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Feirinha de plantas medicinais: extensão universitária para utilização adequada de fitomedicamentos caseiros

RC: 146189
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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/biologia/fitomedicamentos

CONTEÚDO

ARTIGO DE REVISÃO BIBLIOMÉTRICA 

MALOSSO, Milena Gaion [1], ALVES, Akyla Anara Frota Lima [2], SANTOS, Ivan Monteiro dos [3]

MALOSSO, Milena Gaion.  ALVES, Akyla Anara Frota Lima.  SANTOS, Ivan Monteiro dos.  Feirinha de plantas medicinais: extensão universitária para utilização adequada de fitomedicamentos caseiros. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 08, Ed. 06, Vol. 05, pp. 28-41. Junho de 2023. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/biologia/fitomedicamentos, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/biologia/fitomedicamentos

RESUMO

O presente trabalho ensinou conteúdos transversais de Ciências e Biologia para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio por meio de diversas versões da ação de extensão universitária “Feirinha de Plantas Medicinais do Instituto de Saúde e Biotecnologia: a cura proveniente da biodiversidade vegetal”, que foram realizadas de forma interativa e que, por ser um tema atual, despertou a atenção da população de Coari/AM, que utiliza cotidianamente estas plantas. O objetivo principal deste trabalho foi sedimentar nas pessoas a noção do uso adequado das plantas medicinais, principalmente no concernente à identificação correta da espécie, preparo e armazenamento adequado de chás, emplastros, garrafadas, entre outros, além da dosagem e administração exatas destes preparados medicinais populares. Os objetivos secundários foram efetuar a conscientização ambiental no concernente à conservação destas plantas no meio ambiente e estimular o plantio de hortas medicinais nas residências dos munícipes coariense. A metodologia foi a realizada como descrito a seguir. Os universitários extensionistas pesquisaram sobre os temas acima descritos em livros, revistas científicas, farmacopeias e sites e, em seguida, elaboraram um folder com estas informações, que foram distribuídos durante a execução das diversas versões das feiras. Nos locais onde estas ocorriam, haviam vasos contendo as plantas para observação e reconhecimento sensorial, além de chás, garrafadas e outros medicamentos populares devidamente preparados para que a população tivesse acesso a estes itens. Os resultados proporcionaram o conhecimento adequado a respeito deste tema à população-alvo, bem como estimulou a conservação do meio ambiente e de acessos de diversas espécies medicinais ex situ em hortas caseiras, além da melhoria da qualidade de vida desta população coariense, que aprendeu a utilizar o conhecimento adquirido para produzir corretamente medicamentos caseiros para venda.

 Palavras-chave: Extensão universitária, Identificação correta e preparo adequado de fitomedicamentos caseiros, Uso adequado de fitoterápicos, Conservação do meio ambiente.

1. INTRODUÇÃO

A Constituição da República Federativa do Brasil de 05 de outubro de 1998, versa em seu Art. 207 que “As Universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira patrimonial e obedecerão ao princípio de indissociabilidade de pesquisa, ensino e extensão”. Desta forma, supõe-se que as atividades são mais efetivas ao vincularem-se às atividades de ensino, principalmente, no concernente ao processo de formação de pessoas, e a pesquisa tendo como objetivo primário a geração de conhecimento (BRASIL, 2018d). Ainda, de acordo com a CNE/CES Nº 608/2018:

No que se refere à relação entre extensão e ensino, a diretriz de indissociabilidade, nesse caso, coloca o estudante como protagonista de sua formação técnica – processo de obtenção de competências necessárias à atuação profissional e à formação cidadã, o qual lhe permite se reconhecer como agente de garantia de direitos, deveres e transformação social. Essa visão do estudante como protagonista de sua formação técnica e cidadã deve ser entendida, na ação de extensão, a todos os envolvidos; por exemplo, alunos, professores, técnicos administrativos, pessoas da comunidade, estudantes de outras universidade e do ensino médio e fundamental (BRASIL, 2018a).

A Resolução Nº 07, de 18 de dezembro de 2018, da Câmara de Educação do Conselho Nacional da Educação do Ministério da Educação, versa em seu Artigo 3º que “A extensão na Educação Superior Brasileira é atividade que se integra à matriz curricular e a organização da pesquisa, constituindo-se em processo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico, tecnológico, que promove a interação transformadora entre as instituições de ensino superior e os outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação de conhecimento, em articulação permanente com o ensino e a pesquisa” (BRASIL, 2018b). E ainda, a sua retificação de 18 de fevereiro de 2019, complementa esta ideia, ao versar agora em seu Art. 3º:

A Extensão na Educção Superior Brasileira é a atividade que se integra à matriz curricular e à organização da pesquisa, constituindo-se em processo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico, tecnológico, que promove a interação transformadora entre as instituições de ensino superior e os outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, em articulação permanente com ensino e pesquisa (BRASIL, 2018 c).

