ARTIGO ORIGINAL
BARRETO, Ernando Trindade [1], NASCIMENTO, Rudgero Oliveira do [2]
BARRETO, Ernando Trindade. NASCIMENTO, Rudgero Oliveira do. Avaliação do uso de pavimento permeável na redução de escoamento superficial. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 06, Vol. 13, pp. 137-162. Junho de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/engenharia-civil/escoamento-superficial
Trata-se de um estudo qualitativo com o objetivo de avaliar a viabilidade da utilização de pavimentos permeáveis como medida mitigadora do escoamento superficial. Com base nos dados coletados através de uma pesquisa bibliográfica é possível identificar o impacto ambiental que as inundações urbanas têm causado no meio ambiente devido a um sistema de drenagem urbana ineficaz, sendo a utilização de pavimentos permeáveis uma medida mitigadora para o problema apresentado. O sistema de drenagem pluvial existente nas cidades é incapaz de suportar a quantidade de água escoada em períodos chuvosos. Devido à preocupação com o desenvolvimento sustentável e a preservação da qualidade ambiental, a mitigação dos impactos provocados pela ação antrópica se torna uma prioridade. As soluções clássicas para a resolução desse problema concentram-se na execução de obras hidráulicas focadas em medidas estruturais, tais como a construção de redes de drenagem, galerias etc. Contudo, essas medidas são paliativas, já que conforme o centro urbano se desenvolve faz-se necessário o remodelamento do sistema de drenagem. Esse cenário mostra a necessidade de buscar novas alternativas para atenuar os impactos causados. O pavimento permeável tem sido utilizado em uma larga escala nos Estados Unidos onde vários estados criaram leis mudando os objetivos e métodos de drenagem urbana, impondo a máxima infiltração ou armazenamento temporário da água de escoamento superficial. Com os resultados obtidos por meio da análise dos experimentos realizados nota-se a eficácia da utilização dos pavimentos permeáveis na redução do escoamento superficial.
Palavras-chave: drenagem urbana, pavimento permeável, escoamento superficial.
O processo de urbanização no Brasil teve início no século XX, a partir do processo de industrialização. Nesse período, as cidades representavam um espaço propício para o desenvolvimento da indústria cuja oferta de emprego e de serviços, como saúde, educação e transporte eram maiores que no espaço rural. O Brasil tornou-se com isso majoritariamente urbano devido ao brusco aumento do êxodo rural.
Dentre os problemas ambientais, pode-se citar as enchentes urbanas que se intensificaram devido à grande impermeabilização do solo durante o processo de urbanização, já que os centros urbanos começaram a ter suas extensas áreas cobertas por concreto e asfalto, o que dificulta a infiltração da água da chuva no solo provocando as enchentes devido as galerias pluviais não conseguirem absorver todo o volume de água transportado.
O sistema de drenagem urbana clássico é constituído de dispositivos de microdrenagem como sarjetas e bocas de lobo para a captação do escoamento da água pluvial. No entanto, com o crescimento das cidades e consequentemente o aumento da destinação inadequada dos resíduos sólidos esse sistema encontra-se defasado por não conseguir escoar a vazão máxima do escoamento superficial, o que faz com que ocorra um dos problemas urbanos mais dramáticos para a população que são as enchentes.
Com o objetivo de minimizar os impactos ambientais provocados pelas enchentes urbanas, propõe-se a utilização do pavimento permeável que é um dispositivo de infiltração onde o escoamento superficial é desviado através de uma superfície permeável para dentro de um reservatório de pedras localizado sob a superfície do terreno (URBONAS e STAHRE, 1993).
Nesse contexto, esse trabalho tem por objetivo analisar a viabilidade da utilização do pavimento permeável na redução do escoamento superficial. Para isso, foi analisado através de artigos periódicos publicados na internet o desempenho da utilização desse dispositivo como medida mitigadora do escoamento superficial.
O processo de urbanização no Brasil intensificou o fluxo migratório do espaço rural para o espaço urbano. Em busca de melhores oportunidades de emprego, grande parte da população migrou para as grandes metrópoles. No entanto, esse crescimento acelerado desencadeou diversos problemas socioambientais devido à ausência de um planejamento urbano adequado, ocorrendo um processo de favelização que apresenta condições de moradias insalubres desprovidos de serviços públicos essenciais. (MARTINE, 2010).
