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A Importância da Psicomotricidade nas Crianças com Paralisia Infantil

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A Importância da Psicomotricidade nas Crianças com Paralisia Infantil
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PAULA, Gustavo Henrique Moreira de [1]

MACIEL, Rosana Mendes [2]

PAULA, Gustavo Henrique Moreira de; MACIEL, Rosana Mendes. A importância da Psicomotricidade nas Crianças com Paralisia Infantil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo Do Conhecimento, Ano 01. Vol. 10, Pp. 291-304. Novembro de 2016. ISSN. 2448-0959

RESUMO

Através deste trabalho que foi realizado por meio de referências bibliográficas, onde as aulas de Educação Física e a prática psicomotora são a principal ferramenta de auxílio na aprendizagem, onde o objetivo de contribuir para o desenvolvimento integral dos alunos, usando a psicomotricidade e as possibilidades de intervenção das queixas de dificuldades de aprendizagem por meio da prática psicomotora, que explora as funções corporais. A influência da atividade motora e manipulação na aprendizagem global foi apoiado pela perspectiva de que movimento ativo é importante para o desenvolvimento perceptivo, mas não pode ser substituída por movimentos passivos. Por outro lado, a atividade psicomotora é considerada a internalização de movimento, e a relação do corpo com o espaço. A aprendizagem é um processo global que envolve todo o corpo, assim, observam-se nas aulas de Educação Física os aspectos corporais e o vínculo cognitivo, afetivo-emocional e motor nas ações e no processo de aprendizagem escolar. Há sugestões de exercícios, brincadeiras e jogos como contribuição ao desenvolvimento motor, social, emocional dos movimentos corporais na promoção da totalidade do ser humano. Quando a questão se coloca face a crianças em desvantagem, nomeadamente com necessidades educativas especiais de caráter motor, como é o caso da paralisia cerebral, a tônica pode ganhar expressão particular. As experiências psicomotoras e sociais são, por vezes, barradas por condicionantes que privam as crianças de vivências que ocorrem de forma autônoma e espontânea, tipicamente, resultantes do desenvolvimento global. Neste texto vamos rever estudos do impacto da experiência motorizada no desenvolvimento e aprendizagem, especialmente o papel da exploração ativa nos primeiros anos. Esta abordagem e sua discussão, com ênfase na aprendizagem e desenvolvimento de crianças com necessidades especiais e como os programas de educação especial com caráter motorizado.

Palavras-chave: Necessidades educacionais, Paralisia Cerebral, Percepção e desenvolvimento psicomotor.

INTRODUÇÃO

A partir de um trabalho pioneiro com as teorias atuais de cognição (conhecido, teórica e com desvios fortes mostrados na dualidade mente-corpo. Se a experiência foi concebida pelo corpo e desenvolvimento é processado a partir do ato do pensamento ou com base em níveis independentes de experiência corporal.

Sempre foi uma questão controversa, as relações entre as operações espaciais e da capacidade de movimento. Algumas tendências atuais, no entanto, sempre apontam para uma defesa com apoio da ação na percepção. Este debate foi registrado discussão entre apoiantes de filosofia e defensores da filosofia ocidental tradicional. A partir de novos conceitos de relação mente-corpo.

Com base nos argumentos da ciência cognitiva e neurociência, confirma-se que a razão é baseada sobre o corpo, em que até mesmo a própria linguagem (ou seja, o uso de metáfora). A interpretação do mundo a partir dos experimentos sensório-motores as características especiais do corpo humano, os detalhes da estrutura neural e a as características especiais da experiência cotidiana.

Há consenso de que o planeamento e as capacidades operacionais com base em experiências senso motorizados de cada criança que são progressiva e mais tarde integrado no aprendizado futuro. Na verdade, não é sempre a importância do movimento, a exploração ativa e de promoção do desenvolvimento. O desenvolvimento psicomotor normal com a abordagem ilustrada, a internalização de movimento e a relação com o corpo no espaço pela atividade motora e a conquista de estágios.

Aprendizagem humana é criada e desenvolve após essa perspectiva como resultado da experiência motor, posteriormente reforçadas na organização do cérebro pela experiência reflexiva.

Em defesa da base neuro motor da aprendizagem humana e a partir de uma discussão corpo-mente e verso, encontra-se frequentemente no presente texto, a mente do que a forma do corpo. Estamos convencidos de que o estudo da experiência que é sobre os filhos de desenvolvimento típico, traga contribuição para a compreensão e intervenção em crianças que, por várias razões, entre as quais as de natureza desenvolvimento mental, social ou motora (a que daremos especial relevância) estas vivências não estão tão acessíveis.

1. PSICOMOTRICIDADE E SUA EVOLUÇÃO

O aparecimento da palavra psicomotricidade surgiu em 1920, com Dupré, em seu escritório, ele dedicou-se a partir de 1909 para observar seus pacientes quanto pensamento psicomotor e equilíbrio.

