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Espécies de aves não Passeriformes do rio Paraguai, Pantanal, Cáceres – MT Brasil

RC: 140440
874
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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/biologia/especies-de-aves

CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

NUNES, Josué Ribeiro da Silva [1], SILVA, Carolina Joana da [2], DIAS FILHO, Manoel Martins [3]

NUNES, Josué Ribeiro da Silva. SILVA, Carolina Joana da. DIAS FILHO, Manoel Martins. Espécies de aves não Passeriformes do rio Paraguai, Pantanal, Cáceres – MT Brasil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 08, Ed. 02, vol. 02, p. 110-133. Fevereiro de 2023. ISSN:2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/biologia/especies-de-aves, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/biologia/especies-de-aves

RESUMO

O Pantanal possui cerca de 730 espécies de aves, das quais cerca de 80 são aves aquáticas, sendo a região mais rica e abundante em aves aquáticas do continente. Este estudo foi realizado com o objetivo de registrar a ocorrência e distribuição das aves, ao longo de 140 km do rio Paraguai, entre a área urbana do município de Cáceres-MT e a fazenda Descalvados, e em 13 lagoas parentais ao longo dos rios. As amostragens foram realizadas por barco com velocidade constante, todos os indivíduos observados ou ouvidos foram registrados. Foram registradas no total 177 espécies de aves não Passeriformes no rio Paraguai e 13 lagos parentais. No trecho RIO III do rio Paraguai foi registrada maior diversidade, entre o lago, BJCRE apresentou maior riqueza. Ficou evidenciada a importância da área pelo elevado número de espécies registradas.

Palavras-chave: Aves, Diversidade, Lagos, Pantanal.

1. INTRODUÇÃO

No contexto de singularidade, conservação e prioridade, Olson et al. (1998) consideram o Pantanal como “com sotaque global, vulnerável e com alta prioridade para conservação em escala regional”. Os dados existentes de diversidade biológica do Pantanal são pequenos e fragmentados ainda (NUNES; SILVA e FERRAZ, 2017).

Os frágeis equilíbrios do ecossistema do Pantanal, mantidos pelo pulso das cheias (JUNK et al., 1989), estão ameaçados pelos novos rumos da política econômica. Navegação no rio Paraguai, rodovias e construção de barragens são os principais problemas dentro do Pantanal. Diante de outro fator como desmatamento (SILVA et al., 2015; SEIDL; SILVA e MORAES, 2001), mudança na geometria hidráulica dos rios, mudança na vegetação natural das cabeceiras (SILVA et al., 2000; NUNES et al., 2000)

O Pantanal é a região com maior número de aves aquáticas do continente (SICK, 1997). Pesquisas estimam cerca de 730 espécies na região, incluindo aves migratórias, visitantes acidentais e espécies introduzidas, sendo cerca de 500 espécies na região (SILVA et al., 2000; VITORINO et al., 2017; ENDRIGO; PIVATTO e BERNARDON, 2012; STRAUBE e PIVATTO, 2012; NUNES et al., 2020; QUEIROZ et al., 2021).

O objetivo desta pesquisa é registrar a ocorrência e distribuição das aves nos diferentes ambientes do rio Paraguai e lagos parentais, desde a área urbana da cidade de Cáceres até a fazenda Descalvados (140 km).

2. MATERIAL E MÉTODOS

2.1 ÁREA DE ESTUDO

O Pantanal mato-grossense está situado no oeste do território brasileiro, nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. É uma depressão inundável sazonalmente, totalmente contida na bacia hidrográfica de drenagem do rio Paraguai e compreende cerca de 140.000 Km2 (BRASIL, 1982) (Figura 1).

As amostragens de campo foram realizadas ao longo do rio Paraguai, desde a área urbana do município de Cáceres até a fazenda Descalvados, percorrendo 134km de rio, entre maio/2008 a maio/2009, procurando amostrar em todos os períodos hidrológicos (Figura1). Foi dividido em três trechos, sendo o RIO I, caracterizado como altamente meândrico, localizado entre a cidade de Cáceres até a lagoa Canto Grande, o RIO II se mostrou o rio mais reto e mais largo, localizado entre a lagoa Canto Grande e as lagoas Das Éguas/Paca, o trecho RIO III é a transição do aplanado para a planície e está localizado entre as lagoas Das Éguas/Paca até a fazenda Descalvados. Levantamentos também foram realizados em 13 lagos parentais do rio Paraguai.

