Início Saúde Ectoplasma: O Poder da Cura Através da Manipulação dos Fluídos

Ectoplasma: O Poder da Cura Através da Manipulação dos Fluídos

RC: 16171 -
Ectoplasma: O Poder da Cura Através da Manipulação dos Fluídos
5 (100%) 2 votes
271
0
ARTIGO EM PDF

SOUZA, Nilva Regina de [1]

SOUZA, Nilva Regina de. Ectoplasma: O Poder da Cura Através da Manipulação dos Fluídos. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 06, Vol. 01, pp. 30-38, Junho de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

O presente  trabalho objetivou contextualizar  através de revisão bibliográfica, a importância do conhecimento do Ectoplasma e a sua manipulação para a cura de diversas doenças que muitas vezes não são diagnosticadas por médicos e especialistas da área de saúde, portanto, há  a necessidade de um novo  olhar para o ser e para a saúde, observando que a verdadeira cura que acontece no ser é a cura espiritual, apontando que  a religiosidade/ espiritualidade estão presentes no nosso dia-a-dia, e que devem ser reconhecidas como fatores importantes na promoção da saúde e cura de diversas doenças. O ectoplasma vem sendo estudado por pesquisadores e utilizado no equilíbrio e na cura de doenças principalmente nos centros espíritas, que através dos médiuns, são manipulados e utilizados para refazimento do ser. O conhecimento e a manipulação do fluido chamado ectoplasma poderá ser um grande aliado no tratamento da saúde e cura de doenças se utilizados de forma séria e comprometida por profissionais da saúde, assim como também poderá ser utilizado por  demais pessoas interessadas e conhecedoras do ectoplasma que estejam aptas em realizar esse tipo de tratamento.

Palavras-Chave: Ectoplasma, Manipulação de Fluidos, Saúde.

Introdução

A relação espiritualidade e saúde vem sendo estudada por alguns autores, que nos trazem dados importantes, identificando a influência da espiritualidade no processo de saúde, desde as curas pelas rezadeiras, benzedeiras, sacerdotisas de religiões afro-brasileiras, indígenas entre outros que se utilizam da medicina não convencional para a cura de doenças ((ESPERANDIO, 2014; ALMEIDA; STROPPA, 2009).

Há evidências da existência de uma relação positiva entre espiritualidade/religiosidade e saúde já comprovada cientificamente. Essa relação se manifesta através da saúde mental, física e social, por exemplo, menos depressão, menos abusos de substâncias, menos doenças cardiovasculares e maior longevidade (SILVA, AMARAL, ALMEIDA e, GROSSMANN, 2016, p 5).

Pesquisas recentes nos revelam que pelo menos 90% da população está envolvida em alguma forma de religião ou prática espiritual (R/S), e que em geral, indivíduos que têm mais R/S têm menos depressão, ansiedade, suicídio tentativas de uso/abuso de substâncias, melhor qualidade de vida, remissão mais rápida de depressão e melhores resultados psiquiátricos, (ALMEIDA, A. M.; KOENIG, H. G; LUCCHETTI,2014).

Segundo Esperandio (2014, p. 3):

Embora abarquem sentidos distintos, os termos religiosidade e espiritualidade podem se sobrepor. A noção de espiritualidade, em geral, está referida à dimensão humana onde o sujeito assume algum tipo de crença, quer seja em Deus, em um poder/ser superior, em uma energia cósmica, ou algo transcendente (ainda que sem nome). Por vezes, espiritualidade também se refere à prática de determinadas atividades religiosas, ou exercícios espirituais específicos

Somos seres espirituais providos de um corpo material e a integração do espírito com os corpos que formam o ser, devem viver em harmonia e equilíbrio, como um instrumento que para emitir um bom som, precisa de alguém que o saiba tocar, a sincronia entre espírito e matéria é essencial para a saúde e equilíbrio do ser, ir além do material é um passo muito importante no conhecimento do ser, só respeitamos o que conhecemos e compreendemos.

Espiritualidade é reconhecida como um fator que contribui para a saúde de muitas pessoas. O conceito de espiritualidade é encontrado em todas as culturas e sociedades. Ela é expressa nas buscas individuais para um sentido último através da participação na religião e ou crença em Deus, família, naturalismo, racionalismo, humanismo, e nas artes. Todos estes fatores podem influenciar na maneira como os pacientes e os cuidados profissionais da saúde percebem a saúde e a doença e como eles interagem uns com os outros (REGINATO, GALLIAN,2007/2010, p.352-7).