A Resolução do Ministério da Educação e Cultura supracitada, estabelece ainda em seu Art. 7º que “As ações extensionistas são caracterizadas por intervenções que envolvam diretamente a comunidade externa às Instituições de Nìvel Superior, e que estejam vinculadas à formação do estudante nos termos desta Resolução e conforme normas institucionais próprias” (BRASIL, 2018), que no caso da Universidade Federal do Amazonas, dá-se por meio da relação dialógica, objetivando transformações no processo de desenvolvimento humano.

Conforme posto na Política de Extensão Universitária da Universidade Federal do Amazonas:

O espaço das ações extensionistas oportuniza possibilidades ímpares de reflexão acerca da realidade sócio-ambiental da Amazônia, debruçando-se sobre questões que afligem as comunidades da região, possibilitando, ainda, a construção de alianças e parcerias em defesa dessas populações, contribuindo para o seu fortalecimento enquanto sujeitos de direito, de modo que, através da articulação entre o ensino, a extensão e a pesquisa, ancorada em processo pedagógico único, finda por contribuir na formação integral do discente, estimulando sua formação como cidadão crítico e responsável (NOGUEIRA, 2000).

que, durante as atividades de ações extensionistas, contribui significativamente para a melhoria da qualidade de vida da população coariense.

2. A FEIRINHA DE PLANTAS MEDICINAIS DO INSTITUTO DE SAÚDE E BIOTECNOLOGIA (ISB):

A população de Coari, um município do interior do estado do Amazonas, situado no coração da floresta amazônica amazonense, culturalmente, faz uso corriqueiro de plantas medicinais como medicamentos (MALOSSO et al., 2019).

Visando sanar os problemas encontrados no frequente uso incorreto de plantas medicinais, o Programa de Extensão de Conservação e Uso de Recursos Genéticos Vegetais de Interesse Econômico do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas realiza, a cada semestre letivo, o Projeto de Ação Curricular de Extensão denominado Feirinha de plantas medicinais do ISB: a cura proveniente da biodiversidade vegetal, com o objetivo de ensinar as metodologias adequadas de higiene e preparo de fitofármacos caseiro à população desta cidade, além de informar sobre as formas e importância de conservação destas espécies no meio ambiente.

Para isso, os universitários extensionistas pesquisaram os temas: uso adequado das plantas medicinais (MALOSSO et al., 2011; SOUZA et al., 2016), principalmente no concernente à identificação correta da espécie (FABRO, 2020), preparo e armazenamento adequado de chás, emplastros, garrafadas, entre outros (PEDROSO et al., 2021), dosagem e administração exatas destes preparados medicinais populares (FRANÇA et al., 2008), conscientização ambiental no concernente à conservação destas plantas no meio ambiente (NUNES, 2021) e, metodologias de plantio de hortas medicinais nas residências (SIMÕES et al., 2021) em livros, revistas científicas, farmacopeias (KOROLKOVAS, 1988) e sites da internet específicos destas áreas, tais como botanical garden, Google Acadêmico, ANVISA, EMBRAPA e Greenpeace, sem delimitação de tempo.

Em seguida, elaboraram um folder contendo informações tais como foto da espécie, nome popular, nome científico e sinonímias, característica para identificação correta da espécie,  nome da  molécula  bioativa,  indicação   científica   de   uso,    modo   adequado de preparo  de fitomedicamento caseiro (chás, infusões, emplastos, garrafadas, etc), modo de plantio e orientações para manutenção das espécies em hortas caseiras para cada uma das plantas estudadas, conforme proposto por Malosso et al. (2019).

Cada folder (Figura 1) continha dados de diversas espécies de plantas medicinais distintas, e eram entregues aos munícipes participantes de cada uma das versões da feira para divulgar estas informações.

Figura 1: Folders distribuídos aos comunitários coariense visitantes da Feirinha de Plantas Medicinais do ISB

Folders distribuídos aos comunitários coariense visitantes da Feirinha de Plantas Medicinais do ISB.

Folders distribuídos aos comunitários coariense visitantes da Feirinha de Plantas Medicinais do ISB. 1.2
Foto do acervo do Programa de Conservação e Uso de Recursos Genéticos Vegetais Amazônicos de Interesse econômico. Fonte: Malosso et. al. (2011).

Durante a execução das feiras, eram levados cartazes de 1,20 m x 1,00 m de cada uma das espécies de interesse, bem como um vaso de cada espécie de planta para que a população pudesse ver, tocar, cheirar e aprender a reconhecer a espécie vegetal (Figura 2), conforme técnica descrita por Resende (2017).

