Análise dos Níveis de Ansiedade Pré-Competitivo no Futsal nas Categorias Sub -17 do Município de São Jose do Rio Pardo – SP

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Análise dos Níveis de Ansiedade Pré-Competitivo no Futsal nas Categorias Sub -17 do Município de São Jose do Rio Pardo – SP
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ABELINI, Henrique Gustavo [1]

MOURA, Fábio [2]

MIGUEL, Henrique  [3]

CAMPOS, Marcus Vinicius Almeida [4]

ABELINI, Henrique Gustavo; et.al. Análise dos Níveis de Ansiedade Pré-Competitivo no Futsal nas Categorias Sub -17 do Município de São Jose do Rio Pardo – SP. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 04. Ano 02, Vol. 01. pp 359-371, Junho de 2017. ISSN:2448-0959 

RESUMO

A ansiedade é um fator psicológico importante e muito encontrado nos ambientes esportivos, sendo este fator um aspecto muito encontrado também na modalidade Futsal. A partir disto, fez se necessário um este estudo acadêmico visando analisar os níveis de ansiedade pré-competitivo de praticantes de Futsal do município de São José do Rio Pardo-SP, onde foram avaliados 8 participantes com média de idade de 16,38 anos (DP ± 0,74).Foi aplicado o questionário de ansiedade denominado CSAI-2, sendo este formado por 27 questões fechadas, divididas entre Ansiedade-Cognitiva, Somática e Autoconfiança. Após analisados todos os dados obtidos chegou se a conclusão de que estes atletas obtêm níveis de autoconfiança superiores aos níveis de ansiedade cognitiva e somática.

INTRODUÇÃO

Segundo a CBFS (2014), o Futsal teve sua origem em meados da década de 1930 na Associação Cristã de Moços (ACM) de Montevidéu, no Uruguai, porém, há relatos que a modalidade possa ter surgido na ACM de São Paulo, em meados dos anos 40.

Já nos anos 90 surge a unificação entre o Futebol de Cinco (regido pela Fédération Internationale de Football Association, FIFA) e o antigo Futebol de Salão (FIFUSA, Federação Internacional de Futebol de Salão), com isto a modalidade passa a ser denominado, Futsal. Atualmente, a FIFA, além de ser o órgão máximo do Futebol no mundo, também o faz com o Futsal. (TENROLLER, 2004).

A partir deste processo de evolução da modalidade, o futsal passa a ser visto e analisado em padrões de alto nível, e passe ser praticado no mundo. (ARAUJO,2012).

O futsal como modalidade trabalha aspectos físicos e motores de seus praticantes, além de incorporar aspectos táticos e técnicos que são fundamentais a modalidade sendo ainda importante trabalhar aspectos fisiológicos e psicológicos (SILVA; MARTINS 2013).

Dentro dos aspectos psicológicos do Futsal e em suas competições, geralmente, pode-se encontrar a ansiedade. Para Almeida (2009), a ansiedade é um fator emocional que se encontra em todos os seres humanos, estando desde níveis mais baixos até níveis muito elevados, fator que se diferencia de indivíduo para indivíduo.

A ansiedade pode atingir o atleta Independentemente do nível e idade, passando a ser um dos fatores psicológicos mais frequentes no esporte competitivo. (INTERDONATO, 2010).

Santos e Pereira (1997), retratam o fato de jovens atletas sofrerem por ansiedade em competições pelo receio e “preocupação”, dos critérios de avaliações que sofreram por pais e treinadores.

Para Bertual e Valentini (2006), o nível de ansiedade poderá se dar pela pressão imposta pela ação ou atividade a ser realizada pelo atleta, com isso é de grande importância a capacidade de controlar esses níveis de ansiedade.

É observado que na adolescência esses níveis de ansiedade variam em períodos pré – competitivos, deste modo, podendo influenciar no desempenho na pratica esportiva.

Devido esses fatores é de grande importância que estratégias intervencionistas sejam desenvolvidas.

ANSIEDADE

A referência Bertual e Valentini (2006) retrata que a ansiedade se define como a expectativa excessiva causada por apreensão criada a algo “perigoso” ou de muita relevância para o individuo.

Samulski (2002) a define como o ato emocional encontrado geralmente como fator do tipo stress.

Weinberg e Gould (2001) mostram que a ansiedade é uma ação emocional que se apresenta negativamente de acordo com o grau de nervosismo, preocupação e até mesmo apreensão de determinado indivíduo.

