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O Crescimento Populacional e os Impactos Ambientais

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

FERREIRA, Maria da Consolação [1], LOPES, Joselaine Ferreira [2]

FERREIRA, Maria da Consolação. LOPES, Joselaine Ferreira. O Crescimento Populacional e os Impactos Ambientais. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 06, Vol. 02, pp. 188-195. Junho de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/crescimento-populacional

RESUMO

O objetivo do presente artigo é discutir, a partir de uma revisão da literatura, sobre os impactos ambientais causados pelo crescimento populacional sem as devidas precauções. Este estudo se configura como bibliográfico e descritivo e, desse modo, consultou-se artigos científicos e livros que versam sobre a temática aqui abordada. O problema de pesquisa que guiará esse estudo está ligado à compreensão de se os impactos ambientais são um problema governamental ou representam a falta de conscientização da população, o que justifica a relevância da proposta. Parte-se da hipótese de que com o crescimento da população, a demanda por moradias e mais alimentos foi aumentando cada vez mais. Em pesquisas a respeito do tema e a partir de visitas realizadas em lixões e diversos setores de construções da cidade, a conclusão foi que se homem e natureza não conviverem harmoniosamente, em pouco tempo não terá mais como viver de forma sustentável. Terrenos preservados e florestas são devastadas para construção de novas moradias. A pesquisa tem como objetivo, então, refletir sobre como essa prática tem afetado o meio ambiente. Os surgimentos de novos bairros afetam a natureza e, devido à falta de planejamento, a interferência humana prejudica ainda mais a saúde do planeta. Todos os dias são destruídos espaços juntamente com suas biodiversidades e, no lugar, surgem novas casas, novos prédios, novos espaços de lazer, etc. Como resultado, tem-se o fato de que o homem tem interferido cada vez mais e de diferentes maneiras ao modificar o meio ambiente, prejudicando a natureza e ele mesmo.

Palavras-chave: Impacto ambiental, preservação, sustentabilidade, justiça social.

1. INTRODUÇÃO

O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado pelo choque de relação entre o homem e a natureza advindo da revolução humana, ou seja, no momento em que o homem começou a evoluir em seu modo de vida. Nos primórdios, o homem vivia em harmonia e submisso à natureza. Tem-se, então, como problema, analisar se os impactos ambientais são um problema governamental ou representam a falta de conscientização da população. A concentração da população em ambientes urbanos é cada vez maior. Esse fenômeno gera um crescimento desordenado e acelerado, provocando uma série de mudanças no meio ambiente. Com a expansão urbana desordenada, surge a necessidade de adaptação das cidades como construções de casas, prédios, sem contar com o crescimento das favelas em áreas urbanas sem que haja uma fiscalização adequada de profissionais competentes.

Não tendo a devida orientação, o que se vê são construções feitas de forma irregular e precária. Com isso, a degradação do meio ambiente é constante, representada pelo lixo e entulhos depositados em qualquer lugar, esgoto a céu aberto e em razão de uma série de problemas relacionados à saúde, higiene, falta de estrutura e ausência de conhecimentos sobre preservação e meio ambiente. A escolha do tema se deu pelo fato de ser necessário observar a relação do ser humano com o meio ambiente, marcada pelo desrespeito. Desrespeito esse que, em muitas das vezes, é gerado pela falta de conhecimento da causa ou mesmo orientação na hora de agir. A metodologia que embasa esse estudo é a pesquisa de caráter bibliográfico e descritivo, e, em razão disso, consultou-se artigos e livros relacionados à temática, com vistas a discutir sobre os impactos dessa relação homem vs natureza.

A partir dos achados, constata-se que a qualidade de vida do ser humano está cada vez pior devido aos maus hábitos adquiridos ao longo dos anos. Estamos no século XXI e os problemas ambientais estão piorando de forma acelerada, o que torna as estratégias necessárias ao convívio harmônico entre homem e natureza indispensáveis. O objetivo principal desse trabalho é apresentar estratégias para que se busque por soluções para que as autoridades locais e a população se conscientizem de que a natureza é como nossa casa, precisando ser limpa e preservada. Levar essas ideias para as escolas públicas e particulares, por meio de palestras e elaboração de cartazes sobre a preservação do meio ambiente, espera-se obter resultados satisfatórios. Visa-se, também, buscar por soluções junto às empresas poluidoras e às autoridades competentes dos municípios.

