Sistemas web e mobile: uma visão geral para negócios empresariais

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Sistemas web e mobile: uma visão geral para negócios empresariais
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COSTA, Mirlanda Sousa [1]

COSTA, Mirlanda Sousa. Sistemas web e mobile: uma visão geral para negócios empresariais. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 09, pp. 82-99, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo obter uma ampla visão dos serviços desenvolvidos para web e apps. Deseja-se apresentar de forma sucinta, a origem, características, relações e as diferenças de tais tecnologias, além de expor a demanda atual de cada uma delas, se tratando do ponto de vista empresarial de cada sistema. A proposta do artigo é facilitar a compreensão de cada tecnologia, e auxiliar na tomada de decisões quanto a utilização de cada um dos sistemas (web ou app). O presente trabalho é uma pesquisa bibliográfica e a coleta das informações foi realizada através do levantamento de documentos já existentes sobre o tema em questão, além da análise de textos em artigos, livros, e etc.

Palavras-chave: WEB, MOBILE, tecnologia, características.

INTRODUÇÃO

Sabe-se que a WEB teve um crescente grau de desenvolvimento para que atualmente, ela pudesse ser tão utilizada, atingindo assim um nível mundial de acesso. A Web mudou como as pessoas reúnem informações, executam seus trabalhos, compram bens e serviços, se conectam com amigos e família, gastam seu tempo de lazer, encontram pares ou até mesmo, perdem amigos [Murugesam, 2011]. Com a Web, é possível criar sites de diversos “gostos” e “tamanhos”, seja para fins de entretenimento ou algo mais profissional como lojas online, extensão de lojas físicas, redes sociais e outras infinitas necessidades que facilitam nossa vida diária. Porém, se existe algo que não é estático, mas dinâmico, este algo se chama tecnologia. Ela não fica parada por muito tempo. Neste exato momento, estão sendo criadas e ampliadas ferramentas tecnológicas para substituir ou agregar valor as que já possuímos, como por exemplo, os APPS.

Os aplicativos ou apps estão adquirindo seu lugar, de forma honrosa, na indústria tecnológica. Diariamente, é muito comum ver pessoas em shoppings, empresas, universidades e etc, portando um aparelho de celular. Esta realidade é possível, pois há muito tempo o aparelho de celular deixou de ser útil apenas para efetuar e receber ligações e mensagens SMS. Do Inglês, Applications, os Apps surgiram pela necessidade de se criar aplicações ou softwares para os smartphones. Esses celulares inteligentes além de conseguir conectar pessoas através de sua função primária, que é realizar uma ligação, conseguem conectar várias pessoas através dos inúmeros apps disponíveis no mercado (LIMA, 2016). Os apps existentes no mercado, assim como sites, abrangem vários setores bem como lojas online, bancos, agendas eletrônicas, jogos, academias e vários outros, permitindo assim, ser um forte atrativo para os usuários de aparelhos celulares em geral.

Sobre as tecnologias supracitadas, é notável a divergência de opiniões quando se trata de aderir a um site ou a uma aplicação mobile, seja para ampliar um negócio ou para necessidades pessoais. As opiniões se divergem ao ver o crescente desenvolvimento de apps, e alguns ousam afirmar que sites já não estão em “alta”, ou que dependendo da situação, ainda deve-se optar por sites. Diante disso, o objetivo geral deste artigo é refletir sobre as aplicações web e mobile, considerando seu contexto histórico, características, relações e diversificações de cada uma das aplicações, para que seja possível compreender de forma mais abrangente por quais meios cada tecnologia tem ocupado seu lugar no mercado. A preocupação de se desenvolver este artigo é ainda a pouca informação clara e direta que temos sobre qual momento aderir a um site ou a aplicações mobile para dar um “UP” no negócio, aumentar a conexão com o público-alvo. Sendo assim, é necessário avaliarmos de forma detalhada os pós e contras das tecnologias em questão, e assim, ajudar a formar um ponto de vista com conhecimentos fundamentados em informações verídicas e ampliar a visão de mundo nesse ambiente.

O presente trabalho é uma pesquisa bibliográfica. A coleta das informações foi gerada através de artigos, livros, periódicos e documentos em gerais para análise das ideias que coincidem com a temática desenvolvida neste artigo.

O IMPACTO DA TECNOLOGIA NA SOCIEDADE EM GERAL

Se apenas uma palavra fosse necessária para definir a tecnologia, a palavra muito bem escolhida seria: COMUNICAÇÃO. A tecnologia tem como seu principal objetivo ampliar de vários ângulos a comunicação entre indivíduos. Esta comunicação se abrange ao gerar interação com o mundo exterior no que tange a absorver e expelir informações diversas.

