ARTIGO ORIGINAL
BARRETO, Ana Paula Barboza [1], COSTA, Flávia Maria Amorim [2], PINTO, Raynara Emanuelle Alves [3], BARCA, Francisco Napoleão Tulio Varela [4]
BARRETO, Ana Paula Barboza et al. Participação feminina no curso de extensão de primeiros socorros da UERN: 5 anos de contribuições. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 09, Ed. 09, Vol. 02, pp. 22-35. Setembro de 2024. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/extensao-de-primeiros-socorros, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/extensao-de-primeiros-socorros
Introdução: Durante os cinco anos de contribuição do projeto de extensão de primeiros socorros na UERN, quando comparado ao público masculino, notou-se uma disparidade na participação de mulheres como: alunas, monitoras ou bolsistas, diante dessa participação expressiva, fica evidente o empenho e a busca das mulheres por qualificação profissional. Objetivo: O presente artigo tem como objetivo demonstrar a participação feminina no projeto de extensão de primeiros socorros junto ao campus central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Metodologia: É um estudo qualitativo descritivo exploratório, desenvolvido por profissionais da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, a pesquisa se deu através da busca por informações de verificação de relatórios de todos os anos de existência do projeto de extensão e de trabalhos científicos publicados na rede mundial de computadores sobre o assunto. Resultados: Foi significativamente maior a participação das mulheres em quase todos os anos de realização do curso de primeiros socorros, na grande maioria das vezes as monitorias e a posição de bolsista também foram ocupadas por mulheres e consequentemente também a realização de trabalhos acadêmicos científicos também foram encabeçados por mulheres. Conclusão: Pode-se, então, concluir que durante os cinco anos de execução do projeto de extensão em primeiros socorros as mulheres tiveram ampla maioria, demonstrando o grau de interesse por este grupo no auxílio de vítimas de agravos agudos à saúde, como também a ampla abertura da universidade para o campo de trabalho feminino.
Palavras-chave: Mulheres, Primeiros socorros, Extensão.
O papel da mulher na sociedade brasileira, no final do Século XX, passou por mudanças significativas com a sua inserção crescente no mercado de trabalho, fruto da industrialização e de mudanças socioculturais. A mulher passou a trabalhar fora de casa e assumir cargos de liderança, além de buscar a qualificação profissional em diversas áreas que antes eram de predomínio do universo masculino, como às carreiras militares (Coutinho, 1994).
Nesse contexto, quando se trata de qualificação, as mulheres continuam empenhadas na busca pelo conhecimento, seja para aprimoração profissional ou para ajudar outras pessoas. Percebe-se isso na contribuição feminina tanto na participação como componente do curso, como nas monitorias, no número de bolsistas, como também na produção de artigos e de trabalhos publicados ao longo da execução deste projeto extensionista.
A exemplo disso na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) há 5 anos vem sendo disponibilizado o curso e projeto de extensão em Primeiros Socorros. O curso compreende aulas semestrais com execução de um curso de extensão, associado ao mesmo, os participantes são instigados a atuarem em práticas de campo, com atuação sob a forma de plantões em eventos desportivos realizados por professores da própria UERN. Por vezes, o curso é executado de forma presencial, além das possibilidades de execução à distância. Por exemplo, durante a pandemia mundial do COVID 19, as aulas foram exclusivamente à distância, com a possibilidade de participação em práticas presenciais em semestres anteriores. Além destes participantes, há também atuação de estudantes universitários que cursaram versões prévias do curso e são preparados em práticas de primeiros socorros, que auxiliam na execução do curso sob a forma de Monitores, as vezes o projeto é agraciado com bolsistas para os estudantes universitários matriculados na instituição. Durante esse período, a participação feminina tem sido expressiva em todas as edições, ressaltando o empenho e a busca das mulheres por qualificação (Pinto et al., 2022).