A ansiedade é considerada por Lavoura et al (2006) como um fator emocional muito encontrado na área esportiva, sendo lhe atribuída alguns contextos como apreensão, palpitações, transpirações dentre outros, sendo um sentimento emocional de insegurança, expectativa por fatores individuais e ‘por outras determinantes.

Machado e Proença (2004) retrata que altos níveis de ansiedade podem ser classificados como possíveis transtornos mentais, podendo o indivíduo assim estar em constante tensão e pavor, sendo que este pode viver grandes frustrações em situações que seriam normais para outras pessoas.

De acordo com Lavoura (2008), a ansiedade pode se manifestar de forma benéfica considerada essa em níveis normais, pois dentro de situações de perigos iminentes e ameaças ela prepara o individuo em situações danosas.

Para Lavoura (2008) os estados de ansiedade considerados anormais os quais constituem as síndromes. Nestes casos ela caracteriza-se pela excessiva intensidade e de longa duração.

Para Santos e Pereira (1997) os jovens tendem a sofrer com a ansiedade em períodos competitivos devido varias vertentes de pressões que os mesmos sofrem neste período. Na ótica de Beker (2008) em períodos competitivos que a capacidade de atenção dos atletas é afetada, devido ao elevado nível de ansiedade-estado, podendo, assim, afetar o rendimento e desempenho atlético.

Para Machado e Proença (2004) a ansiedade pode ser analisada e observada, em duas predisposições sendo elas a ansiedade-traço, onde o indivíduo obtém um traço de sua personalidade, conseguindo controlar seus níveis independentemente das situações encontradas, ou a ansiedade-estado, onde ocorre um descontrole psicológico em determinadas situações estabelecidas e/ou reações de seu organismo frente a diferentes adversidades encontradas.

Importante ressaltar que as variações emocionais podem interferir na parte tática e técnica do jogo, assim torna-se fundamental a psicologia e o desporto estarem lado a lado na tentativa de amenizar esse tipo de situação. (CUSIM E NAVARRO, 2013).

Ansiedade Cognitiva

É definida como aspectos mentais negativos, o que podemos incluir preocupações com o rendimento e auto avaliação do indivíduo. Pode ser também caracterizada como pressentimentos não agradáveis, estímulos exteriores e ainda distúrbios de imagens visuais. (BURTON 1998; MARTENS, 1990.).

A ansiedade cognitiva se caracteriza por pensamentos não positivos, podendo assim gerar reações danosas como: medo, apreensão, falta de interesse, elevando tudo que é negativo, diminuindo a concentração do atleta na competição. (BOCCHINI et al, 2008).

Ansiedade Somática

É aquela que gera no ser humano algumas reações orgânicas e fisiológicas negativas como: grande aumento da pressão arterial, tensão muscular, problemas estomacais, palidez do rosto, suor excessivo, dentre outros fatores. (DE ROSE JUNIOR; VASCONCELOS, 1997).

Vernazi et al (2012) ressalta que a ansiedade somática refere-se ao elevado nível ou grau de ativação percebida no corpo, sendo estes fatores negativos, principalmente durante uma competição.

Autoconfiança

A autoconfiança nada mais é que o elevado grau do ser humano, em, realizar com sucesso e habilidade, frente a fatores que lhes são propostos. (MARTIN, 2001).

Já para Weinberg e Gould (2001) a consideram com uma crença que o indivíduo (atleta) possa ter em si próprio de ser capaz de realizar uma meta desejada e de cumpri-la com todo o sucesso.

MATERIAL E MÉTODO

A amostra utilizada consiste em 8 atletas integrantes de uma equipe de Futsal sub-17 do município de São José do Rio Pardo-SP, sendo que tais atletas eram do gênero masculino com idade média de 16,38 anos  e desvio padrão de ± 0,74, sendo adotado como critério de inclusão, a pratica de ao menos 3 sessões de treinamentos semanais, e experiência mínima de 4 anos na modalidade.

Para realizarmos a avaliação dos níveis de ansiedade dos atletas, utilizou-se o questionário Competitive State Anxiety Inventory-2 (CSAI-2), validado por Martens; Vealey; Burton, (1990).

As três variáveis encontradas no CSAI-2 são dividas da seguinte maneira: Ansiedade Cognitiva (Itens – 26, 4, 1, 8, 11, 15, 14, 20, 23), Ansiedade Somática (Itens – 2, 27, 6, 9, 12, 16, 18, 21, 24) e Autoconfiança (Itens – 25, 5, 7, 10, 13, 17, 19, 22, 3). O questionário apresenta em suas afirmativas/questões, uma escala tipo Likert de quatro pontuações (1 = nada, 2 = um pouco, 3 = bastante e 4 = completamente), para cada afirmativa dada ao questionário, foi correspondida uma pontuação que varia entre 1 e 4 pontos.

