Humanização da assistência de enfermagem na Oncopediatria: uma revisão narrativa de literatura

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ARTIGO DE REVISÃO

ANDRADE, Júlia Gonçalves de [1], DEA, Marcella Souza Dalla [2], LINS, Rafaela Bergas [3], PORFIRIO, Regiane Baptista Martins [4]

ANDRADE, Júlia Gonçalves de. Et al. Humanização da assistência de enfermagem na Oncopediatria: uma revisão narrativa de literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 11, Vol. 05, pp. 106-117. Novembro de 2019. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/enfermagem-na-oncopediatria

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo discorrer sobre o cuidado humanizado prestado pela enfermagem às crianças e adolescentes com câncer, através de uma revisão narrativa de literatura. Buscando assim, a análise quantitativa das obras referenciadas neste artigo para que se entenda o significado do cuidado humanizado da assistência de enfermagem na oncopediatria, além conhecer os fatores limitantes e facilitadores do cuidado e entender às demandas da população infanto-juvenil diagnosticada com câncer. Este estudo expõe os principais aspectos e especificidades da criança e adolescentes diagnosticados com câncer, assim como suas necessidades e fragilidades, para que a partir dessas informações se possa chegar ao entendimento sobre o cuidado humanizado prestado pela enfermagem oncopediatria. Sendo assim é possível concluir com esse estudo que, o cuidado humanizado prestado pelos profissionais de enfermagem deve se fazer presente, possibilitando prestar um cuidado planejado e individualizado, com foco na humanização e no acolhimento, favorecendo assim o conforto da criança hospitalizada para que ela passe pela infância com o mínimo de prejuízos possíveis. O cuidado humanizado deve levar em conta aspectos fisiológicos, mas, sobretudo aspectos mentais e emocionais que são de suma importância para um tratamento de sucesso.

 Palavras-chave: Câncer, pediatria, humanização da assistência, enfermagem.

1. INTRODUÇÃO

Câncer, também denominado neoplasia, são nomenclaturas dadas a centenas doenças que têm em comum o crescimento desordenado e desorganizado de células, que tem a capacidade de invadir de tecidos e órgãos.  Multiplicando-se rapidamente, estas células tornam-se muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. 1 O câncer, apesar do avanço da tecnologia nos tipos de tratamentos, ainda é tido como “a doença” e não como “uma doença”. Assim sendo, quando o paciente recebe o diagnóstico, independente da faixa etária, passa a vivenciar um misto de inquietações e receios, se deparando com situações que irão mudar sua qualidade e estilo de vida. Antes as atenções eram voltadas somente para a cura, sem se preocupar se o paciente tinha outras apreensões, hoje apenas essa perspectiva não é mais aceitável, o trabalho se baseia em um tratamento qualificado, combinado com o respeito e afeto ao o paciente e seus familiares. 2,3

Isto posto, o profissional que atua no campo da oncologia, por estar  próximo ao paciente oncológico, deve se atentar para a importância da prestação de um atendimento humanizado assim como particularizado, visto que, ao acolher as necessidades do paciente e de sua família, é estabelecida uma relação de confiança, favorecendo o desenvolvimento das relações interpessoais que são de suma importância para o êxito do tratamento.2,3 Se tratando do paciente oncopediátrico,  todos os profissionais  da saúde, especialmente  os da enfermagem, precisam ter consciência de que deve ser observada a integralidade (física, emocional, familiar, social, mental) assim como os fatores que podem dificultar o bem-estar durante o tratamento. 4

Ao ser internada, a criança se depara com uma ruptura em sua rotina, distanciamento da família e amigos, sendo alocada dentro de um espaço desconhecido e pouco acolhedor, com procedimentos que tornam-se intimidadores, podendo afasta-la do que é ser criança na sua essência, além do prejuízo e interrupção dos aspectos que fazem parte da infância. 4