XAVIER, VIEIRA (1958, p.18), nos apontam portanto, que  a verdadeira cura que acontece com o ser é aquela que se processa a nível do espírito, muitas vezes pensamos e agimos como se o corpo material fosse o causador das doenças, sem darmos a importância ao espírito, ou ao equilíbrio espiritual, por isso, nos comportamos muitas vezes de forma inadequada, adquirindo enfermidades através da cólera e pensamentos inadequados, hábitos alimentares prejudiciais ao espirito, consequentemente, ao corpo biológico.

A ciência e a medicina dará um grande passo, quando tivermos o conhecimento do que é invisível aos olhos, será um salto em qualidade, quando introduzirmos nas práticas médicas, as curas espirituais, no entanto, é o indivíduo que permite que a cura aconteça, através de um comando para o organismo, possibilitando a harmonização, quer seja através da crença, de uma oração, a mudança de pensamento ou a   ligação com um ser superior, as doenças ou até mesmo um trauma, poderão ser removidos total ou parcial, se houver uma disponibilidade para a conexão com a espiritualidade.

Segundo ALMEIDA; STROPPA, (2009, p.2):

nos últimos vinte anos, estudos sistematizados e bem conduzidos passaram a
identificar uma relação positiva entre R/E saúde. Estudos sugerem que R/E possam
ter efeito protetor sobre a saúde e parecem influenciar a saúde física e mental de
várias maneiras: (a) por meio de regras de convivência e do desestímulo à
comportamentos prejudiciais à saúde, como abuso de álcool e drogas,
comportamento violento ou sexual de risco; (b) por meio do uso de crenças religiosas
como forma de lidar com situações adversas, como uma doença; (c) por meio da
criação de uma rede de suporte social.

Com o crescimento do materialismo, percebemos que muitas práticas utilizadas no passado são deixadas para traz, a doença se configura por falta do conhecimento do ser em sua totalidade, vivemos em uma sociedade em que o ter é mais importante, portanto, aquilo que não enxergamos, não apalpamos, o que nos escapa aos cinco sentidos, não é considerado como real e por isso, muitas características da matéria ainda não compreendida por nós, são rechaçadas pelo meio acadêmico.

O estudo de certas forças na cura de pessoas, já foram realizados por pesquisadores, levando em conta dimensões não necessariamente percebidas pelos sentidos e pelos órgãos físicos.

Na mudança do pensamento mecanicista para o pensamento sistêmico, a relação entre as partes e o todo foi invertida. A ciência cartesiana acreditava que em qualquer sistema complexo o comportamento do todo podia ser analisado em termos das propriedades de suas partes. A ciência sistêmica mostra que os sistemas vivos não podem ser compreendidos por meio da análise. As propriedades das partes não são propriedades intrínsecas, mas só podem ser entendidas dentro do contexto do todo maior (Capra, 1996, p. 36)

Há a necessidade de olhar para o ser como um todo, constituído de matéria e espírito, um convite a um retorno a um passado no qual o ser era visto em suas múltiplas dimensões (matéria e espírito), onde esse olhar se perdeu com a ciência Cartesiana, pautada no positivismo, onde o ser passa ser olhado e estudo de forma fragmentada, por partes, portanto, nesse novo olhar, a doença não pode ser encarada como uma fragilidade de um órgão apenas, mas sim como o desequilíbrio do ser matéria e espírito, portanto, precisamos promover a educação do espírito para a liberdade e promoção da verdadeira cura, a caminho da medicina do espírito.

Para Chiesa. (2016 p. 11):

Um olhar o mundo com outros olhos, outras lentes, que nos permitam ver e sentir certas coisas que não estamos mais habituados a ver e sentir; um olhar para as ligações, para os movimentos, para as forças que atravessam e constituem a vida; um olhar que, ao ultrapassar fronteiras, dimensões e divisões, conseguem ir ou ver além do que se vê.

Segundo Tubino (2014, p.1173), para que a pessoa doente possa alcançar o estado de equilíbrio, nos processos de cura, pode ser usado como estímulo externo, desde um recurso material até um recurso espiritual. Esses estímulos compreendem não somente a ação de medicamentos, as mudanças na alimentação e o uso de exercícios físicos, como, também, alteração de hábitos, o uso da palavra etc, que objetivam a mudança da posição mental do indivíduo.

O ectoplasma nos traz a ponte entre o mundo material e o mundo espiritual, possibilita a conexão entre os mundos, corpos físico e espiritual, bem como a comunicação e a atuação dos espíritos sobre a  matéria física terrena mostrando que a dualidade entre o material e o espiritual, refutada ora pela ciência ora pela religião é ambígua basta ter olhos de ver, ouvidos para ouvir, e sensibilidade  para sentir, quebrando essa dualidade, tornando matéria e espírito muito próximos, mostrando que há muitas coisas além do que percebemos e enxergamos.