Segundo Turci (2007), dentre os problemas ambientais, pode-se citar as enchentes urbanas, fruto do processo de urbanização ocasionado pela intervenção do homem no meio natural através da impermeabilização do solo que fez com que diminuísse a infiltração da água da chuva no solo provocando o aumento do escoamento superficial devido as galerias pluviais não conseguirem absorver todo o volume de água transportado.
O processo de impermeabilização foi intensificado com a utilização de concreto e asfalto para pavimentar ruas e calçadas. De acordo com Bernucci et al (2008), o pavimento é uma estrutura de múltiplas camadas de espessuras finitas, construída após a terraplanagem, com a função principal de fornecer ao usuário segurança e conforto, que devem ser conseguidos sob o ponto de vista da engenharia, isto é, com a máxima qualidade e o mínimo custo.
As camadas do pavimento são divididas em revestimento, base, sub-base, reforço de subleito e subleito, conforme ilustra a figura 1.
Figura 1 – Camadas do pavimento
Sendo essas camadas definidas como:
Gomez et al (2018) classificam a estrutura de um pavimento tradicionalmente em dois tipos básicos:
É formado basicamente por camadas que trabalham à tração, ou seja, tem uma elevada rigidez em relação às camadas inferiores. O dimensionamento é baseado nas propriedades resistentes das placas de concreto de cimento Portland. Esse pavimento é constituído de:
Figura 2 – Pavimento rígido de concreto
Ao contrário dos pavimentos rígidos, os pavimentos flexíveis são aqueles em que o revestimento é composto por uma mistura constituída basicamente de agregados e ligantes asfálticos e tem como característica não trabalharem à tração, ou seja, todas as camadas sofrem deformação elástica significativa sob o carregamento aplicado e, portanto, a carga se distribui em parcelas aproximadamente equivalentes entre as camadas. (BRASIL, 2006)
O material usado neste tipo de pavimento é basicamente composto por concreto betuminoso usinado a quente, conhecido como CBUQ conforme mostra na figura 3.
Figura 3 – Pavimento flexível
Conforme mostra Bianchi et al (2008), as principais diferenças entre o pavimento rígido e o flexível são demonstrados na figura 4 abaixo:
Figura 4 – Diferenças entre pavimentos rígidos e flexíveis
A ocupação do solo sem planejamento impactou diretamente o meio ambiente diminuindo a infiltração da água no solo e consequentemente afetando o sistema de drenagem urbana. Nos projetos de drenagem urbana são adotadas medidas estruturais através de obras de engenharia buscando escoar a água precipitada o mais rápido possível. Isso tem agravado ainda mais a situação, uma vez que tem aumentado a vazão máxima e o nível de inundação da jusante. (TOLEDO, 2017).
Os sistemas de drenagem são classificados de acordo com a quantificação do escoamento superficial. A Prefeitura Municipal de Porto Alegre (2005), divide esses sistemas em:
Com o objetivo de minimizar os efeitos ocasionados pelas enchentes devido a utilização de sistemas de drenagem inadequados, é necessário implementar medidas não estruturais que visam padrões de controle sustentáveis seguindo o Plano Diretor de Drenagem Urbana, o qual tem como princípios a adoção de medidas econômicas visando melhorar as condições de saneamento e qualidade do meio ambiente da cidade.
A tendência moderna no controle do escoamento superficial baseia-se na utilização de dispositivos permeáveis com o objetivo de aumentar a infiltração da água no solo e o armazenamento da água da chuva. Esses dispositivos buscam recuperar os processos hidrológicos alterados pelo processo de urbanização com a finalidade de resgatar os mecanismos naturais de escoamento.
Os dispositivos que podem ser utilizados são divididos em dois grupos: dispositivos de infiltração e dispositivos de retenção e detenção.
Os principais dispositivos de infiltração são:
Figura 5 – Trincheira de infiltração
As trincheiras possuem as seguintes vantagens:
Figura 6 – Poço de infiltração
Figura 7 – Camadas de um telhado verde
Ceolin (2019) realizou um estudo a respeito da utilização de bacias de retenção e detenção com o objetivo de verificar o comportamento dessas bacias no controle da drenagem urbana. As bacias de detenção são caracterizadas por permanecerem secas na maior parte do tempo, ou seja, só atingem vazões de pico durante o período chuvoso e são projetadas para atender temporariamente o volume de água pluvial. Já as bacias de retenção possuem a característica de possuir um volume de água permanente e têm sido muito utilizadas com a finalidade de armazenamento de água para fins agropecuários no meio rural ou para lazer e paisagismo.
