Efeitos das adaptações agudas e crônicas do exercício físico relacionadas ao sistema cardiovascular da população idosa

0
2092
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
PDF

ARTIGO DE REVISÃO

CAVALCANTE, Edilson Ramos [1]

CAVALCANTE, Edilson Ramos. Efeitos das adaptações agudas e crônicas do exercício físico relacionadas ao sistema cardiovascular da população idosa. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 12, Vol. 06, pp. 21-32. Dezembro de 2019. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/sistema-cardiovascular

RESUMO

Envelhecer é uma dinâmica normal da vida, relacionada a diversas mudanças nas capacidades motoras e psicofisiológicas do indivíduo. Essas alterações são graduais, porém progressivas, e resultam em relativo aumento na prevalência de doenças temporárias e permanentes, principalmente aquelas relacionadas no sistema cardiovascular. Diversas estratégias têm sido utilizadas para minimizar o aparecimento de enfermidades relacionadas a esse sistema na população idosa, entre elas, o exercício físico certamente apresenta resultados benéficos. Este estudo tem como proposta realizar uma breve revisão sobre as consequências do exercício físico no sistema cardiovascular dessa população. Após a revisão dos livros e artigos considerados, conclui-se que a prática de exercícios físicos está relacionada a uma série de benefícios na saúde do sistema cardiovascular do idoso. Entre eles destaca-se menor pressão arterial, menor frequência cardíaca e maior consumo de oxigênio. Essas adaptações favorecem um melhor bem-estar e qualidade de vida para o idoso.

Palavras-Chave: Envelhecimento, exercício físico, sistema cardiovascular.

1. INTRODUÇÃO

Vecchia et al. (2005) definem que o envelhecimento é composto por uma base de alterações nas composições fisiológicas, juntas de transferência do nível de equilíbrio do corpo. Essas alterações são graduais, porém progressivas, e resultam num aumento na prevalência de enfermidades agudas e crônicas (CLARCK e SIEBENS, 2002).

Nas últimas décadas têm-se observado um envelhecimento das pessoas, a nível mundial, ligado ao acréscimo da expectativa de vida. O Brasil acompanha essa tendência. Zimerman (2009) comenta que envelhecer é algo natural, conquanto, apresenta dificuldades para muitos, pois traz relativas mudanças. O autor mostra que estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizada em 2003, no Brasil, em 2020, os idosos chegarão a 25 milhões de pessoas, em um aglomerado de 219,1 milhões representando 11,4% da população.

Em 2050, espera-se que a média de vida nos países desenvolvidos será de 87,5 anos para os homens e 92,5 para as mulheres (contra 70,6 e 78,4 anos em 1998). Já nos países em desenvolvimento, será de 82 anos para homens e 86 para mulheres, logo, 21 anos de diferença do que os 62,1 e 65,2 atuais.

O aumento da população com mais de 65 anos acarreta desafios importantes para o sistema de saúde pública e para profissionais de educação física, médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, enfim, a todos os profissionais da área da saúde. Isso porque o envelhecimento traz consigo uma série de doenças crônico-degenerativas não transmissíveis. Uma vez que a probabilidade de certas doenças aumentarem com a idade, reforçamos a necessidade de não olhar para a velhice como a chegada delas. O envelhecer apresenta diversas mudanças, mostra diminuições e comprometimentos, é sabido que muitos delas recebem contribuição do mau uso de algumas qualidades físicas.

Logo, para que o envelhecimento ocorra de uma maneira quantitativa e qualitativa, ou seja, saudável, é necessário que algumas ações sejam tomadas. Entre elas estão a alimentação saudável, não tabagismo, repouso diário entre 7 e 8 horas e o estilo de vida ativo. O exercício físico é capaz de levar a pessoa a ter um estilo de vida cada vez mais saudável e associado a uma boa alimentação traz excelente benefícios.

Estudos demonstram que a realização do exercício físico está relacionada a uma série de benefícios físicos, psicológicos e sociais em qualquer fase da vida.  Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME) e Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) a constante realização de exercício físico ajuda na ascensão e qualidade de vida população idosa ajudando-a em várias questões, especialmente, prevenindo as diversas incapacidades.