Por conseguinte, o projeto e curso de primeiros socorros da UERN visa capacitar a comunidade para o atendimento inicial de uma pessoa em situação de emergência, a qual a sua vida pode estar em perigo. Durante as aulas, é ensinado o Suporte Básico de Vida (SBV), os primeiros socorros, protocolo de medidas e procedimentos que irão direcionar o profissional ou o socorrista leigo a estabilizar a vítima até a chegada da equipe que irá realizar o Suporte Avançado de Vida (Pergola; Araújo, 2008).
O projeto tem ainda mais duas características em sua essência, a interdisciplinaridade (onde as equipes são colocadas para dar apoio a eventos de outras disciplinas da faculdade, assim como de eventos no campus universitário) e a atuação em áreas de ensino e pesquisa, demonstrados a partir da produção de artigos científicos e trabalhos em congressos (Cesar, 2013; Barbosa, 2020).
Nesse sentido, as tomadas de decisões iniciais guiadas pelo SBV e nos primeiros socorros farão toda a diferença no atendimento inicial a vítima, consistindo em manobras para a manutenção da via aérea pérvia, parada de hemorragias, imobilização de vítimas, transporte de vítimas, assistência a eletrocutados, a crises de epilepsia, distúrbios de glicemia, distúrbios mentais, distúrbios de temperatura, cólica nefrética, engasgamentos, afogamentos, manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e uso de desfibriladores externos automático (DEA). (Alves, 2018; Brasil, 2013).
Trata-se de um estudo qualitativo de perfil descritivo exploratório, desenvolvido por profissionais e estudantes da área da saúde da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). O suporte teórico deste trabalho foi a busca ativa de artigos científicos que abordassem temas referentes ao atendimento em primeiros socorros, conduzidas pelo Suporte Básico de Vida e Suporte Avançado de Vida. Pesquisas bibliográficas foram feitas, além de seleção de trabalhos publicados em banco de dados de sítios da Rede Mundial de Computadores, basicamente da NCBI-PubMed, do Scielo e da biblioteca LILACS para elaboração, discussão e embasamento desta publicação científica, além de seleção de todos os artigos científicos aplicados em aulas dos cursos relacionados ao projeto de extensão em primeiros socorros na UERN. Ademais, textos previamente publicados em revistas foram consultados, assim como os relatórios encontrados nas bases de dados do portal da pró-reitoria de extensão da UERN, na plataforma do SigProj, constando as quantidades de participantes de cada semestre e ano.
O projeto e curso de extensão em Primeiros Socorros e Suporte Básico de Vida (SBV) é desenvolvido nesta Universidade há quase 10 anos. Neste período, foram observados que a participação feminina teve maior peso no quesito de matrículas ao curso, publicação de trabalhos e liderança nas monitorias.
Logo no início do curso de Primeiros Socorros, o mesmo era intitulado Suporte Básico de Vida, e era unicamente executado junto a Faculdade de Educação Física, no Campus da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, uma vez que teria sido feita a observação de que somente poucos participantes (acadêmicos) foram aptos a terminar o curso naquele período, o curso foi disponibilizado subsequentemente na Faculdade de Ciências da Saúde, onde é realizado costumeiramente o curso de Medicina as práticas passaram a ser executadas la, com complementação de práticas com equipe do Corpo de Bombeiro Militar (CBM-RN) de Mossoró, assim como, da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Tarcísio de Vasconcelos Maia, localizada em um bairro de Mossoró – RN (Varela-Barca et al., 2016; Cunha et al., 2017). A mudança foi pensada na época, principalmente devido a um curso na grade curricular de Medicina, voltado para imediato auxílio de pessoas em situações de emergência ou urgência.
As aulas do curso sempre foram ofertadas à população em geral, da UERN ou não, apesar da gigantesca tendência de participação majoritária de estudantes acadêmicos, nunca houve limitação do número de vagas, até o semestre atual, onde limitou-se a uma turma semestral de no máximo 60 alunos, sendo sempre requisito ser maior de idade e ter o domínio da língua portuguesa para a atuação nas aulas, tendo como objetivo obter um número de inscritos maior, uma participação melhor e uma maior eficácia da aquisição, por parte dos participantes, dos conhecimentos sobre as técnicas apresentadas (Pinheiro et al., 2019).