Figura 2: Universitários extensionistas e cartazes de plantas medicinais com seus respectivos folders em uma das versões do Projeto de Ação Curricular de Extensão Feirinha de Plantas Medicinais do ISB: a cura proveniente da biodiversidade vegetal

Universitários extensionistas e cartazes de plantas medicinais com seus respectivos folders em uma das versões do Projeto
FONTE: Acervo do Programa de Conservação e Uso de Recursos Genéticos Vegetais Amazônicos de Interesse econômico (2019).

Durante estes eventos, os universitários extensionistas também ministravam pequenas palestras e faziam na prática os chás, infusões, emplastros, cataplasmas, garrafadas, banhos de assento, entre outros, conforme proposto por Pereira e Defani (2022), para que a população aprendesse na prática o modo correto de preparo desses medicamentos caseiros (Figura 3).

Figura 3: Extensionsita ensinando os comunitários a preparar fitofármacos caseiros

Extensionsita ensinando os comunitários a preparar fitofármacos caseiros.
Fonte: Acervo do Programa de Conservação e Uso de Recursos Genéticos Vegetais Amazônicos de interesse econômico (2020).

A mesma metodologia foi realizada pelos universitários extensionistas no concernente ao plantio das espécies em hortas, para que este conhecimento fosse reproduzido em casa, de acordo com o proposto por Oliveira et al. (2016). Os comunitários coariense, além dos diversos folders, ganhavam também sementes de várias espécies de plantas medicinais produzidas no Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas, para dar início em suas hortas caseiras (Figura 4).

Figura 4: Comunitários recebendo sementes de diversas espécies para dar início às suas hortas caseiras

Comunitários recebendo sementes de diversas espécies para dar início às suas hortas caseiras.
Fonte: Acervo do Programa de Conservação e Uso de Recursos Genéticos Vegetais Amazônicos de Interesse econômico (2021).

Todas as versões da Feira de Plantas Medicinais do ISB: a cura proveniente da biodiversidade vegetal contaram com a presença de mais de 200 munícipes comunitários cada uma e, como resultado, foi averiguado que estes, principalmente os infantis, tornaram-se multiplicadores deste conhecimento tão necessário para esta população, e vem plantando hortas em suas residências e escolas (Figura 5), conforme os mesmos resultados encontrados por Coutinho et al. (2021), em suas atividades extensionistas sobre plantas medicinais em escolas públicas.

Figura 5: Discentes do Instituto Federal do Amazonas – Pólo Coari, dando início à horta medicinal escolar, durante a execução de uma das versões do Projeto de Ação Curricular de Extensão Feirinha de plantas medicinais do ISB: a cura proveniente da biodiversidade vegetal

Discentes do Instituto Federal do Amazonas – Pólo Coari, dando início à horta medicinal escolar, durante a execução de uma das versões do Projeto
Fonte: Acervo do Programa de Conservação e Uso de Recursos Genéticos Vegetais Amazônicos de Interesse econômico (2021).

Conforme também concluído por Lima et al. (2019), este tipo de ação de extensão contribui com a conservação ex situ de várias espécies vegetais amazônicas, bem como para que a população adulta passe a fazer uso das plantas medicinais de forma correta, passando, inclusive, alguns deles a atuar no preparo adequado de fitomedicamentos caseiro vendidos em feiras municipais (Figura 6).

Figura 6: Ex-comunitária deste projeto de extensão em sua banca de plantas medicinais e preparados fitomedicamentos caseiros na Feira Municipal de Coari – AM

Ex-comunitária deste projeto de extensão em sua banca de plantas medicinais e preparados fitomedicamentos caseiros na Feira Municipal de Coari – AM
Fonte: Acervo do Programa de Conservação e Uso de Recursos Genéticos Vegetais Amazônicos de Interesse econômico (2023).

Assim, além de se profissionalizar nesta área e gerar renda para sua família em um município constituído por uma população financeiramente tão carente, passa a produzir fitomedicamentos caseiros da forma correta, atuando na melhora da qualidade de vida (SILVA e QUADROS, 2020) desta população que por uma questão cultural do uso habitual de fitomedicamentos caseiros, e também porque, geralmente, não consegue ter acesso a medicamentos comercializados em farmácias devido à condições financeiras precárias (PATRÍCIO, 2022).