A pratica de exercício físico promove consequências fisiológicas no corpo e, principalmente, no sistema cardiovascular (MONTEIRO e FILHO, 2004). Cumprir de forma regular implica em consideráveis adequações autonômicas e hemodinâmicas as quais vão induzir esse sistema, com o propósito de segurar a constante manutenção do equilíbrio entre o meio interno e o externo, homeostase celular, perante a ampliação das demandas metabólicas. Há acréscimo no debito cardíaco, ascensão da perfusão circulatória para os músculos em exercício e recompartilhamento no fluxo sanguíneo (RONDOM e BRUM, 2003).

Os exercícios físicos devem ser utilizados de forma a preventiva. Quanto antes começar, mais chance de uma velhice saudável.

2. JUSTIFICATIVA

Apesar de muitos estudos demonstrarem os benefícios do exercício físico em diversos aspectos da saúde – físicos, sociais, biomecânicos, psicológicos, entre outros, essa prática infelizmente ainda não esta permanente no dia a dia da população. Segundo a OMS a falta de exercício físico prejudica 47% da população brasileira.

Pretende-se, através dessa revisão, demonstrar através de evidências científicas que a prática de exercício físico é uma intervenção efetiva na diminuição de fatores relacionados ao aumento do risco cardiovascular e na evolução das capacidades vitais e que, por isso, deve ser uma prática constante na vida de idosos e de qualquer outra pessoa.

3. OBJETIVO

Haja vista que as doenças relacionadas ao sistema cardiovascular se mostram como os principais fatores ligados a morte entre idosos e que o exercício físico está ligado a muitas vantagens  no sistema cardiovascular, a presente pesquisa tem como objetivo revisar os efeitos da prática de exercício físico no sistema cardiovascular de idosos. 

4. MÉTODOS

4.1 CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO

Para a realização do presente estudo foram considerados artigos científicos, publicados em periódicos na língua portuguesa e livros sobre o tema. As principais bases de dados consultadas foram Scielo e Google Schoolar. Não houve delimitação quanto ao ano de publicação do artigo científico.

Os seguintes descritores foram utilizados: idosos, envelhecimento, doença cardiovascular e mortalidade, exercício físico. 

5. DESENVOLVIMENTO

5.1 O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO

O envelhecimento é um processo natural da vida que envolve significantes modificações nas funções corporais e fisiológicas. No processo do envelhecimento ocorrem mudanças na composição corporal, como na massa corpórea e na estatura (SHATENSTEIN ET AL. 2001).

A busca por fatores de proteção como a prática de exercícios físicos, para prevenir ou amenizar doenças cardiovasculares, vem tendo um significante crescimento.  Segundo Antunes et al (2005), a atividade física é uma intervenção para redução da depressão e produz efeitos positivos no humor.

Segundo Palácios (2004), os indivíduos são categorizados conforme a idade da seguinte maneira: a) adultos em fase inicial: por volta dos 25 anos aos 40 anos; b) meia idade: dos 40 anos até 65 anos; c) velhice precoce: dos 65 anos até 75 anos; e d) velhice tardia: a partir dos 75 anos.

Podemos observar o aumento da população idosa, principalmente em países em grande desenvolvimento.  Netto (2007) mostra que o Brasil é uma nação em grande crescimento populacional, onde o número de idosos tem crescido a cada ano. Estima-se que em 2025 o número de pessoas com idade maior ou igual a 60 anos ultrapasse 30 milhões.

Com o acentuado número de idosos cada vez mais está sendo oferecida a prática de exercícios físicos entre esse grupo, com propostas de melhores condições, conforto, comodidade, satisfação e saúde, objetivando uma melhor qualidade de vida.

5.2 ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS GERAIS RELACIONADAS AO ENVELHECIMENTO

No envelhecimento são relacionadas modificações fisiológicas associadas ao sistema neuromuscular, respiratório, cardiovascular, nervoso, entre outros (TEIXEIRA E PEREIRA, 2008).