A coleta dos dados se deu no município de São José do Rio Pardo, em uma competição de Futsal; foram avaliados 8 indivíduos, que previamente foram informados sobre os objetivos da pesquisa, e receberam o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), onde seus responsáveis autorizaram a participação neste estudo. Duas horas antes da partida o questionário foi apresentado aos atletas, subsequentemente, todos os atletas responderam aos seus respectivos questionários.

Após a aplicação dos questionários as respostas foram analisadas conforme proposto por Martens; Vealey; Burton (1990), onde os atletas foram classificados em ansiedade cognitiva, ansiedade somática e autoconfiança.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A partir das análises subjetivas realizadas em cima dos atletas, pode se trabalhar alguns dados como idade e o tempo de prática desses atletas, afim, de verificar se estes dados podem influenciar nos resultados com relação ao questionário de ansiedade.

Tabela 1: Resultados da idade e do tempo de prática dos atletas de Futsal.

Dados Idade Tempo de Prática
Média 16,38 6,75
Desvio padrão 0,74 2,12
Mínimo 15 4
Máximo 17 10

 

Com a coleta de dados importantes como idade, tempo de pratica desportiva dos atletas

A partir de dados coletados após a aplicação de 9 questões referentes a avaliação da ansiedade cognitiva dos atletas sub-17, onde o gráfico abaixo demonstra os de forma quantitativa por pontos as afirmativas da escala das questões, assim, portanto, pode se notar que dentro dessas afirmativas o gráfico apresenta que na soma das afirmativas se dão da seguinte maneira, Nada (27 pontos), Um Pouco (56), Bastante (51) e Completamente (zero), somando se, portanto, um total de 134 pontos nas afirmativas do questionário para a ansiedade cognitiva.

Gráfico 1: Analise dos resultados da ansiedade cognitiva
Gráfico 1: Analise dos resultados da ansiedade cognitiva

Da mesma forma que as analises das ansiedades cognitivas foram feitas utilizou-se também para analisar as ansiedades somáticas.

Assim como realizado com os dados apresentados com a ansiedade cognitiva, também são apresentados números importantes com a ansiedade somática, onde apresentam se da seguinte maneira: Nada (26 Pontos), Um Pouco (66), Bastante (33) e Completamente (8 Pontos), com isto, as questões apresentam um total de 133 pontos para a somatória da ansiedade somática, como veremos no gráfico abaixo.

Dados percentuais da Analise Cognitiva:

Gráfico 2: Dados percentuais da Analise Cognitiva
Gráfico 2: Dados percentuais da Analise Cognitiva
Gráfico 3: Analise de resultados da Ansiedade Somática
Gráfico 3: Analise de resultados da Ansiedade Somática

Se comparados os gráficos dos resultados da ansiedade cognitiva e somática, obtém se praticamente o mesmo valor final de pontos somados, porém, de acordo com os gráficos representativos da ansiedade somática, os valores nele apresentados, são mais distribuídos dentro de cada escala se comparado aos resultados representados pelos gráficos da ansiedade cognitiva.

Gráfico 4: percentuais da Ansiedade Somatica.
Gráfico 4: percentuais da Ansiedade Somatica.

Por fim, a última variável apresentada é a autoconfiança, onde o gráfico  apresentara a soma dos pontos de acordo com a metodologia aplicada no questionário e os valores em percentagem do gráfico . Assim, portanto, fica representados os dados desta variável:

Gráfico 5: Análise dos resultados de auto-confiança.
Gráfico 5: Análise dos resultados de auto-confiança.
Gráfico 6: Percentuais dos dados de ansiedade somática
Gráfico 6: Percentuais dos dados de ansiedade somática

Na análise realizada em relação ao percentual, as 9 questões designadas a autoconfiança apresentam a escala Nada com 10,5%, Um Pouco 23,4%, Bastante 40,4% e Completamente 25,7%, valores obtidos após análises realizadas no que foi apresentado dentro do questionário após a pesquisa com os atletas da modalidade Futsal.

Acima foram descritos os resultados apresentados de acordo com as escalas Nada, Um Pouco, Bastante e Completamente, das somas realizadas nas 27 questões sobre Ansiedade cognitiva, somática e de autoconfiança. Logo abaixo esta sendo apresentados os valores em forma de gráfico das três variáveis, assim, foi obtido o objetivo geral deste trabalho, saber quais eram os níveis de ansiedade e autoconfiança dos atletas sub-17 de Futsal em estado pré-competitivo.

