Odontologia

Aumento de dimensão vertical em paciente com parafunção

RELATO DE CASO

GIL, Júlia Mateus [1], LAZZARIN, Luíza Ramalho [2],  ROMANO, Welington de Oliveira [3], RASO, Eliete Marçal Guimarães [4], SÁ, Tassiana Cançado Melo [5]

GIL, Júlia Mateus et al. Aumento de dimensão vertical em paciente com parafunção. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 10, Ed. 10, Vol. 02, pp. 47-63. Outubro de 2025. ISSN:2448-0959. Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/paciente-com-parafuncao, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/paciente-com-parafuncao

RESUMO

A diminuição da dimensão vertical em pacientes com parafunção, como o bruxismo, causadas pelo desgaste dental, podem afetar tanto a estética quanto a função mastigatória. O presente trabalho relata um caso clínico de um paciente de 74 anos, do gênero masculino, com desgastes nas bordas incisais dos dentes superiores e inferiores causados por bruxismo com perda de dimensão vertical. O reestabelecimento da dimensão vertical é muitas vezes um critério fundamental para o sucesso das reabilitações orais, seja em prótese fixas ou removíveis, juntamente da escolha correta da técnica para resgatar padrões adequados de função e estética. Há um número expressivo de idosos no Brasil e, consequentemente a demanda por próteses dentárias vêm aumentando. Há então a necessidade do aprofundamento nesse tema para o restabelecimento da função mastigatória, fonética e estética. A escolha do tratamento está diretamente relacionada à gravidade da perda de tecido dental e tamanho das restaurações posteriores pré-existentes. Dessa forma, o tratamento deve apresentar um plano de tratamento sistemático, pois cada fase pode impactar no resultado final. Para a abordagem, optou-se por uma reabilitação utilizando cerâmica de dissilicato de lítio, que demonstrou ser eficaz para restaurar a estética e a função dos dentes. A intervenção e a personalização do tratamento, incluindo o uso de placas oclusais, são fundamentais para proservação do trabalho e melhora a qualidade de vida do paciente.

Palavras-chave: Bruxismo, Desgaste dos dentes, Cerâmica, Dimensão vertical.

1. INTRODUÇÃO

O bruxismo é um hábito parafuncional capaz de provacar alterações no sistema estomatognático (Silva et al., 2020) e é caracterizado por movimentos musculares repetitivos e involuntários da mandíbula, podendo estar acompanhados de sons ou estalos na articulação temporomandibular, ou pela junção desses sinais. Ele pode ser classificado em dois tipos: cêntrico, que envolve o apertamento dos dentes, e excêntrico, caracterizado pelo ranger dos dentes., além de comprometer a estética dentária. Embora estudos passados relacionavam o bruxismo sobretudo a contatos prematuros e interferências oclusais, pesquisas recentes revelam que essa condição está ligada a diversos fatores, como distúrbios do sono, desoclusão, estresse, ansiedade, aspectos emocionais e predisposição genética. (Silva et al., 2020).

Caso a condição não seja tratada, pode causar danos irreversíveis as estruturas dentárias, como desgaste, fissuras e fraturas, além de prejudicar a conservação de restaurações. Esse desgaste excessivo pode ocasionar desarmonias na oclusão, afetando tanto a função quanto a estética bucal. Contudo, diante de desgastes severos ou da perda dentária que comprometa a dimensão vertical de oclusão, torna-se indispensável a realização do tratamento. (Moraes et al., 2019).

A restauração da dimensão vertical é essencial para o sucesso das reabilitações orais, juntamente da escolha correta da técnica para resgatar padrões adequados de função e estética. Dessa forma, o tratamento deve apresentar um plano de tratamento sistemático, pois cada fase pode impactar no resultado final. O planejamento interdisciplinar é fundamental para abordar o caso de modo extensivo (Pelegrini; Gallas; Velazquez, 2020).

De acordo com Pacheco et al. (2012), a definição do tratamento depende diretamente da extensão da perda de tecido dentário e das dimensões das restaurações posteriores já existentes. Desse modo, os critérios para a opção restauradora mais adequada são:

  • Pequena perda de tecido e pequenas restaurações pré-existentes: restaurações diretas em resina composta;
  • Perda tecidual moderada e restaurações pré-existentes de médio porte: restaurações diretas associadas com restaurações indiretas;
  • Perda tecidual extensa e restaurações amplas: restaurações indiretas.