A seguir é apresentado um exemplo de bacia de detenção na figura 7 e da bacia de retenção na figura 8 respectivamente.
Figura 8 – Bacia de detenção
Para Batezini (2013), o pavimento permeável é um dispositivo de infiltração que possibilita a passagem de água e ar através de suas camadas. Virgiliis (2009), aponta que o pavimento permeável proporciona alterações no ciclo hidrológico influenciando diretamente no meio ambiente devido ao aumento da infiltração da água no solo.
Segundo Oseki (2017), o uso de concretos permeáveis vem sendo bastante utilizado nos países europeus desde o século XIX como uma solução promissora para os problemas das enchentes urbanas. Nos Estados Unidos vários estados criaram leis alterando os métodos da drenagem urbana convencional, impondo a máxima infiltração ou armazenamento da água da chuva. Com relação ao Brasil, trata-se de um método construtivo que vem sendo implementado recentemente.
Acioli (2005) ressalta que os pavimentos são conhecidos como estruturas reservatório pela sua capacidade de infiltração e armazenamento com as seguintes funções:
Os pavimentos permeáveis são classificados em quatro tipos de acordo com a sua finalidade, podendo funcionar como dispositivo de infiltração ou como dispositivo de retenção. A figura 10 ilustra os 4 tipos de pavimentos como estrutura de reservatório.
Figura 10 – Tipos de pavimentos com estrutura reservatório
O sistema de infiltração dos pavimentos permeáveis conforme afirma Schueler (1987) podem ser divididos de acordo com a taxa de infiltração da água no solo, sendo classificados como:
Figura 11 – Tipos de pavimentos permeáveis
Com relação ao tipo de revestimento dos pavimentos, Urbanas e Sathre (1993) classificam como superfícies permeáveis três tipos de pavimentos:
Figura 12 – Concreto asfáltico poroso
Figura 13 – Concreto asfáltico poroso
Com a finalidade de controlar a vazão máxima e melhorar as condições ambientais, alguns trabalhos experimentais têm sido desenvolvidos no Brasil utilizando pavimentos permeáveis.
Barros e Boaventura (2019) utilizaram um simulador de precipitação para verificar a capacidade de infiltração de dois tipos de pavimentos. Os pavimentos escolhidos para a simulação do escoamento superficial foram:
Esse experimento foi realizado no laboratório de recursos hídricos do CEULP/Ulbra. Dentre as superfícies estudadas os autores obtiveram os seguintes resultados conforme mostra na figura abaixo:
Figura 14 – Resultados da simulação de chuva
Através dos resultados observa-se que os blocos de concreto intertravados apresenta uma eficiência em relação ao tempo de drenagem maior do que os blocos de concreto vazados. No entanto, a capacidade de infiltração dos blocos de concreto vazados é maior devido o seu volume de vazios.
No experimento realizado por Maus; Righes e Buriol (2007) na Escola Municipal de Ensino Fundamental João Pedro Menna Barreto localizada no município de Santa Maria – RS foram avaliados quatro tipos de superfícies utilizadas na pavimentação conforme mostra a figura 15.
Figura 15 – Superfícies estudadas
Nesse experimento não foi utilizado um simulador de chuva, ou seja, dependia exclusivamente dos fatores climáticos. Foram utilizados os seguintes dispositivos para avaliar o escoamento superficial: paralelepípedo, asfalto, gramas e pavimento permeável. Além de conter um pluviômetro para medir o volume de água escoado e uma caixa com a função de armazenar a água da chuva.
Os resultados obtidos pelos autores com esse ensaio são demonstrados na figura abaixo:
Figura 16 – Superfícies estudadas
Analisando o gráfico, verifica-se que a utilização de pavimento asfáltico obteve o pior resultado na infiltração da água do solo devido suas camadas serem impermeabilizadas e um alto escoamento superficial da água da chuva. Já com relação a utilização de gramíneas e pavimentos do tipo paralelepípedo e permeável a taxa de infiltração é maior devido o alto teor de vazios.
Acioli (2005) realizou um estudo em um estacionamento localizado no Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Nesse estacionamento é utilizado o pavimento permeável dos tipos blocos vazados intertravados e o revestido por asfalto poroso numa área de 264 m², conforme mostra a figura 17.