As coletas de amostras foram realizadas em barco (25hp, 2t, Yamaha), a velocidade média de 15 km/h no rio e lagos. Para observação utilizou-se binóculos (7 x 50 mm) e registro fotográfico por meio de câmera digital Canon Rebel XTI, com 12 megapixels. Os pontos amostrais foram marcados com GPS, Garmim etrax vista. A nomenclatura utilizada seguiu NBRO (2014).

Figura 1. Área de estudo no rio Paraguai, desde o município de Cáceres até a Fazenda Descalvados, Cáceres – MT. Afogado pelo Landsat, 2008. SEMA-MT

Study area at the Paraguay river, from Caceres municipality to Descalvados Farm, Caceres - MT. Drowned by Landsat, 2008. SEMA-MT
Fonte: autores.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Durante as coletas de amostras, foram registradas 177 espécies distribuídas em 21 ordens e 42 famílias, totalizando 480 horas de observação. Este é o primeiro levantamento sistemático nesta área.

A figura 2, que mostra novas espécies a cada coleta, espécies repetidas por coleta, curva cumulativa de espécies e o número de espécies por coleta na área de estudo, evidencia a tendência à estabilização. Embora seja possível a existência de espécies não amostradas na região, acreditamos que o levantamento foi satisfatório, pois o tipo de ambiente predominantemente aquático ou fluvial não apresentou maior variação.

Figura 2. Curva cumulativa de espécies no rio Paraguai, desde o município de Cáceres até a fazenda Descalvados, Pantanal de Cáceres – MT

Species cumulative curve at the Paraguay River, from Caceres municipality to Descalvados farm, Pantanal of Caceres - MT
Fonte: autores.

Nunes; Tomas e Ticianeli (2005), estudando a fazenda Nhumirin no Pantanal da Nhecolândia, identificam 272 espécies entre passeriformes e não passeriformes. Tubelis e Tomas (2003) publicaram uma lista com 465 espécies de passeriformes e não passeriformes para o Pantanal e adjacências, Pessoa et al. (2013) encontraram 169 espécies estudando passeriformes e não passeriformes no rio Paragay no município de Barra do Bugres.

No PCBAP (BRASIL, 1997) foram identificadas 656 espécies de aves no Pantanal matogrossense para os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sendo que foram visitadas dez localidades, para estes autores o número de espécies de aves pode chegar a 700.

Das 21 ordens encontradas, Falconiformes apresentou 24 espécies sendo que o total de espécies para esta ordem no Brasil é de 69. Nesta pesquisa foram encontrados 35% deste montante, Nunes; Tomas e Ticianeli (2005), Nunes; Silva e Dias Filho (2012a), Nunes et al. (2020a; 2020b), Fieker et al. (2013) e Farias et al. (2015) encontraram o mesmo padrão, estudando o Pantanal do Mato Grosso do Sul e a mesma área e Nunes et al. (2018) estudando as áreas úmidas do rio Guaporé.

Para os Ciconiiformes foram identificadas 21 espécies. O Brasil possui 36 espécies desta ordem, sendo que para a região do Pantanal, foram encontrados 66% deste montante, pois a maior parte das espécies desta ordem, são aves aquáticas, sendo este o principal ambiente da região, permitindo que essas espécies sejam muito comuns no Pantanal.

Os Psitaciformes apresentaram 16 espécies, sendo que o número total para o Brasil é de 84, portanto neste estudo observou-se 18% destas espécies. Columbiformes foi a quarta ordem em número de espécies (13), sendo que, o total para o Brasil é de 22 espécies, chegando a 60% nesta pesquisa.

As ordens que apresentaram o menor número de espécies de aves foram, Struthioniformes com uma espécie, Pelecaniformes com duas espécies. Podicepediformes apresentou duas espécies. Trogoniformes duas espécies e Galbuliformes três espécies.

Registramos as ordens Psittaciformes, Pelecaniformes, Ciconiiformes, Cathartiiformes, Coraciiformes, Columbiformes, Galliformes, Cuculiformes e Falconiformes em todos os pontos amostrais.

