Educação

IA generativa e educação: Desafios para desenvolver a competência informacional para o uso crítico da informação

ARTIGO DE REVISÃO

LIMA, Neli Pereira [1] 

LIMA, Neli Pereira. IA generativa e educação: Desafios para desenvolver a competência informacional para o uso crítico da informação. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 11, Ed. 08, Vol. 01, pp. 140-151. Agosto de 2026. ISSN: 2448-0959. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/ia-generativa-e-educacao, DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.22086910

RESUMO

O presente estudo tem por objetivo discutir a crescente utilização da Inteligência Artificial (IA) generativa por parte dos alunos, destacando a sua relevância no processo de aprendizagem ao possibilitar o acesso a um grande volume de informações que os auxilia na realização de tarefas. Por outro lado, esses sistemas podem recuperar informações imprecisas, respostas incorretas ou totalmente inventadas, fenômeno conhecido como alucinação em IA. Diante desse cenário, a educação assume um papel fundamental na formação de usuários capazes de fazer bom uso da informação, e isso se dá através do estímulo à competência informacional por parte dos professores. Trata-se de um estudo bibliográfico, com abordagem qualitativa, baseada em publicações acadêmicas recentes que abordam a IA generativa no contexto educacional, e competência informacional na educação. Os resultados indicam que a IA vem sendo amplamente utilizada na educação, sendo necessário desenvolver a competência informacional no educando de forma que o mesmo consiga utilizá-la de forma crítica e responsável.

Palavras-chave: IA generativa, Competência informacional, Alucinação em IA.

1. INTRODUÇÃO

A Inteligência artificial já é uma realidade presente em diversos ramos e setores da nossa sociedade, contribuindo para otimizar resultados, diminuir o tempo na execução de tarefas, entre outros incontáveis benefícios. Para Carvalho (2021, p. 21) usamos a IA em diversas situações do cotidiano e, na maioria das vezes, sem nos darmos conta.

A IA generativa compreende sistemas capazes de produzir diferentes tipos de conteúdo, como textos, imagens, vídeos, códigos e apresentações. No contexto educacional a sua utilização pode contribuir para melhorar aprendizado do discente, auxiliando-o na resolução de problemas e contribuindo para a personalização da aprendizagem.

Entretanto, se por um lado a adoção da inteligência artificial na educação traz diversos benefícios, por outro também apresenta grandes desafios a serem enfrentados no contexto educacional, isso porque o avanço da Inteligência artificial generativa disponibiliza acesso fácil às mais diversas informações sobre incontáveis temas, de forma ágil, quase instantânea. Pimentel e Carvalho (2025, p. 47) afirmam que essa característica constitui um dos grandes atrativos da IA generativa, isto é, na sua imensa “capacidade de discorrer sobre quase todos os assuntos a velocidade sobre-humana. Basta enviar uma pergunta e ela começa a escrever velozmente, com rapidez superior à nossa capacidade de leitura.” 

Porém, o acesso facilitado à informação não garante sua compreensão nem o uso adequado da IA generativa. Apesar das inúmeras vantagens, a utilização da inteligência artificial generativa também apresenta desafios, como o risco de plágio, a dependência excessiva da tecnologia e questões relacionadas à proteção de dados e à privacidade além de aspectos relacionados à confiabilidade de informações.

A possibilidade de produção de informações deturpadas, notícias falsas, conteúdos manipulados e respostas incorretas produzidas por sistemas de inteligência artificial produz um fenômeno conhecido como alucinação em IA, e evidencia a necessidade de desenvolver competências que permitam aos estudantes analisarem criticamente as informações disponíveis.

Nesse contexto, a competência informacional torna-se uma habilidade essencial para que os educandos possam aprender a localizar, avaliar, selecionar, interpretar, produzir e utilizar informações de maneira ética e crítica, e a escola desempenha papel central nesse processo. 

Sendo assim, mais do que ensinar a utilizar a IA generativa, professores devem desenvolver habilidades que capacitem os estudantes a questionar, verificar e interpretar as informações produzidas por esses sistemas, contribuindo para a formação de sujeitos mais críticos e preparados para aproveitar os benefícios da IA.

O objetivo deste artigo é analisar a crescente utilização da Inteligência Artificial Generativa no contexto educacional e o papel da educação no desenvolvimento da competência informacional para o uso crítico da informação. 