Figura 17 – Estacionamento com pavimento permeável
A autora avaliou o desempenho hidráulico-hidrológico da implementação do dispositivo analisando os seguintes fatores:
Com os resultados obtidos na análise experimental o desempenho do pavimento do asfalto poroso e do bloco vazado foi satisfatório visto que a taxa de escoamento superficial apresentou valores médios de 5% e 2,3% respectivamente.
No experimento realizado por Araújo et. al (2000) foi utilizado um simulador de chuvas. Esse ensaio foi executado no mesmo IPH da UFRGS, porém, foi analisado diferentes tipos de superfícies, sendo elas: solo compactado; concreto convencional; pavimento de paralelepípedo; pavimento com blocos de concreto; blocos de concreto vazados e pavimento poroso conforme ilustra a figura 18.
Figura 18 – Pavimentos utilizados para realizar o experimento
Os resultados obtidos devido o escoamento superficial analisando os pavimentos são demonstrados na figura 19.
Figura 19 – Resultados da análise experimental
Para a realização deste trabalho foi utilizado o método de pesquisa descritiva com a finalidade de abordar os impactos que o crescimento desordenado das cidades causou no sistema de drenagem urbana, apresentando medidas alternativas para a diminuição desses problemas em meio urbano, destacando a utilização dos pavimentos permeáveis.
As etapas da realização desse trabalho foram as seguintes:
Foi feita uma revisão bibliográfica através de artigos publicados em periódicos, onde os autores apresentam os principais conceitos acerca do tema abordado. A pesquisa bibliográfica é feita a partir do levantamento de referências teóricas já analisadas, e publicadas por meios escritos e eletrônicos, como livros, artigos científicos, páginas de web sites.
Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto. Existem porém pesquisas científicas que se baseiam unicamente na pesquisa bibliográfica, procurando referências teóricas publicadas com o objetivo de recolher informações ou conhecimentos prévios sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta (FONSECA, 2002, p. 32). Sendo assim, as análises e discussões transcorrerá com caráter qualitativo, com ênfase no estudo bibliográfico do tema.
Com base nos objetivos do presente trabalho, foi analisado a utilização dos pavimentos permeáveis em diferentes superfícies de pavimento através de análises experimentais, verificando a necessidade de sua implantação como medida mitigadora do escoamento superficial.
No estudo realizado por Barros e Boaventura (2009), os autores compararam a utilização de blocos de concreto intertravados e blocos de concreto vazados obtendo o seguinte resultado:
Esse experimento foi realizado através de uma simulação de chuva realizada no laboratório de recursos hídricos do CEULP/Ulbra conforme mostra na figura:
Figura 20 – Simulação de chuva em blocos intertravados e vazados
Já no ensaio realizado por Maus; Righes e Buriol (2007) foi analisado a taxa de infiltração de 4 superfícies do pavimento: asfalto, paralelepípedo, gramado e pavimento permeável com a utilização de caixas coletoras para o armazenamento da água escoada. Os pesquisadores obtiverem os seguintes resultados:
Observa-se com esse estudo diversos benefícios da utilização de superfícies permeáveis, além de contribuir com o aproveitamento da água da chuva para fins não potáveis.
Nos resultados obtidos por Acioli (2005) foram avaliados os seguintes fatores:
Araújo et. al (2000) fizeram um estudo das seguintes superfícies: solo compactado, pavimentos impermeáveis, pavimentos semipermeáveis e pavimentos permeáveis com o auxílio de um simulador de chuva para verificar a taxa de infiltração dessas superfícies. Os resultados obtidos demonstram que os pavimentos permeáveis reduziram satisfatoriamente o escoamento superficial comparado as outras superfícies analisadas.
Os ensaios envolvidos nesse artigo foram analisados através de simulações experimentais e estudos realizados em campo pelos autores, verificando o desempenho de diversos tipos de pavimentos na redução do escoamento superficial. Pode-se destacar que a utilização de superfícies permeáveis contribui significantemente como medida mitigadora das inundações urbanas.
As vantagens da utilização de superfícies permeáveis destacam-se no campo econômico, financeiro e ambiental. Esses dispositivos de infiltração podem contribuir com a recarga de reservas subterrâneas, além de contribuir financeiramente na redução das dimensões do sistema de drenagem convencional.