As famílias mais representativas foram Psittacidae com 16 espécies, totalizando 18% do total, que chegam a 84 espécies. Accipitridae com 15 espécies totalizam 34% do total de espécies desta família, que no Brasil é de cerca de 45 espécies. Foram encontradas 14 espécies pertencentes à família Ardeidae, no Brasil o número de espécies pertencentes a esta família é de 21 espécies, sendo que as espécies encontradas neste estudo, perfazem 67% deste total.

As famílias Psittacidae, Phalacrocoracidae, Anhingidae, Ardeidae, Cathartidae, Alcedinidae, Columbidae, Cracidae e Accipitridae foram observadas em todos os pontos amostrais.

A tabela 2 apresenta uma lista das espécies bem como sua distribuição por unidade amostral, apesar da ausência dos indivíduos nas localidades, totalizando 177 espécies, distribuídas nos 16 pontos amostrais, ao longo do rio Paraguai até a fazenda Descalvados.

A maior influência na avifauna do Pantanal é certamente o bioma Cerrado, sendo este o que contribui com a maior parte das espécies encontradas, isso devido à ocorrência de uma vegetação típica do Cerrado no Pantanal. Outro fator que favorece a presença de espécies do Cerrado, inclusive endêmicas, é o baixo endemismo no Pantanal (FROTA et al., 2020a; FROTA et al., 2000b; VITORINO et al., 2018; NUNES; SILVEIRA e SILVA , 2012; NUNES e TOMAS, 2004).

Tabela 1. Espécies registradas em todos os pontos amostrais ao longo do rio Paraguai e lagos parentais

Tabela 1

 

Tabela 2

Tabela 3

Tabela 4

Tabela 5

Tabela 6

Tabela 7

Tabela 8

Tabela 9

Tabela 10

Tabela 11

Tabela 12

Tabela 13

 

Tabela 14

Fonte: autores. Legenda: BMLH: Lago Malheiros; RIOI: Rio Paraguai I; BBCTP: Lago Boca Tampada; BRTVL: Lagoa Retiro Velho; RIOII: Rio Paraguai II; BTMVR: Lago Toma Vara; BSMNN: Lagoa Simão Nunes; RIOIII: Rio Paraguai III; BCTGD: Lago Canto Grande; BJRVL: Lago Jauru Velho; BBCNT: Lago Natalino; BEPC: Lagoa Éguas/Paca; BMORRI: Lago Morrinhos; BMORRO: Lago Morro; BBCMG: Lago Miguel; BJCRE: Lago Jacaré.

4. CONCLUSÃO

A maior riqueza foi observada na região da planície, também para rio e lagoas, seguida do rio meândrico e na parte da reta registrou-se o pequeno número de espécies, antes era grande quando comparado com outras regiões de Mato Grosso.

As áreas de estudo são muito importantes para a conservação das aves, devido à sua diversidade de habitats para espécies de aves e não só pelo número de espécies registadas mas também pela quantidade de cada uma.

A área é importante para a conservação de aves, e para o turismo, principalmente a observação de aves, devido à presença de viveiro de “ninhal”, esta área precisa de mais atenção da população local e do poder público.

O número de espécies identificadas comprova a importância do local para a vida das aves.

AGRADECIMENTOS

Agradeço a todos que direta e indiretamente auxiliaram nesta pesquisa, à FAPEMAT, Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso pelo apoio financeiro com o financiamento do projeto “Avifauna do Rio Paraguai, Pantanal de Cáceres – MT”.

REFERÊNCIAS

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ENDRIGO, E.; PIVATTO, M. A. C., BERNARDON, G. Aves do Pantanal: guia fotográfico. São Paulo: Aves e Fotos, 2012.

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[1] Doutor. ORCID: 0000-0003-3927-5063. CURRÍCULO LATTES: http://lattes.cnpq.br/3292016056510295.

[2] Doutor. ORCID: 0000-0003-0517-1661. CURRÍCULO LATTES: http://lattes.cnpq.br/5253872582067659.

[3] Doutor. ORCID: 0000-0003-0726-7069. CURRÍCULO LATTES: http://lattes.cnpq.br/1346547036069954.

Enviado: Janeiro, 2023.

Aprovado: Fevereiro, 2023.

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Josué Ribeiro da Silva Nunes

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