Desde o primeiro momento em que o homem passou a viver em sociedade surgiu à necessidade de se comunicar uns com os outros, para expressarem seus sentimentos e até mesmo sua cultura. Por muitas vezes também se comunicavam no intuito de alertarem para algum perigo próximo (RAMOS, 2014). Seja em tempos primitivos ou nos tempos atuais, a comunicação ainda continua sendo um fator de extrema importância entre as pessoas. Ela serve para expor ideias, aliar pessoas para um determinado fim, propor interação entre grupos e mostrar o lado peculiar de cada pessoa, através de suas crenças, valores e aprendizados adquiridos ao longo da vida. Com a imensa necessidade de comunicação ampliando – se cada vez mais, surge a Tecnologia, gerando compartilhamento de informações, conectando pessoas e, além disso, tornando todos esses recursos acessíveis a todos os tipos e níveis sociais de pessoas.

INTERNET E WEB: A REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO

Após décadas, o cenário virtual, através do ciberespaço, tornou possível novos modos de se comunicar via plataformas que produzem diferentes formas de socialização, momento histórico contemporâneo que configura o rompimento das fronteiras e distâncias geográficas (Antero & Nascimento, 2015). Dentre essas plataformas, surge a internet como um marco na história, revolucionando a indústria de comunicação. Sabe-se que do advento da internet até os dias atuais, muitas mudanças foram possíveis. No início, a internet foi criada com o objetivo de proteger dados, caso possíveis ataques fossem feitos aos documentos do governo dos EUA. Porém, com o passar do tempo, o interesse de estar conectados em redes de computadores não estava somente no ramo militar. Diversas universidades passaram a utilizar a internet para fins acadêmicos. Diante disso, surgiram várias empresas provedoras de internet para comercializar à população em geral. Assim, pessoas comuns começaram a ter acesso à internet e, com a visão de não apenas ampliar o acesso a todas as pessoas, e sim conectá-las através da rede. Sendo assim, surge a WEB para acelerar o compartilhamento de informações e dados através da internet. Criado por Berners-Lee, em 1989, a WEB nasceu, inicialmente, para ligar as universidades entre si para que as pesquisas fossem utilizadas mutuamente.

Embora os termos WEB e internet sejam bastante difundidos, tais termos ainda confundem, e muitos ainda não sabem definir precisamente suas funções. Para definir cada um dos recursos tecnológicos, pode – se afirmar que a Web é um serviço da Internet, sendo o segundo serviço mais utilizado em toda a Internet (na sequência vem o e-mail). Muitas pessoas confundem a Web com a Internet, isto é, pensam que as páginas Web são “a Internet”, quando na realidade a Web é apenas um dos serviços disponíveis através da Internet. (MORAIS et al.,2012). Diante desta afirmação, a internet e a web trabalham juntas entre si para que haja o serviço tão eficiente que adquirimos hoje em dia.

A WEB COMO FATOR CHAVE PARA O DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS

Com o passar do tempo, a web serviu para muito mais que facilitar o trâmite de informações entre universidades e alguns usuários extras. A web foi totalmente transformada em um meio livre de exposição de conteúdos. Sejam sites para divulgar conteúdos a um público alvo, vendas ou até mesmo as redes sociais, a web possui uma vasta diversidade de usuários capazes de buscar e receber a pesquisa que os interessam. Claro que com toda esta facilidade de lançar conteúdos na internet, as empresas, sejam de venda de produtos ou serviços, não poderiam ficar aquém de toda esta novidade, e nada melhor que a criação de um termo intitulado e-commerce, para que se possa estudar melhor sobre o assunto.

O número de empresas que tem recorrido à web para a divulgação de seus produtos e serviços têm aumentado consideravelmente. Os motivos pelos quais tem crescido ligeiramente, como será visto graficamente, são diversos. Um bom motivo seria o baixo investimento que seria disposto a uma loja virtual, caso a empresa esteja disponível apenas virtualmente. Nesse aspecto, os negócios na nova economia levam enorme vantagem sobre os negócios tradicionais. Quanto é necessário para a montagem de uma loja tradicional em um bom ponto? É difícil pensar em algo muito abaixo de 100 mil reais (FELIPINI, 2012). Desse ponto de vista, ao montar uma loja virtual, a economia monetária é considerável, visto que, não serão realizados gastos com o ambiente físico. Ao se tratar da infraestrutura, uma empresa na internet é muito mais vantajosa. Você vai precisar apenas de uma escrivaninha, estantes para seus livros, material de escritório e o imprescindível computador, que uma vez conectado a Web, literalmente coloca o mundo ao alcance de suas mãos (FELIPINI, 2012). Ao realizar empreendimentos via internet, o foco principal é para que o cliente tenha uma boa experiência desde a adição de itens das compras no carrinho até o pagamento e recebimento do produto. Já em lojas físicas, o ambiente a ser visitado pelo cliente, se torna uma preocupação a mais, gerando um maior custo ao empreendedor.