As aulas teóricas foram ministradas em sala de aula, da FACS ou da FAEF, as aulas prática foram realizadas através de simulações, vídeos, filmes, teatro com todos os participantes dos cursos, com intuito que todos tenham algum treinamento mínimo em assuntos de agravamento de doenças com potenciais de mote, a exemplo temos o acidente vascular cerebral, crises convulsivas, a parada cardiorrespiratória, transporte de vítimas, retiradas de capacete, manobras de retiradas de vítimas de carros, afogamentos, rolagens no chão, hemorragias. Na maioria das vezes realizados com bonecos adulto, criança e recém-nascido, já em muitos ensaios teatrais são realizados entre os próprios participantes, servindo todos de modelo, desde que as situações não ponham em risco a vida dos participantes (Vicentin et al., 2021; Da Silva Bertoldo et al., 2019).
Outros equipamentos as vezes deixados à disposição para realização das práticas foram o uso de estetoscópios, esfigmomanômetros (para verificação de pressão arterial), termômetro, máscaras de ressuscitação cardiopulmonar, oxímetros, o colete do Kendrick Extrication Device (para retirada de pacientes em carros com risco de explosão e vítimas com risco de lesão cervical), torniquetes, além do próprio preparo de um torniquete improvisado, nas primeiras práticas realizadas ainda na terceira edição do curso, foram realizadas injeções intramusculares e endovenosas em cadáveres da FACS.
Todas as versões do projeto e dos cursos de extensão foram acompanhadas com seleção de monitores voluntários e ainda de bolsistas, apesar do número reduzido. Nas edições do projeto os monitores têm papel fundamental na preparação de aulas expositivas e no auxílio ao professor durante as aulas práticas desenvolvidas na Universidade.
Nas últimas duas edições do curso/projeto de Primeiros Socorros da UERN foram realizadas em 11 (onze) aulas teóricas e 3 (três) aulas práticas no formato presencial no primeiro semestre universitário e no formato à distância no semestre seguinte, e todas feitas junto às faculdades de Ciências da Saúde e de Educação Física como informado nas seções anteriores. As aulas teóricas eram feitas com material escritos, vídeos, exemplos de casos clínicos, documentários, opinião de especialistas. A carga horária era complementada com a criação de um relatório ou projeto, cujos temas versavam sobre o campo da Urgência e Emergência, sempre era dado um intervalo de tempo significativo para a construção e elaboração destes trabalhos teóricos, de no mínimo um mês. Dentre os assuntos sugeridos para os projetos tinham: Acidente vascular cerebral (AVC), crises convulsivas, transporte de vítima, Parada Cardiorrespiratória (PCR) e Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) nas principais fases importantes da vida, trauma abdominal, trauma cranioencefálico, trauma de membros, trauma torácico, afogamento, eletrocussão e tipo de choque (Vicentin, 2021).
A assistência dada aos eventos da UERN, temos que durante o ano de 2022 e início de 2023 foi dado apoio em primeiros socorros nos eventos denominados de JERNS e Triatlo. ambos realizados ao final de disciplinas da Faculdade de Educação Física. houveram torneios de Natação, vôlei de praia, corrida de bicicleta, futebol de quadra e de Futebol de campo (Incrocci; Andrade, 2018). durante os eventos fora da UERN, mas realizados por professores da instituição, foram adaptados postos provisórios próximos aos locais de competição desportiva, com auxílio de alguns equipamentos, quando necessário como roupas apropriadas para suportar exposição ao sol, guarda-chuvas ou guarda-sol, protetor solar, bolsas de gelo, depósitos para gelo, gazes, luvas, talas, torniquetes, esparadrapos, estetoscópio, esfigmomanômetro e oxímetros, além de géis de massagem local.
O projeto e curso de extensão em primeiros socorros da UERN, desde 2013, tem proporcionado a comunidade acadêmica a qualificação para o atendimento inicial de uma pessoa em risco de morte, por meio de aulas teóricas e práticas. O projeto tem se preocupado ao longo dos anos com a formação dos alunos na capacidade de intervenção em situações de risco, contribuindo para o aprimoramento da formação básica já ensinada nas salas de aulas. Tudo isso inspirado por projetos anteriores direcionados para grupos específicos, onde alguns foram descontinuados (Ferreira et al., 2014).