Em relação ao sistema neuromuscular, podemos observar a perda da massa e da força muscular, que estão diretamente relacionadas com a perda da mobilidade, aumento do risco de quedas e diminuição da capacidade funcional no envelhecimento (MATSUDO, 2001). Além disso, também podemos destacar a perda da massa óssea, denominada osteoporose. A osteoporose se associa ao risco elevado de fraturas no idoso, sobretudo na coluna lombar e no colo do fêmur (GALLAHUE E OZMUN, 2001).

Matsudo e Matsudo (1992) citam que durante a fase idosa há uma diminuição de 10-20% na força muscular, redução no tamanho e na quantidade de fibras musculares e menor habilidade para hipertrofia.
O sistema respiratório também se apresenta comprometido, implicando negativamente na saúde dos idosos. Segundo Gallaheu e Ozmun (2001), as funções dos pulmões aumentam durante a adolescência, estabilizam-se próximo aos 30 anos de idade e tendem a declinar gradualmente depois dessa fase. Além disso, a diminuição da força diafragmática e dos grupamentos auxiliares na musculação é outra característica relacionada ao envelhecimento. Com a compressão das curvaturas da coluna, o tórax pode comprimir e pressionar os pulmões contra órgão internos, prejudicando assim a tarefa dos pulmões e de outros órgãos que podem ser comprimidos (GALLAHUE E OZMUN, 2001).

Como o envelhecimento o sistema cardiovascular começa sofrer alterações. De acordo com Matsudo e Matsudo (1992) ocorre a delimitação do volume sistólico, menor frequência cardíaca e diminuição do uso de oxigênio – elemento químico fundamental à vida – pelos tecidos. Nesta fase, também pode ser observado o aumento da pressão arterial.

No processo de envelhecimento também podem ocorrer enfermidades relacionadas ao sistema nervoso central (SNC), como demência, doença de Parkinson, mal de Alzheimer, além de diminuição da memória e do raciocínio. Matsudo e Matsudo (1992) destacam que além da limitação do número de neurônios existem, além disso, limitação no fluxo sanguíneo cerebral, tempo de reação e na velocidade de condução venosa.

Além dos fatores fisiológicos no envelhecimento é possível observar aspectos psicológicos. Nesta fase, as relações com a sociedade são permeadas por influências de fatores psicológicos e da saúde mental. Quando um idoso não consegue relembrar dos fatos, alguns acontecimentos, pessoas, inclusive familiares, podem ficar abalados; muitas pessoas que convivem com o idoso não entendem as mudanças que ocorrem na sua vida (ANTONUCCI, 2001).

5.3 RESULTADOS DO EXERCÍCIO FÍSICO QUANTO AO SISTEMA CARDIOVASCULAR DE IDOSOS

 O sistema cardiovascular é composto por um acoplamento permanente de uma bomba, um ciclo de compartimento de grande pressão, canais de mudança e o ciclo de recolhimento e de volta de menor pressão (MCARDLE, 2011). Faz a integração do corpo como uma unidade, tem como principal função fornecer nutrientes para corpo, remoção de calor, balanço hídrico, faz o transporte de gases e hormônios (MCARDLE, 2011).

O coração é um órgão quadricavitário responsável por proporcionar impulso para o fluxo sanguíneo. Dividido em duas porções, porção direita e esquerda: dois átrios e dois ventrículos.

No processo de envelhecimento, o coração, as artérias e as veias inclina-se a suportar mudanças as quais afetam as suas funções. As artérias são vasos sanguíneos de alta pressão que leva o sangue oxigenado do coração para variados tecidos do corpo humano e as paredes artérias estreitam-se para assegurar o sangue em deslocamento.

Segundo Achutti & Azambuja (2004) até 2020 umas das maiores causas de morte no envelhecimento serão as doenças cardiovasculares, dentre elas a hipertensão arterial. A hipertensão arterial, a obesidade, os hábitos alimentares inadequados e o sedentarismo também são fatores que estão associados ao aumento do risco.

A pressão arterial, singularmente, mais elevada sobrecarrega, permanentemente, o sistema vascular e se não for tratada, pode lesionar os vasos arteriais e resultarem em doenças cardíacas, insuficiência renal e acidente vascular cerebral (MCARDLE, 2011).

