ARTIGO ORIGINAL
LOPES, Cristiane Carvalho [1], LOPES NETO, David [2], GONÇALVES, Roberta Lins [3], SOUZA, Naylla Morais de [4], BARBOSA NETO, Jerônimo Correia [5], LLAPA-RODRIGUEZ, Eliana Ofélia [6], FREITAS, Tatiana Wanessa Rocha de [7], SOUZA, Ellen Kathellen Sá de [8]
LOPES, Cristiane Carvalho et al. Qualidade de vida de idosos: Estudo comparativo entre os que apresentam ou não doença de parkinson. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 11, Ed. 09, Vol. 01, pp. 67-84. Setembro de 2026. ISSN: 2448-0959. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/qualidade-de-vida-de-idosos
Introdução: O envelhecimento está associado a vários desafios de saúde, especialmente doenças neurodegenerativas como a Doença de Parkinson (DP), que podem impactar significativamente na Qualidade de Vida (QV). Estudos sobre o impacto da DP na QV tem demonstrado resultados conflitantes, a depender do contexto estudado, e os domínios subjacentes da QV requerem estudos mais aprofundados. Objetivo: Avaliar a QV de idosos com DP no Amazonas, e comparar com um Grupo Controle (GC) pareado por sexo e idade. Método: Estudo observacional, transversal, aprovado pelo CEP (CAAE: 70479517.2.0000.5020), norteado pelas diretrizes Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology. A amostra foi constituída por 162 idosos de centros especializados para atendimento a idosos do Estado de Amazonas, sendo 81, com diagnóstico de DP, nos estágios 0 a 3, denominado grupo experimental e 81 denominado grupo controle, sem DP. Como instrumentos foram utilizados a Escala de Hoehn & Yahr modificada, o WHOQOL-bref para avaliar a QV, e o Índice de Massa Corporal (IMC). A análise estatística utilizou o software Minitab 17, sendo utilizados os testes t-student para comparar as médias e Mann-Whitney para comparar as medianas. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Ambos os grupos, GC e GP, foram semelhantes em relação as variáveis sexo e idade, com diferenças significativas quanto peso (p=0,039) e IMC (p=0,012). Os escores de QV foram significativamente menores no grupo com DP em todos os domínios (p<0,001). Conclusão: A DP afetou significativamente a QV dos idosos, com escores significativamente menores em todos os domínios avaliados, quando comparados ao grupo controle.
Palavras-chaves: Doença de Parkinson, Qualidade de vida, Idoso, Envelhecimento.
O fenômeno do envelhecimento populacional é um dos desafios mais significativos do século XXI, caracterizado por um aumento substancial na proporção de idosos na população global. Esse fenômeno é impulsionado pela redução das taxas de natalidade e mortalidade, juntamente com avanços na atenção e cuidados com a saúde e na tecnologia, que prolongam a expectativa de vida (United Nations, 2019). Em 2020, pela primeira vez na história, o número de pessoas com 60 anos ou mais superou o de crianças menores de cinco anos (World Health Organization, 2015). Este aumento da longevidade acarreta uma série de desafios sociais, econômicos e de saúde pública, exigindo adaptações nos sistemas de saúde e políticas públicas para atender às necessidades de uma população envelhecida (Beard et al., 2016).
No Brasil, a transição demográfica é igualmente evidente, com uma expectativa de que até 2050 a população idosa represente cerca de 30% do total populacional, exigindo mudanças significativas na estrutura dos serviços de saúde e nas políticas de seguridade social (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2018). Com o aumento da expectativa de vida, aumenta-se a quantidade de indivíduos com doenças neurodegenerativas, entre elas, a Doença de Parkinson (DP), que é a segunda doença neurodegenerativa mais prevalente em idosos (National institute of neurological disorders and stroke, 2023).
A DP é uma desordem neurodegenerativa, progressiva, não contagiosa, caracterizada pela morte progressiva das células nervosas, particularmente na substância negra do mesencéfalo, resultando na diminuição da dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle motor (Kalia; Lang, 2015; Kumari et al., 2023; Savica; Bradley; Mielke, 2018).