No decorrer dos anos, o projeto tem sido realizado semestralmente, sempre que possível, e foi observado que o número de participantes femininas tem sido maior em praticamente todas as edições, o que chamou a atenção para a elaboração deste trabalho. Ademais, as participantes têm se destacado na apresentação de seminários nas aulas teóricas, na execução das aulas práticas (Figura 1), na função de monitoria (Figura 2) e bolsistas do curso, além da contribuição na escrita e publicação de artigos científicos ao final de cada semestre (Pinto et al., 2022).
Figura 1 – Aula prática, manobra de ressuscitação cardiopulmonar em adultos
Figura 2 – Aula prática, manobra de Heimlich em bebê
Figura 3 – Quantidade de Alunos por ano distribuídos por gênero ao longo da existência do projeto de extensão em primeiros socorros
O gráfico apresentado na figura 3, demonstra que logo no início do projeto, a conclusão das atividades era pequena por parte da clientela feminina. Mas ao longo do tempo passou a se mostrar majoritária. Atingindo pico logo no segundo ano de execução de atividades e sempre permanecendo maior ao longo do tempo. Vale a pena referir que o gráfico corresponde somente ao número de pessoas efetivas que concluíram o curso. Não tem-se o registro de candidatos que não concluíram o curso. Em quase todos os anos o número de concluintes femininas ultrapassou em 100% o número de concluintes do sexo masculino. Esse comportamento social vem sendo observado ao longo dos anos, após as grandes lutas de classe que o grupo das mulheres vem requerendo e adquirindo (Aoyama; Magalhães, 2020).
Para complementar, a produção trabalhos científicos ao longo dos cinco anos de execução do projeto, gerou pela equipe participantes em artigos, monografias e trabalhos publicados em congresso, incluído este, temos um total de 8 trabalhos encabeçados por mulheres (Senra; Varela-Barca, 2017; Adami et al., 2018; Alves, 2018; Barbosa et al., 2020; Beilfuss, 2021; Vincentin, 2021; Pinto et al., 2022) contra cinco artigos encabeçados por homens ao longo de toda a trajetória do projeto e curso de extensão (Cunha et al., 2016; Cunha et al., 2017; Rêgo et al., 2015; Varela-Barca et al., 2016; Varela-Barca, 2020).
Deve-se ressaltar ainda que muitos trabalhos apresentados em salões de extensão não foram contados para a produção textual, uma vez que são eventos obrigatórios para todos os bolsistas do programa PIBEX da UERN, mas que obviamente também são maioria as mulheres, uma vez que as mesmas foram capazes de, competindo com os homens, assegurar por conhecimento prévio a ampla maioria das vagas
Apesar da grande procura por artigos relacionados às mulheres e aos atendimentos de primeiros socorros ser muito escassa, não é difícil de pensar que os primeiros atendimentos de primeiros socorros da humanidade tenham sido feitos por mulheres, afinal um parto, um evento comum a humanidade é uma emergência e como exemplo disso temos relatos egípcios antigos, neste caso o conto do papiro Westcar que data provavelmente do Reino Médio no Egito antigo, onde foi registrado o fato de uma mulher, Reddjedet, ter dado origem a trigêmeos. Por ordem dos deuses, seus filhos corresponderiam aos três primeiros faraós da V Dinastia (algo em torno de 2450 a.C.). O deus Rá (a representação do sol e do próprio faraó) enviara para ajudar no parto dos filhos de Reddjedet, o deus Khnum (um deus com cabeça de carneiro), e as deusas Ísis (uma representação da esposa do faraó e do papel das mães na sociedade), Néftis (representa a irmã de Ísis, esposa de Osíris na mitologia, dona do lar e guardiã dos mortos), Meskhenet (associada ao parto e representada com um útero de vaca na cabeça) e Heket (representação do parto, da fertilidade e do retorno, com o formato de uma rã). Desta forma, percebe-se que até mesmo o relato (um texto mitológico) desta emergência prevalece em relação aos achados da parábola (um tipo de texto diferente) do bom samaritano, como a primeira forma de atendimento de urgência e emergência da humanidade registrado e que permanece até os dias atuais (Coelho, 2012; A Bíblia Sagrada, 1993).