O cuidado de enfermagem na Oncologia Pediátrica vem se aprimorando e sofrendo alterações ao decorrer dos anos. Na atualidade, o cuidar da criança compreende, primordialmente, aspectos particulares em cada fase evolutiva da vida. Focaliza-se também o cuidado do profissional da saúde com ampla perspectiva voltada ao conjunto criança e família, com o objetivo sanar suas exigências, independente do seu problema de origem. E buscando excelência na prestação de cuidados, depara-se com o desafio da Oncologia Pediátrica, que é a constante busca de um cuidado especializado, contando com competência técnica e a percepção necessária para a prestação de um cuidado adequado. 5

O cuidado de enfermagem na Oncologia Pediátrica vem se aprimorando e sofrendo alterações ao decorrer dos anos. Na atualidade, o cuidar da criança compreende, primordialmente, aspectos particulares em cada fase evolutiva da vida. Focaliza-se também o cuidado do profissional da saúde com ampla perspectiva voltada ao conjunto criança e família, com o objetivo sanar suas exigências, independente do seu problema de origem. E buscando excelência na prestação de cuidados, depara-se com o desafio da Oncologia Pediátrica, que é a constante busca de um cuidado especializado, contando com competência técnica e a percepção necessária para a prestação de um cuidado adequado. ⁵

O âmago do trabalho assistencial e gerencial do enfermeiro é o cuidar, processo que demanda aproximação com o paciente, fornecendo o amparo as suas necessidades, envolvendo atos e conhecimentos, vindos da relação entre paciente e profissional, com ênfase no cuidar humanizado. ⁶

A humanização na oncopediatria é entendida como a assistência prestada pela enfermagem com empatia e dignidade às crianças e adolescentes hospitalizados assim como para seus familiares.4

Muramaki e Campos 7, citam em seu estudo que:

Na abordagem centrada na criança e sua família, a interação de diversos fatores resulta no estado de saúde, por esse motivo, a criança é vista além de seu corpo biológico adoecido, também levando em consideração suas  dimensões  psíquica,  espiritual  e social; a família também é vista de forma holística e é considerada responsável pelos cuidados de saúde, que podem ser executados por eles e por profissionais.

Humanização é também acolhimento de enfermagem, que é uma ação técnico-assistencial contando com a qualidade voltada à prestação de cuidado, que faz com que ocorram mudanças entre o profissional e o usuário, contribuindo para a organização dos serviços e a melhora na qualidade da assistência, tendo o paciente como fator determinante para o êxito do cuidado. 8

O Ministério da saúde do Brasil 9, relata que:

O acolhimento é um modo de operar os processos de trabalho dos profissionais, de forma a atender a todos que procuram os serviços de saúde, ouvindo seus pedidos e assumindo na prestação assistencial uma postura capaz de acolher, escutar e dar respostas mais adequadas aos pacientes.

A temática humanização da assistência vem sendo discutida junto aos trabalhadores da saúde há alguns anos, inclusive com abordagens nos cursos de formação dos profissionais de enfermagem. Tendo em vista as informações expostas anteriormente e a inquietação entre os futuros enfermeiros quanto à realidade assistencial da enfermagem, o questionamento principal é sobre a importância da humanização da assistência de enfermagem aos pacientes oncopediátricos. Assim, com a intencionalidade de sanar tal questionamento, as autoras desse estudo optaram por realizar essa pesquisa sobre os pacientes oncopediátricos e a assistência de enfermagem humanizada.

2. OBJETIVOS

O objetivo desse artigo é analisar aspectos sobre o cuidado humanizado prestado pela enfermagem às crianças e adolescentes com câncer, através de uma revisão integrativa de literatura. Buscando identificar, na literatura nacional e internacional, se a assistência de enfermagem está sendo exercida de forma humanizada junto às criança e adolescentes com câncer.  Assim como conhecer os fatores limitantes e os benéficos do cuidado humanizado às crianças e adolescentes e suas famílias.

3. MÉTODO

3.1 TIPO DE ESTUDO

Trata-se de um estudo descritivo de abordagem quantitativa, elaborado por meio de revisão narrativa de literatura, que disponibiliza informações sobre um determinado conteúdo, formando assim, uma junção de dados. Dessa forma, a revisão narrativa pode ser elaborada para diferentes fins, sendo voltada para o entendimento de conceitos, análise de teorias, revisão metodológica de estudos com um tema em afinidade, entre outros. 10

3.2 OPERACIONALIZAÇÃO DE COLETA DE DADOS

A estratégia de procura foi baseada nos descritores indexados no Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): câncer; pediatria; humanização; enfermagem.