Segundo Aristóteles, a função de aptidão e desenvolvimento está voltado para o desenvolvimento do espírito.

Até hoje a diversidade de opiniões sobre a conceituação do assunto. Aristóteles enunciava que os primórdios do pensamento em análise e seu papel de adequação para um melhor desenvolvimento do espirito, afirma ainda que o homem é composto de corpo e alma, e que ela deveria comandar. Na procriação, o corpo é colocado em primeiro lugar e deve obedecer ao espírito da inteligência emocional e a razão.

Mas o psicomotricidade foi a ciência que visa estudar o homem através de seu corpo em movimento, este mesmo homem em relação ao mundo em sua capacidade de perceber, agir e agir consigo mesmo, com os outros e com os objetos, estão relacionadas com o processo de amadurecimento em que o corpo é a fonte de cognitivo, emocional e aquisições orgânicas. Suportam três básicos: o movimento, intelecto e afeto.

Psicomotricidade, portanto, é um termo usado para um projeto organizado e integrado, com base nas experiências do sujeito cuja ação é o resultado de sua individualidade, a sua língua e o psicomotor e sua socialização. Compreende a interação entre o pensamento, o movimento consciente ou não, e movimento afetado pelos músculos com a ajuda do sistema nervoso.

Portanto, o cérebro e os músculos influenciam-se e se educam, levando-os a evoluir individualmente, o progresso em termos de habilidades de pensamento e motoras.

1.1 Desenvolvimento histórico de estudos psicomotores

Durante o século XIX, houve uma grande valorização do movimento como um passo importante na construção do “Eu”. Portanto de acordo com Freud: o corpo desempenha um papel central na formação do inconsciente. Ele fornece todas as unidades é o centro do relacionamento com a figura da mãe.

Até o final do século XVIII, o corpo está na perspectiva filosófica, mas apenas desde o século XIX passou a ser submetido a sistemática e estudos aprofundados no julgamento. Como objeto de estudo, o corpo despertado interesse em vários campos da ciência. Merleau-Ponty tinha sua própria visão que foi além da divisão oposta entre corpo e mente, possuía uma visão muito própria que ia além da divisão dualista entre o corpo e a mente.

Para ele, o homem é uma realidade física, que é o seu corpo, é uma subjetividade encarnada, é o corpo em completa análise do movimento em si deve nos permitir entender melhor.

Para se analisar o homem primitivo dizendo que sua sobrevivência estava relacionada com o desenvolvimento psicomotor e assinala que o ser humano tem movimentos naturais como correr, saltar, escalar, levantar, carregar, e arremessar.

A História psicomotora no Brasil, vem seguindo os passos da escola francesa. Estudos de Dupré a respostas Charcot originadas do instinto emocional, tentando entender as dificuldades tiveram também cientistas da América do Sul e do Brasil para encontrar na França, o refúgio de suas perguntas, porem a forte influência da escola francesa de Psiquiatria Infantil e Psicologia na psicomotricidade na época da Primeira Guerra Mundial em todo o mundo. Os franceses perceberam a importância dos gestos corporais e estudaram exaustivamente.

Um pesquisador brasileiro em 1972, experimentou o método Ramain através de treinamento específico para o qual vários especialistas de outras áreas como a educação e saúde. Sentia-se depois de algum tempo o foco foi apenas re-educação de caráter pedagógico. “Na sua evolução, habilidades da psicomotricidade adquiriu uma relação técnico-prática que valoriza a unidade em detrimento da dualidade, do reducionismo e do separatismo”.

Em 1979, Dra. Soubiran e Dr. Costallat reuniu 1.500 pessoas para ver, ouvir e aprender sobre psicomotricidade em São Paulo. Dra. Giselle Soubiran mostrou ao público sua técnica psicomotora de relaxamento com os quais conquistou o Brasil. De 1980 a 2002, todas as reuniões nacionais da América Latina de psicomotricidades promovidas pelo Grupo de Atividades Especializados (EAG), que sempre respeitou a escola francesa de Psicomotricidade.

1.3 Contribuições para o estudo de psicomotricidade

De acordo com as estruturas cognitivas e da importância do período sensório-motor e da motricidade. Assim o desenvolvimento psicomotor está relacionado com a importância de brincar e do prazer de pensar.

O corpo debates a proporção de desenvolvimento humano, ou seja, o corpo e a mente se desenvolve. Um dos pioneiros do estudo psicomotor, discute a importância do aspecto emocional da criança está relacionada com as habilidades motoras, afetivas e com a inteligência.

[…] Um dos pioneiros do estudo das habilidades motoras, enfatiza a importância do aspecto emocional, antes de qualquer comportamento. Existe, para ele, um corpo tónico chamado de evolução e de diálogo corporal e que é o prelúdio para o diálogo verbal. Esta comunicação do corpo é essencial na gênese psicomotora, como a ação desempenha o papel fundamental da estrutura cortical e é a base da representação.