2. METODOLOGIA

Conforme Gil (2006), a pesquisa bibliográfica toma forma a partir da consulta à materiais já elaborados, sendo esses, principalmente, artigos científicos e livros. Aponta, também, que quase todos os tipos de estudos possuem essa natureza, contudo, há pesquisas que se voltam exclusivamente ao desenvolvimento a partir de fontes bibliográficas. Nesse sentido, cabe auferir que uma grande parcela dos estudos descritivos e exploratórios são definidos como pesquisas bibliográficas, e, desse modo, pode-se propor  análise de diversas posições sobre um determinado problema, isto é, apoia-se na literatura para analisar, cientificamente, um fenômeno. Os materiais a serem consultados (artigos e livros) são fontes bibliográficas por excelência, e, assim, são empregados como referências, ou seja, para sustento de posicionamentos do autor.

Os materiais bibliográficos tomados como referência, de acordo com Gil (2006), são fontes que têm como escopo possibilitar, ao autor, a rápida obtenção de informações necessárias para o embasamento de seus argumentos, isto é, esses dados podem ser localizados facilmente. Há dois tipos de possibilidades de referência: a informativa (contém a informação que se busca) e a remissiva (o material remete à outras fontes). Cabe destacar, também, segundo Marconi e Lakatos (2002) e Gil (2006), que a principal vantagem da pesquisa de caráter bibliográfico é o fato de que permite, ao pesquisador-autor, que investigue uma vasta gama de fenômenos e/ou problemas sociais. Essa abordagem permite uma análise ampla e profunda do assunto investigado. Quando há a presença de dados muito dispersos essa vertente é particularmente eficiente.

Gil (2006) cita, como exemplo, o fato de que seria inviável ao pesquisador percorrer todo o território brasileiro em busca de dados sobre uma determinada população, e, assim, se há, a seu dispor uma bibliografia que contém os dados almejados, ele consegue avançar com a sua pesquisa. No caso de estudos históricos a abordagem também é indispensável, uma vez que não é possível conhecer a nossa história sem recuperarmos as fontes que preservaram essa história. Contudo, Gil (2006), chama a atenção para o fato de que é preciso tomar cuidado com esses dados para que não sejam coletados e processados de forma equivocada. Há pesquisas que carregam erros, e, desse modo, quando reproduzidas, esses erros continuam a perpetuar. A fim de se reduzir tal problema, é preciso que se descubra as incoerências/contradições e que se faça uso de fontes diversas para abordar um assunto.

3. A RELAÇÃO HOMEM VS MEIO AMBIENTE

A relação entre homem e meio ambiente tem se tornado cada vez mais insustentável, pois, com o crescimento demográfico avançando continuamente, a vida sustentável do planeta está cada vez mais escassa. A população tem crescido assustadoramente, e, com isso, o consumismo tem aumentado. Com o crescimento desordenado das grandes cidades e as grandes devastações das áreas verdes, a extinção de plantas e animais silvestres está aumentando a cada dia. É cada vez mais comum ouvir pessoas reclamarem de poluição, doenças relacionadas a tal coisa, e, em alguns lugares, há até escassez de alimentos (MARTINE, 1993). A harmonia entre o homem e a natureza precisa ser estabelecida, antes que não haja mais natureza para preservar.

Quando falamos sobre preservação ambiental, precisa-se compreender que é algo muito além do que ensinamos na sala de aula. Vivemos em uma sociedade capitalista e o que sempre fazemos é explorar os recursos naturais, até esgotá-los. No material de estudos fornecidos pela UCAM, (2014, p. 9), que se trata de uma apostila que apresenta aspectos voltados à Projetos, Planejamento e Licenciamento Ambiental, um trecho esclarece que:

Os artigos 1º e 2º da Lei 9.795/99, que dispõe sobre educação ambiental e institui a política nacional de educação ambiental, definem educação ambiental como os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade, sendo um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal (UCAM, 2014, p. 9).

Segundo Hogan (1991), em seu artigo “Crescimento Demográfico e Meio Ambiente”, sabe-se que a pressão demográfica já foi responsabilizada por todos os males do mundo moderno, tais como: desertificação, fome, esgotamento de recursos, degradação ambiental, etc. O que pôde ser constatado com esse argumento é que está longe de ser resolvida a questão do crescimento populacional sem que ocorra a degradação do meio ambiente. Existe, ainda, uma problemática maior que tem se intensificado a cada ano. É a questão do lixo. Quanto mais cresce a população, mais lixo se fabrica todos os dias. Um problema que envolve todos na busca de solução. As instituições de ensino educação infantil e ensino fundamental que têm seus currículos voltados à educação ambiental percebem que, ainda na infância, é possível corrigir vários erros dos nossos antepassados.