FATURAMENTO ATUAL DO E-COMMERCE

Como já citado, de modo geral, o setor de e-commerce vem crescendo de modo alarmante. De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, a economia brasileira deu seus primeiros sinais de reação na primeira metade de 2017, e isso refletiu positivamente no e-commerce. (EBIT,2017). Embora o setor de e-commerce tenha apresentado dados positivos desde quando emergiu, infelizmente sentiu o peso da crise econômica, que teve seu auge no primeiro semestre de 2016, porém um ano depois, foi registrada uma enorme expansão de pedidos.

Confira o desempenho das principais categorias no primeiro semestre de 2017.

Fonte www.profissionaldeecommerce.com.br

Abaixo, pode-se visualizar um gráfico que mostra de modo mais amplo o faturamento do E-commerce no Brasil, nos anos anteriores, incluindo o de 2017.

 

Fonte: Ebit-informação

Através de dados estatísticos acima, é possível observar o mercado promissor oriundos da internet, mas precisamente, e-commerce. Atualmente, tal mercado vem crescendo tanto por parte de empresas ou pessoas físicas. Não é necessário ser membro de uma empresa regularizada para poder entrar neste setor. Pessoas comuns estão aproveitando a oportunidade para vender CDS antigos, livros, até roupas, sejam novas ou usadas. Um exemplo disso é o site tão popular OLX. Tal site abre muitas oportunidades para as pessoas venderem seus produtos, os mais diversos possíveis, incluindo animais de estimação. Diante desta realidade, mostra-se claramente a fácil interação entre pessoas de lugares longínquos interagindo por interesses em comuns.

DESVANTAGENS DE NEGÓCIOS NA WEB

Apesar das inúmeras vantagens que o ambiente e-commerce nos oferece, esta é a parte onde se pontua as desvantagens de negócios comerciais feitos pela web. Embora a quantidade de “contras” não se sobreponha ao número de vantagens do e-commerce, vale a pena considerá-los, pois são fatores importantíssimos para a satisfação do consumidor.

Primeiramente, quando o comprador acessa ao site de vendas pelo computador, mostra-se uma bela imagem do produto a ser adquirido, porém, diferentemente das compras feitas pessoalmente, pelo site, não é possível experimentar o produto ou analisar o tamanho real do mesmo. Após a entrega da compra, caso você não goste do produto, tal motivo é bastante supérfluo para solicitar devolução ou até mesmo a troca. Outro fator bastante importante é a facilidade de criação de sites que se têm hoje em dia. Existem muitas plataformas on-line que, até mesmo pessoas com o mínimo de conhecimento em programação podem obter seu site hospedado. Com isto, é muito mais fácil possíveis usuários criarem lojas não genuínas, diminuindo assim a confiabilidade nas lojas virtuais em geral.

Para empresas, algumas desvantagens também são apresentadas. Conforme Andrade (2001), lojas virtuais são suscetíveis a ataques de pessoas mal intencionadas que tentam ter acesso a dados confidenciais de clientes e parceiros da empresa e também tentam aplicar golpes com números de cartões de crédito roubados, causando prejuízos muitas vezes arcados pelas próprias lojas virtuais. Diante dessa vulnerabilidade que a internet oferece, muitas empresas físicas preferem não optar pela web, excluindo-se assim do mercado eletrônico.

Segundo Monteagudo (2006), ainda há outro tipo de contato físico que deixa de existir, que é o contato com o vendedor, que em alguns momentos do processo de realização da venda, o vendedor incentiva o cliente a levar o produto enquanto que no Comércio Eletrônico isso inexiste. Poucas coisas substituem o contato humano, e se tratando de vendas, isto é realmente necessário.

Apesar de suas desvantagens, cada vez mais empresas ingressam todos os anos neste mercado que vem crescendo de forma assustadora no Brasil e no mundo tentando explorar todas as suas vantagens e minimizar seus possíveis problemas. (MEDEIROS, 2007). Devido as desvantagens, muitas pessoas ainda receiam realizar compras pela internet, ou até mesmo criar lojas virtuais para aumentar sua renda, porém vale ressaltar que nas lojas físicas há muitos pontos a melhorar. Não vale a pena se excluir de um mercado tão promissor quanto o eletrônico, para evitar riscos. Como dito, as vantagens que o e-commerce oferece são muito mais lucrativas, além disso, a segurança da informação evolui constantemente exatamente para aumentar a confiabilidade via web e trazer cada vez mais adeptos para essa rede que tem amparado diversos nichos de mercado para se tornar acessível a todos os usuários.