Estima-se que, aproximadamente, 6,2 milhões de indivíduos apresentam DP, com uma incidência que aumenta significativamente com o avançar da idade, tornando-a um desafio crescente para os sistemas de saúde, com projeções que indicam que esse número chegará a 14,2 milhões até 2040 (Dorsey; Bloem, 2018). A prevalência de DP entre indivíduos de 60 a 69 anos é de 7/1000, e entre 70 e 79 anos sobe para 15/1000 habitantes (Bovolenta; Felício, 2016; Tysnes; Storstein, 2017). No Brasil, a situação é igualmente preocupante, com mais de 220 mil pessoas diagnosticadas com DP, refletindo um aumento gradativo da incidência conforme o país passa por uma transição demográfica (Vasconcellos; Rizzotto; Taglietti, 2023).
Clinicamente, a DP manifesta-se por uma série de sintomas motores, incluindo tremores de repouso, rigidez muscular, bradicinesia e instabilidade postural, bem como sintomas não motores, como ansiedade, depressão, declínio cognitivo, hiposmia e distúrbios do sono, os que contribuem significativamente para a redução da Qualidade de Vida (QV) (Cabreira; Massano, 2019).
A Qualidade de Vida (QV) é um construto multidimensional que reflete a percepção individual sobre sua posição na vida, englobando aspectos físicos, psicológicos e sociais, sendo influenciada por fatores culturais e sociais, é determinada pela capacidade de realizar atividades da vida diária e alcançar objetivos pessoais. No contexto da Doença de Parkinson (DP), a QV é significativamente comprometida devido aos múltiplos sintomas da doença, tanto motores quanto não motores (Duncan et al., 2014). A redução da QV em pacientes com DP destaca a importância de abordagens de cuidado e demanda por atenção crescente para desenvolver estratégias de cuidado especializado e suporte aos pacientes e suas famílias.
Embora diversos estudos tenham investigado a QV de pacientes com DP em diferentes contextos, há uma lacuna na literatura no que diz respeito à avaliação dessa variável em populações específicas, como os idosos residentes no estado do Amazonas. A região amazônica apresenta características socioeconômicas e culturais peculiares, que podem influenciar a experiência da doença e o acesso a serviços de saúde. Dessa forma, este estudo se justifica pela necessidade de compreender a QV de idosos com DP nesse contexto específico, permitindo identificar as necessidades e desafios dessa população e subsidiar a implementação de políticas públicas e programas de intervenção mais adequados.
Por outro lado, o presente estudo visa aprofundar o conhecimento sobre os impactos da Doença de Parkinson (DP) na Qualidade de Vida (QV) de idosos, identificando os aspectos da QV mais afetados. Ao fornecer dados sobre as necessidades específicas dessa população, os resultados podem subsidiar a criação de intervenções e políticas públicas mais eficazes. As informações obtidas podem embasar a elaboração de programas multidisciplinares que combinem cuidados médicos e de enfermagem, suporte psicológico e reabilitação física, com o objetivo de melhorar significativamente a QV dos idosos com DP.
Com o intuito de contribuir para a melhoria da qualidade de vida de idosos com Doença de Parkinson (DP) na região amazônica, este estudo teve por objetivo avaliar a QV de idosos com DP no Amazonas, e comparar com um Grupo Controle (GC) pareado por sexo e idade. A escolha de um grupo controle permitiu isolar os efeitos da DP na QV, possibilitando uma análise mais precisa dos impactos da doença sobre diferentes domínios da vida.
Estudo observacional, transversal, quantitativo. A condução e a apresentação dos resultados seguiram as diretrizes do Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE) (Von Elm et al., 2008), garantindo a qualidade e a transparência da pesquisa.
O estudo foi aprovado pela Comissão de Ética e Pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (SES-AM), instituição mantenedora dos Centros de Atenção Integral à Melhor Idade (CAIMIs), e pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (CEP/UFAM, CAAE: 70479517.2.0000.5020).
A amostra do estudo foi composta por idosos atendidos em diferentes centros de saúde e assistência social de Manaus, Amazonas, a seguir: o CAIMI Dr. André Araújo (Zona Norte), o CAIMI Dr. Paulo Lima (Zona Sul), o Centro Estadual de Convivência do Idoso da Aparecida (Zona Sul), o Parque Municipal do Idoso (Zona Centro-sul) e o Setor de Neurologia do Ambulatório Araújo Lima (Zona Sul). A coleta de dados foi realizada entre agosto de 2015 e março de 2018.