Com base nos estudos apresentados, esse trabalho contribui com a disseminação do uso de dispositivos de infiltração, em especial, os pavimentos permeáveis. Nota-se que é de vital importância a implementação desses dispositivos nos projetos de pavimentação de áreas industriais, pátios, ruas com tráfego leve, condomínios, calçadas e estacionamentos com o objetivo de reduzir o escoamento superficial e consequentemente retardar a chegada da água no sistema de drenagem da cidade.
ACIOLI, Laura Albuquerque. Estudo experimental de pavimentos permeáveis para o controle do escoamento superficial na fonte. 2005. Disponível em:
http://hdl.handle.net/10183/5843. Acesso em: 11 abr. 2021.
ARAÚJO, Paulo Roberto de et al. Avaliação da eficiência dos pavimentos permeáveis na redução de escoamento superficial. Disponível em: http://rhama.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/01/avaliacao-da-eficiencia-dos-pavimentos-na-reducao-de-escoamento-superficial.pdf. Acesso em: 13 abr. 2021.
BALDESSAR, Silvia Maria Nogueira. TELHADO VERDE E SUA CONTRIBUIÇÃO NA REDUÇÃO DA VAZÃO DA ÁGUA PLUVIAL ESCOADa. 2012. Disponível em: https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/52621. Acesso em: 07 abr. 2021.
BARROS, Enicléianunes de Sousa; BOAVENTURA, Saymon Martin. ESTUDO EXPERIMENTAL DO DESEMPENHO DE PAVIMENTOS PERMEÁVEIS COMO ALTERNATIVA DE REDUÇÃO DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM ÁREAS URBANAS. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/reec/article/view/61831/34875. Acesso em: 13 abr. 2021.
BATEZINI, Rafael. Estudo preliminar de concretos permeáveis como revestimento de pavimentos para áreas de veículos leves. 2009. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3138/tde-19072013-155819/publico/Dissertacao_Rafael_Batezin.pdf. Acesso em: 10 abr. 2021.
BERNUCCI, Liedi Bariani. Pavimentação Asfáltica: formação básica para engenheiros. Formação básica para engenheiros. 2008. Disponível em: https://www.ufjf.br/pavimentacao/files/2018/03/Cap-1-Introdu%c3%a7%c3%a3o.pdf. Acesso em: 26 mar. 2021.
BIANCHI, Flavia Regina et al. Estudo comparativo entre pavimento rígido e flexível. 2008. Disponível em: http://www.ibracon.org.br/eventos/50cbc/pav_apresentacoes/isis_raquel.pdf. Acesso em: 01 abr. 2021.
BRASIL. Ministério dos Transportes. Manual de pavimentação. 2006. Disponível em: http://www1.dnit.gov.br/arquivos_internet/ipr/ipr_new/manuais/Manual%20de%20Pavimenta%E7%E3o_05.12.06.pdf. Acesso em: 30 mar. 2021.
CANABRAVA NETO, Ethel Geraldo et al. TELHADO VERDE: ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL PARA A DRENAGEM DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL. Disponível em: https://ojs.sites.ufsc.br/index.php/mixsustentavel/article/view/4338/3581. Acesso em: 06 abr. 2021.
CARVALHO, Eufrosina Terezinha Leão; CARVALHO, José Camapum de; GITIRANA JUNIOR, Gilson de Farias Neves. Poços como estruturas de infiltração. 2008. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Gilson-Gitirana/publication/350189497_Pocos_como_estruturas_de_infiltracao/links/605515e0458515e83458c83d/Pocos-como-estruturas-de-infiltracao.pdf. Acesso em: 05 abr. 2021.
CASTRO, Thiago Quintiliano de. Avaliação do desempenho de pavimentos permeáveis. 2011. 91 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia do Meio Ambiente) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2011.
CEOLIN, Luísa de Faria Machado. ANÁLISE HIDRÁULICA-HIDROLÓGICA DA IMPLANTAÇÃO DE BACIAS DE RETENÇÃO E DETENÇÃO EM VICENTE PIRES. 2019. Disponível em: https://bdm.unb.br/handle/10483/24513. Acesso em: 08 abr. 2021.
GOMEZ, Elthon Thomé et al. Pavimentação urbana: orçamentos e custos. 2005. Disponível em: https://www.confea.org.br/sites/default/files/2019-05/LIVRO_RONALDO_ORCAMENTOS_E_CUSTOS.pdf. Acesso em: 27 mar. 2021.