Nota-se o quanto a web se tornou útil com o passar do tempo, tornando – se explorável continuamente seja para o empresário, para o consumidor. Seja para quem deseja divulgar serviços, ou para quem deseja adquirir tais serviços. A web é uma ferramenta dinâmica, que é capaz de acelerar exponencialmente negócios, firmar relacionamentos em todas as áreas. As empresas de diferentes magnitudes precisam ter uma visão ampliada e alavancar seu empreendimento pela web, para evitar a perda de espaço competitivo ou até mesmo se tornar obsoleta nessa geração que evolui a cada mínimo espaço de tempo.

A FEBRE DOS APLICATIVOS

Devido as suas transformações ao longo do tempo, a web se tornou uma ferramenta popularizada e utilizada de várias formas, suprindo necessidades dos usuários e diminuindo as distâncias geográficas entre si.

Contudo, a tecnologia nos oferece opções de melhorar o que já parece ser limitado e satisfatório. Nesse caso, surgem os aplicativos, pequenos programas desenvolvidos para o celular, e estes podem abranger diversas funções e alcançar todos os públicos. Cada plataforma possui um tipo de “apps” sendo que alguns são gratuitos e outros comercializados por desenvolvedores independentes ou empresas. Os apps podem ser utilizados como ferramenta de marketing para divulgação de produtos, marcas e serviços e também para campanhas promocionais, institucionais e ações de marketing (Furlan & Ladeia, sem data).

Os aplicativos são essenciais nos dias atuais, e se, por algum motivo, fosse necessário retirá-los das lojas online ou até mesmo do nosso aparelho celular, seria muito difícil se adaptar ao antigo modo de utilizar o aparelho móvel somente com funções primárias: Ligações e mensagens de texto. O telefone celular criado apenas para o envio de torpedos e ligações telefônicas, pacote básico dos serviços iniciais, hoje oferece à sociedade aplicativos variados que possibilitam a interatividade e a solução de problemas, que antes dependiam do deslocamento das pessoas, a exemplo das operações bancárias (Antero & Nascimento, 2015). Estes pequenos softwares se tornam cada vez mais poderosos, pois, mais que oferecer entretenimento, os apps já são capazes de efetuar transações seríssimas, como acessar contas bancárias por meio de informações privadas. Dessa forma, é necessário um alto nível de segurança para não comprometer a identidade do cliente que disponibiliza tais informações.

Além de tais apps, aplicativos mais simples também possuem um alto grau de utilização, como por exemplo, agendas e anotações diárias. Segundo Lima (2016), é importante estar atento sobre a memória humana que foi substituída pela memória dos eletrônicos. Poucas pessoas guardam seus compromissos ou números de telefones em suas memórias. Há aplicativos que substituem agendas de compromisso, agendas de telefones entre tantos outros. Desse modo, o aplicativo advém tanto para suprir as necessidades mais básicas quanto as mais necessárias e complexas, além de mudar profundamente os hábitos de quem os utiliza. Como exemplo, podemos citar o Google Maps. O Google Maps é um dos melhores serviços de navegação disponíveis para Android, para usar em qualquer parte do mundo. Além de ser de utilização bastante simples ainda dispõe de funcionalidades úteis tanto para o dia-a-dia como para as viagens de férias (Coelho, 2017). Basicamente, este aplicativo é um localizador, geralmente utilizado para demonstrar o modo como você pode chegar a um determinado destino. Felizmente, a Google tem realizado excelentes atualizações no aplicativo, de modo a se tornar mais útil ao usuário.

Dentre as várias atualizações que a Google oferece se pode citar a navegação no Maps de modo off-line, a medição de distâncias entre dois ou mais pontos do mapa, históricos dos locais já inseridos, recebimento de informações de trânsito em tempo real e etc. Claro que para o acesso às funções citadas, é necessário ativá-las no próprio Google Maps. Dessa forma, o usuário possui várias informações sem ao menos ligar a televisão ou rádio para possui-las. Apenas com um smartphone em mãos e com aplicativos necessários, são abastecidas todas as necessidades de informação.

O INÍCIO DO MERCADO DOS APPS

O advento dos aplicativos aconteceu de forma bem sútil. Na época de 1997, a empresa de telefonia NOKIA foi a primeira a acreditar que o celular poderia ser muito mais útil, pois até então tais aparelhos só realizavam chamadas e troca de mensagens, via SMS. Foi então que a NOKIA lançou aplicativos de jogos bastante simples, mas que trouxeram muito sucesso na época. Entre os jogos, estão o popular SNAKE, que traduzido para o português se chama cobra. O jogo com uma interface simples e em preto e branco possui uma cobra na qual é movida pelo usuário, e tem como objetivo alcançar todos os alimentos que apareciam em diferentes lugares na tela.