2. IA GENERATIVA E EDUCAÇÃO

A utilização de tecnologias sempre foi bem aceita por estudantes por facilitar a execução de suas atividades educacionais, tanto as mais simples até as mais complexas. Desde pesquisas na Internet, o uso de celulares e aplicativos, passando pelas redes sociais, “as tecnologias digitais já vinham reconfigurando as práticas de aprendizagem e ensino” (Pimentel; Carvalho, 2025).

Agora iniciamos uma nova era, a da Inteligência Artificial generativa, e um dos motivos para o seu crescimento exponencial (senão o principal) é o rápido desenvolvimento de novas tecnologias para extração, armazenamento, transmissão e processamento de dados. A inteligência artificial, especialmente as ferramentas generativas, difere de inovações tecnológicas anteriores por sua incrível capacidade de realizar tarefas complexas com um alto nível de sofisticação (Pimentel; Carvalho, 2025, p. 31; Carvalho, 2021; Durso, 2025).

Dados do livro Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras (Brasil, 2025) confirmam a utilização crescente das IA generativas por parte dos discentes: 37% dos alunos mencionam fazer uso de plataformas de Inteligência Artificial (IA) generativa para fazer pesquisas para suas atividades educacionais, e entre os alunos de ensino médio essa proporção aumenta para 70%, ou seja, a utilização da IA generativa no contexto educacional já é uma realidade.

Para os estudantes, essa ferramenta representa um recurso de apoio ao estudo, permitindo esclarecer dúvidas, resumir textos, explicar conceitos complexos e oferecer um feedback imediato. Além disso, essa ferramenta pode ajudar a estimular a criatividade, ampliar o acesso ao conhecimento e promover a inclusão de estudantes com diferentes necessidades educacionais.

No entanto, Pimentel e Carvalho (2025, p. 44) destacam alguns perigos quanto ao uso de IA generativa, especialmente das tecnologias generativas de imagem: “qualquer pessoa agora consegue criar imagens e vídeos convincentes a partir de descrições textuais, podendo facilmente produzir conteúdos com o objetivo de enganar (deepfake)”. 

Já autores como Dartora e Fettermann (2025) e Ferigato e Souza (2024) ressaltam que a utilização excessiva da IA generativa pode gerar um grande risco de dependência por parte dos estudantes, comprometendo a sua autonomia intelectual, além da possível perda de habilidades essenciais, dentre eles, a do pensamento crítico. 

Diferentemente das ferramentas tradicionais de busca, a IA generativa oferece respostas rápidas que podem auxiliar na resolução de problemas, porém esse imediatismo informacional muitas vezes não leva em consideração aspectos como a confiabilidade e veracidade da informação fornecida. 

Em se tratando de veracidade de informações, destaca-se que esse sistema pode gerar informações incorretas, imprecisas ou totalmente inventadas, apresentando-as como se fossem verdadeiras, fenômeno conhecido como alucinação em IA (Brasil, 2026; Correia, 2026). 

A alucinação em IA, de acordo com Correia (2026, p. 35) refere-se a um fenômeno em que modelos de IA produzem informações incorretas ou inventadas, mas que parecem verossímeis. É quando a IA cria respostas que não são verdadeiras ou sem base em dados reais, podendo inventar fatos, datas ou até mesmo fazer referências a pessoas que sequer existiram.

Esse fenômeno refere-se à geração de conteúdos que não se apoiam em dados verificáveis nem em conhecimentos cientificamente consolidados, ainda que sejam formulados de maneira linguisticamente fluente e estruturalmente coerente. Mesmo quando redigidas com encadeamento lógico aparentemente consistente e com tom assertivo, tais respostas podem conter dados inexistentes, referências bibliográficas não verificáveis ou interpretações inadequadas de conceitos, eventos históricos ou informações científicas (Brasil, 2026, p. 53).

De acordo com o livro Referencial para desenvolvimento e uso responsáveis de Inteligência Artificial na educação, elaborado pelo MEC (Brasil, 2026) a alucinação em IA, no contexto educacional, se constitui em um desafio específico, uma vez que o processo de ensino, aprendizagem e avaliação dependem da exatidão das informações apresentadas, assim como a possibilidade de identificação e verificação das fontes utilizadas, dessa forma, faz-se necessário que a utilização da IA generativa na educação “esteja associada à consolidação de práticas institucionais de uso crítico, reflexivo e responsável da informação” (Brasil, 2026, p. 54). O conjunto dessas habilidades para a utilização crítica da informação fazem parte da competência informacional.

3. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA E COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO: NOVOS DESAFIOS EDUCACIONAIS

O avanço da Inteligência Artificial tem transformado a forma como as pessoas acessam informações, produzem conhecimento e tomam decisões. A IA generativa representa uma das mais importantes inovações tecnológicas da atualidade, oferecendo novas possibilidades para transformar os processos de ensino e aprendizagem, ao permitir o acesso facilitado a diversos dados informacionais. Para Pimentel e Carvalho (2025, p. 45) “o mundo sem IA generativa é coisa do passado.”

Porém, embora essas tecnologias ampliem o acesso à informação e aumentem a produtividade, elas também podem produzir conteúdos imprecisos, enviesados ou incorretos. A presença de notícias falsas, conteúdos manipulados e respostas incorretas produzidas por sistemas de inteligência artificial (alucinação em IA) evidencia a necessidade de desenvolver competências que permitam aos estudantes analisar criticamente as informações disponíveis. Para Pimentel e Carvalho (2025) reconhecer essa ambivalência da IA generativa nos possibilita a compreensão de que precisamos promover uma educação para seu uso.

Cordeiro e Trindade (2025) afirmam que essas tecnologias têm influenciado como as pessoas localizam, avaliam e criam informação, criando novas dimensões sobre o que significa ser competente em informação. Nesse sentido, estimular a competência informacional dos alunos é crucial para o uso crítico e reflexivo das informações fornecidas pelas IA generativas, isso porque a facilidade de acesso não pressupõe o uso adequado e correto de informações. 

Competência informacional não é um conceito novo, e compreende o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que possibilitam identificar necessidades de informação, localizar fontes confiáveis, avaliar a qualidade dos conteúdos, organizar informações, utilizá-las de forma ética e comunicar conhecimentos produzidos. No Brasil, de acordo com Cordeiro e Trindade (2025, p. 4) o   conceito possui diversos sinônimos, como “habilidades informacionais”, “alfabetização informacional”,  “letramento informacional” e “competência informacional”.

Com a popularização da IA generativa, a competência informacional tornou-se ainda mais relevante e nesse cenário a capacidade de verificar fontes, validar informações e interpretar criticamente os resultados gerados por sistemas de inteligência artificial é indispensável para evitar a disseminação de desinformação e fortalecer o uso ético dessas ferramentas.

No contexto da IA generativa, Wang, Rau e Yuan (apud Cordeiro; Trindade, 2025) afirmam que, à medida que essas tecnologias vão se tornando parte do dia-a-dia das pessoas, torna-se essencial avaliar a competência dos usuários referente à sua utilização. Trindade e Oliveira (2024, p. 5) compartilham da mesma opinião ao afirmarem que no contexto digital há muitas fontes de informação e algumas disponibilizam conteúdos pouco confiáveis. Consequentemente, avaliar fontes de informação é uma habilidade informacional essencial. 

No contexto da educação, professores devem estimular nos educandos algumas habilidades que, segundo Trindade e Oliveira (2024, p. 5), pessoas competentes em informação conseguem: acessar às informações de forma eficaz e eficiente; acessar e usar informações de forma ética e legal; avaliar as fontes consultadas e as informações de forma crítica; utilizar as informações de forma precisa e criativa; gerar novas informações e conhecimentos com base na informação consultada; respeitar a propriedade intelectual do autor; localizar, definir e utilizar as melhores fontes de informação e; recuperar, avaliar, utilizar e compreender a informação.

Neste novo cenário, cabe aos professores, enquanto mediadores, promoverem o desenvolvimento dessas habilidades essenciais, orientando o educando para identificar possíveis erros produzidos por sistemas de IA. 

Essa orientação implica o fortalecimento de competências relacionadas à leitura analítica da informação, à verificação sistemática de dados, à identificação de fontes e à avaliação criteriosa da confiabilidade dos conteúdos produzidos por sistemas automatizados (Brasil, 2026, p. 54).