Ectoplasma e a saúde

A existência do ectoplasma é conhecida há muito tempo, trata-se de uma substância que permite a existência da vida material, desde os organismos moleculares até o ser humano.

Para Tubino, (1997, p.24), historicamente o ectoplasma tem sido identificado como algo que é produzido pelo ser humano que em determinadas condições pode liberá-lo, produzindo fenômenos diversos, entre estes fenômenos, temos a materialização de pessoas que já morreram.

Para a ciência o ectoplasma é a maior parte da célula, situado entre a membrana plasmática e o núcleo. Segundo RICHET, apud TUBINO,2014, p.492, o ectoplasma é uma substância como uma espécie de plasma, flexível, viscoso, incolor e inodoro, presente em todos os seres.

Segundo Chiesa (2014, p. 3):

Os primeiros estudos sobre o ectoplasma foram realizados por pesquisadores – químicos, físicos, biólogos, médicos, psiquiatras – renomados da ciência estabelecida e praticada no final do século XIX e início do século XX, com destaque para o ganhador do Prêmio Nobel de Medicina em 1913, Charles Richet, autor, inclusive, do próprio termo em questão (do grego: ektos = fora; plasma = molde ou substância).

Os cientistas acreditam que o ectoplasma é uma substância formada por uma combinação de fluidos emanados do plano espiritual, do médium e das demais forças da natureza, como outras pessoas, animais e vegetais que se encontrem próximos ao local onde se produzirá o fenômeno de ectoplasmia. O modo como os espíritos operam essa subtração de energias, entretanto, bem como a forma como são por ele manipuladas, são informações que ainda não possuímos.

Chiesa (2014, p2)

partiria dos espíritos ideia de que existe uma “substância”, um “fluido”, uma “coisa”, “semi-material” ou “material-espiritual”, que dá origem à vida na Terra. Mais exatamente, o mundo físico material, conforme definido pela Física e Química clássicas, seria uma “variação”, “transformação” ou “continuação” do mundo espiritual, não havendo, portanto, uma rígida separação ou polarização entre esses dois planos. Trata-se de um fluxo, um movimento, um processo que depende dessa “substância” para acontecer. Tal substância é o “fluido vital” e sua “variação” ou “condensação” será denominada “ectoplasma”.

O ectoplasma é formado por leucócitos, células epiteliais, lipídios, muco, albumina, cloreto de sódio, fosfato de cálcio, entre outros elementos. Sua consistência varia entre os estados gasoso, líquido, “semissólido” e sólido, sendo, portanto, altamente plástica, elástica, instável, fluida e volátil, nas sessões espíritas, o ectoplasma é utilizado por entidades espirituais para materializar um corpo etéreo que, não pode ser visto de maneira convencional.

Segundo Chiesa (2014, p. 4):

Todas as criaturas vivas, incluindo os vegetais e os animais, possuem fluido vital e há quem diga que até os seres “não-vivos”, como as pedras e demais minerais, armazenam, em alguma medida, essa energia vital. Dessa forma, todos os seres são, em algum grau, capazes de produzir, absorver e externalizar ectoplasma, variando apenas na qualidade e na quantidade do “material-espiritual” produzido, absorvido e externalizado por cada um de nós. Tal variação é reflexo não só dos pensamentos e sentimentos emanados pelo médium doador de ectoplasma, mas também por todo o ambiente que o envolve, pois todos que ali se encontram contribuem para a produção dessa substância.

Chiesa, (2014, p4), nos apresenta, que além das propriedades materiais físico-químicas, o ectoplasma também apresenta uma contrapartida imaterial, invisível, de natureza energética ou espiritual, fundamental ao corpo humano. Desse modo, o ectoplasma teria sua origem primária naquilo que os espíritas e teosofistas denominam como “duplo etérico” ou “corpo energético”. Também chamado de “corpo etérico”, “corpo prânico”, pelos indianos, ou “corpo bardo”, pelos tibetanos, o duplo etérico é o invólucro energético, sutil e provisório que acompanha, modela, estrutura e envolve o corpo físico humano, estando relacionado à doação e captação de energias. Tais energias ou fluidos vitais, quando materializadas ou “densificadas”, transformam-se no ectoplasma manipulado pelos espíritos durante as sessões de materialização. O duplo etérico é, portanto, o atributo essencial à vida, pois se trata do reservatório e veículo natural do nosso fluido vital, absorvendo-o continuamente, sobretudo através da respiração e da alimentação, mas também de outros modos, distribuindo-o por todo o corpo humano, nutrindo e vitalizando todos os órgãos e células. Assim, por exemplo, nos chamados “passes e irradiações magnéticas”, bem como nos “tratamentos, medicamentos, cirurgias e curas espirituais”, o médiumterapeuta atua no paciente “jorrando” sobre ele o fluido vital necessário à sua recomposição energética, física e espiritual como uma espécie de plasma, flexível, viscoso, incolor e inodoro, presente em todos os seres.