Gráfico 7: Resultado dos níveis das variáveis ansiedades e autoconfiança
Gráfico 7: Resultado dos níveis das variáveis ansiedades e autoconfiança
Gráfico 8: Médias de ansiedade cognitiva, somática e autoconfiança
Gráfico 8: Médias de ansiedade cognitiva, somática e autoconfiança

O gráfico 7, demonstra de maneira clara os resultados dos níveis obtidos após a aplicação do CSAI-2, onde foram realizadas as somas de acordo com o protocolo apresentado nos métodos deste. Assim, pode se notar que a autoconfiança obtém valores numericamente superiores em relação à ansiedade cognitiva e ansiedade somática, que entre elas não há diferença significativa.

A autoconfiança quando apresentada em níveis superiores, é uma variável importante para o estímulo dos atletas em seu rendimento esportivo, sendo um fator importante no controle dos níveis de ansiedade. (DESCHAMPS; DE ROSE JUNIOR, 2006 et al, 2002).

Almeida (2009) vem corroborar com a afirmativa de que a autoconfiança possa estar diretamente conectada aos níveis de ansiedade pré-competitiva, pois, atletas que apresentam mais foco e determinação em realizar determinada tarefa e acreditar de que ele é capaz de realiza-la, este, obtém calma e precisão em momentos decisivos, obtendo pouca ansiedade e grande autoconfiança.

Assim, portanto, pode se dizer que a autoconfiança deve ser trabalhada pelo técnico ou responsável pela equipe juntamente com os fatores técnicos, táticos e físicos, estes fatores em níveis considerados podem auxiliar no desempenho esportivo dos atletas durante a competição (LIZ et al, 2009).

CONCLUSÃO

Ao longo deste trabalho podem ser discutidos os fatores psicológicos que podem levar os atletas de Futsal à ansiedade, sendo que a ansiedade muitas vezes quando apresentada em um atleta, pode ser prejudicial ao rendimento atlético e de um grupo em determinada competição.

Assim sendo, ficou claro e evidente que é de suprema importância o uso de trabalhos visando à parte psicológica de um ou mais atletas que levam o Futsal competitivo durante seu dia a dia, isso por que o treinamento psicológico é tão relevante quanto o trabalho Físico, Técnico/Tático, pois se todos estes estiverem em bons níveis, o atleta e/ou grupo não sentirá os fatores competitivos de forma negativa.

Com tudo, foi realizado estudo e aplicado o questionário CSAI-2, onde o trabalho visou identificar quais níveis de ansiedade os atletas da categoria sub-17 obtinham, e após aplicação e análises, foi obtido desses atletas um nível de autoconfiança superior em relação aos níveis de ansiedade, seja ela cognitiva ou somática, o que nos leva a crer que tais atletas obtém um bom preparo emocional e psicológico.

Conclui-se, portanto, que estes atletas apresentam níveis consideráveis de autoconfiança, fator este que inibe a ansiedade presente no atleta e/ou grupo, sendo este fator favorável dentro de uma competição, principalmente em relação ao a categoria Futsal.

REFERÊNCIAS

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[1] Graduado em educação física pela FEUC

[2] Graduando em educação física UNIPINHAL

[3] Docente do depto. de ed. física da FEUC e da UNIPINHAL

[4] Docente do depto. de ed. física da FEUC

Como publicar Artigo Científico
Mestre em Engenharia Biomédica (2016) pela Universidade Camilo Castelo Branco (bolsista CAPES). Especialista em Treinamento Desportivo pela UniFMU/SP (2009). Graduado em Educação Física (licenciatura e bacharelado) pelo Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino de São João da Boa Vista - UniFAE (2007). Docente dos departamentos de educação física da FFCL - FEUC (São José do Rio Pardo - SP) e da UNIPINHAL (Espírito Santo do Pinhal - SP) . Colaborador/pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Futebol e Futsal da USP (GEPEFFS-USP). Co-coordenador do Núcleo de Pesquisas em Educação Física e Esportes - NUPEFE/FEUC. Docente dos cursos de pós-graduação Lato Sensu ENAF/DSE. Autor de vários livros e artigos no ramo dos esportes, fitness, saúde e qualidade de vida. Tem como principais pontos de atuação o Treinamento Desportivo (Treinamento Personalizado, Treinamento Resistido e Funcional no exercício físico e nos desportos); a Fisiologia do Exercício (Adaptações neurofisiológicas ao treinamento, Recursos Ergogênicos e Esteroides Anabolizantes); Pedagogia do Treinamento dos Desportos Coletivos.

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