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Bruxismo infantil: etiologia, diagnóstico e tratamento – revisão de literatura

RC: 148063
1.676
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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/bruxismo-infantil

CONTEÚDO

REVISÃO INTEGRATIVA

SOUSA, Joseane Oliveira de [1], GOMES, Rosangela Rodrigues [2], OLIVEIRA, Nayhane Cristine da Silva de [3], MEIRA, Gabriela de Figueiredo [4]

SOUSA, Joseane Oliveira de. et al. Bruxismo infantil: etiologia, diagnóstico e tratamento – revisão de literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 08, Ed. 09, Vol. 01, pp. 05-16. Setembro de 2023. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/bruxismo-infantil, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/bruxismo-infantil

RESUMO

Objetivo: investigar a etiologia, tipos, diagnóstico e possível tratamento do bruxismo em crianças. Metodologia: foi realizado uma revisão integrativa de literatura, em pares, de acordo com o Diretrizes da Declaração PRISMA na busca avançada com os marcadores booleanos “AND” e “OR” na base de dados da PubMed Medline utilizando os descritores “Bruxism”, “child” e “pediatric dentistry”, obtendo um total de 4666 artigos a partir da busca inicial. Resultados: selecionou-se a partir da aplicação dos critérios inclusão e exclusão 19 artigos no idioma inglês, somatizando um total de 5485 pacientes dos 13 artigos selecionados, onde observamos que existem uma alta prevalência de estudos transversais (62%), o país que mais publicou artigos sobre a temática foi o Brasil com (62%), e sobre o desfecho tratamento preconizado todos os artigos associavam a necessidade de um acompanhamento de um cirurgião dentista com outros profissionais da saúde, de cujo (8%) acreditavam que somente o cirurgião dentista consignado a um psicólogo conseguiriam desenvolver um tratamento satisfatório. Conclusão: A etiologia do bruxismo infantil é multifatorial, sendo desencadeada por atividade física, bullying, estresse, baixa renda familiar, escolaridade dos pais, tempo de tela antes de dormir e ciclo biológico. Seu diagnóstico envolve a associação de achados clínicos mais informações coletadas na anamnese relatada pelos responsáveis das crianças. Em vista disso, deve-se sempre desenvolver um tratamento multiprofissional onde é papel do cirurgião dentista criar placas oclusais para prevenir e estabilizar o desgaste dentário, evitar problemas na Articulação Temporomandibular ATM e dores miofasciais.

Palavras-chaves: Odontopediatria, Bruxismo, Revisão.

1. INTRODUÇÃO

O bruxismo durante o sono é considerado um ato parafuncional de ranger e apertar os dentes, que se manifesta durante o sono (bruxismo do sono ou excêntrico) ou em estado de vigília (bruxismo cêntrico) e tem seu surgimento muita das vezes na infância podendo se estender até a fase adulta (SERRA NEGRA et al., 2010).

Esta condição, é frequentemente associada a questões do dia a dia, como por exemplo, o estresse, medo, ansiedade, conflitos, além de muitas outras situações que podem gerar uma sobrecarga sobre o indivíduo (CABRAL, 2018). De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 30% da população mundial é afetada pelo bruxismo e no Brasil essa porcentagem é ainda maior, chegando até 40%. A prevalência é maior na infância afetando 49% das crianças e diminuindo de acordo com a idade, já nos adultos essa prevalência varia entre 1-15% (MELO et al., 2019).

A etiologia desta alteração é multifatorial, podendo ser de origem local, sistémica, psicológica, ocupacional, hereditária e ainda podendo relacionar-se com a troca dos dentes decíduos pela dentição permanente (VIEIRA et al., 2017).

Segundo Neves et al. (2021), vários fatores podem desencadear o surgimento do bruxismo infantil, sendo de suma importância que se faça o diagnóstico precocemente, para que não se perpetue para a vida adulta com o desenvolvimento de problemas oclusais, como o contato prematuro, trauma dental e doenças periodontais.

Entre os tratamentos de bruxismo infantil, o cirurgião dentista pode indicar a utilização de placas oclusais, terapia a laser, fisioterapia, acupuntura e aplicação de toxina botulínica, associada ao acompanhamento com outros profissionais da saúde como fisioterapeutas, psicólogos e médicos (KOLCAKOGLU et al., 2023).

Desta maneira, o objetivo deste trabalho é realizar uma revisão de literatura através da coleta de artigos em bases de dados, e esclarecer questões como a etiologia, diagnostico e possível tratamento do bruxismo em pacientes infantis.

2. METODOLOGIA

Foi realizado uma revisão integrativa de literatura, em pares, de acordo com o Diretrizes da Declaração PRISMA na busca avançada com os marcadores booleanos “AND” e “OR” na base de dados da PubMed Medline utilizando os descritores “Bruxism”, “child” e “pediatric dentistry”, obtendo um total de 4666 artigos na busca inicial.