Em 2002, foi desenvolvido outros celulares, utilizando a linguagem de programação JAVA, e além da pioneira, outras empresas começaram a criar aplicativos de jogos para a plataforma mobile. No ano de 2003 a 2006, ocorreu a evolução dos aplicativos que, além de apps de entretenimento, vários outros tipos de aplicativos foram desenvolvidos.

Segundo Porto (2012), os aplicativos podem ser de:

  • Serviços: fornecem informações e conteúdo de modo simplificado e ágil, como aplicativos para previsões do tempo, navegação de mapas ou até solicitar um resgate a seguradora do seu carro, por exemplo.
  • Informações: acesso a conteúdos atualizados em tempo real ou que têm utilidade permanente, como guias de compras/lojas, telefones úteis, promoções, consulta de produtos, entre outros.
  • Comunicação: permitem a conexão entre pessoas, como o Skype, Msn, ou aplicativos de integração com as redes sociais.
  • Entretenimento: destinado para diversão. A indústria de jogos é a que tem maior faturamento entre todos os segmentos do entretenimento. Os aplicativos favorecem ainda mais esse crescimento, pois permitem uma integração perfeita com os jogos.

Com a disponibilidade de vários tipos de apps no mercado, diversos usuários se tornam cada vez mais adeptos de aplicativos, pois eles suprem necessidades de acordo com a situação em que o usuário se encontra. Caso ele queira saber como chegar a um determinado destino tem-se o Google Maps. Para consultar saldos e extratos bancários, tem-se os aplicativos individuais de cada banco. Fazer anotações, verificar o clima, notícias, entretenimento e tantas outras necessidades que os aplicativos suprem facilmente.

Atualmente, as lojas possuem um alto número de aplicações mobile. Por exemplo, se você buscar agora mesmo em sua loja de aplicativos uma agenda eletrônica, irá ser carregado vários aplicativos com o mesmo fim.

AS VANTAGENS DOS APPS

Sabe-se que antigamente, para acessar a internet era necessário ter um computador em mãos, com browsers instalados. Para ter acesso a alguns serviços, por exemplo, era de suma relevância, sentar à frente de um computador, ligá-lo, clicar em um navegador, esperar carrega-lo e assim acessar os sites de interesses. Porém, com o surgimento dos smartphones, ter acesso a diversos conteúdos por meio da tela do celular já é possível e muitas vezes, até preferível pelos usuários. Devido à correria diária, pessoas por toda a parte, buscam cumprir os compromissos de sua agenda, trabalho, estudos, filhos, reuniões e tantos outros afazeres que demandam bastante tempo. Com isso, a utilização da internet por meio de aplicativos de serviços, por exemplo, aperfeiçoam melhor o tempo. Imagine só, ser uma realidade você utilizar o mesmo aparelho que realizam chamadas, para acessar também serviços bancários, ou o mesmo aparelho que você pode acessar vídeos online, pode também lhe mostrar geograficamente diversos locais de sua região. Sim, tudo já é possível, e o melhor de tudo: Cabe na palma de sua mão.

Uma das vantagens principais que os aplicativos possuem é a portabilidade. Ninguém mais quer esperar chegar em casa, ou ter em algum lugar um laptop disponível para resolver problemas. Não. Atualmente, você pode resolver situações na fila de um banco, no café, no intervalo do trabalho, em qualquer lugar, ou melhor, “AnyWhere”. Atualmente, tal termo vem sendo bastante difundido e diretamente relacionado as aplicações mobile. Isto se deve ao fato de ser possível o acesso em qualquer lugar, diferentemente das aplicações web.

Segundo Porto (2012), as vantagens que os aplicativos oferecem são diversas. Entre elas, estão:

  • Facilidade de uso: Possibilitam melhor experiência para uso de recursos e interface dos dispositivos, otimizando a navegação e agilidade das ações;
  • Menor custo de acesso: Como a interface é adaptada para o dispositivo, o tráfego de dados necessários para navegação é muito menor se comparado ao uso de navegadores convencionais.
  • Melhor uso dos recursos disponíveis: Os aplicativos possibilitam melhor experiência com os recursos que o aparelho possui como GPS, câmera fotográfica, Bluetooth, entre outros.
  • Acesso off-line: Muitos aplicativos armazenam informações que possibilitam navegação mesmo sem acesso à internet. É possível uma empresa vender bens, conteúdos e acessos premium dentro dos aplicativos.

Essas e outras vantagens são as causas pelas quais os aplicativos vêm se tornando tão popular no mundo inteiro.

