ARTIGO ORIGINAL
CORRÊA, Almira Luiza Borba [1], PETRY, Marcos [2]
CORRÊA, Almira Luiza Borba. PETRY, Marcos. O processo de inclusão social da pessoa com deficiência. Revisão integrativa. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 01, Vol. 04, pp. 99-112 Janeiro de 2019. ISSN:2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/inclusao-social, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/inclusao-social
O presente estudo aborda o processo de inclusão da pessoa com deficiência no ambiente social e escolar, com o fomento de diferentes saberes e sociabilidade. São mencionados diversos documentos legais, de âmbito nacional e internacional, criados para garantir direitos básicos à pessoa deficiente, bem como ações inclusivas de órgãos públicos e entidades criadas por familiares em parceria com o poder público e a sociedade civil. O relatório encerra-se com as considerações finais, que trazem conclusões e resultados obtidos com a pesquisa, de forma a instigar o leitor à reflexão sobre a sociabilidade da pessoa com deficiência e o potencial que a escola e a sociedade podem fornecer através de uma vasta gama de oportunidades.
Palavras-chave: Aprendizado, Deficiência, Inclusão, Mídia.
A educação emancipa o ser humano, pois sistematiza seu conhecimento, podendo prover meios de incluí-lo em todos os segmentos sociais. Esse processo é comentado por Freire[3] na obra “Extensão ou Comunicação” em que o autor se utiliza de uma personagem para analisar a sistematização de ideias, técnicas e visões mediadas pela educação formal.
O ambiente escolar é, certamente, o mais propício para promover uma sociabilidade articulada, notadamente para os educandos com alguma deficiência. Sabe-se que ainda há dificuldade em se pontuar o que é considerado deficiência[4]. Para isso, serão utilizados, ao longo desta pesquisa, conceitos legais e científicos de diferentes documentos, advindos do poder legislativo brasileiro e de órgãos e entidades internacionais.
Em âmbito nacional, quando o Brasil aderiu à Declaração de Salamanca[5], assumiu o compromisso de ampliar o acesso dos deficientes ao ensino regular, o que foi em parte cumprido, pois a questão prática da acessibilidade avançou pouco nos últimos anos, embora seja formalmente garantida em diversos documentos oficiais, como se verá a seguir, com avanços legislativos e exemplos pontuais de sua aplicação.
A inclusão da pessoa com deficiência no ambiente escolar sempre esteve ligada ao contexto de transformações sociais pelas quais os povos passaram. No decorrer do século XX, tal direito veio à luz em tempos de conflitos, como menciona Hobsbawn[6], a segunda grande guerra foi um panorama histórico que muito influenciou as políticas públicas de inclusão.
No Reino Unido, a deficiência, física ou intelectual, começou a vir a público em meados de 1970, assim como os papéis das escolas e do governo no que tange à educação formal dos deficientes. A situação merece destaque aqui, porque foi uma das pioneiras em abarcar escolas, governos e o próprio conceito de educação descrevendo o ambiente inclusivo. Na época era vigente o Relatório Warnock[7], que previa, entre outros direitos, uma educação “suplementar”, mas não “diferenciada” para os alunos com deficiência. Outro ponto importante de se ressaltar é que o relatório buscou identificar as necessidades dos alunos com deficiência e delegar à escola a função de desenvolver habilidades e competências desses educandos, respeitando suas limitações.
Em consonância com esse relatório, mas reformulando algumas concepções, surge, no ano de 1981, o Education Act[8], Ato da educação. Contudo, a reforma em si só viria em 1988, com o Education Act Reform[9], que teve o foco no currículo escolar equilibrado e a possibilidade de suspensão do currículo nacional britânico em casos extremos em que pessoas com deficiência não conseguissem acompanhar o ritmo de ensino regular.
Segundo Beveridge[10], o ritmo de aprendizado pode ser garantido observando-se o papel da família no incentivo à aprendizagem. A autora oferece uma observação nos quesitos comportamento e condições de acesso ao aprender para justificar essa visão. Tal faceta independe de fronteiras culturais e geográficas, pode-se observar esse fato em todo mundo. Contudo, nesta pesquisa abordar-se-á apenas a educação formal, no ensino regular.
O caso brasileiro de inclusão difere um pouco do apresentado no Reino Unido, vindo a público pela primeira vez em meados de 1961, com a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN)[11], que vigorou por dez anos, até ser substituída pela LDB[12] criada durante o regime militar. Esta apenas repisou a ideia anterior de inclusão no ensino regular, sem maiores detalhamentos, com a seguinte redação: “a educação de excepcionais, deve, no que for possível, enquadrar-se no sistema geral de educação, a fim de integrá-los na comunidade.”