A investigação sobre a perda de dimensão vertical associada a hábitos parafuncionais justifica-se pela sua relevância clínica e pelos desafios que impõe à prática odontológica. Este trabalho tem como propósito realizar uma análise bibliográfica sobre essa condição e sua relação com a parafunção, destacando a importância da restauração estética e funcional. Além disso, apresenta um relato de caso clínico de reabilitação oral em paciente com perda de estrutura dentária decorrente do bruxismo.

2. CASO CLÍNICO

Paciente do sexo masculino, A.C.R de 74 anos, compareceu a uma clínica particular em Belo Horizonte, queixando-se de desgastes dos dentes (Figura 1).

Figura 1 – Vista frontal, foto inicial do paciente

Fonte: Arquivo pessoal (2021).

Também relatou ser hipertenso e fazer uso de medicamentos para controlar a pressão arterial, além de mencionar o hábito de apertar os dentes enquanto dirige. Sua queixa principal: “queria ver a situação dos meus dentes e melhorar a estética. Estou preocupado de perder todos eles”.Fooram realizadas anamnese e exame clínico intra e extra-oral. Nesses exames, a análise da Dimensão Vertical de Oclusão (DVO) e Dimensão Vertical de Repouso (DVR), utilizando o compasso de Willis (Silva et al., 2020) e testes periodontais foram realizados. Além disso, foram solicitadas e executadas radiografias periapicais de todos os dentes presentes e tomografia computadorizada das regiões edêntulas.

Na avaliação intra-oral, observou-se desgaste nas bordas incisais dos dentes, ausência de lesões cariosas bucais, linha média desviada, presença de lesões cervicais não cariosas. Baseado nos parametros citados anteriormente, há uma diminuição das dimensão vertical baseadas nas medidas médias (Figura 2). Foi observado também que  elemento 23 estava fora de posição no arco, motivo pelo qual o paciente foi encaminhado para um ortodontista, que recomendou o uso de aparelho fixo para reposicionar o dente (Figura 3).

Figura 2 – Vista frontal. Fotos iniciais: desgaste nas bordas incisais

Fonte: Arquivo pessoal (2021).

Figura 3 – Vista lateral. Fotos iniciais: dente 23 fora de posição no arco

Fonte: Arquivo pessoal (2021).

O tratamento ortodôntico foi realizado antes da reabilitação protética, com duração de três meses. Não foram observadas alterações esqueléticas e o objetivo foi apenas descruzar o dente 23, permitindo uma desoclusão adequada no final do processo de reabilitação. Inicialmente, foi instalado um aparelho fixo metálico da prescrição MBT (somente na arcada superior), e levantes oclusais (bite blocks) foram colocados para possibilitar o descruzamento do dente 23 sem interferências oclusais. De acordo com Melancia et al. (2014), a prescrição MBT, criada por McLaughlin, Bennett e Trevisi, foi desenvolvida com o propósito de minimizar a necessidade de dobras nos fios ortodônticos, otimizando o tempo clínico e proporcionando maior agilidade ao tratamento. A técnica se baseia em uma mecânica de deslizamento com forças suaves e contínuas, o design do braquete foi criado para proporcionar uma ancoragem eficaz e facilitar o movimento dos dentes.

O tratamento ortodôntico seguiu sem intercorrências, e não foi necessária a utilização de contenção, pois a oclusão correta manteve o dente na posição desejada. Após a correção ortodôntica, foi elaborado um plano de tratamento integral visando a reabilitação estética e funcional do paciente, o qual foi detalhadamente explicado ao paciente, que consentiu em prosseguir com o tratamento.

Nas sessões subsequentes, foi feita a moldagem com alginato Jeltrate (Dentsply Sirona), seguida pelo vazamento de gesso para obtenção de modelos de trabalho. O vazamento foi realizado com gesso especial tipo IV Herostone (Vigodent), utilizando a proporção de 100g de gesso para 20ml de água em uma cuba de borracha e espatulado com espátula para gesso, após a homogeneização, foi colocado no vibrador para evitar a formação de bolhas no modelo, em seguida, foi realizado o vazamento no molde e aguardados 40 minutos de presa do gesso para obtermos os modelos de estudo.

Esses modelos foram montados em articulador semi-ajustável (Bioart), o que permitiu uma análise detalhada da oclusão do paciente. O laboratório fez o escaneamento digital dos modelos com o scanner odontológico Cerec Omnicam AF (Dentsply Sirona), que possibilitou a criação de um modelo 3D altamente preciso, essencial para o desenvolvimento do enceramento diagnóstico digital, além de facilitar o planejamento das futuras restaurações (Figura 4).

Figura 4 – Modelo digital da boca do paciente associado a fotografia em vista frontal

Fonte: Arquivo pessoal (2021).

