Olá, tudo bem? Em nosso post de hoje iremos conversar sobre as estratégias que você deve aderir para que o seu desenvolvimento pessoal produza benefícios reais as mais diversas esferas que regem a sua vida. Esse post é recorte de uma palestra e faz parte de uma sequência de textos. Hoje, elegemos como pauta o exercício de aprender alguma coisa, de modo que, ao longo desse post, iremos apresentar alguns dos caminhos que consideramos como viáveis e efetivos e que podem contribuir para com o seu desenvolvimento. Entretanto, quando discutimos sobre esse exercício de vital importância que é o ato de aprender, devemos discutir sobre o autoconhecimento e, sobretudo, sobre as vantagens e como ele pode ser aprimorado. Para isso, é preciso que entendamos a profundidade das formas de aprender para que possamos nos concentrar na possibilidade que carregamos dentro de nós para aprender qualquer coisa.
Diferentemente das pessoas auditivas, existem pessoas que, para que consigam aprender, precisam ler e reler o conteúdo diversas vezes para que os sentidos sejam absorvidos. Assim sendo, essa pessoa, ao invés de ouvir, precisa ler com muito mais frequência. Se essa pessoa lê de forma constante, ela irá aprender. Essas pessoas, ao lerem um livro, ao final da leitura, conseguirão depreender diversos sentidos com essa leitura. Estarão aptas para realizarem uma prova e conseguirão se sair bem e, quando questionadas, conseguirão apresentar as suas percepções sobre esse conteúdo lido. Há pessoas, por sua vez, que, ao terminarem essa leitura, não terão absorvido nada, já que são mais auditivas. Essas pessoas ouvindo aprendem muito mais e com mais qualidade. Por fim, há outro perfil de pessoas: aquelas que precisam ter contato com o objeto a fim de que aprendam.
As pessoas que precisam ter contato com o objeto a fim de que aprendam, em geral, são aquelas que precisam escrever para absorver esse conteúdo. Ainda nesse perfil de pessoas mais perceptivas, há aquelas pessoas que, a fim de que aprendam, precisam praticar para que haja essa absorção. Com isso, precisamos chamar a atenção para uma afirmação recorrente: muitas pessoas afirmam que o mais comum é que os sujeitos aprendem praticando, mas, como vimos, existem diferentes tipos de aprendizado. Dentre essas, há aquelas pessoas que tendem a aprender muito mais quando repassam esse conteúdo para outra pessoa. Essas pessoas, nem que seja para o espelho, precisam compartilhar esse conhecimento absorvido. Por exemplo, o que você aprendeu sobre conhecimento, sabedoria e inteligência pode ser ensinado para esse espelho. Comentar com familiares, colegas e amigos é uma boa estratégia.
Pessoas que tendem a ser mais práticas precisam repassar esse conhecimento para outra pessoa. Algumas pesquisas afirmam que a maior parte das pessoas se identificam com esse tipo de aprendizagem, mas não é uma regra, já que há sujeitos que se encaixam nos demais perfis que mencionamos. Há pessoas que, além de ouvir e escrever, precisam de um tempo para refletir sobre esse conteúdo absorvido. Essa reflexão, por sua vez, costuma ser feita com associações. Essas pessoas ouvem, leem e/ou escrevem para, a partir disso, fazerem assimilações. Após o contato com esse conhecimento, essas pessoas precisarão de um tempo para refletirem sobre isso. Nesse caso, a depender do seu tipo ideal de aprendizagem, não precisará repassar esse conhecimento para outra pessoa para que aprenda. Entenda como você aprende para que o conhecimento chegue a você de uma forma mais benéfica.