Foram incluídos idosos com 60 anos ou mais em dois grupos, o primeiro o Grupo Parkinson (GP) com diagnóstico médico de DP (CID G20), nos estágios 0 a 3, segundo escala de Hoehn & Yahr modificada (incapacidade leve à moderada), e o Grupo Controle (GC) com idosos sem diagnósticos de doenças cardiorrespiratórias ou neurológicas, com características antropométricas semelhantes ao GP. Excluídos idosos fumantes, com doença pulmonar previamente diagnosticada, com outras doenças neurológicas concomitantes e que não apresentassem condições físico/cognitivas para a realização dos testes.
Para o cálculo do tamanho da amostra, considerou-se a população total elegível para esses cenários (226 idosos), o valor α de 5%, com possibilidade de detectar uma diferença média entre a QV, entre ambos os grupos, o valor β de 80% e o grau de confiança de 95. Foram recrutados 162 idosos para o estudo, divididos em dois grupos de igual tamanho, 81 participantes no grupo controle e 81 no grupo experimental, totalizando 162 idosos.
A avaliação da qualidade de vida dos idosos foi realizada por meio do instrumento WHOQOL-bref (Fleck, 2000). Paralelamente, a composição corporal foi analisada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Os valores de IMC foram classificados como: baixo peso (< 22 kg/m²), peso adequado (entre 22 e 27 kg/m²) e sobrepeso (> 27 kg/m²).
Para a análise dos dados, foram calculadas frequências absolutas e relativas para as variáveis categóricas. Para as variáveis contínuas, foram utilizadas medidas de tendência central e dispersão adequadas à distribuição dos dados. Assim, para dados com distribuição normal, foram calculadas a média e o desvio padrão, enquanto para dados com distribuição não normal, foram utilizadas a mediana e o Intervalo Interquartil (IIQ). Na comparação das médias entre os grupos, foi aplicado o teste t de Student. Já para comparar as medianas, foi utilizado o teste não paramétrico de Mann-Whitney. Todas as análises estatísticas foram realizadas utilizando o software Minitab 17 e consideraram um nível de significância de 5%.
Um total de 162 idosos participaram do estudo, distribuídos em grupo controle (81) e experimental (81). A caracterização dos grupos (Tabela 1) demonstrou que não houve diferenças significativas em relação ao sexo e à idade. No entanto, observou-se que os idosos do grupo com Doença de Parkinson (DP) apresentaram menor peso e IMC em comparação ao grupo controle, diferenças estas que foram estatisticamente significativas (p<0,05). Quanto à classificação da doença, a maioria dos idosos com DP apresentava envolvimento unilateral e axial (estágio 1,5) e doença bilateral sem déficit de equilíbrio (estágio 2).
Tabela 1 – Comparação do sexo, idade e IMC em relação aos grupos dos idosos amostrados. Manaus. Amazonas (N=162)
Conforme demonstrado na tabela 2, todos os domínios da QV foram menores no GP em relação ao GC.
Tabela 2 – Comparação dos domínios da qualidade de vida em relação aos grupos dos idosos amostrados, Manaus, Amazonas (N=162)
A Doença de Parkinson (DP) tem sido objeto de crescente interesse na pesquisa científica devido à sua natureza progressiva e ao impacto significativo na Qualidade de Vida (QV) dos indivíduos acometidos.
Os resultados apresentados evidenciam de forma clara o impacto negativo da Doença de Parkinson (DP) sobre a qualidade de vida (QV) dos idosos. Apresentou-se diferença significativa nos escores de QV em todos os domínios avaliados pelo WHOQOL-bref quando comparados a um grupo controle.
Resultados semelhantes a presente pesquisa foram encontrados por Zhao et al. (2021), em uma meta-análise que incluiu 20 estudos com 2707 pacientes com DP. A pesquisa demonstrou que a QV dos pacientes com DP foi pior que o grupo controle em praticamente todos os domínios avaliados, com efeitos particularmente pronunciados nas funções física e mental. As medidas de QV realizadas com os instrumentos Parkinson’s Disease Questionnaire-39 (PDQ-39) e Europe Quality of Life Questionnaire-5D (EQ-5D) mostraram diferenças significativas entre o grupo controle e experimental, destacando a importância de intervenções direcionadas para melhorar esses aspectos (Zhao et al., 2021).