No livro Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz fala do ectoplasma como “uma pasta flexível, como uma geleia viscosa e semilíquida”. Ele nos explica que o ectoplasma está situado entre a matéria densa e a matéria perispirítica, assim como um produto de emanações da alma pelo filtro do corpo, e é recurso peculiar não somente ao homem, mas a todas as formas da Natureza.

Nesse mesmo livro, Áulus, seu instrutor nos explica que podemos dividir o ectoplasma em três elementos essenciais:

1) fluidos A, representando as forças superiores e sutis de nossa esfera;

2) fluidos B, definindo os recursos do médium e dos companheiros que o assistem e

3) fluidos C, constituindo energias tomadas à Natureza terrestre.

A matéria ectoplasmática é coexistente com a matéria densa conhecida pela ciência e que nossos sentidos acusam. Esta coexistência se dá em toda matéria conhecida quer seja nas substâncias inanimadas quer seja nos organismos viventes. Sendo a matéria densa muito diversificada, necessariamente o ectoplasma também o é, uma vez que ambos estão vinculados. (TUBINO,2014. p.335).

O ectoplasma vem sendo estudado por pesquisadores e utilizado no equilíbrio e na cura de doenças principalmente nos centros espíritas, que através dos médiuns, são manipulados e utilizados para refazimento do ser.

São vários os sintomas ocasionados pelo acúmulo de ectoplasma no organismo tais como: enxaqueca, dor der cabeça, sensação de pressão na cabeça, sensação de mareamento, lacrimejamento, bocejos intensos e relaxantes, soluços, fadiga, alergia na pele, zumbido no ouvido, baba frequente, dores nas articulações, inchaços, etc.

O tratamento de cura pode ser feito com a retirada do excesso de ectoplasma, o qual acumulado no organismo, causa diversos transtornos que a medicina tradicional ainda não consegue alcançar, pois trata-se da retirada do excesso da substância que envolve o nosso corpo etérico, chamando-nos a atenção para a existência de outra matéria paralela que coexiste com a que conhecemos, sendo o ectoplasma constituído dessa matéria mais sutil, muitos não apresentam conhecimento de sua existência.

Considerações finais

Estudar o Ectoplasma é um convite a enxergar as causas das doenças com outra lente, é ser capaz de almejar e conhecer esse fluido tão importante que nos envolvem, cujo excesso, pode causar doenças.

O ectoplasma é um elemento já utilizado em práticas espiritas e em alguns outros universos proporcionando o equilíbrio do corpo físico e cura de diversas doenças, assim como para a materialização.

Tubino nos traz relatos em seus trabalhos que houve uma grande melhora nas pessoas que passaram por tratamento da retirada do excesso de ectoplasma, descreve também, que em tratamento realizado por médicos homeopatas que utilizaram o mesmo processo da retirada do ectoplasma em seus consultórios, notaram uma melhora significativa em seus pacientes.

Tendo em vista que a espiritualidade é um fator importante para a saúde de muitas pessoas, a importância de trabalhos como o conhecimento e a manipulação do fluido chamado ectoplasma é de suma importância, para que diversos profissionais da área da  saúde a utilizem, assim como as demais pessoas interessadas em realizar esse tipo de tratamento, embora a manipulação desse fluido seja conhecida há muito tempo, poucos a utilizam para o tratamento de cura, creio que a pesquisas e a  divulgação dessa prática poderá contribuir de forma significativa para a sociedade como um todo.

A física quântica nos traz o rompimento da física clássica, mostrando que o mundo é o mundo das possibilidades, a manipulação do ectoplasma com amor e responsabilidade transformará a medicina.

 Referências bibliográficas

ALMEIDA, A. M.; KOENIG, H. G; LUCCHETTI, G. Clinical implications of spirituality to mental health: review of evidence and practical guidelines. In Revista Brasileira de Psiquiatria, vol. 36, nº 02. Abril a junho de 2014, pp. 176–182. Disponível em: <https://pdfs.semanticscholar.org/0762/5db4b63b91ca4acd776ecbb6b8378b9c44de.pdf>. Acesso em 20 de junho de 2017.

