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Reabilitação estética da guia incisal: relato de caso

RC: 151714
417
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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/reabilitacao-estetica

CONTEÚDO

RELATO DE CASO

MUNHOZ, Vanessa Dias Barboza [1], CORRÊA, Mila Cristhie [2], MELO NETO, Clóvis Lamartine de Moraes [3], LÍBERA, Juliana Dela [4], NAKANO, Bruna Mike Barros [5], NAKANO, Beatriz Miwa Barros [6], FRANCISCONI, Paulo Afonso Silveira [7]

MUNHOZ, Vanessa Dias Barboza et al. Reabilitação estética da guia incisal: relato de caso. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 09, Ed. 02, Vol. 01, pp. 141-152. Fevereiro de 2024. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/reabilitacao-estetica, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/reabilitacao-estetica

RESUMO

Objetivo: O objetivo do presente relato de caso clínico é descrever uma reabilitação estética, com resinas compostas, da guia incisal de uma paciente de 47 anos de idade. Método: A paciente procurou tratamento odontológico devido a insatisfação com a cor de suas restaurações de resina composta nos dentes 11 e 21. Após a profilaxia dentária, foi realizado o clareamento de consultório e um período de 21 dias foi aguardado. Para procedimento restaurador, após os 21 dias, utilizou-se a técnica da muralha palatina de silicone de condensação denso, permitindo a substituição das restaurações de resina composta. Principais resultados: O clareamento constituiu um tratamento importante para a melhora da estética final do sorriso. A técnica da muralha de silicone foi um método útil para guiar o cirurgião dentista durante a confecção das restaurações de resina composta, facilitando o procedimento operatório. Após a reabilitação da guia anterior, foi possível reestabelecer as características estéticas do sorriso da paciente.

Palavras-chave: Traumatismos Dentários, Reabilitação, Resinas Compostas.

1. INTRODUÇÃO

Os incisivos centrais superiores são os dentes anteriores mais visíveis ao sorrir, sendo eles de extrema importância para a estética do sorriso (Magne, Salem e Magne, 2018). No entanto, os incisivos superiores são os dentes mais acometidos por fraturas coronárias, devido ao fato de se encontrarem na posição anterior do arco e apresentarem inclinação levemente vestibularizada (Ramesh et al., 2016).

Traumas acidentais, brigas de rua e esportes de contato podem levar a fraturas coronárias, que vão desde a perda mínima do esmalte até fraturas complexas, envolvendo o tecido pulpar (Lembacher et al., 2022; Roettger et al., 2018). O tipo e a localização da fratura dependem da idade do paciente, quantidade de força e direção do golpe (Slayton e Palmer, 2019). Vale destacar que fraturas coronárias anteriores podem ter outros fatores etiológicos como ausência de dentes posteriores, bruxismo e maloclusão (exemplo: mordida topo a topo) (Melo Neto et al., 2018; Dos Santos e Maia, 2005; Inchingolo et al., 2022; Smith, 1982).

Fraturas coronárias anteriores podem desencadear uma série de transtornos funcionais, fonéticos e principalmente estéticos (Bangari, Balodi e Dhingra, 2022; Betrine Ribeiro, Alecrim Figueiredo e Wilson Machado, 2017). Dentes nessa condição podem ser reabilitados com resina composta, laminados cerâmicos e até coroas cerâmicas. A escolha do tratamento depende da quantidade de estrutura dentária perdida e condição financeira do paciente (Turkun, 2023).

O objetivo do presente relato de caso clínico é descrever a reabilitação estética, com resinas compostas, da guia incisal (dentes 11 e 21) de uma paciente de 47 anos de idade. O TCLE (TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO) foi assinado pela paciente para a publicação desse artigo.

2. RELATO DE CASO

Paciente do sexo feminino, com 47 anos de idade, procurou atendimento clínico devido à insatisfação estética com seus incisivos centrais superiores (11 e 21). Durante o exame clínico, foram observadas restaurações de resina composta com cor insatisfatória nesses dentes (Figura 1). Segundo relato da paciente, tais restaurações haviam sido feitas há 24 anos atrás, após a fratura dos seus incisivos centrais devido a uma queda.