AS DESVANTAGENS DOS APPS

Sabe-se das vantagens que os aplicativos possuem, mas como tudo ou quase tudo possui seus contras, o impacto dos aplicativos na sociedade também possui algumas desvantagens quanto a seu uso. Segundo Porto (2012), algumas dessas desvantagens são:

  • Atualização de versões: com o lançamento de novos modelos de smartphones e tablets, os sistemas operacionais melhoram e permitem novas possibilidades aos aplicativos. Porém, só tem acesso quem possuir as novas versões isso faz com que um iPad 1, por exemplo, seja muito limitado em questão de aplicativos, pois muitos não poderão ser instalados devido a versão ultrapassada do tablet.
  • Plataformas diferentes: Cada marca possui sua própria plataforma de aplicativos. Portanto, escolher a fabricante do seu novo dispositivo determina a quantidade e diversidade de aplicativos que você poderá utilizar.

Todos os aplicativos passam por atualizações para melhorar a experiência do

usuário enquanto explora as funções de um app. Porém, alguns aplicativos só podem ser instalados em determinados aparelhos. Isto se torna uma enorme desvantagem, pois diante de uma necessidade que pode ser suprido por um aplicativo, o usuário poderá ser impedido de instalar determinado app, pelo simples fato de possuir um aparelho celular de modelo antigo e ultrapassado. Além das desvantagens citadas, o presente artigo não tem como objetivo entrar no mérito da dependência gradual dos aparelhos celulares, mas vale apenas ressaltá-los. Com a enorme utilização dos telefones móveis para realizar diversas tarefas, fica claro que atualmente, pessoas quando notam que deixaram suas casas sem o aparelho celular, retornam para busca-los, justamente por que através dele, diversos serviços são realizados. Nisto, é aumentado de forma significativa a dependência estridente da tecnologia em nossos dias atuais, o que dependendo do nível da situação, pode se tornar um fator preocupante.

SITES WEB OU APLICATIVOS: QUAL A MELHOR OPÇÃO?

No presente artigo até o momento, pode-se analisar todo o desenvolvimento das aplicações web e mobile, tanto seu contexto histórico como seu desenvolvimento ao longo do tempo. Sabe-se que as duas aplicações são essenciais no nosso dia a dia. Porém, devido às proximidades de funções que tais sistemas executam, surge a seguinte pergunta: Web ou apps: Qual a melhor opção?

Tanto do ponto de vista empresarial como dos próprios desenvolvedores de sistemas, tal questão tem sido levantada, e embora haja muitas dúvidas a respeito do tema, pouco se tem esclarecido sobre qual melhor aplicação a ser utilizada. Na verdade, cada aplicação possui algumas peculiaridades que vale à pena conferir antes de aderir a um sistema web ou mobile.

WEB SITES OU APPS? VISÃO EMPRESARIAL

O advento da web possibilitou aos seus usuários, a publicação de conteúdos de diferente teor na rede, estando disponíveis a todos os adeptos da internet. Tais conteúdos sempre foram bastante diversificados e rapidamente a web tornou-se um lugar virtual onde alcançou um variado público, seja para a realização de pesquisas ou a comunicação entre pessoas. Tendo em vista que a grande massa populacional se encontrava no mundo da web, empresas de diferentes setores começaram a migrar para a tendência on-line. A compra de espaço em sites online foi-se tornando mais popular à medida que surgiram portais famosos, como a AOL, o MSN ou a Yahoo. Além de terem um motor de busca associado, estes sites contribuíram para uma mudança do paradigma na forma de anunciar (Albuquerque, 2015). Até então, apenas empresas de grande porte utilizavam a internet para alcançar seu público alvo, possíveis usuários que se interessariam no seu ramo de negócio. Porém, com o passar do tempo, a massificação de empresas na internet cresceu de forma considerada, pois a facilidade de anunciar produtos e serviços na web foi sendo facilitado à medida que se percebia o sucesso que esta nova tendência estava obtendo.

Atualmente, nos primeiros anos de existência as empresas em geral optam por utilizar a internet como ferramenta para aumentar a visibilidade de sua marca. São sites que possuem a identidade da empresa e o anúncio de produtos e/ou serviços que estas disponibilizam. Tais sites possuem cadastros, controle de usuário, anúncio de produtos, histórico de compras do cliente e outras funções que variam de acordo com o que o site oferece. Porém, não é apenas através de sites que se torna possível a propagação de produtos ou serviços de uma empresa, os aplicativos tem se tornado uma ferramenta essencial para demonstrar a modernidade e a adequação tecnológica que uma organização possui para tornar sua marca cada vez mais visível aos seus clientes.

Com tantas facilidades de comunicação e relacionamento que as empresas podem obter com seus clientes, superando assim as barreiras geográficas, muitos anunciantes ainda se sentem confusos sobre como se posicionar na internet de forma que atinjam seu objetivo: Se tornar visível para o público-alvo e obter resultados positivos e satisfatórios. Diante deste fato, diversos questionamentos são levantados, bem como as seguintes perguntas: Optar por um aplicativo ou um site? Qual das duas ferramentas há mais vantagens? Qual é mais acessível? Pois bem, na verdade é necessário verificar a solução mais adequada para o seu negócio. Na hora de decidir a ferramenta ideal para a sua empresa, diversos fatores são levados em consideração.