O artigo utilizou os seguintes critérios de inclusão:

  • Periódicos publicados na íntegra;
  • Idioma português e inglês;
  • Publicados no período de 2010 a 2019;
  • Temática relacionada a assistência de enfermagem humanizada às crianças e adolescentes oncológicos.

Foram utilizadas as seguintes bases de dados: Lilacs (Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), Multidisciplinary Scientific Journal (Núcleo do Conhecimento) e a biblioteca Scielo (Scientific Eletronic Library Online) conforme Tabela 1.

A revisão foi ampliada por meio de outras fontes, utilizando o site do Instituto de Oncologia do Paraná, o blog da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Pediatria Orienta, a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde do Brasil, o site da Universidade Federal Fluminense e o site da Universidade Federal de Goiás.

Tabela 1. Distribuição das bases de dados utilizadas para levantamento dos artigos científicos, 2019.

Local N %
Instituto de Oncologia do Paraná 1 7,5
Lilacs 1 7,5
Ministerio da Saúde do Brasil 2 20
Núcleo do Conhecimento 1 7,5
Pediatria Orienta 1 7,5
Scielo 2 20
Universidade Federal Fluminense 1 7,5
Universidade Federal de Goiás 1 7,5
Total: 10 100%

Fonte: Elaborado pelas próprias autoras.

Por se tratar de estudo de revisão de literatura a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa não foi necessária. Não havendo conflito de interesse entre os autores envolvidos.

4. RESULTADOS

A amostra final desse estudo constituiu-se de nove artigos científicos e três sites, selecionados pelos critérios de inclusão e exclusão previamente estabelecidos.  As características dos estudos levantados nas bases de dados estão descritas no Quadro 1.

Quadro 1. Características das publicações utilizadas nesse estudo, 2019

Fonte: Elaborado pelas próprias autoras.

5. DISCUSSÃO

Para os resultados encontrados no presente estudo foi utilizada uma temática previamente estabelecida, que pôde identificar, analisar e substanciar informações de estudos distintos sobre o mesmo assunto.  Portanto, as discussões foram organizadas nas seguintes categorizações: Humanização na oncopediatria e a criança portadora de doença oncológica.

5.1 HUMANIZAÇÃO NA ONCOPEDIATRIA

O câncer é a nomenclatura dada a múltiplas doenças que têm por semelhança a evolução desorganizada de células, que podem adentrar tecidos e órgãos.  Outras particularidades observadas nas características dos variados tipos de câncer, são a rapidez da proliferação celular e a possibilidade de ocupar tecidos e órgãos próximos ou distantes. 1

A descoberta do câncer e o fato de ter que conviver com o mesmo, causa danos emocionais no paciente e seus familiares, pelo fato da doença ser encarada como algo fatal.  Contudo, com o passar dos anos, a tecnologia contribuiu para grandes avanços no diagnóstico e tratamento dos diversos tipos de neoplasias. Logo, é de grande relevância associar a humanização com a prestação de cuidados de saúde por parte de toda equipe hospitalar, nos setores envolvidos, uma vez que, ao longo do período de tratamento, é possível criar uma relação mais íntima com o paciente, intervindo na resolução de problemas que causam impactos negativos na qualidade de vida. 2

No acolhimento do paciente e seus familiares, a humanização no decorrer do tratamento oncológico possibilita a criação de vínculos de toda a equipe com o paciente, contribuindo para a resolução de conflitos, que o médico isoladamente pode não perceber e que vão impactar de forma negativa na qualidade de vida. 3

A Humanização é representada pelo acolhimento, que é uma forma de trabalho, relacionada a ética do cuidado e pode ou não ocorrer na prática de saúde.  Sendo assim é um processo que envolve atitudes práticas, relações entre serviços, trabalhadores e usuários. É, portanto, um espaço estabelecido para criar conexões e escuta entre os indivíduos, em todas as suas dimensões. 8