Através do teste de sensibilidade ao frio, os dentes 11 e 21 mostraram vitalidade pulpar. Além disso, o exame radiográfico periapical evidenciou características de normalidade nas regiões perirradiculares desses dentes. Assim, foi sugerido um plano de tratamento para a paciente, abrangendo limpeza, clareamento dentário, e troca das restaurações dos dentes 11 e 21 por novas restaurações de resina composta.

Figura 1- Aspecto inicial do sorriso

Fonte: Acervo pessoal da autora Corrêa, Mila Cristhie, 2023.

Inicialmente, foi executada a profilaxia com pedra-pomes e água. Em seguida, foi realizada a seleção da cor dos dentes com auxílio da escala Vita Classical (Alves et al., 2021), a fim de registrar a cor inicial (antes do clareamento), possibilitando a comparação com a cor obtida após as sessões do clareamento. O clareamento dentário foi realizado com peróxido de hidrogênio Whiteness HP (FGM) a 35%, em duas sessões, com 3 aplicações durante 15 minutos cada (Figura 2). Ao final de cada sessão de clareamento, foi realizado o polimento com disco de feltro (Diamond Flex, FGM) e pasta de polimento (Diamond Excel, FGM).

Figura 2 – Clareamento dentário em consultório

Fonte: Acervo pessoal da autora Corrêa, Mila Cristhie, 2023.

Após 21 dias do clareamento, foi realizado o procedimento restaurador. Primeiramente, foi feita a seleção da cor dos dentes pela técnica de aplicação de pequenos incrementos de resina composta sobre eles, seguida pela fotoativação dos mesmos sem condicionamento ácido prévio (Alves et al., 2021). Os incrementos posicionados sobre a região cervical de cada dente permitiam a seleção de cor da resina para dentina, enquanto os incrementos inseridos sobre a região incisal, possibilitaram a seleção da cor da resina para esmalte. Para ambos os dentes, a resina DA1 (dentina, Herculite Classic – Kerr) e a resina EA1 (esmalte, Z350 XT – 3M) foram selecionadas.

Em seguida, foi realizada a moldagem da face palatina dos dentes 11 e 21 (ainda com as restaurações insatisfatórias) para confecção da guia de silicone por condensação (Perfil Putty Denso – Coltene). Na sequência, foi efetuado o isolamento absoluto modificado e as restaurações insatisfatórias foram removidas com pontas diamantadas e discos de lixa (Sof-Lex 3M) (Figura 3).

Figura 3 – Aspecto após remoção das restaurações insatisfatórias

Fonte: Acervo pessoal da autora Corrêa, Mila Cristhie, 2023.

A seguir, foi realizado o condicionamento ácido, em esmalte, com ácido fosfórico a 35% (Ultra-etch – Ultradent) durante 30 segundos. A remoção do ácido foi feita por meio de lavagem com jato de água por 1 minuto. Após a remoção do excesso de umidade, o sistema adesivo foi aplicado e fotoativado por 10 segundos (Ambar Universal – FGM).

Com auxílio de uma espátula para resina, foi acomodada uma fina camada de resina composta de esmalte (EA1, Filtek Z350 XT – 3M) na muralha de silicone, para confecção das faces palatinas dos dentes 11 e 21 (Figura 4). Após a fotoativação por 20 segundos, a barreira de silicone foi removida de sua posição (Figura 5). Depois da etapa mencionada, o compósito resinoso de dentina (DA1, Herculite Classic – Kerr) foi inserido para simular as características da dentina perdida e mascarar as linhas da interface remanescente-restauração. Para aplicação do compósito, foi utilizada a técnica incremental com incrementos resinosos de 2 mm e fotoativação de 20 segundos para cada incremento. O procedimento restaurador foi finalizado com a aplicação de uma camada única de resina composta para esmalte (EA1, Filtek Z350 XT – 3M), seguida de fototivação final por 40 segundos.

Figura 4 – Muralha de silicone em posição, com paredes palatinas em resina composta criadas

Fonte: Acervo pessoal da autora Corrêa, Mila Cristhie, 2023.