O fomento para a real inclusão em um sistema escolar viria em 1988, com a promulgação da Constituição Cidadã[13], que formalizou a redemocratização do país, positivando direitos e garantias fundamentais. Em seu art. 208, inciso III, a Carta Magna prevê “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”. Seguida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente[14], que em 1990 reforçou esse direito aos alunos deficientes.
Em dezembro de 1996, o Brasil deu outro passo importante para a inclusão, com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional[15], que passou a considerar o aprendizado em sua integralidade, qualquer que fosse a condição física ou cognitiva do educando. E em 2008, o país se torna signatário da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, promulgada por decreto legislativo[16] no ano seguinte, com status de emenda constitucional.
Por fim, convém mencionar o Estatuto da Pessoa com Deficiência[17], que, em seus 127 artigos, selou todos os direitos mencionados na legislação pretérita, garantindo, ainda, em todas as instituições de ensino básico regular, públicas ou privadas: a ação de medidas individuais e coletivas; o ensino de Libras; presença de profissional de apoio escolar; tecnologia assistiva; acesso à educação superior em igualdade de condições, entre outros.
Diversos documentos foram criados, entre normativas, leis esparsas e resoluções do Ministério da Educação, para garantir ou ampliar o acesso dos deficientes ao ensino regular. Todavia, não se pretende esgotar o assunto nos limites deste estudo. O panorama legal supracitado é tão somente uma ilustração dos diplomas legais de âmbito nacional que contribuíram para a inclusão.
As duas últimas décadas foram as mais significativas na efetivação da inclusão social dos deficientes no cenário educacional brasileiro. Estatísticas do MEC[18] mostram que “em 1998, cerca de 200 mil pessoas [com deficiência] estavam matriculadas na educação básica, sendo apenas 13% em classes comuns”. Uma década depois, o censo escolar de 2008/2009 deste órgão[19] contabilizou “639.718 alunos com deficiência” matriculados. Já “em 2014, eram quase 900 mil matrículas e 79% delas em turmas comuns”. No de 2017[20], o censo apontou 1.066.446 alunos com alguma deficiência, somando todas as unidades e modalidades de ensino.
Diante desses dados, diversas ações e programas do Ministério da Educação[21] têm sido desenvolvidos em todo o território nacional, tais como: formação continuada de profissionais especializados no atendimento a alunos especiais; implantação de salas multifuncionais e pisos táteis nas escolas públicas; disponibilização de material em braile e/ou ampliado. No ano de 2017, por exemplo, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), possibilitou a quase dois mil candidatos surdos ou com deficiência auditiva o recurso de videoprovas. Cada participante recebeu um notebook para fazer as provas. “As orientações, os enunciados das questões e as alternativas de respostas” foram “apresentadas em libras, por meio de vídeos gravados em DVDs. O menu do vídeo é simples, fácil e autoexplicativo.” O participante poderia escolher qual área do conhecimento fazer primeiro e assistir aos vídeos na ordem que preferisse.
Como se vê, a inclusão está em todos os níveis de ensino e os dados parecem promissores com relação às deficiências físicas. Contudo, há de se destacar a relevância do ensino especial, notadamente para as deficiências mentais, pois sua coexistência com o ensino regular se mostra mais eficaz em muitos casos, como afirma Fabiana Maria das Graças de Oliveira[22], coordenadora nacional da APAE (Associação de Pais e Amigos do Excepcional): “temos alunos com graves comprometimentos, principalmente com deficiência intelectual e múltipla, e para eles a escola especial é a única que possibilita realmente o acesso à educação com qualidade”.
Do mesmo modo que o governo tem unido esforços para inserir alunos especiais, as famílias têm recebido mais informações sobre as deficiências e se mobilizado para também se inserirem no processo educacional, seja no ensino regular ou especial, seja em organizações independentes de apoio. Nesse limiar, com aspirações semelhantes às da APAE[23], que existe desde 1954, surgiram nas últimas décadas outras instituições nacionais em prol dos deficientes, tais como a AMA[24] (Associação de Amigos do Autista), criada em 1983; e a FBASD[25] (Federação Brasileira das Associações de síndrome de Down), criada em 1994. Como fio condutor essas agremiações têm a inclusão e o respeito à pessoa com deficiência, vinculando a família ao ambiente educacional.