O exercício físico provoca uma série de adaptações fisiológicas no sistema cardiovascular, que podem melhorar o estado geral de saúde e diminuir o risco de morte. As adaptações são classificadas como agudas e crônicas (RONDO E BRUM, 2003).

Segundo Brum et al. (2004) nos exercícios estáticos, as adaptações agudas têm compatibilidade com a elevação da frequência cardíaca, pausa ou até mesmo diminuição do volume sistólico e um menor acréscimo do débito cardíaco. Em contrapartida, destaca-se o relativo aumento da resistência vascular periférica, a qual tem como resultado o aumento acentuado da pressão arterial. Tais consequências acontecem porque a contração muscular preservada no decorrer da contração isométrica proporciona bloqueio mecânico do fluxo sanguíneo muscular.

Por outro lado, verifica-se, nos exercícios dinâmicos, elevação da atividade nervosa simpática, que é desprendido pelo ativar do comando central, mecanorreceptores musculares e ao depender da intensidade do exercício, metaborreceptores musculares (FORJAZ & TINUCCI, 2000). Em relação à elevação da atividade nervosa simpática, verifica-se aumento do débito cardíaco, da frequência cardíaca e do volume sistólico. Além disso, a elaboração de metabolitos musculares proporciona vasodilatação na musculatura ativa, promovendo diminuição da resistência vascular periférica. Dessa forma, ao praticar os exercícios físicos dinâmicos verifica-se elevação da pressão arterial sistólica e diminuição ou até mesmo manutenção da diastólica (FORJAZ, MATSUDAIRA, RODRIGUES, NUNES & NEGRÃO, 1998a).

Os efeitos crônicos resultam da exposição regular ao exercício físico, e apresentam a hipertrofia muscular, hipertrofia ventricular esquerda e a elevação do máximo consumo de oxigênio (ARAUJO, 2001). Além disso, o exercício físico tem capacidade para estimular o crescimento de novos vasos sanguíneos a partir dos já existentes, elevando o fluxo sanguíneo para músculos esquelético e para o músculo cardíaco.

O sistema cardiovascular progride de modo a sanar as exigências crescentes, para acompanhar os desejos de adaptação do tecido muscular (CARNEIRO, 2002), gerando aumento das fibras cardiovasculares, o que torna o coração maior e mais forte, ocasionando melhora na capacidade contrátil do miocárdio (BIBLIOTECA DA SAÚDE, 1996). Ação seguida por menor frequência cardíaca de repouso, subsequente de uma elevação do tônus parassimpático e uma diminuição do parassimpático e elevação do volume de ejeção (MAUGHAAN, 2000), ajudando na depressão da pressão arterial sistêmica, com significativa melhora na eficácia do sistema circulatório, e proporcionando aumento do VO²máx (BIBLIOTECA DA SAÚDE, 1996). O VO2máx é ideal prognosticador para o condicionamento físico (CARPENTE, 2002).

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após a revisão dos livros e artigos considerados, conclui-se que a prática de exercícios físicos está relacionada a uma série de benefícios na saúde do idoso, sobretudo no que diz respeito ao sistema cardiovascular. Considerando que as doenças do aparelho cardiovascular são as principais causas de morte entre os idosos, a prática de exercícios deve ser estimulada entre essa população específica, que cresce a cada dia, de modo que doenças sejam prevenidas e ou controladas. Assim, o envelhecimento ocorrerá com mais qualidade e um melhor estado geral de saúde.

REFERÊNCIAS

ACHUTTI, Aloyzio; AZAMBUJA, Maria Ines Reinert. Doenças não transmissíveis no Brasil: repercussões do modelo de atenção à saúde sobre a seguridade social. Ciencia e Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v9, n44, p.833-840,2004

ANTONUCCI, T. C. (2001, 4th ed.). Social relations: An examination of social networks, social support, and sense of control. In J. E. Birren & K. W. Schaie (Eds.), Handbook of the psychology of aging. (pp. 427-453). : Academic.

ANTUNES, H. K., STELLA, S. G. SANTOS, R. F. BUENO, O. F. A., & DE MELLO, M. T. Depression, Anxiety and Quality of Life Scores in Seniors After an Endurance Exercise Program. Revista Brasileira de Psiquiatria, 27(4), 266-271. 2005

ARAÚJO CGS. Fisiologia do exercício físico e hipertensão arterial. Uma breve introdução. Revista Hipertensão, v.4, n.3. 3-8, 2001.