É de extrema importância enfatizar que a definição de acolhimento toma forma no dia-a-dia das práticas de saúde, através da escuta qualificada e da possibilidade de junção entre as necessidades do paciente e a capacidade de retorno do serviço. 9

Diante isso, o profissional de enfermagem tem como essência o cuidado com o ser humano e tem papel fundamental na recuperação dos pacientes. É essencial que o cuidado humanizado se faça presente no dia-a-dia da enfermagem, para que seja possível prestar uma assistência adequada à criança oncológica, tendo em vista ser um paciente que conta com muitas especificidades. O profissional deve ser capaz de identificar os fatores primordiais para o conforto e, consequentemente, a evolução da criança, incorporando-os aos cuidados prestados.  Se tratando da criança oncológica e seus familiares, o enfermeiro deve se preocupar com os cuidados emocionais, além dos fisiológicos, aspectos estes que sofrem grande impacto quando ocorre a descoberta de uma doença como o câncer.

5.2 CRIANÇA PORTADORA DE DOENÇA ONCOLÓGICA

A Humanização Hospitalar na oncopediatria é a assistência prestada com empatia e dignidade aos pacientes, e sua família. Estreitando a relação entre pacientes, familiares e profissionais, o que facilita o tratamento, favorecendo sua melhora e, portanto, contribuindo para a diminuição no tempo de internação.  No período de internação a rotina da criança e de sua família é modificada e interrompida. Ao ser hospitalizada, ela se depara com um ambiente estranho e pouco receptivo, com procedimentos desconfortáveis que fazem parte da rotina tratamento, e, como resultado, podem afasta-la da essência do que é ser criança, assim como os aspectos presentes na infância. 4

A enfermagem em oncologia pediátrica está se especializando e modificando, para ter um papel de destaque na assistência a esta população. A enfermagem deve entender o comportamento da criança e família, quanto as suas inseguranças, medos, conflitos e confiança. Os sentimentos e emoções envolvidos no momento da doença oncológica interfere m diretamente no tratamento, trazendo medo e sofrimento à família e também a equipe de enfermagem. 5

Na área da enfermagem, é enfatizado o cuidado que lida com o ser humano vulnerável. Suas atitudes contam não só com intervenções técnicas, mas também possuem objetivos terapêuticos.  O indivíduo passa a ser visto de forma integral, assim como a assistência prestada é subjetiva e envolve também cuidados voltados para fins éticos. 6

Para que seja possível prestar essa assistência de modo adequado, é necessário que o profissional da enfermagem, tenha empatia para compreender todos os fatores que envolvem o cuidado ao paciente.  Essa forma de cuidar não minimiza o que foi construído anteriormente, mas abre uma perspectiva que inclui também a família no cuidado, qualificando profissionais de enfermagem a compreender melhor o paciente e realizar a assistência de maneira correta.7

Tendo em vista as informações expostas anteriormente sobre cuidados de humanização voltados para a oncopediatria, existem especificidades essenciais para o conforto, cuidado e sucesso do tratamento da criança e adolescente. É necessário que, mesmo hospitalizada, a criança perpasse pela infância da forma mais natural possível, sendo mantidas as brincadeiras, a socialização e até mesmo os seus estudos. De modo geral, elas devem ser incentivadas a prosseguir com os seus sonhos mesmo passando por uma internação hospitalar com procedimentos específicos do tratamento do câncer.

6. CONCLUSÃO

A partir das informações expostas neste estudo, podemos considerar que quando uma criança recebe o diagnóstico de uma doença como o câncer, sua vida e de sua família é modificada.  Sendo assim, ela se vê cercada por pessoas desconhecidas em um ambiente desconfortável e pouco acolhedor.  Portanto, mesmo estando em fase de desenvolvimento e tendo dificuldades para compreender a realidade que a cerca, ela sente-se vulnerável e amedrontada, pois é exposta a muitos procedimentos, além da nova rotina.