Nestes cinco anos de existência do projeto e curso de extensão em primeiros socorros (desde 2013), múltiplos profissionais da UERN e fora da instituição, vêm sendo qualificados no campo de atendimento pré-hospitalar no agravamento de doenças ou ainda em trauma. O público participante mudou significativamente ao longo do tempo, passando de clientela universitária a extra universitária, se deslocando em faculdades da UERN, reformulando o formatos das aulas e se adaptando a situações novas, como a pandemia do COVID-19. Apesar de todas as intempéries, sempre formando novas pessoas atuantes no campo, com intuito de reduzir gastos a saúde, poupar a sobrecarga no sistema de saúde, ajudando a melhorar vidas e prolongando o tempo de vida das pessoas.
É indiscutível a presença constante das mulheres desde as primeiras versões do curso até o presente momento. As mulheres passaram a ser as maiores mentoras de todo o projeto, inclusive como participantes, monitoras e até mesmo bolsistas e produtoras de textos científicos. As mulheres deste projeto vêm aprimorando a forma de atendimento pré-hospitalar, evitando complicações com agravamento das doenças, minimizando o sofrimento de pacientes, servindo de ponto de divulgação de informação de conhecimento universitário, além de estar dando mais segurança às pessoas participantes de eventos universitários dentro e fora da UERN.
O projeto ainda tem pretensões, aumentar a oferta de vagas, melhorar a qualidade na assistência, melhorar a estrutura do Laboratório de Primeiros Socorros, tentar transformar o Laboratório em uma unidade maior, tornando-se um centro de qualificação e atualização de pessoas na área, com oferta contínua e ininterrupta de cursos à comunidade e apta à execução de pesquisa. Mais recentemente, foram solicitados pela direção da FAEF (uma mulher à frente), a aquisição de bonecos manequins para melhorar a qualidade do Laboratório de Primeiros Socorros, assim como das próprias disciplinas do Curso de Educação Física. Tudo isso através do orçamento participativo, que se encontra no momento na PROAD. Nunca o curso teve tanta progressão, quanto na administração atual. Sem falar, que estas melhorias foram adquiridas durante uma administração feminina na reitoria da universidade com a aquisição da autonomia financeira da instituição.
O projeto está apto a novas modificações e adaptações. Provavelmente no futuro próximo serão abertas turmas para públicos específicos como academias e escolas públicas, aumentando a clientela, expandindo e diversificando. Assumindo a função primordial da UERN em divulgar o conhecimento científico (Chaui, 2003). Trazendo a satisfação da comunidade interna e externa com serviços propostos e conhecimento adquirido por eles. logicamente com a contribuição dessas profissionais, ou futuras profissionais, muitas vezes mães, que além de trabalhar e cursar, tem mais a profissão do lar, que muitas vezes pode dificultar ainda mais a vida profissional.
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[1] Graduada em Enfermagem – UNP (Universidade Potiguar) e graduanda Educação Física Bacharelado – UERN (Universidade do estado do Rio Grande do Norte). ORCID: 0009-0009-7231-6796.
[2] Graduanda em Medicina – UERN. ORCID: 0009-0005-1664-1990.
[3] Graduada em Educação Física bacharelado – UNIP (Universidade Paulista) e graduanda Educação física licenciatura – UERN (Universidade do estado do Rio Grande do Norte). ORCID: 0009-0007-5711-6994. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7158988329405377.
[4] Orientador. Doutor em Ciências da Saúde. Mestre em Biologia. ORCID: 0000-0002-8432-447X. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4163864603362813.
Material recebido: 07 de agosto de 2023.
Material aprovado pelos pares: 18 de setembro de 2023.
Material editado aprovado pelos autores: 11 de setembro de 2024.
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