Sendo assim, estimular a leitura analítica, para entender o conteúdo da informação, e o pensamento crítico são essenciais no processo de desenvolvimento de habilidades informacionais. Para Pimentel e Carvalho (2025, p. 56) “não há aprendizagem nem desenvolvimento das capacidades intelectuais quando um/a estudante utiliza a IA para gerar respostas às atividades didáticas […] sem refletir criticamente sobre os resultados”.

No ambiente educacional, a competência informacional favorece o desenvolvimento da aprendizagem ao longo da vida, estimulando a investigação, a resolução de problemas e a construção do conhecimento. Estudantes que desenvolvem essa competência tornam-se mais aptos a distinguir informações confiáveis de conteúdos falsos ou sem respaldo científico, fortalecendo a qualidade da produção acadêmica e das tomadas de decisão.

4. METODOLOGIA

Esta pesquisa caracteriza-se como um estudo de natureza qualitativa, desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica que, de acordo com Gil (2008, p. 44) é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. A opção por esse delineamento fundamenta-se na necessidade de reunir, analisar e interpretar a produção científica acerca da competência em informação e da inteligência artificial generativa.

O levantamento bibliográfico foi realizado em bases de dados como SciELO, Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) e Google Scholar. Foram utilizados descritores em português combinados por meio do operador booleano (AND), tais como: “competência em informação/ competência informacional e inteligência artificial generativa”, “competência em informação e educação”, “inteligência artificial generativa e educação”.

Como critérios de inclusão, foram considerados artigos científicos, livros, capítulos de livros, e documentos institucionais publicados nos últimos 5 (cinco) anos (2021 a 2026), disponíveis na íntegra e que abordassem diretamente a relação entre competência em informação, inteligência artificial generativa, práticas educacionais e avaliação crítica da informação. 

A análise dos dados foi conduzida por meio de revisão da literatura e análise crítica de conteúdo sobre o tema abordado, permitindo a organização das informações em categorias relacionadas aos conceitos, competências, desafios, oportunidades e implicações da utilização da inteligência artificial generativa na formação da competência em informação. Os resultados obtidos foram interpretados à luz da literatura especializada, possibilitando identificar convergências, lacunas e perspectivas para futuras pesquisas sobre o tema.

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os dados mostram que a inteligência artificial generativa já é uma realidade na educação, e o seu uso é cada vez mais crescente entre estudantes. A escola, por sua vez, já reconhece a importância de introduzir uma aprendizagem que utiliza IA generativa para resolução de tarefas. 

Um dos grandes desafios para gestores e professores está em desenvolver habilidades relativas ao uso crítico, ético e responsável da IA generativa, uma vez que as mesmas podem recuperar dados não confiáveis, fenômeno conhecido como alucinação em IA, daí a necessidade de desenvolver a competência informacional. 

A educação promove o desenvolvimento do pensamento crítico, da competência informacional e da alfabetização digital, habilidades essenciais para identificar possíveis erros produzidos por sistemas de IA generativa. A competência informacional contribui para que os usuários compreendam o funcionamento dessas tecnologias, suas potencialidades e suas limitações. Esse conhecimento reduz a confiança excessiva nas respostas geradas automaticamente e incentiva o uso consciente da inteligência artificial generativa como ferramenta de apoio, e não como fonte única e incontestável de informação

6. CONCLUSÃO

A inteligência artificial generativa é uma realidade no contexto educacional e representa uma das mais importantes inovações tecnológicas da atualidade, oferecendo novas possibilidades para transformar os processos de ensino e aprendizagem. Seu uso contribui para personalizar o ensino e ampliar o acesso ao conhecimento. No entanto, não basta apenas ter acesso à uma vasta rede de informações, é necessário avaliá-la de forma crítica, uma vez que, apesar de eficazes, podem recuperar informações descontextualizadas, falsas e sem comprovação científica utilizando-a de forma ética e responsável.

A educação é um dos principais instrumentos para combater os efeitos da desinformação em IA generativa (alucinação em IA), através do desenvolvimento da competência informacional. Mais do que ensinar a utilizar novas tecnologias, a competência informacional capacita os indivíduos a questionar, verificar e interpretar as informações produzidas pela IA generativa, valorizando o papel do professor. Dessa forma, contribui para uma sociedade mais crítica, informada e preparada para aproveitar os benefícios da IA generativa de forma crítica e responsável, sem comprometer a confiabilidade do conhecimento.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR. Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras: TIC Educação 2024. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2025. Disponível em: https://cetic.br/media/docs/publicacoes/2/pt-br/20251217165522/tic_educacao_2024_livro_completo.pdf. Acesso em: 17 jan. 2026.