Figura 5 – Paredes palatinas de resina após remoção da muralha

Fonte: Acervo pessoal da autora Corrêa, Mila Cristhie, 2023.

O ajuste oclusal foi realizado com fita de carbono (Papel Carbono Accu Film – Parkell) em máxima intercuspidação habitual, protrusão, e lateralidades direita e esquerda, para garantir a funcionalidade adequada das restaurações, evitando contatos prematuros e sobrecarga das mesmas. Os desgastes das marcações por carbono foram realizados com ponta diamantada 3118FF (KG). Para o acabamento e polimento imediatos utilizou-se discos abrasivos (Sof-Lex – 3M ESPE) de granulações média e fina. Tiras abrasivas de poliéster (Microdont) foram empregadas para acabamentos nas proximais. Após sete dias, foi realizada a sessão final de acabamento e polimento, na qual foram aplicadas pontas de borracha (Jiffy– Ultradent), escova de carbeto de silício (American Burrs) e disco de feltro (Diamond Flex, FGM) com pasta de alto brilho (Diamond Excel – FGM), possibilitando atingir o aspecto final satisfatório (Figura 6).

Figura 6 – Aspecto final do sorriso

Fonte: Acervo pessoal da autora Corrêa, Mila Cristhie, 2023.

3. DISCUSSÃO

De acordo com a literatura, um dos principais motivos para a busca por tratamentos odontológicos é a estética insatisfatória do sorriso (Armalaite et al., 2018). De maneira geral, a estética do sorriso é definida pelos dentes, que são enquadrados pelo contorno gengival e pelos lábios (Pham e Nguyen, 2022). A procura da paciente pelo procedimento descrito, reforça a relevância da estética odontológica na sociedade atual, na qual um sorriso harmônico possui grande importância nas relações pessoais, trabalhistas e afetivas, melhorando a autoestima, a satisfação e a qualidade de vida do indivíduo (Kopytov et al., 2023; Venete et al., 2017).

A paciente reportada, já apresentava várias características bucais que contribuíram de forma significativa para a estética final do seu sorriso. Essas características, que são reportadas na literatura como importantes para a estética do sorriso, incluíram (Melo Neto et al., 2018; Menezes, Bittencourt e Machado, 2017; Sobral, Crusoé-Rebello e Machado,  2019; Dos Santos e Maia, 2005; Inchingolo et al., 2022; Smith, 1982): corredor bucal satisfatório, contornos gengivais harmônicos, alinhamento dentário satisfatório, incisais dos dentes superiores seguindo satisfatoriamente a forma do lábio inferior durante o sorriso, presença de classe I de Angle, ausência de desgastes dentários aparentes durante o sorriso, exposições dentária e gengival harmônicas durante o sorriso, inclinação apropriada dos dentes anteriores para a vestibular, plano oclusal adequado, relação largura/altura adequada dos dentes anteriores, presença dos 28 dentes, overjet e overbite adequados, e ausência de problemas periodontais e diastemas (Melo Neto et al., 2018; Menezes, Bittencourt e Machado, 2017; Sobral, Crusoé-Rebello e Machado,  2019; Dos Santos e Maia, 2005; Inchingolo et al., 2022; Smith, 1982). (Armalaite et al., 2018), os dentes com matiz e croma mais claros também apresentaram grande influência positiva na estética final do sorriso da paciente.

A cor dentária é influenciada pela combinação da cor intrínseca dos tecidos dentais com a cor de quaisquer manchas extrínsecas, que podem se formar em sua superfície (Joiner e Luo, 2017; Pereira et al., 2020). No caso apresentado, a profilaxia prévia com pedra pomes e água promoveu a remoção de manchas extrínsecas e biofilme dental pigmentado (Chen et al., 2020). Consequentemente, esse procedimento contribuiu para a percepção visual correta da cor intrínseca do dente, além de proporcionar a obtenção do substrato adequado para a atuação do gel à base de peróxido de hidrogênio, melhorando sua eficácia clareadora (Consolaro et al., 2013).