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Estes ensinamentos são importantes e necessários, pois de modo geral, a população leiga entende que “pelo fato das plantas serem produtos naturais, não fazem mal à saúde” quando, na verdade, o uso inadequado de plantas medicinais, seja por meio da utilização espécies erradas ou de dosagens incorretas, ou mesmo pelo uso de plantas contaminadas por microrganismos que podem ser tóxicos à saúde, pode causar intoxicações, doenças e até mesmo levar o indivíduo a morte. Além disso, os conteúdos ensinados neste projeto levaram a atitude concreta de preservação de espécies medicinais amazônicas e proporcionam qualidade no tratamento de saúde da população, tanto pelo fato desta agora usufruir de fitomedicamento caseiros adequadamente preparados, tanto por proporcionar renda àqueles comunitários interessados em trabalhar neste ramo, comprovando  assim, que as atividades de extensão universitária são ações concretas para a melhoria da qualidade de vida da população comunitária.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional da Educação. Parecer CNE/CES Nº 608/2018. Diretrizes para as políticas de extensão da educação superior brasileira. p. 20, 2018a.

BRASIL. Ministério da Educação. Resolução Nº 07, de 18 de dezembro de 2018b.

BRASIL. Ministério da Educação. Resolução Nº 07, retificada em 19 de dezembro de 2018c.  Retificação publicada no DOU de 18/02/2019, Seção 1, p. 28.

BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Constituição da República Federativa do Brasil, 05 de outubro de 1998d.

COUTINHO, T. S. et al. Hervaterapia: horta comunitária com ervas medicinais. Revista Extensão em Foco. n. 24, p. 80 a 94, 2021.

FABRO, M. et al. Identification of medicinal plants used by residents of Serra Catarinense region. Research, Society and Development. v.9, n. 7., 2021.

FRANÇA, I. S. X. et al. Medicina popular: benefícios e malefícios das plantas medicinais. Revista Brasileira de Enfermagem. v. 61, n. 2, 201 – 208, 2008.

KOROLKOVA, A. et al. Farmacopéia Brasileira. Atheneu : São Paulo, 1988. Retirado de: ReP USP – Detalhe do registro: Farmacopéia brasileira.

LIMA, R. A. et al. A importância das plantas medicinais para a construções do conhecimento em botânica em uma escola pública no município de Benjamin Constant – Amazonas (Brasil). Revista Ensino de Ciências e Humanidades – Cidadania, Diversidade e Bem Estar. v. 5, n. 2, 2019, p. 478 – 492.

MALOSSO, M. G. et al. Levantamento Etnofarmacobotânico no município de Coari. Amazonas – Brasil. 1ª Edição. Ícone: Brasília. 180p. 2011.

MALOSSO, M. G. et al. Etnofarmacobotânica do município de Coari, Amazonas – Brasil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. ed. 03, v. 11, p. 146 – 157, 2019.

NOGUEIRA, M. D. P. (Org.). Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas. Documentos Básicos do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras 1987 – 2000. Belo Horizonte : PROEX/UFMG. O Fórum, 2000.

NUNES, G. M. et al. Estabelecendo prioridade de conservação para plantas medicinais do Estado da Paraíba, Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Gestão Ambiental e Sustentabilidade. v. 8, n. 19, p. 1029 – 1045, 2021.

OLIVEIRA, W. R.; HEREDIA ZÁRATE, N. A.; VIEIRA, M. C.; TORALLES, E. P. Trabalho social com a implantação de hortas caseiras de plantas medicinais. In: Anais do Agroecol – 1ª Jornada Internacional de Educação do Campo. Dourados/MS, 2016.

PATRÍCIO, K. P. et al. O uso de plantas medicinais na atenção primária à saúde: revisão integrativa. Ciência da Saúde Coletiva. v. 27, n. 2, 2022.

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PEREIRA, M. C.; DEFANI, M. A. Plantas Medicinais: modificando conceitos. [S.l.]. p. 1 – 18, 2013.

RESENDE, A. A. et al. Capítulo 7: Coleta, herborização e identificação de espécies vegetais. v. 7, p. 103 – 116, 2017.

SILVA, L. B.; QUADROS, F. A. A. Plantas medicinais: resgate do patrimônio cultural imaterial indígena terena. Revista Extensão em Ação. v. 21, n. 1, p. 94 a 104, 2020.

SIMÕES, M. C. et al. O conhecimento tradicional para a construção de um horta medicinal em Salvaterra, Ilha do Marajó, Pará. HOLOS, v. 4, p. 1 – 12, 2021.

SOUZA, G. F. M. et al. Plantas Medicinais X Raízeiros: uso na odontologia. Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial. v. 16, n. 3, p. 21 – 29, 2016.

[1] Doutorado. ORCID: 0000-0003-1613-1331. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/1873078781409836.

[2] Graduação. ORCID: 0009-0007-9960-4603. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2132147505190408. 

[3] Mestrado. ORCID: 0000-0002-9698-7780. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/90585150692083.

 Enviado: 10 de maio, 2023.

Aprovado: 22 de junho, 2023.

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Milena Gaion Malosso

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