Os resultados obtidos neste estudo estão em linha com a literatura existente, que associa a Doença de Parkinson (DP) a uma significativa redução da Qualidade de Vida (QV). Conforme apontam estudos anteriores (Nassif; Pereira, 2022; Lang; Lozano, 1998), os sintomas motores característicos da DP, como tremor e rigidez, levam a uma diminuição da pontuação no domínio físico do WHOQOL-bref. A fadiga, outro sintoma comum, contribui para a exaustão e limita a realização de atividades, impactando diretamente a saúde física.
Paralelamente, os domínios psicológico e social também são significativamente afetados, com o surgimento de sintomas como depressão, ansiedade e isolamento social (Weintraub et al., 2004; Kouli; Torsney; Kuan, 2018). Essa combinação de fatores resulta em um declínio da autoestima, da satisfação com a vida e da qualidade das relações sociais, corroborando com os achados do presente estudo quando observada uma redução no peso e no Índice de Massa Corporal (IMC) dos indivíduos com DP, a qual pode estar relacionada aos sintomas da doença.
Apesar de ser consenso que a DP impacta negativamente a QV, há dados conflitantes sobre a extensão desse impacto em diferentes regiões. Enquanto alguns aspectos da QV são universalmente afetados pela DP, como a mobilidade e os sintomas não motores, a extensão do impacto pode variar conforme o contexto regional, devido a fatores socioeconômicos, culturais, e de acesso a cuidados de saúde.
A respeito, estudo destacou que em alguns países asiáticos, a QV dos pacientes com DP é severamente afetada por estigmas culturais associados à doença e pela falta de suporte social e psicológico adequado (Zhao, et. al, 2021). Em contraste, pesquisas na América do Norte sugerem que, apesar das altas taxas de diagnóstico, a QV pode ser relativamente melhor devido à maior disponibilidade de recursos de saúde e suporte comunitário (Pfeiffer, 2016). Na mesma perspetiva, uma pesquisa europeia indicou que pacientes em países com sistemas de saúde mais desenvolvidos relataram uma QV melhor quando comparados com pacientes que moram em países que apresentam acesso limitado a serviços especializados de saúde (Balestrino; Schapira, 2020). O que denota grande preocupação e desafios a serem tomados para garantir os cuidados para os pacientes com DP.
Um estudo comparativo entre pacientes com DP na América Latina e na Europa, encontrou que os pacientes na América Latina relataram uma QV significativamente pior. Isso pode ser atribuído a barreiras no acesso a tratamentos eficazes, menor suporte governamental para programas de reabilitação e uma maior prevalência de comorbidades não tratadas (Van Der Marck et al., 2013). Sendo assim, a acessibilidade aos cuidados de saúde, a disponibilidade de terapias de reabilitação e o suporte social foram identificados como fatores críticos que influenciam a QV nesses contextos.
Realizando uma análise nessa perspectiva, o estado do Amazonas apresenta desafios no que se refere ao acesso a cuidados de saúde. A limitada disponibilidade de terapias de reabilitação na região pode ter influenciado negativamente os resultados obtidos na presente pesquisa. Essa disparidade regional na oferta de serviços de saúde demonstra a necessidade de políticas públicas mais abrangentes e equitativas, que garantam o acesso a tratamentos adequados para todos os pacientes, independentemente de sua localidade.
Embora este estudo contribua para o conhecimento sobre a qualidade de vida de indivíduos com Doença de Parkinson, é importante considerar suas limitações. A natureza transversal da pesquisa restringe a capacidade de estabelecer relações causais e de acompanhar a evolução da doença ao longo do tempo. Além disso, o uso de questionários autorrelatados podem introduzir vieses nas respostas. Portanto, estudos complementares, como os longitudinais, são necessários para confirmar os resultados encontrados e investigar de forma mais aprofundada os fatores que influenciam a qualidade de vida desses indivíduos.
Todavia, a generalização dos resultados deste estudo pode ser limitada pela representatividade da amostra. Embora tenham sido incluídos participantes de diferentes centros, a amostra pode não refletir a heterogeneidade da população de idosos com Doença de Parkinson. Para superar essa limitação, estudos futuros devem buscar amostras maiores e mais diversificadas, que contemplem diferentes características sociodemográficas e clínicas. Adicionalmente, a utilização de métodos de avaliação objetiva, em conjunto com os questionários autorrelatados, pode fornecer informações mais precisas e confiáveis sobre a qualidade de vida desses pacientes.