Não há regras para a definição do perfil da sua empresa, mas esse deve ser o primeiro passo essencial que ajudará você a decidir se sua marca precisa de um site mobile, somente site ou aplicativo para smartphone (Cintra, sem data). Para se ter uma ampla ideia de site, site mobile e app, seguem abaixo algumas definições que o auxiliará para melhor compreender o presente artigo.

Site: Sites, “simplesmente site”, é uma tecnologia que inicialmente tornou-se muito difundida com a criação da web. Tal ferramenta é criada para ser executada apenas em computadores propriamente ditos, ou seja, não são adaptados para rodarem em telas menores, como smartphones ou tablets. Outro ponto negativo dos sites comuns não recai só na experiência dos visitantes como, também, na escalada do seu negócio na internet (Stefanello, sem data). Diante de tais fatores, torna-se bastante vantajoso investir em sites personalizados para que os usuários possam ter uma melhor experiência durante a navegação.

Site mobile: Esta solução web trata-se de um aparato visual projetado especificamente para as menores telas dos smartphones e tablets, bastando aos usuários digitar o endereço da loja virtual, blog ou portal (Caneca, 2016). Tais modelos de sites têm sido bastante difundidos na web. A maioria dos que são acessados adotam esta solução pelo crescente acesso de informações feito através dos smartphones. Os mecanismos de programação do site vão detectar automaticamente que se está acessando de um dispositivo móvel, de modo que o aparelho vai carregar a versão mobile do site (Caneca, 2016). Ao aprimorar um site para site mobile, o modo como este será acessado se torna muito mais acessível, pois o usuário poderá optar se conectar tanto por um computador desktop, por exemplo, ou por um smartphone de diferentes telas.

App: Um aplicativo nativo, ou melhor, um app, é um aplicativo  desenvolvido de acordo com a linguagem de programação de origem, ou  oficial da plataforma (Nascimento, 2016). Cada aplicativo desenvolvido é direcionado a uma determinada plataforma mobile, sejam elas Android ou iOS. Um app pode explorar todos os recursos nativos do seu dispositivo.  Um aplicativo mobile (app) pode atingir uma performance muito superior, consultas mesmo estando off-line entre outras vantagens e demandas que  só um aplicativo pode proporcionar (Nascimento, 2016). Na suma, o aplicativo é desenvolvido quando o objetivo é obter uma forte interação com o usuário.

Agora que as definições acima foram expostas, se torna necessário saber quando utilizar sites ou aplicativos para a evolução de um negócio empresarial.

USO DE SITES

Ao se optar por desenvolvimento de sites, é necessário avaliar o perfil da empresa que está interessada em utilizar melhor os recursos tecnológicos. Conforme Nascimento (2016, p.n.p) “Se você possui um site de uma empresa ou marca e até mesmo um  e-commerce, e que não procure uma interação muito forte com os usuários,  um site responsivo ou um site mobile pode ser a solução”. Para o autor, um aplicativo se encaixa melhor no ramo de empresas que necessitam de uma interatividade maior com o usuário, visto que um aplicativo instalado em um smartphone é muito mais acessado do que se determinada informação estivesse disponível apenas em site.

Embora muitos possam optar por um aplicativo, por ser a tendência atual de mercado, uma empresa deve-se de forma primordial optar por um site, para que inicialmente possa tornar mais visível a sua marca, e exibir informações sobre sua empresa. “Ter um site próprio é a presença digital mínima de que sua marca precisa” (Farias, 2016). E como já dito, um site supre necessidades iniciais, como o anúncio de serviços e produtos, informações complementares de sua empresa, como horários de funcionamento, localização e contatos. Além disso, vale ressaltar que um buscador como o Google, é acessado mundialmente para buscar serviços e resolver problemas. Seria interessante que sua marca aparecesse, caso o usuário possua a necessidade de pesquisar algo compatível com o seu negócio.

USO DE APLICATIVOS

Assim como vale a pena avaliar o perfil da empresa para se desenvolver um site de sucesso, ao optar por um aplicativo, faz- se necessário analisar se os serviços que serão acessados por um app, vão além do que os serviços que um site pode oferecer. Primeiramente, sabe-se que dependendo das funcionalidades que um dispositivo móvel pode obter, o custo se torna quase o dobro de um sistema web. E é importante saber o quanto sua empresa está disposta a investir em um aplicativo, pois o lucro a ser obtido deverá realmente cobrir o pagamento do app.