LIVEIRA, Hélio César Costa de; CHAGAS, Júlio César de Mesquita. TRINCHEIRA DE INFILTRAÇÃO: Uso na diminuição do escoamento superficial e aumento na taxa de infiltração do solo. 2019. Disponível em: https://ri.cesmac.edu.br/handle/tede/386. Acesso em: 03 abr. 2021.
MARTINE, George. População e Cidades subsídios para o planejamento e para as políticas sociais: a transição urbana brasileira: trajetória, dificuldades e lições aprendidas. 2010. Disponível em: http://www.unfpa.org.br/Arquivos/populacao_cidade.pdf. Acesso em: 24 mar. 2021.
MAUS, Victor Wegner; RIGHES, Afranio Almir; BURIOL, Galileo Adeli. Pavimentos permeáveis e escoamento superficial da água em áreas urbanas. I SIMPÓSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DO NORTE E CENTROOESTE, v. 1, 2007.
MELO, Tássia dos Anjos Tenório de et al. Trincheira de infiltração como técnica compensatória no manejo das águas pluviais urbanas. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-86212016000300053. Acesso em: 03 abr. 2021.
OLIVAL, Camilla do Amaral et al. Sistemas de drenagem sustentáveis. 2017. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4148202/mod_resource/content/1/GRUPO%20F_RELATORIO_FINAL.pdf. Acesso em: 09 abr. 2021.
OSEKI, Haroldo Yudi Tada. Pavimento permeável: conceito, viabilidade e execução desta tecnologia construtiva. 2017. Disponível em: http://hdl.handle.net/11449/203528. Acesso em: 12 abr. 2021.
PORTO ALEGRE, Prefeitura Municipal de. Manual de Drenagem Urbana. 2005. Disponível em: http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/dep/usu_doc/manual_de_drenagem_ultima_versao.pdf. Acesso em: 02 abr. 2021.
REIS, Ricardo Prado Abreu et al. Sistemas de drenagem na fonte por poços de infiltração de águas pluviais. 2008. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/ambienteconstruido/article/view/5361/3286. Acesso em: 05 abr. 2021.
SCHUELER, Thomas R.. Controlling urban runoff: A Practical Manual for Planning and Designing Urban BMP. Disponível em: https://www.mwcog.org/documents/1987/07/01/controlling-urban-runoff-bmp-stormwater/. 1987. Acesso em: 14 abr. 2021.
TOLEDO, Prefeitura Municipal de. Secretaria do Planejamento Estratégico. Manual de drenagem urbana. 2017. Disponível em: https://www.toledo.pr.gov.br/sites/default/files/manual_de_drenagem_urbana_-_volume_i.pdf. Acesso em: 02 abr. 2021.
TUCCI, Carlos E. M.. INUNDAÇÕES URBANAS. 2007. Disponível em: https://www.semarh.se.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/drenagem1.pdf. Acesso em: 24 mar. 2021.
URBONAS, B. STAHRE, P.1993. Stormwater Best Management Practiques and Detention. Prentice Hall, Englewood Cliffs, News Jersey. 450p.
VIRGILIIS, Afonso Luis Correa. Procedimentos de projeto e execução de pavimentos permeáveis visando retenção e amortecimento de picos de cheia. 2009. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3138/tde-08092010-122549/publico/Dissertacao_Afonso_Luis_Correa_de_Virgiliis.pdf. Acesso em: 11 abr. 2021.
[1] Graduando em Engenharia Civil.
[2] Orientador. Especialização em Engenharia de Segurança no Trabalho.
Enviado: Maio, 2021.
Aprovado: Junho, 2021.
A violência doméstica contra a mulher constitui uma das mais persistentes violações de direitos humanos…
O comércio eletrônico impõe aos sistemas de venda on-line elevada taxa de mudança em regras…
O objetivo deste estudo é compreender os sentimentos das primíparas frente às dificuldades no processo…
A gestão administrativa eficiente constitui um dos principais pilares de sustentação do desempenho organizacional no…
O artigo examina criticamente o fundamento da periculosidade nas medidas de segurança do direito penal…
O presente estudo analisa os desafios arquitetônicos relacionados ao desenvolvimento de banheiros acessíveis para pessoas