Essa revisão se desenvolveu em seis etapas. Onde na primeira parte houve a eleição temática “Bruxismo Infantil”, hipótese e pergunta de pesquisa: “quais são as novas tecnologias no diagnóstico e tratamento de bruxismo infantil?”

Em seguida, foram incluídos os artigos originais, gratuitos, que responderam aos objetivos do estudo, publicados entre o período de 2022 a 2023, estudos observacionais, experimentais e relatos de casos. Foram excluídas dissertações, teses e trabalhos incompletos, estudos in vitro, in vivo com animais e revisões de literatura.

A partir dessa triagem, excluíram-se 4653 estudos. Os estudos elegíveis foram então revisados em pares e incluídos na revisão de literatura como demonstra o fluxograma 1.

Esquema 1 Fluxograma do processo de inclusão dos artigos seguindo o modelo da declaração

Fonte: Os autores, 2023.

3. REVISÃO DE LITERATURA

Dentre os 4666 artigos encontrados na busca inicial, 13 foram incluídos estudos no idioma inglês. Na tabela 1 se tem a análise descritiva dos estudos selecionados onde observa-se uma alta prevalência de estudos transversais (62%), e o estudo que menos se repetiu foi o qualitativo, retrospectivo e experimental (8% cada). O país que mais publicou artigos sobre a temática foi o Brasil com (62%), sobre o desfecho tratamento preconizado todos os artigos associavam a necessidade de um acompanhamento de um cirurgião dentista associado a outro profissional da saúde, de cujo (8%) acreditavam que somente o cirurgião dentista consignado a um psicólogo conseguiriam desenvolver um tratamento satisfatório.

Tabela 1: Análise descritiva dos estudos selecionados

Ano de publicação Quantidade %
2022 11 85%
2023 2 15%
total 13 100%
País de origem
Brasil 8 62%
Turquia 3 23%
Colômbia 1 8%
Portugal 1 8%
total 13 100%
Tipo de estudo
Estudo Transversal 8 62%
Estudo Retrospectivo 1 8%
Estudo Qualitativo 1 8%
Estudo Experimental 1 8%
Estudo de Caso-controle 2 15%
Total 13 100%
Desfecho tratamento
Multiprofissional 12 92%
Psicólogo associado somente ao dentista 1 8%
Tipo de bruxismo abordado
Diurno 5 38,5%
Noturno 6 46,1%
Ambos 2 15,4%
Total 13 100%
Total de pacientes estudados 5485 100%

Fonte: Os autores, 2023.

No quadro 1 são descritas as sinopses dos estudos incluídos na pesquisa, pelo qual contém a identificação dos artigos pelos títulos, autores, metodologia do estudo, desfecho de tratamento, ano de publicação e conclusão.