Outras iniciativas regionalizadas de fomento à inclusão podem ser observadas em todo o país. Convém mencionar o projeto-piloto do IFC (Instituto Federal Catarinense), campus Camboriú/SC, que em 2012 “abriu a primeira turma de pós-graduação de treinador e instrutor de cães-guia, em nível de especialização”, seguido pelo campus do Instituto Federal de Alegre/ES, em 2015. Neste ano de 2018, “os institutos federais de Sergipe (São Cristóvão), do Amazonas (Manaus), do Ceará (Limoeiro do Norte), Goiano (Urutaí) e do Sul de Minas Gerais (Muzambinho) passam pelo processo de implantação de unidades”.[26]
Considerando os dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013, “na população brasileira há 7,3 milhões de pessoas com deficiência visual. […] Dessas pessoas, 1,2 milhão têm limitações severas e 95% estão sem acesso a serviços de reabilitação.”[27] Os cães treinados pelos institutos são doados a cegos previamente cadastrados:
Para adquirir um animal treinado pelos institutos federais é necessário estar inscrito no Cadastro Nacional de Candidatos à Utilização de Cães-Guia da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SDH), vinculada ao Ministério da Justiça e Cidadania. O cadastro é voltado exclusivamente para pessoas com deficiência visual (cegueira ou baixa visão).
A pessoa inscrita integra uma lista de candidatos elegíveis para aquisição nos processos de seleção realizados pelos centros, por meio de editais cuja divulgação pode ser acompanhada on-line na página do Ministério da Justiça e Cidadania.[28]
Em âmbito local, na cidade de Joinville/SC, uma iniciativa aposta na inclusão cotidiana e no fomento ao saber lúdico e artístico:
O Instituto de Pesquisa da Arte pelo Movimento – IMPAR e a Associação Joinvilense de Apoio e Inclusão de Crianças Especiais – AJAICE se associaram para lançar o projeto do Centro de [Trans]formação Cultural – Arte para Todos.
[…] As oficinas de vivência artística são destinadas a crianças, adolescentes, adultos e idosos, com atendimento especializado para pessoas surdas, cegas, com transtorno mental, deficiência física ou intelectual.[29]
A união dessas entidades consegue oferecer aulas de teatro, natação, inglês e dança. Os organizadores apostaram no engajamento com a comunidade e oferecerão cursos gratuitos aos deficientes sem condições para arcar com as mensalidades. O diálogo se torna então um condutor da mudança de paradigma pela qual deve passar a educação verdadeiramente inclusiva. A metodologia se adapta às necessidades de todos os alunos, considerando seu potencial em aprender. É importante se observar este aspecto como parte integrante da promoção do saber. Cabe apontar neste estudo alguns exemplos de que o potencial existe, porque muitas vezes estes podem servir de embasamento e norte para a causa da inclusão.
O primeiro e mais famoso caso de um deficiente físico incluído em sua plenitude é o do físico inglês Stephen Hawking[30], notório por sua pesquisa relacionada a buracos negros e seu meio de superação dos limites impostos pela Esclerose Lateral Amiotrófica.
O segundo, igualmente famoso, limitado em suas capacidades cognitivas pelo avanço da esquizofrenia, é o matemático norte-americano John Forbes Nash Jr. [31], norte moral da inclusão no âmbito da produtividade. Nash desenvolveu, em 1994, a Teoria dos Jogos, que versa sobre o papel da competitividade no mundo das apostas e demais práticas esportivas. Por essa teoria compartilhou naquele ano o prêmio Nobel de Ciências Econômicas e, em 2001, sua história de vida foi retratada no filme “Uma mente brilhante”, baseado no livro homônimo de sua biografia e vencedor de quatro Óscars.
Um importante desafio da escolarização na atualidade é conferir discernimento frente à urgência da sociabilidade. Teórico da comunicação, o canadense Herbert Marshall McLuhan[32] argumenta que o jovem tem tendência a crescer rodeado de conteúdo eletrônico, com aprendizado não linear, e contrapõe tal fato à dificuldade de lidar com informações e sistemas de comunicação diferentes, coexistindo nos mais curtos intervalos de tempo.
Tendo por base esse panorama, a comunicação se torna uma linha guia para o saber, podendo ser adquirido não só na vivência escolar, mas em toda forma de interação social. Por essas razões, citam-se algumas contribuições de diferentes mídias digitais com pautas como acessibilidade, inclusão e políticas afirmativas, que têm ganhado espaço na agenda mundial. Esses veículos transmitem conteúdo direcionado a entender um pouco melhor o panorama da sociabilidade que se faz necessária para a educação inclusiva.