Em geral, pessoas que são mais visuais, ao depararem-se com coisas muito abstratas, como sentimentos, sensações e dons, precisam de algo que lhes permita ter essa compreensão. Não apenas para essas questões, mas quando estão aprendendo qualquer coisa tentam traduzir esses conhecimentos por meio de ilustrações, uma vez que compreendem melhor dessa forma. Com isso, deve ficar claro que cada um de nós adotamos uma ou mais formas para esse aprendizado. Podemos aprender de múltiplas formas: ouvindo, lendo, escrevendo, raciocinando, praticando e/ou desenhando. É necessário entendermos como aprendemos, de fato, para que as estratégias que iremos adotar sejam efetivas. Nós apenas aprendemos quando conhecemos aquilo que funciona para nós, pois as ações se tornam mais assertivas. Existem certos conteúdos que aprendemos e em um certo momento esquecemos. Pensemos sobre.
Muitas pessoas terminam o Ensino Médio sem que saibam ler, de fato, isto é, apenas conseguem codificar o texto, de modo que enfrentam bastante dificuldades relacionadas à interpretação de texto. Essas pessoas compreendem o signo que ali está sendo posto, mas não o seu sentido. Não conseguem ponderar acerca do que o texto está falando, logo, não são pessoas letradas. Assim sendo, se, em sua jornada, você deseja explorar o máximo de seu potencial, é preciso deixar de ser um mero decodificador para se tornar um leitor. Se você deseja explorar ao máximo as suas habilidades e competências, precisará mudar de postura. Para que as suas competências possam ser aprimoradas e aproveitadas ao máximo, é preciso aprender a ter uma relação melhor com o aprendizado, respeitando a estratégia com a qual você mais se identifica. Seja o melhor em tudo aquilo que você se propôs em sua vida.
Se você for dançar ou tocar, seja sempre o melhor dançarino ou o melhor artista. Se você deseja ser uma pessoa reconhecida por ser pacífica, seja a pessoa mais pacífica possível. Contudo, para que essa estratégia seja viável, é preciso que, em primeiro lugar, você aprenda a respeitar a forma de aprendizagem com a qual se relaciona de uma forma melhor. Para que as suas competências sejam criadas e aperfeiçoadas, é preciso que você tenha estratégias sólidas e condizentes com o seu tipo ideal de aprendizagem. Lembre-se, sempre, quando aprendemos, aprendemos e não esquecemos, como é o caso, por exemplo, de aprender a dirigir. Há pessoas que possuem habilitação e que até mesmo pegam um carro, mas não sabem dirigir, ou, ainda, há aquelas que após a conquista da habilitação sequer dirigiram, por motivos diversos. Por outro lado, há pessoas diplomadas, com excelentes notas, mas não sabem atuar profissionalmente.
Diversas pessoas de nosso país concluem os seus cursos de graduação e até mesmo de pós-graduação com excelentes notas, mas, em campo, na prática, não são boas. Esse é um cenário bastante comum. Há pessoas que afirmam que aprenderam, mas você sabe que não é verdade, pois quando pede-se para que elas apliquem esse conhecimento, fogem da conversa. O mesmo vale para os cursos de treinamento, muitas pessoas afirmam que aprenderam, mas na hora de praticar e aplicar, acabam revelando que não aprenderam nada durante todo o curso. Essa falta de aprendizado pode ser notada quando requisitamos os resultados desse aprendizado, seja de forma escrita ou oral. Muitas pessoas acabam revelando que não absorveram nada, mesmo que afirme o contrário. Quando essas pessoas são colocadas contra a parede, acabam reiterando que não aprenderam, de fato.
Uma pessoa que se identifica com essa situação que acabamos de lhe colocar não é ruim em aprender, isso significa, apenas, que ela precisa de todos esses mecanismos para que o seu aprendizado seja efetivo e, caso um deles fique de fora, esse processo de aprendizagem pode ser comprometido, uma vez que precisa de todos esses elementos em interação. As pessoas que sabem que são assim podem ser verdadeiramente beneficiadas, visto que as estratégias podem ser direcionadas para que contemplem todos esses eixos de aprendizagem. Assim sendo, todos esses elementos devem ser acionados para que todo e qualquer tipo de atividade seja aproveitada com o máximo de potencial. Outras pessoas podem precisar apenas de mecanismos visuais ou sonoros para aprender, como demonstramos. Contudo, verifique se apenas isso basta, pois, quanto mais habilidades, mais o conhecimento chegará até você.
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