Quadro 1: Sinopse dos artigos selecionados

TÍTULO AUTOR ANO METODOLOGIA DESFECHO DOTRATAMENTO CONCLUSÃO
Prevalência de Bruxismo do Sono Relatado por Pais/Cuidadores em um Serviço de Odontopediatria Português: Um Estudo Retrospectivo ALMEIDA et al. 2022 Estudo Retrospectivo Multiprofissional Bruxismo do sono apresentou uma prevalência ligeiramente maior entre os pacientes pediátricos do sexo masculino, mas mais estudos são necessários para descartar fatores de confusão.
Associação entre provável bruxismo acordado e bullying escolar em crianças e adolescentes: um estudo de caso-controle MARTINS et al. 2022 Estudo de Caso-controle Psicólogo mais dentistas provável bruxismo acordado está associado ao envolvimento em episódios de bullying escolar e problemas de sono.
Avaliação dos níveis de ansiedade em crianças e suas mães e aparecimento de bruxismo do sono em crianças turcas e fatores de risco associados: um estudo transversal Yazıcıoğlu , Ray 2022 Estudo transversal Multiprofissional Níveis elevados de ansiedade da mãe ou dos filhos, problemas de aprendizagem/comportamentais/raiva, experiência causadora de estresse e ronco aumentaram o risco de ter SB em crianças.
Investigando o efeito do bruxismo no comprimento e largura do arco maxilar em crianças usando análise de modelo digital tridimensional Bodrumlu et al. 2022 Estudo de Caso-controle Multiprofissional Com base nos resultados do estudo, não houve diferenças no comprimento e largura do arco superior em pacientes com bruxismo e pacientes sem bruxismo.
Associação entre a gravidade de possível bruxismo do sono e possível bruxismo de vigília e facetas de desgaste dentário por atrição em crianças e adolescentes MARTINS et al. 2022 Estudo transversal Multiprofissional O número de facetas de desgaste do dente por atrito é proporcional à gravidade do PSB e PAB.
Associação entre possível bruxismo acordado e bullying em crianças/adolescentes de 8 a 11 anos Alonso et al. 2022 Estudo transversal Multiprofissional Crianças/adolescentes vítimas e agressores-vítimas de bullying apresentaram maior frequência de PAB.
Uso de aparelhos eletrônicos, prática de esportes e bruxismo acordado em escolares de oito a dez anos da Silva et al. 2022 Estudo transversal Multiprofissional A presença de possível AB foi influenciada pelo uso de aparelhos eletrônicos e pela prática de esportes entre escolares de oito a dez anos.
Polimorfismos de nucleotídeo único no receptor de dopamina D2 estão associados ao bruxismo e seus fenótipos circadianos em crianças Scariot et al. 2022 Estudo transversal Multiprofissional Polimorfismos em DRD2, ANKK1 e COMT estão associados a fenótipos de bruxismo.
Tempo diário de tela, padrão de sono e provável bruxismo do sono em crianças: um estudo transversal Amaral et al. 2022 Estudo transversal Multiprofissional Dificuldades na manutenção do sono e baixo nível socioeconômico familiar foram associados ao provável SB em escolares, enquanto o tempo de tela em dispositivos com tela não foi associado.
Fatores associados ao bruxismo acordado segundo percepções de pais/responsáveis ​​e autorrelato de crianças Leal et al. 2022 Estudo transversal Multiprofissional Considerando os relatos dos pais, menor escolaridade da mãe, baixa renda familiar, adaptabilidade familiar muito flexível e cárie dentária cavitada foram associados à PAB. O sexo feminino, o bullying e a disfunção orofacial estiveram associados à BAP autorreferida.
Uma comparação de placas oclusais duras e moles para o tratamento de bruxismo noturno em crianças usando o BiteSTRIP® Kolcakoglu et al. 2022 Estudo experimental Multiprofissional Placas oclusais macias podem reduzir a dor causada pelo bruxismo noturno no músculo e na ATM. A relação entre os resultados do tratamento e os escores BiteStrip® de pacientes usando placa oclusal macia ou placa oclusal dura não é significativa.
Possível bruxismo do sono e ritmo biológico em escolares Gavião et al. 2023 Estudo qualitativo Multiprofissional Dificuldades em manter o ritmo do sono e cerrar os dentes durante a vigília relatadas pelos pais/responsáveis ​​podem determinar maior chance de aumento da frequência de PSB.
Correlações entre a arquitetura do sono e a atividade do músculo masseter relacionada ao sono em crianças com bruxismo do sono Restrepo et al. 2023 Estudo transversal Multiprofissional Dentro das limitações deste estudo, pode-se concluir que SB/MMA está correlacionado com alteração da arquitetura do sono em crianças (menor duração total do sono (TSD), menor sono nREM e REM e maiores microdespertares durante o sono REM e nREM). No entanto, o significado clínico desses achados precisa ser demonstrado em estudos futuros.

Fonte: Os autores, 2023.

4. DISCUSSÃO

Existem dois tipos principais de bruxismo em crianças, o bruxismo acordado ou diurno e o bruxismo do sono ou noturno, que podem ser subclassificados quanto ao desgaste dentário em cêntrico e excêntrico e podem afetar ambos os sexos. O que vai definir a sua epidemiologia são os diferentes momentos do desenvolvimento cognitivo dos pacientes, localização geográfica, e o estado emocional e psicológico (ALMEIDA et al., 2022).

Para Yazıcıoğlu e Ray (2022) que avaliaram a ansiedade de crianças e suas mães em relação ao bruxismo do sono com 96 crianças o principal fator etiológico para o desenvolvimento de bruxismo do sono em crianças são níveis elevados de ansiedade tanto da mãe como dos filhos. Eles destacaram também que outro fator de risco para o desenvolvimento da doença são os problemas de aprendizagem e raiva, que desencadeiam estresse e ronco nas crianças.

De encontro com os achados de Yazıcıoğlu e Ray (2022), Marcelino e Gavião (2023) que verificaram a influência do ritmo biológico, características do sono, tempo de tela antes de dormir e consumo de alimentos açucarados para o desenvolvimento do bruxismo do sono por meio de um estudo qualitativo com 178 crianças brasileiras evidenciaram existe uma forte relação em se manter o ritmo do sono quando se está cerrando os dentes e que um excelente sono sem bruxismo só é conseguido se mantem um ritmo biológico regular, por meio de um tempo de sono adequado, prática de atividades físicas e boa alimentação.