Foi realizada a moldagem do modelo digital já com o enceramento, utilizando Silicone de Adição Virtual (Dentsply Sirona). Então, foi confeccionado um mock-up com resina bisacrílica Structor cor BL1 (VOCO) com a cópia fiel ao enceramento, em seguida, realizou-se cortes em todo o mock-up com lâmina de bisturi no término cervical de cada elemento dentário. Assim, foi adicionada resina bisacrílica Structor cor BL1 (VOCO) em uma seringa e foi inserido sobre os dentes até sua polimerização, o excesso de material foi removido, e o acabamento e polimento foram realizados com kit de lixas Praxis (TDV) (Figuras 5 e 6).

Figura 5 – Vista frontal do mock-Up confeccionado em boca

Fonte: Arquivo pesssoal (2021).

Figura 6 – Vista frontal e aumentada do mock-up confeccionado em boca

Fonte: Arquivo pessoal (2021).

Com a aprovação do paciente, deu-se continuidade ao tratamento com a preparação cavitária das facetas. Conforme Barceleiro (2011) descreveu, o preparo dental iniciou-se com a confecção de uma canaleta delimitando a área, traçada desde a região cervical, percorrendo toda a face vestibular em direção às proximais e finalizando na incisal, utilizando-se metade da ponta ativa das brocas diamantadas nº1012 ou nº1014. Depois, foi realizada uma canaleta vertical no meio da vestibular com ponta diamantada nº4138, buscando a manutenção da convexidade desta face em todas as direções. Como os dentes do paciente eram escurecidos, a profundidade do preparo foi de 0,7 a 1,0mm. A margem cervical foi ligeiramente intrasulcular, até 0,2mm, oferecendo melhor estética. Por último, foi realizado o acabamento do preparo, com borrachas abrasivas do kit acabamento e polimento de resina Ultra-Gloss (American Burrs), regularizando as superfícies.

Para a etapa de cimentação, optou-se pelo isolamento absoluto modificado, uma vez que essa técnica permite manter o campo operatório seco além de expor de forma adequada as margens gengivais, favorecendo a inserção e o acabamento do material (Zeni et al., 2014). O isolamento modificado de pré-molar a pré-molar foi feito utilizando o alicate perfurador Ainsworth (Golgran), dique de borracha e grampos 206, 207, para garantir um ambiente controlado durante o procedimento. O condicionamento ácido dos dentes foi realizado com ácido fosfórico 37% (Condac), durante 30 segundos no esmalte e 15 segundos na dentina. Após a lavagem e controle da umidade, aplicaram-se duas camadas de adesivo Single Bond (3M) com microbrush, seguidas da fotoativação. As restaurações em cerâmica de dissilicato de lítio foram condicionadas com ácido fluorídrico 10% (Condor) apenas no interior e na borda da restauração durante 30 segundos, depois foi realizada a lavagem e, com auxílio de um microbrush, fez-se a aplicação do silano (Angelus) durante 1 minuto. Em seguida, foi aplicado o adesivo Single Bond (3M) com microbrush e realizou-se a secagem com jato de ar para evaporar o solvente, e subsequentemente foi colocado o cimento Variolink cor Neutral (Ivoclar). Logo depois, as coroas foram colocadas nos dentes já condicionados, e cada face foi polimerizada com fotopolimerizador Valo Cordless Grand Led (Ultradent) por 1 minuto. O mesmo procedimento foi realizado para os dentes inferiores. A restauração das bordas incisais foi feita com cerâmica de dissilicato de lítio. Após a cimentação, as facetas foram cuidadosamente ajustadas e, após o polimento, o resultado final foi uma restauração estética e funcionalmente satisfatória (Figuras 7 e 8).

Figura 7 – Resultado final obtido após reabilitação estética e funcional em cerâmica de dissilicato de litío em vista frontal

Fonte: Arquivo pessoal (2021).

Figura 8 – Vista frontal. Tratamento reabilitador finalizado

Fonte: Arquivo pessoal (2025).

Para finalizar, o paciente recebeu uma placa de bruxismo e foi administrada toxina botulínica Dysport 500U (Galderma) no músculo masseter. O paciente foi orientado a retornar a cada seis meses para manutenção e acompanhamento. O caso segue sendo monitorado e as fotos do acompanhamento de 4 anos estão documentadas (Figura 9).

Figura 9 – Vista frontal. Resultado final obtido após 4 anos de acompanhamento

Fonte: Arquivo pessoal (2025).