Os resultados obtidos foram consistentes com a literatura existente, demonstrando que a DP exerce um impacto significativo sobre a QV, afetando de forma multifacetada a vida dos pacientes. De esta forma observou-se uma degradação da QV em todos os domínios avaliados pelo WHOQOL-bref, quando comparados com o grupo controle.
Os resultados da caracterização dos grupos demonstraram diferenças significativas em relação ao sexo e à idade entre os grupos com e sem Doença de Parkinson (DP), bem como foi observada uma redução no peso e no Índice de Massa Corporal (IMC) dos indivíduos com DP.
Os resultados reforçam a importância de um cuidado integral e multidisciplinar para os pacientes com DP, envolvendo profissionais de diversas áreas, como neurologistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos e assistentes sociais, entre outros.
Pesquisas futuras são necessárias para investigar a efetividade de diferentes intervenções na melhoria da QV de pacientes com DP, considerando as especificidades da população amazônica.
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[1] Mestrado em Ciências da Saúde, Stricto Sensu; Especialização em Endodontia, Lato Sensu; Graduação em Odontologia. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8095-6827. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7633363849937045.
[2] Orientador. Pós-Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe, Stricto Sensu; Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará, Stricto Sensu; Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba, Stricto Sensu; Graduação em Enfermagem. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0677-0853. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2310111492854434.
[3] Pós-Doutorado em Infectologia, Medicina Tropical e Ciências da Saúde; Doutorado (Ph.D.) Stricto Sensu em Ciências Biológicas; Mestrado Stricto Sensu em Ciências Biológicas; Graduação em Fisioterapia. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4976-0716. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7353579266183058.
[4] Mestre em Ciências da Saúde, Stricto Sensu; Especialista profissional em Fisioterapia Traumato – Ortopédica Funcional, Lato Sensu; Graduada em Fisioterapia. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7312-1482. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7890975586370622.
[5] Mestrado Stricto Sensu em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Amazonas, Brasil; Graduação em Fisioterapia. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-5884-9275. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5332788078053111.
[6] Pós-doutorado na Universidade de Alicante Espanha, Stricto Sensu; Pós-Doutorado na University of British Columbia/ Vancouver/Canada, Stricto Sensu; Doutorado em Enfermagem Fundamental, Stricto Sensu; Bacharel em Enfermagem. ORCID: http://orcid.org/0000-0002-2117-6051. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7625501475822279.
[7] Mestre em Ciências da Saúde, Stricto Sensu; Especialista em Voz, Motricidade Orofacial e Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiololgia (CFFa), Lato Sensu; Pós-graduada em Didática do Ensino Superior, Lato Sensu; Graduada em Fonoaudiologia. ORCID: http://orcid.org/0000-0001-5294-567X. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6560126818276495.
[8] Mestranda Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano FEFF/UFAM, Stricto Sensu; Especialista em Terapia Intensiva, Lato Sensu; Bacharelado em Fisioterapia. ORCID: http://orcid.org/0000-0001-8428-7683. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6521145610857016.
Contribuição dos autores:
Cristiane Carvalho Lopes: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
David Lopes Neto: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
Roberta Lins Gonçalves: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
Naylla Morais de Souza: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
Jerônimo Correia Barbosa Neto: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
Eliana Ofélia Llapa-Rodriguez: Análise, interpretação e redação do trabalho.
Tatiana Wanessa Rocha de Freitas: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
Ellen Kathellen Sá de Souza: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
Conflito de interesse:
N/A.
Agradecimentos:
N/A.
Financiamento:
Financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Amazonas – FAPEAM. POSGRAD Edição 2020-2021 – Decisão nº 021/2020-FAPEAM.
Nota de presença de IA:
Os autores utilizaram a Inteligência Artificial o Grammarly Reference ID 40769706 e a Gemini para correção textual ortográfica e semântica, sem retirar os dados e demais referências que foram feitas pelos autores e coautores (humanos) . No entanto, todas as buscas pelos conteúdos e classificação da qualidade dos artigos foram realizadas de maneira autoral.
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Histórico da Publicação:
Material recebido: 29 de abril de 2024.
Material aprovado pelos pares: 03 de outubro de 2024.
Material editado aprovado pelos autores: 01 de setembro de 2026.
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