BIBLIOTECA DA SAÚDE. Exercícios, boa forma e saúde. São Paulo: Circulo do Livro, Vol. 1. 1996

CARNEIRO A. L., LOPES T., MOREIRA A. L. Mecanismos De Adaptação Ao Exercício Físico. Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, 2002. Disponível em: <http://www.efdeportes.com/efd93/diabetes.htm> Acessado em:  24/05/2019

CARPENTER  C. S., Treinamento Cardiorespiratório. Rio de Janeiro: Editora Sprint, Pg. 02. 2002.

CLARK, Gary S.; SIEBENS, Hilary C. Reabilitação Geriátrica. In: Delisa, Joel A.; Gans, Bruce M. Tratado de Medicina de Reabilitação: Princípios e Práticas. São Paulo: Manole. cap. 39, p. 1013-1047. 2002.

FORJAZ, C.L.M.; MATSUDAIRA, Y.; RODRIGUES, F.B.; NUNES, N.; NEGRÃO, C.E. Post-exercise changes in blood pressure, heart rate and rate pressure product at different exercise intensities in normotensive humans. Brazilian Journal Medicine Biological Research, Ribeirão Preto, v.31, n.10, p.1247-55, 1998a

FORJAZ, C.L.M.; TINUCCI, T. A medida da pressão arterial no exercício. Revista Brasileira de Hipertensão, Ribeirão Preto, v.7, n.1, p.79-87, 2000.

GALLAUHE, David.; OZMUM, John. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 641p. 2001.

MATSUDO, Sandra Marcella Mahecha.; MATSUDO, Victor Kihan Rodrigues. Prescrição e benefícios da atividade física na terceira idade. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, Brasília, v. 6, n. 4, p. 19-30, 1992.

MATSUDO, S. M. M. Envelhecimento e Atividade Física. 1. ed. Londrina: Midiograf, . v. 8. 194 p. 2001.

MCARDLE, W.D.; KATH, F.K.I.; KATH, V.L. Fisiologia do Exercício. Energia nutrição e desempenho humano, 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

MAUGHAN R., GLEESON M., GREENHAFF  P. L. Bioquímica do exercício e do treinamento. São Paulo: Editora Malone, 2000.

MONTEIRO, F. M.; FILHO, D. C, S. Rev Bras Med Esporte _ Vol. 10, Nº 6 – Nov/Dez,  2004

NETTO MP. Processo de envelhecimento e longevidade. In: Papaléo Netto M. Tratado de gerontologia. 2ªed. rev. ampl. São Paulo: Atheneu;  p. 3-14, 2007.

PALÁCIOS, J. Mudança e Desenvolvimento Durante a Idade Adulta e a Velhice. Em C. Coll, J. Palacios, & A. Marchesi. Desenvolvimento Psicológico e Educação Psicologia Evolutiva. Vol.1 2ª.Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.

SHATENSTEIN, B., & KEGOAT, M. N. S. NADON, S. Anthropometrics changes over 5 years in elderly Canadians by age, gender, and cognitive status. Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and Medical, 56(8), 483-488, 2001.

RONDON MUPB, BRUM PC. Exercício físico como tratamento não farmacológico da hipertensão arterial. Rev Bras Hipertensão. 10:134-7. 2003.

TEIXEIRA, Clarissa Stefani; PEREIRA, Érico Felden. Alterações morfofisiológicas associadas ao envelhecimento humano. Revista Digital, 13(124), 2008.

VECCHIA, R. D. et al. Qualidade de vida na terceira idade: um conceito subjetivo. Revista Brasileira de Epidemiologia. Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, v. 8, n. 3, p. 246-252, 2005.

[1] Graduação em Educação Física – Licenciatura – pelo Centro Universitário Augusto Motta – UNISUAM; Graduação em Educação Física – Bacharelado – pelo Centro Universitário Augusto Motta – UNISUAM.

Enviado: Novembro, 2019.

Aprovado: Dezembro, 2019.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here