Para os pesquisadores colombianos Restrepo et al. (2023) que realizaram um estudo observacional transversal com 43 crianças para avaliar a correlação entre a arquitetura do sono e a atividade muscular massetérica relacionada ao bruxismo do sono, observaram concluíram que o bruxismo noturno está correlacionado com alteração no período pré sono em crianças, e que podem ser agravados pela menor duração total do sono, ao menor tempo de estágio do sono profundo associado a maiores microdespertares durante a noite o que intensifica a atividade muscular do masseter. Os achados de Restrepo et al. (2023) na Colômbia vão ao encontro dos encontrados por Marcelino e Gavião (2023) no Brasil.

O bruxismo acordado em crianças, por outro lado, parece sofrer impacto direto de uma atividade realizada durante o dia. Para Leal et al. (2023) que realizou um levantamento transversal com 739 crianças de 8 a 10 anos de idade para investigar a associação entre o possível bruxismo acordado com o cotidiano familiar, bullying e cárie dentária constataram que a menor escolaridade da mãe, baixa renda familiar, adaptabilidade familiar muito flexível, bullying e a disfunção orofacial associado a presença de cáries dentárias cavitadas foram formar relacionadas a manifestações de bruxismo acordado.

Adicionado a isso, da Silva et al. (2022) que investigaram a possível associação do bruxismo em vigília com o uso de aparelhos eletrônicos e à prática desportiva com crianças, observou haver uma forte relação de causalidade.

Em um estudo de caso-controle brasileiro com 300 crianças que buscava avaliar a associação do bruxismo acordado e bullying escolar constatou que a humilhação realizada no ambiente estudantil, não desenvolvia bruxismo acordado, como também do sono, associados a ansiedade pré período de ida para a escola (MARTINS et al.,2022), confirmando dessa forma os resultados encontrados por Leal et al. (2023).

Além disso, parece haver uma predileção de bruxismo acordado pelo sexo feminino (LEAL et al., 2023) e de bruxismo do sono pelo sexo masculino (ALMEIDA et al.,2022), que necessita de mais estudos para que possa ser mais bem compreendida.

O manejo de bruxismo do sono será sempre por meio de uma abordagem multidisciplinar com o auxílio de cirurgiões dentistas, psicólogos, médicos e fisioterapeutas. Cabe ao cirurgião dentista desenvolver estratégias para prevenir o desgaste dentário, como a utilização de placa oclusais e até mesmo terapia medicamentosa nos casos de dor local. Para Kolcakoglu et al. (2023) as placas oclusais macias não impedem a movimentação dentária, mas estabilizam o desgaste dentário e as placas oclusais rígidas além de impedir o desgaste dentário, desempenham o papel de estabilização da ATM, diminuindo dessa forma a dor na articulação por estabilização da oclusão. Entretanto, como as crianças estão com seus ossos em crescimento, deve-se indicar com cautela as placas oclusais rígidas, a fim de não afetar o correto crescimento ósseo facial.

5. CONCLUSÃO

A etiologia do bruxismo infantil é multifatorial, sendo desencadeada por atividade física, bullying, estresse, baixa renda familiar, escolaridade dos pais, tempo de tela antes de dormir e ciclo biológico. Seu diagnóstico envolve a associação de achados clínicos mais informações coletadas na anamnese relatadas pelos responsáveis das crianças. Em vista disso, deve-se sempre desenvolver um tratamento multiprofissional onde as placas oclusais se tornam alternativas viáveis para prevenir e estabilizar o desgaste dentário desencadeado pela alteração muscular induzida pelo bruxismo e solicitar acompanhamento por outros profissionais da saúde, principalmente os cirurgiões-dentistas e psicólogos.

REFERÊNCIAS

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ALMEIDA, A. B., et al. Prevalence of Sleep Bruxism Reported by Parents/Caregivers in a Portuguese Pediatric Dentistry Service: A Retrospective Study. Int J Environ Res Public Health., v. 19, n. 13, p. 7823, 2022. à confirmar se a página está correta, em fonte original.

CABRAL, L. et al. Bruxismo na infância: fatores etiológicos e possíveis fatores de risco. FOL, v. 28, n. 1, p. 41-51, 2018

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[1] Graduanda de Odontologia. ORCID: 0009-0009-3544-6073.

[2] Graduanda de Odontologia. ORCID: -0009-0002-6089-0220.

[3] Orientadora. Possui Graduação em Odontologia pela Universidade Federal do Amazonas (2018); Especialização em Odontopediatria pelo Instituto de Ensino Superior Blauro Cardoso de Mattos (2020). Atualmente cursa Especialização em Saúde Pública pela faculdade Futura. ORCID: -0000-0003-2056-5853. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2255456614872519.

[4] Pós-Doutorado em Ortodontia e Saúde Coletiva. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8285-8769. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3710771916871688.

Enviado: 16 de maio, 2023.

Aprovado: 20 de junho, 2023.

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Joseane Oliveira de Sousa

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