura exagerada de ofertas técnicas e tecnológicas. Outra, ainda, é a falta de condições técnicas, de capacitação, de materiais, de gerência, de espírito de acolhimento. Os serviços tornam-se desumanizastes pela má qualidade resultante no atendimento e sua baixa resolubilidade.

A carência geral ou específica de condições gerenciais, técnicas e materiais induzem à desumanização, já que profissionais e usuários passam a se relacionar de forma desrespeitosa e impessoal, devido ao cansaço, ao descompromisso, ao acúmulo de irritações e desalentos, com isso é comum nas unidades de saúde a falta de bom dia, os gestos de acolhimento demonstram nosso esforço em atenuar os problemas. Outro fator de dificuldade na humanização é a comunicação e a integração de profissionais e usuários, e acontece que, quanto menor for a integração, a comunicação, o vínculo e o reconhecimento mútuo entre profissionais e usuários, entre equipes de profissionais e gestores das diversas instâncias do sistema de saúde, menor será a possibilidade de humanizar a atenção a saúde do idoso.

REFERÊNCIAS

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[1] Acadêmico de enfermagem das Faculdades Integradas Aparício Carvalho-FIMCA.

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