As formas de trabalhar a conscientização ambiental nas escolas vão muito além de sua inserção no currículo escolar. O trabalho é realizado em conjunto com familiares e autoridades locais. Em visita ao depósito de lixo da cidade de Pedro Leopoldo – MG, foi possível observar que os esforços da política ambiental local tinham como escopo dar um fim às toneladas de lixos que são fabricadas todos os dias pelos moradores. A reciclagem foi desenvolvida como solução para o problema, pois, além de dar emprego a muitas famílias, resolveu, em parte, a produção descontrolada de lixo, diminuindo, assim, os impactos causados pelo lixo. Quanto ao restante do lixo, ou seja, aquele que não tem mais como reutilizar é despejado em uma grande caçamba e, depois, levado para cidade de Sabará – MG, onde existe um aterro bem estruturado.

Com os recursos e cuidados necessários na captação e queima de gás, tratamento de chorume e demais cuidados necessários, visando, dessa forma, acabar com a infestação de animais e urubus no local, é possível obter resultados bastante satisfatórios, porém, cabe a mudança de postura. Foi um grande avanço, pois, no passado, o lixo era depositado à céu aberto, trazendo transtornos para os moradores próximos ao lixão e, assim, muitas doenças eram transmitidas às pessoas que procuravam materiais no lixo. Tratando-se de soluções para preservar o meio ambiente, é preciso colocar em pauta dois fatores. De um lado está a natureza, localizada onde sempre esteve. Do outro, o homem, que, por sua vez, busca e cria novas tecnologias, utilizando, para isso, recursos que, na maioria das vezes, agridem e destroem o meio ambiente.

No tocante à criação de instrumentos legais, a Constituição Federal determina, em seu artigo 23, inciso VI, que cabe à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a competência concorrente para “proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas”. Essa possibilidade decorre da concretização do denominado federalismo cooperativo refletido no parágrafo único do art. 23, que prevê que uma lei complementar fixe normas para a cooperação entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios, visando equilíbrio de desenvolvimento e bem-estar em âmbito nacional (CERVI, 2009, s/p).

E, na busca de seus ideais, esquecem que sem preservação não existe natureza e sem natureza não tem sobrevivência. Há que se concordar com Dias (2003) quando infere que a falta de planejamento adequado na utilização dos recursos naturais acarretará, à médio prazo, o esgotamento desses recursos, que, em muitas das vezes, são irrecuperáveis ou são recompostos em um espaço de tempo muito longo.

4. O CRESCIMENTO POPULACIONAL E A SUA RELAÇÃO COM O MEIO AMBIENTE

A busca pela sobrevivência está cada vez mais disputada entre homens e natureza, e, nessa busca desenfreada, é comum encontrar vários rastros de destruição deixados pelo ser humano. Não adianta lembrar e falar sobre Protocolo de Kyoto, Eco-92 e de demais instituições que tratam do assunto de preservação ambiental se não colocarem em prática tudo que foi tratado. As fábricas continuam poluindo, as florestas estão sendo destruídas, os rios poluídos com o despejo de esgotos, além de resíduos tóxicos das grandes fábricas, sem contar o lixo hospitalar que ainda causa transtorno no manejo e descarte. A aceleração do crescimento populacional tem contribuído muito com o estrago da natureza. Todo os anos são colocadas grandes frotas de veículos nas ruas e, apesar da fiscalização, o grau de poluição emitidos pelas descargas dos veículos ainda é muito preocupante.

Nesse contexto, visualiza-se, ainda hoje, que a poluição emitida na atmosfera é contínua e faz com que os hospitais fiquem  lotados e as pessoas doentes em razão de problemas respiratórios, sendo que os mais prejudicados são as crianças e os idosos. A qualidade de vida está cada vez pior, principalmente nas grandes cidades, onde existe uma quantidade maior de veículos nas ruas e fábricas poluidoras. Não é preciso ir muito longe para vislumbrar o que o ser humano tem feito para destruir o meio ambiente. No nosso bairro, nas ruas de nossa cidade e mesmo na vizinhança ao lado vemos a ignorância do ser humano à respeito do assunto. É necessário, urgentemente, implantar a educação ambiental no currículo escolar, de forma obrigatória, com pessoas capacitadas para instruir as crianças à respeito da importância e os cuidados que se deve ter para com o meio ambiente.