A internação faz parte do tratamento e gera uma complicada experiência para a criança e seus familiares, uma vez que consiste na exposição a ambientes estressantes e desconfortáveis. Sendo assim, o cuidado humanizado e individualizado de enfermagem é crucial para a melhora do paciente, pois quando a criança com câncer e seu familiar sentem-se   acolhidos pelo profissional, cria-se um lanço de confiança, facilitando a terapêutica do tratamento.

O enfermeiro tem uma visão holística no tratamento da criança, tratando da parte fisiológica e psíquica. Sendo assim, ao cuidar da criança, ele compreende as particularidades de cada uma. Durante a internação é fundamental que a criança consiga manter sua infância viva. O enfermeiro deve utilizar o cuidado humanizado e instrumentos específicos, tornando possível a continuidade da infância da criança mesmo em um ambiente hospitalar.

O paciente oncológico de um modo geral ao ser diagnosticado, tinha seu tratamento voltado principalmente para os aspectos fisiológicos da doença, enquanto suas saúdes mental e emocional eram colocadas como menos importantes, pois a terapêutica voltava seus esforços para a cura no âmbito corporal. Entretanto, após estudos realizados foi constatada a grande importância dos aspectos mentais e emocionas para o sucesso do tratamento, que ao serem levados em consideração, tem grande contribuição para a cura do paciente.

A prática da humanização nos cuidados de enfermagem vem sendo aprimorada ao longo dos anos, pois, é notável a estrita ligação entre o emocional e o fisiológico do paciente.  Portanto um tratamento que é oferecido com sensibilidade, profissionalismo e atenção tem comprovadamente resultados positivos na terapêutica e na melhora do estado de saúde do paciente.

Dito isso, o profissional da enfermagem, comumente, se depara com desafios na área da oncopediatria por tratar de crianças e adolescentes fragilizados, assim como suas famílias e acompanhantes. Pacientes estes que demandam cuidados específicos e uma visão integral de suas necessidades, para que a fase preciosa da infância seja mantida da melhor maneira possível, contando com a humanização e o acolhimento presente nos cuidados recebido.

REFERÊNCIAS

  1. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. O que é câncer? Rio de Janeiro. Disponível em <inca.gov.br> 2014 Jan10.
  2. Sousa JCO, Sousa A Importância de um Atendimento Humanizado no Tratamento do Paciente Oncológico. Multidisciplinary Scientific Journal Núcleo do Conhecimento; 2017 Dez9; 5: 126-141.
  3. Nunes Humanização Hospitalar e a Qualidade de Vida dos Pacientes Oncológicos. IOP Instituto de Oncologia do Paraná; 2013 Maio 9.
  4. Alves MTT, Carvalho Humanização na Hospitalização Pediátrica. Sociedade de Pediatria de São Paulo; 2017 Mar 13.
  5. Silva A Concepção de Sofrimento para o Enfermeiro no Cuidado a Criança com Câncer e os Sentimentos envolvidos na relação. Universidade Federal Fluminense; 2010 Dez 7.
  6. Waldow VR, Borges Caring and humanization: relationships and meanings. Acta Paul Enferm. 2011 Jun-Jan;24(3): 414-8.
  7. Muramaki R, Campos Importância da relação interpessoal do enfermeiro com a família de crianças hospitalizadas. Revista Brasileira de Enfermagem; 2011 Abril; 64(2).
  8. Falk MLR, Falk JW, Oliveira FA, Motta Acolhimento como dispositivo de humanização: percepção do usuário e do trabalhador em saúde. Rev APS 2010 Jan-Mar; 13(1): 4-
  9. Ministério da Saúde. Acolhimentos nas práticas de produção de saúde. 2010; 2(5): 44.
  10. Oliveira Metodologia cientifica: um manual para a realização de pesquisas em administração. Catalão: UFG 2011; 72.

[1] Graduanda 8º semestre de enfermagem na Universidade Anhembi Morumbi.

[2] Graduanda 8º semestre de enfermagem na Universidade Anhembi Morumbi.

[3] Graduanda 8º semestre de enfermagem na Universidade Anhembi Morumbi.

[4] Enfermeira,  Doutora em Educação em Saúde, Docente em Enfermagem na Universidade Anhembi Morumbi.

Enviado: Outubro, 2019.

Aprovado: Novembro, 2019.

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