ALMEIDA, A. M.; STROPPA, A. Religiosidade e espiritualidade no transtorno bipolar do humor. In Revista de Psiquiatria Clínica, vol. 36, nº. 05. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2009, pp. 205-211. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rpc/v36n5/03.pdf>. Acesso em: 18 de junho de 2017.

CAPRA, Fritjof. 1996. A teia da vida. São Paulo: Cultrix.

CHIESA, G. R. Além do que se vê: magnetismos, ectoplasmas e para cirurgias. Porto Alegre: Multifoco, 2016.

CHIESA, G. R. Ectoplasma: borrando as fronteiras entre espírito e matéria. In Anais da 29ª Reunião Brasileira de Antropologia. Natal: Associação Brasileira de Antropologia. Disponível em: <http://www.29rba.abant.org.br/resources/anais/1/1400465530_ARQUIVO_PaperEctoplasma.pdf>. Acesso em 08 de junho de 2017.

CHIESA, G. R, Ectoplasma: borrando as fronteiras entre espírito e matéria1 Gusta, (PPGSA/UFRJ), Trabalho apresentado na 29ª Reunião Brasileira de Antropologia, realizada entre os dias 03 e 06 de agosto de 2014, Natal/RN.

ESPERANDIO, M. R. G. Teologia e a pesquisa sobre espiritualidade e saúde: um estudo piloto entre profissionais da saúde e pastoralistas. In Horizonte, vol. 12, nº 35. Belo Horizonte: PUC-MG, junho a setembro de 2014, pp. 805-832. Disponível em <http://periodicos.pucminas.br/index.php/horizonte/article/view/P.2175-5841.2014v12n35p805>. Acesso em: 18 de junho de 2017.

GALLIAN, D. M. C., REGINATO, V. Por que pesquisar a espiritualidade na saúde? In Espiritualidade e Saúde: uma experiência na graduação em Medicina e Enfermagem. São Paulo: Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde da Universidade Federal de São Paulo, s/d. Disponível em: <http://www2.unifesp.br/centros/cehfi/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=37:por-que-pesquisar-a-espiritualidade-na-saude&catid=16:sobre-espiritualidade-e-saude&Itemid=3>. Acesso em 19 de junho de 2017.

TUBINO, M. Saúde e Ectoplasma: a ação do ectoplasma, visões práticas e dissertações filosóficas. São Paulo: Candeia, 2014.e-book.

TUBINO, M. Um Fluido Vital Chamado Ectoplasma: uma nova proposta de cura. São Paulo: Candeia. 1997.

XAVIER,F.C,VIEIRA,Waldo, Evolução em Dois Mundos, com autoria atribuída ao espírito André Luiz. Publicado pela Federação Espírita Brasileira no ano de 1958.Disponível em<oconsolador.com.br/linkfixo/bibliotecavirtual/chicoxavier/evolucaoemdoismundos.pdf>.Acesso em 18.06.2017.

[1] Especialista (lato Sensu) em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância pelo Instituto de Matemática e Estatística da Universidade Federal Fluminense(2017); Especialista (Lato Sensu) em Psicopedagogia Clínica e Educacional pela Universidade Nove de Julho (2009); licenciada em Pedagogia (supervisão escolar no ensino fundamental e médio; administração escolar do ensino fundamental e médio) pelo Centro Universitário Nove de Julho (2003); especialista (lato sensu) em Saúde Pública na área de Saúde Materno-infantil pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (1997) ; graduada em Ciências Físicas e Biológicas pela Universidade São Judas (1987); licenciada em Ciências Físicas e Biológicas pela Universidade da Cidade de São Paulo (1985).

 

Como publicar Artigo Científico
Especialista (lato Sensu) em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância pelo Instituto de Matemática e Estatística da Universidade Federal Fluminense(2017); Especialista (Lato Sensu) em Psicopedagogia Clínica e Educacional pela Universidade Nove de Julho (2009); licenciada em Pedagogia (supervisão escolar no ensino fundamental e médio; administração escolar do ensino fundamental e médio) pelo Centro Universitário Nove de Julho (2003); especialista (lato sensu) em Saúde Pública na área de Saúde Materno-infantil pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (1997) ; graduada em Ciências Físicas e Biológicas pela Universidade São Judas (1987); licenciada em Ciências Físicas e Biológicas pela Universidade da Cidade de São Paulo (1985)

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here