Deve-se orientar e educar desde cedo, pois esse é o recurso mais eficiente. Não devemos esperar que essas crianças se tornem adultos para que se comprometam com o meio. Aprender a respeitar a natureza é uma tarefa que deve ser ensinada em casa, nas empresas e nas escolas. Muito se houve falar na destruição da floresta amazônica com o desmatamento, incêndios, etc. Contudo, esquecemos que a educação ambiental começa dentro de nossas residências, quando orientamos a família e aplicamos medidas cabíveis quanto ao descarte de nosso lixo, usando a reciclagem e fazendo o uso consciente da água e energia elétrica, evitando desperdícios desnecessários. A maior parte das águas potáveis que consumimos vem dos rios (PAIVA, 2011). Além do lixo que vai parar no leito de um rio depois de fortes chuvas, existe, também, a contaminação pelo esgoto não tratado das residências e indústrias.

Não podemos esquecer que a distribuição irregular da população vem afetando muito a condição climática, pois a densidade demográfica tem aumentado cada vez mais na região sudeste e litorânea, motivo pelo qual essa região concentra maior crescimento populacional cujos impactos ambientais são maiores.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

De acordo com tudo que foi exposto na pesquisa concluiu-se que o problema com o meio ambiente abrange todo planeta. Com uma visão mais futurista foi possível perceber que a solução para tais problemas está nas mãos de cada um, pois já não é mais um problema somente político-organizacional. Se cada indivíduo conscientizar e começar, mesmo com medidas simples, dentro do seu próprio ambiente onde habita e trabalha, cuidando do seu espaço, a contribuição para a preservação será visível à todos. A mudança de atitude das pessoas diante da nova realidade propicia uma qualidade de vida melhor. Para viver de forma sustentável é necessário que homem e natureza vivam em harmonia. Para que aconteça a melhoria não podemos cobrar nada da natureza, pois ela está onde sempre esteve. Cabe, a nós, preservá-la.

O invasor é o ser humano que degrada, agride, maltrata sem se importar com as consequências futuras, que, na verdade, já não pertencem mais ao futuro, é uma realidade. Da forma de como está acelerada a devastação muito em breve os problemas relacionados aos atos humanos sobre a natureza serão irreversíveis. Lembrando que o homem foi feito por causa da natureza, não o inverso. Conscientizar a população sobre preservação ambiental é a melhor solução para melhorar a qualidade de vida e contribuir, também, para com um desenvolvimento sustentável em cada localidade. Com algumas atitudes como: reflorestar as áreas desmatadas, criar um processo de despoluição dos nossos rios e córregos e com a adesão a medidas sustentáveis, como, por exemplo, o uso consciente dos recursos naturais, evita-se, assim, qualquer tipo de poluição.

Devemos, também, conscientizar as gerações futuras sobre a preservação ambiental, criando leis que garantam essa preservação, pois, desse modo, tem-se esperança em salvar o planeta. Com o aumento da população, aumenta-se a taxa de mortalidade. Preservando e cuidando do meio ambiente, acarreta, por outro lado, a melhora da qualidade e expectativa de vida.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Constituição Federal de 1988. Artigo 23, inciso VI, 1998.

CERVI, T. M. D. C. O estudo de impacto ambiental: A realidade entre a proteção jurídica do meio ambiente e o desenvolvimento. 2009. Disponível em: https://ambitojuridico.com.br/cadernos/direito-ambiental/o-estudo-de-impacto-ambiental-a-realidade-entre-a-protecao-juridica-do-meio-ambiente-e-o-desenvolvimento/. Acesso em? 10 jun. 2020.

CRESCIMENTO POPULACIONAL. Página Inicial. 2020. Disponível em: http://www.portaldomeioambiente.org.br/cidadania/2087-crescimento-da-populacao/html. Acesso em: 12 mar. 2020.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2006.

HOGAN, D. J. Crescimento demográfico e meio ambiente. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 8, n. 1/2, p. 61-71, 1991.

MARCONI, M. de. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.

PAIVA, R. Mundo Amigo. 1ª ed.    São Paulo: Edições SM, 2011.

PEDRO LEOPOLDO. Prefeitura Municipal. Secretaria de meio Ambiente e Secretaria de Planejamento Urbano, 2016.

PENNA, A. M. Projetos, Planejamento e Licenciamento Ambiental. Revisão atualizada segundo o novo acordo ortográfico: Prof.ª. Ms. Camila Menezes. Coronel Fabriciano: Prominas, 2014.

[1] Licenciatura Plena Pedagogia (Graduação), Licenciatura em Letras (Graduação), Engenharia Ambiental (Pós Graduação), Psicopedagogia Institucional, Clínica e Educação Especial (Pós Graduação), Inspeção Escolar (Pós Graduação), Tutoria EAD e Docência do Ensino Superior (Pós Graduação).

[2] Mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal). Graduação em Agronomia.

Enviado: Agosto, 2019.

Aprovado: Junho, 2020.

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