3. DISCUSSÃO

Cada vez mais pacientes buscam tratamentos restauradores em clínicas odontológicas, visando conforto, estética e funcionalidade. Em reabilitações mais complexas, a elaboração de modelos de estudo e sua montagem em articulador são essenciais para simular os movimentos da mandíbula e determinar a posição intermaxilar adequada, servindo como base para todas etapas do tratamento (Pelegrini; Gallas; Velazquez, 2020).

Os desgastes dentários geram a necessidade de reabilitação oral, e a prótese dentária é um dispositivo fundamental para restaurar a saúde bucal e o bem-estar social (Mendonça; Albuquerque; Mendonça, 2022). É importante colocar que pacientes bruxômano não estão impossibilitados de receber tratamentos estéticos de reabilitação oral. O manejo de pacientes com bruxismo deve priorizar a restauração funcional, com ênfase especial na reabilitação das guias anteriores e caninas (Moraes et al., 2019).  É essencial que o dentista oriente o paciente sobre a importância da manutenção regular das próteses (Mendonça; Albuquerque; Mendonça, 2022).

Outro ponto relevante a ser considerado pelo profissional é a seleção dos materiais, levando em conta a gravidade do desgaste dentário, a relação custo-benefício e a durabilidade, especialmente em reabilitações orais (Silva et al., 2020). Segundo Mesko et al. (2016), as resinas compostas diretas possuem limitações estéticas, apresentando menor capacidade de polimento superficial e maior instabilidade de cor ao longo do tempo em comparação às cerâmicas. A durabilidade das resinas compostas é influenciada pela sobrecarga oclusal, que oferece como consequência um maior risco de fraturas e desgaste na região posterior da cavidade bucal, devido aos hábitos deletérios em pacientes bruxômano. Há justificativas para a indicação de restaurações diretas na reabilitação de pacientes com desgaste severo, incluindo a necessidade mínima de desgaste adicional, baixo custo, dispensa de pino ou núcleo, possibilidade de reparo, facilidade de substituição e elevada satisfação do paciente após o tratamento (Mesko et al., 2016). Contudo, segundo Silva et al. (2020), as próteses de cerâmica pura apresentam biocompatibilidade, estabilidade de cor e durabilidade, além de propriedades mecânicas favoráveis, como resistência à compressão e à abrasão, bem como coeficiente de expansão térmica semelhante ao do esmalte dentário. No entanto, a reabilitação dentária com cerâmicas envolve um custo financeiro mais elevado em comparação às restaurações diretas (Mesko et al., 2016). No caso clínico apresentado, a reabilitação foi feita em cerâmica de dissilicato de lítio levando em conta os aspectos abordados acima.

O acompanhamento contínuo de pacientes com bruxismo pelo dentista é essencial para prevenir complicações sérias, como o desgaste dentário excessivo e os Distúrbios Temporomandibulares (DTMs). Segundo Manfredini e Lobbezoo (2010), o bruxismo está frequentemente associado a sintomas musculares e articulares, como dor na mandíbula e na região cervical, além de agravar problemas nas articulações temporomandibulares. De acordo com Lobbezoo et al. (2018), as placas de mordida têm um papel essencial na proteção dos dentes contra o desgaste excessivo causado pelo ranger ou apertar involuntário. O uso contínuo desses dispositivos não apenas preserva a saúde dental e melhora a função mastigatória, como também proporciona alívio significativo de sintomas, como dores mandibulares e cefaleias, promovendo maior bem-estar aos pacientes com bruxismo.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O desgaste dentário associado ao bruxismo representa um desafio significativo para a odontologia, pois compromete tanto a função mastigatória quanto a estética do sorriso, especialmente quando ocorre perda da Dimensão Vertical de Oclusão (DVO). A reabilitação por meio de restaurações cerâmicas, como o dissilicato de lítio, mostrou-se uma alternativa eficaz para recuperar a harmonia funcional e estética, oferecendo longevidade e previsibilidade ao tratamento. Nesse sentido, o sucesso clínico não depende apenas da técnica restauradora ou da escolha do material, mas também de um plano de tratamento individualizado, que considere as particularidades de cada paciente. Portanto, o acompanhamento periódico torna-se necessário para monitorar a adaptação às restaurações, prevenir recidivas de desgaste e promover a manutenção dos resultados a longo prazo. Dessa forma, reforça-se a importância de um protocolo sistemático e preventivo, que restabeleça a função e a estética, e também contribua para a melhora da qualidade de vida do paciente.

REFERÊNCIAS

BARCELEIRO, M. Protocolo clínico para Preparo e Moldagem de Facetas Laminadas Cerâmicas. CRO-RJ 2011.