BRASIL. Ministério da Educação. Referencial para desenvolvimento e uso responsáveis de Inteligência Artificial na educação. Brasília: MEC, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/referencial-de-ia-na-educacao/referencial-ia-na-educacao. Acesso em: 31 jul. 2026.

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de. Inteligência Artificial: riscos, benefícios e uso responsável. Estudos avançados, v. 35, n. 101, p. 21-35, 2021.

CORDEIRO, Luciana Laura Gusmão; TRINDADE, Alessandra Stefane Cândido Elias da. Competência em informação e inteligência artificial: análise da literatura indexada pela Scopus. Revista informação na sociedade contemporânea, Natal, RN, v. 9, 2025. DOI: https://doi.org/10.21680/2447-0198.2025v9n1.

CORREIA, Tatiane. Inteligência Artificial: fundamentos, uso consciente e primeiros resultados. Brasília: Escola de Governo do Distrito Federal, 2026. Disponível em: https://egov.df.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Apresentacao-76.pdf. Acesso em: 31 jul. 2026.

DARTORA, Luiza Pereira; FETTERMANN, Joyce Vieira. Inteligência artificial generativa e avaliação educacional: uma análise documental. Scielo PrePrints. Disponível em: https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/12336/22653. DOI: https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12336. Acesso em: 1 ago. 2026.

DURSO, Samuel de Oliveira. O uso da inteligência artificial na educação e o desenvolvimento de competências dos estudantes. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 41, e58030, 2025. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/vnXmgcZYr4hd9fW7ZSFGqMq/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 2 ago. 2026.

FERIGATO, Evandro; SOUZA, Suzy Mary Nunes Lopes de. Vantagens e desvantagens da inteligência artificial na educação. Studies in Multidisciplinary Review, Curitiba, v.5, n.1, p.01-27, 2024. DOI 0.55034/smrv5n1-005. 

PIMENTEL, Mariano; CARVALHO, Felipe. IA generativa e educação: práticas e teorizações. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2025. 

TRINDADE, Alessandra Stefane Cândido Elias da; OLIVEIRA, Henry Poncio Cruz de. Inteligência artificial (IA) generativa e competência em informação: habilidades informacionais necessárias ao uso de ferramentas de ia generativa em demandas informacionais de natureza acadêmica científica. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 29, e-47485, 2024.

INFORMAÇÕES SOBRE OS AUTORES

[1] Mestre em Administração pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais – FEAd; Pós-graduação lato sensu em Orientação educacional, Supervisão e Gestão escolar pela Faculdade Santa Fé, São Luís-MA. ORCID: 0009-0006-8164-0246. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4082824298186817. 

Contribuição dos autores:

Neli Pereira Lima: Responsável exclusivo por todas as etapas de elaboração da obra, abrangendo de forma integral a concepção da ideia central, o planejamento metodológico, a coleta e análise analítica dos dados, a interpretação crítica dos resultados, além da redação completa, revisão e finalização do manuscrito.

INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL

Conflito de interesse: 

N/A.

Agradecimentos:

N/A.

Financiamento:

N/A.

Nota de presença de IA:

N/A.

Informações sobre Direitos Autorais e Licença:

Este é um artigo de Acesso Aberto distribuído sob os termos da Creative Commons Attribution License, que permite uso, distribuição e reprodução irrestritos em qualquer meio, desde que o autor e a fonte originais sejam creditados.

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

  • ISSN (versão eletrônica): 2448-0959
  • Licença Creative Commons: Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Histórico da Publicação:

Material recebido: 06 de agosto de 2026.

Material aprovado pelos pares: 20 de agosto de 2026.

Material editado aprovado pelos autores: 23 de agosto de 2026.

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Neli Pereira Lima

Mestre em Administração pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais – FEAd; Pós-graduação lato sensu em Orientação educacional, Supervisão e Gestão escolar pela Faculdade Santa Fé, São Luís-MA. ORCID: 0009-0006-8164-0246. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4082824298186817. 

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