Após a segunda sessão de clareamento da paciente, foi observado que a cor do dente não foi alterada em relação à primeira sessão. Portanto o “ponto de saturação” foi atingido, encerrando o tratamento clareador. É reportado que após o “ponto de saturação” ser obtido, o tratamento clareador deve ser interrompido, caso contrário, poderá haver danos às estruturas dentárias, como quebra da cadeia principal de proteínas e de outros compostos contendo carbono (Reis e Loguercio, 2006).

Após a conclusão do procedimento de clareamento dental, foi aguardado o período de 21 dias de intervalo antes da sessão para substituição das restaurações. Um período mínimo de 2 semanas deve ser aguardado pois a ação do agente clareador promove a formação de oxigênio reativo e radicais livres, que permanecem nos tecidos clareados, interferindo na infiltração de sistemas adesivos e na reação de polimerização dos mesmos. Esse processo reduz a resistência de união entre dente e resina composta, além de diminuir a longevidade da restauração (Lobo et al., 2021). Além disso, a liberação de oxigênio residual nos tecidos clareados interrompe os cromóforos, de forma que a estabilização da cor das estruturas dentais passa a ocorrer cerca de 14 dias após o procedimento clareador (Durán et al., 2018). Assim, aguardar um período mínimo de 14 dias, evita a ocorrência de retratamentos e substituições de restaurações por desarmonia de matiz e croma entre restauração e dente.

Para o caso relatado em questão, a primeira opção de tratamento para reabilitação estética dos dentes 11 e 21 foi a realização de restaurações diretas em resina composta. Nesse caso clínico, essa opção constituía a indicação mais adequada por exigir menor tempo de tratamento, menor custo para o paciente e maior facilidade para atingir a cor adequada no resultado final, além de representar um tratamento menos invasivo para esse caso, em relação aos laminados cerâmicos (Turkun, 2023).

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O clareamento constituiu um tratamento importante para a melhora da estética final do sorriso. A técnica da muralha de silicone foi um método útil para guiar o cirurgião dentista durante a confecção das restaurações de resina composta, facilitando o procedimento operatório. Dessa forma, as técnicas e protocolos clínicos empregados permitiram a reabilitação estética da guia anterior de maneira adequada e garantiram o sucesso do caso clínico, possibilitando a satisfação da paciente e da equipe profissional com o resultado alcançado.

AGRADECIMENTOS

O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001, da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/USP) e da Fundação Bauruense de Estudos Odontológicos (FUNBEO).

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[1] Doutoranda em Materiais Dentários UNICAMP/ FOP; Mestre em Dentística USP/ FOB; Especialista em Dentística pela USP/ FOB/ FUNBEO; Cirurgiã Dentista graduada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). ORCID: 0000-0003-2520-6884. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4805522836690514.

[2] Especialista em Dentística pela USP/ FOB/ FUNBEO; Cirurgiã Dentista graduada pelo Centro Universitário de Maringá (CESUMAR).  ORCID: 0009-0009-1150-3838.

[3] Doutor em Prótese Dentária UNESP-FOA. ORCID: 0000-0003-1477-2055. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8312842022860280.

[4] Mestranda em Prótese Dentária UNESP-FOA. ORCID: 0000-0002-8925-604X. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/3206369857209169.

[5] Especialista em Prótese Dentária UNESP-FOA. ORCID: 0009-0008-0420-2415. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3670481224276152.

[6] Especialista em Prótese Dentária UNESP-FOA. ORCID: 0000-0003-1120-0203. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/5650919312233393.

[7] Orientador. Doutorado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (FOB-USP Bauru-SP, 1993); Mestrado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (FOB-USP Bauru-SP, 1989); Graduação em Odontologia pela Faculdade de Odontologia do Triângulo Mineiro (Uberaba-MG, 1982). ORCID: 0000-0002-3579-1370. Currículo Lattes:  http://lattes.cnpq.br/4026385620274250.

Material recebido: 18 de setembro de 2023.

Material aprovado pelos pares: 13 de novembro de 2023.

Material editado aprovado pelos autores: 09 de fevereiro de 2024.

5/5 - (10 votes)
Vanessa Dias Barboza Munhoz

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