Para que você saiba se deve realmente investir em um sistema mobile, Lopes (2015) afirma que “Se o produto precisa de recursos do smartphone como GPS, Câmera, Bluetooth, o melhor é utilizar componentes e bibliotecas nativos, pois além da performance das funcionalidades, a implementação é facilitada.” Tais serviços são características providas por um sistema mobile, e a maioria dos aplicativos existentes atualmente, possui um desses serviços, ou ainda criação de perfil, painéis administrativos e outras funções não providas por um sistema web. Além disso, para algumas empresas se faz necessário investir bastante na interface do aplicativo, com layouts complexos e animações detalhadas. Neste caso, vale a pena optar por um aplicativo, visto que no ramo de desenvolvimento mobile existem várias aplicações que melhoram a experiência do usuário com app.

O FUTURO DOS SITES E APLICATIVOS

Definir especificamente como será o futuro dos sites, se torna algo aleatório. De fato não se pode definir. Porém, muitos já se arriscam em prever como os sites poderão ser direcionados num futuro próximo. Tal assunto tem se levantado devido ao surgimento dos aplicativos, que se tornou tendência à bem pouco tempo. Mas seriam os aplicativos um divisor de águas?. Assim como a criação da web foi em tempos passados?. Pois bem, o surgimento dos sites na web, mudou a forma como as pessoas se comunicam.

Atualmente a inclusão de negócios na internet através de sites se torna cada vez mais fácil. No mais básico, podem-se obter ferramentas gratuitas para hospedar sites na internet. Vale a pena ressaltar que para utilizar tais ferramentas, já não é necessário possuir um conhecimento aprofundado em programação tanto em back-end, como front-end. Com isto, pode-se visualizar empresas que mesmo recém-chegadas no mercado, já possuem uma marca digital, ou até mesmo blogs pessoais para pessoas que se identificam ao escrever conteúdos para internet. Porém, apesar dessa facilidade, há afirmações que a tendência de criação de sites irá “desaparecer”.

Segundo o diretor de design do Facebook, Jon Lax, investir em desenvolvimento de sites já não é mais um negócio em crescimento. É algo que ficará sim, presentes em nossas vidas por um longo tempo, porém sem evoluir. Para Lax, tudo está em torno do mobile. Aplicativos de diferentes segmentos serão ainda desenvolvidos, trazendo inovação e novidades para suprir diferentes necessidades.

Diante de tal questão, ainda vale a pena avaliar primeiramente o ramo de negócio de uma determinada empresa, para que assim possa ser investido em uma tecnologia que atinja positivamente as necessidades de uma companhia. Mas nada impede que a tendência seja avaliada para que seja possível atrair potenciais clientes e visibilidade no acompanhamento das tecnologias do momento atual.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nossa vivência é de constante evolução, e na sociedade em geral isto é provada de forma bastante perceptível. Através da tecnologia, pode-se conhecer um mundo no qual nos possibilita exceder a realidade. Não há mais barreiras geográficas que possa impedir a comunicação uns com os outros, ou de saciar necessidades diversas. Atividades e serviços podem ser realizados dentro de poucos centímetros de nossa posição geográfica: o celular. E este mundo informatizado tem mudado a vida das pessoas de forma significativa, e esta mudança ocorre principalmente na comunicação entre os indivíduos. O modo como a sociedade se relaciona atualmente, é bem diferente de como ocorria nas gerações passadas. Porém, não somente para suprir a necessidade de interação, a tecnologia surge como uma forte aliada para alavancar negócios de diferentes perfis.

Através da internet, diversos negócios têm se inovado e expandido, pois esta se tornou um recurso poderoso para surgimentos de empresas em diferentes setores. Contudo, devido às diversas ferramentas disponíveis, torna-se um tanto confuso escolher aquela que melhor possa agregar valor ao negócio empresarial. Sendo assim, este artigo teve como objetivo auxiliar e ampliar o conhecimento das tecnologias web (sites) e mobile (apps), no que tange às funcionalidades e suas peculiaridades, além de tornar compreensível o momento ideal para que um ou outro sistema seja implantado de forma adequada e que obtenha os resultados esperados. Entende-se neste trabalho, que uma empresa precisa aderir a um sistema que supra as necessidades do seu negócio. Se uma companhia opta por aplicativos na divulgação de serviços e/ou produtos, torna-se indispensável avaliar se a empresa obterá um retorno monetário significativo diante do custo do aplicativo. Além disso, é importante se questionar: Por que não opto por um site, tendo em vista que um app, há exceções, que custa o dobro do valor de um site.

REFERÊNCIAS

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[1] Bacharel em Sistemas de Informação (Faculdade Metropolitana de Manaus), instrutora de Informática na Fundação Rede Amazônica e pós graduanda em Engenharia de Software.

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