LOBBEZOO, F et al. “International consensus on the assessment of bruxism: Report of a work in progress.” Journal of oral rehabilitation vol. 45,11 (2018): 837-844. doi:10.1111/joor.12663.

MANFREDINI, D.; LOBBEZOO, F. Relationship between bruxism and temporomandibular disorders: a systematic review of literature from 1998 to 2008. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2010 Jun;109(6):e26-50. doi: 10.1016/j.tripleo.2010.02.013. PMID: 20451831.

MELANCIA, T et al. Versatilidade no Aparelho Pré-ajustado MBTTM – uma revisão sistemática. Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz 2014.

MENDONÇA, M. P. R. DE; ALBUQUERQUE, I. DE S.; MENDONÇA, R. P. R. DE. Reabilitação oral em pacientes bruxistas: uma revisão de literatura. RSBO, v. 19, n. 1, p. 160–70, 6 jun. 2022.

MESKO, M. E. et al. Reabilitação oral do desgaste dentário severo com resina composta. RFO UPF, v. 21, n. 1, p. 121–135, 1 abr. 2016.

MORAES, G. et al. Oral rehabilitation of a bruxism patient: Case report. 2019. Disponível em: . Acesso em: 19 jun. 2024.

PACHECO, A. et al. Strategy for Restoration of Vertical Dimension of Occlusion with Mini-Jig Aesthetics – Case Report Rev Odontol Bras Central. 2012.

PELEGRINI, G.; GALLAS, K. DE R.; VELAZQUEZ, S. Importance of vertical dimension in oral rehabilitation: Case Report. Stomatos, v. 26, n. 51, 2020.

SILVA, W. D. O. et al. Reabilitação oral total multidisciplinar em bruxômero. Full Dentistry in Science, v. 11, n. 44, p. 94–101, 2020.

ZENI, F. et al. Isolamento absoluto modificado: alternativa para trabalhos em dentes anteriores. Ação Odonto, [S. l.], v. 2, n. 3, p. 18, 2014. Disponível em: https://periodicos.unoesc.edu.br/acaodonto/article/view/6167. Acesso em: 4 dez. 2024.

NOTA

Nosso relatório identificou a presença de inteligência artificial para correção gramatical e ortográfica. No entanto, o autor informou que não a utilizou. Os autores se responsabilizam pelo material.

[1] Graduação em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. ORCID: 0009-0000-5602-7219. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2646614693186776.

[2] Graduação em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. ORCID: 0009-0007-2556-2391. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1241246557801918.

[3] Graduando em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. ORCID: 0009-0008-5817-8385. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5219128193268029.

[4] Doutorado em Biomateriais – UFMG (2009); Mestrado em Odontologia – UFMG (2002); Especialização em Prótese e Reabilitação Oral – PUC Minas (1997); Graduação em Odontologia – UFMG (1990) ORCID: 0009-0005-3313-8721. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7323710318738225.

[5] Orientadora. Doutorado em Odontologia – UFMG (2019); Mestrado em Clínicas; Odontológicas (ênfase em Prótese Dentária) – PUC Minas (2014); Especialização em Prótese Dentária e Implantodontia – PUC Minas; Graduação em Odontologia – PUC Minas (2009) Gerais. ORCID: 0000-0003-0133-2368. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7282934158021222.

Material recebido: 12 de junho de 2025.

Material aprovado pelos pares: 21 de agosto de 2025.

Material editado aprovado pelos autores: 16 de outubro de 2025.

4.9/5 - (12 votos)
Júlia Mateus Gil

Graduação em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. ORCID: 0009-0000-5602-7219. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2646614693186776.

Recent Posts

O uso de obras cinematográficas como propaganda eleitoral antecipada ou irregular no direito eleitoral brasileiro

Este artigo analisa a instrumentalização política da arte, com especial atenção ao cinema, como possível…

13 horas atrás

Vivências do processo de parturição na primeira gestação: Revisão integrativa

O objetivo deste estudo é compreender os sentimentos das primíparas frente às dificuldades no processo…

1 semana atrás

A importância da gestão administrativa eficiente nas organizações contemporâneas: Uma análise à luz da teoria administrativa

A gestão administrativa eficiente constitui um dos principais pilares de sustentação do desempenho organizacional no…

1 semana atrás

A ficção da periculosidade: Risco, prognóstico de reincidência e indeterminação temporal nas medidas de segurança

O artigo examina criticamente o fundamento da periculosidade nas medidas de segurança do direito penal…

2 semanas atrás