Como importante exemplo, pode-se citar o documentário do famoso médico Dr. Drauzio Varella[33], que em 2013 protagonizou a série de reportagens “Autismo: Universo Particular”[34], com relatos pessoais de famílias de autistas e vasto conhecimento acerca do TEA (Transtorno do Espectro Autista). Mais que isso, o documentário dialogou com a realidade em três países distintos: Brasil, Estados Unidos e Dinamarca, partindo da questão diagnóstico do autismo e analisando a produtividade do individuo autista. A série, porém, não deixou de evidenciar o papel do professor e da família no processo de aprendizagem.
Pensar a informação a respeito da pessoa com deficiência e sua relevância para a sociabilidade e o conhecimento passa parte ludicidade, em que a mídia por vezes romantiza as questões de relevância na sociedade. Algumas produções permanecem evidenciando questões de visibilidade e cotidiano relacionadas às deficiências. Nos últimos anos, algumas delas ganharam destaque, nacional ou internacionalmente, duas das quais mencionam-se a seguir.
O filme brasileiro “O filho eterno”[35], de 2016, retrata a história de um casal que espera com ansiedade o seu primeiro filho e vê todas as suas expectativas caírem por terra ao receber o diagnóstico de Síndrome de Down logo após o parto. A projeção discute o conceito de inclusão na medida em que o pai, Roberto, vai entendendo seu papel na vida do filho e passa de uma negação para uma rejeição do filho a uma aceitação plena de sua condição.
Em veículo midiático distinto, mas com ampla abordagem do TEA na adolescência, a Netflix[36] lançou, em 2017, a Série Atypical, que em 8 episódios retrata a vida do autista Sam Gardner na sua lida cotidiana com a escola, o trabalho e a descoberta de uma paixão, reunindo seus esforços para compreender os próprios sentimentos. Com humor e muitas reflexões, a produção traça o amadurecimento emocional, os conflitos pessoais do adolescente e as expectativas da sociedade.
Por certo ainda há um amplo caminho a ser traçado por todos os segmentos sociais, educadores e educandários brasileiros para se atingir a plena inclusão da pessoa com deficiência. Ferreira[37] aponta as condições da educação inclusiva no país e o quão trabalhosa pode ser tal trajetória. Contudo, à luz dos avanços médicos e científicos divulgados em todo o mundo e sua inerente aplicação junto à pedagogia contemporânea, existem grandes possibilidades de fomento a um ambiente inclusivo, como se observou em todos os exemplos e diplomas legais estudados.
Neste breve estudo acerca da inclusão social e educacional da pessoa com deficiência, buscou-se evidenciar as iniciativas do poder público e da sociedade civil que contribuíram para promover tal inclusão.
É cediço que o diálogo com o público e a disponibilidade de conteúdos de qualidade em muito contribuem para a compreensão da diversidade e redução de preconceitos. Por isto diversas produções midiáticas foram mencionadas como fontes de divulgação de informações científicas e humanitárias, propagando ideias inclusivas.
É perceptível a mudança de táticas e abordagens na busca por incluir o deficiente no cenário nacional e internacional, em todas as esferas, tornando-o produtivo e, assim, um protagonista de sua própria história. A cultura popular, suas mídias, meios de vivência e a constante troca de saberes tornaram isto possível.
Foi preciso, porém, pontuar que ainda há muitas dificuldades neste processo. Notou-se, durante a pesquisa, uma disparidade entre os povos quando o assunto é entender a deficiência, seja ela física ou mental. Daí a importância de órgãos e entidades internacionais na busca de ações que mobilizem o maior número possível de países, como o fizeram a ONU e a UNESCO, culminando nos documentos mencionados alhures.
Iniciativas de âmbito global ganham espaço na mídia e divulgação mais rápida, todavia as ações regionais e locais mereceram seu destaque, pois ainda é com atitudes pequenas, por vezes individuais, que acontecem as maiores mudanças na história da humanidade.
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[1] Graduada em Letras, com pós-graduação lato sensu em Docência no Ensino Superior, pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci – Uniasselvi. Acadêmica do décimo período do curso de Direito da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI. Professora de Língua Portuguesa e Produção de textos do Ensino Médio, na rede particular de ensino do município de Camboriú/SC.
[2] Pós-graduação internacional lato sensu em Transtornos do Espectro Autista, pelo Child Behavior Institute of Miami; graduado em Comunicação Institucional, com pós-graduação lato sensu em Design Gráfico e Produção Publicitária, pelo Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí – UNIDAVI. Autista, escritor e palestrante.
Enviado: Março, 2018
Aprovado: Janeiro, 2019
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Obrigado por compartilhar este artigo, vou utilizar para explicar aos alunos, o crescimento das pessoas no mercado de trabalho.
Atenciosamente
Claudinei Marcelino dos Santos