Motilidade, desenvolvimento intelectual e emocional está inter-relacionados. O estudo de habilidades motoras não se refere apenas ao desempenho motor da criança, a lateralidade, a estrutura do espaço-tempo ou discriminação perceptual pode ter lugar. Psicomotor surgiu como um meio para combater a falta de aptidão psicomotora, porque tem um propósito para reorganizar o processo de aprendizagem dos gestos motores, e das habilidades motoras, o princípio básico é a unidade mente-corpo integra várias técnicas sobre como o corpo funciona, relativas a afetividade, o nível de pensamento e nível de inteligência.

Para o período psicomotor compreende a etapa de desenvolvimento entre 6 e 10 anos de idade (mental e psicomotor), antes seria o período motor (0-3 anos) e sensório-motor (3-5) anos ocorrem. Entre o motor inicialmente, o comportamento das crianças é o movimento ativo e reflexivo, descoordenada. Por exemplo, ela abre os braços e presta atenção ao seu lado, todo o corpo encolhe, ela dependente do adulto para tudo e nesta fase pode levar os pés boca.

Aos 6 meses a criança adquire a postura sentada. Entre 6 e 8 meses pode levantar-se e sentar. No final do segundo ano, a melhoria da função motora grosseira. Na medida em que o desenvolvimento aumenta, a criança começa a diferenciar o seu eu/mundo. Aos 8 meses as habilidades da criança já estão mais desenvolvidas e, assim, aumentar o número de objetos que podem conhecer. Ao completar fase de teste a um ano existe a busca pelas novidades. Aos 2 anos a criança é capaz de antecipar e prever determinada situação específica que já tenha acontecido.

2. IMPORTÂNCIA DA AÇÃO PSICOMOTORA

A importância do efeito psicomotor na organização da personalidade da criança, baseia-se no desenvolvimento intelectual e emocional. O estudo do psicomotor inclui os seguintes aspectos: modelo corporal, lateralidade, estrutura espacial, orientação temporal, controle sonoro e motor. Na presente fase, destacamos a estrutura do corpo, a generalização e a estruturação espacial e o controle do motor.

A imagem corporal é uma forma de equilíbrio é ser o núcleo da personalidade, é organizado em um contexto das relações mútuas do organismo e do ambiente. A estrutura da estrutura do corpo é a organização dos sentimentos sobre o seu corpo em conjunto com os dados do mundo exterior desempenhou um papel essencial no desenvolvimento da criança, uma vez que esta organização é o ponto de partida de suas possibilidades de ação, então o corpo do esquema é a organização de sentimentos sobre seu próprio corpo.

Em combinação com informações do mundo exterior, é notável que o esquema corporal não é ensinado, ele é adquirido com a experiência da criança. A própria criança percebe os seres e as coisas que a cercam, na mesma função. Sua personalidade desenvolver-se-á na percepção de seu próprio corpo e de seu ser, suas possibilidades da ação e girarão tudo ao redor. O esquema do corpo não é um conceito aprendido que pode ensinar, ele não depende do treinamento. Ela é organizada através do corpo da criança

[…] é uma construção mental que a criança realiza gradualmente, de acordo com o uso que faz de seu corpo.

A criança descobre seu corpo através dos movimentos que normalmente são impostos pela sociedade, a partir de uma atividade inicial a capacidade de adquirir movimentos dissociados devido ao processo de maturação. Vale mencionar os três estágios diferentes das fases do desenvolvimento do esquema corporal.

1 fase do corpo (até 3 anos). Este não é já os nomes das diferentes partes do corpo, mas sinta-se livre para se mover bem à vontade. Todas as manifestações espontâneas da criança nesta fase não são pretendidas. Portanto, é necessário que o adulto encoraje estas experiências despertando situações porque elas estarão apoiando as seguintes etapas.

Fase 2 do corpo suposto ou descoberto (3 a 7 anos). Nesta fase, ela tem em conta a experiência até agora. A criança já conhece o espaço e o tempo para distinguir diretamente de seu próprio corpo, este passo é ajudar a estrutura corporal de uma organização devido à maturação da “função de internalização”, “a aquisição é extremamente importante porque ajuda a criança a desenvolver uma consciência centrada no próprio corpo … O fim desta fase […] o nível de comportamento motor, bem como o nível intelectual pode ser caracterizado como um pré-operatório, uma vez que é percebido no espaço parte, mas ainda é centrado no corpo.

Corpo trifásico (7 a 12). Caracteriza-se pela estrutura do padrão corporal nesta idade, já que a criança pode representar mentalmente seu corpo antes de iniciar uma sequência de movimentos e voluntariamente controlar seus movimentos. Mas apenas de 10 e 12 anos é que a criança tem uma representação verdadeira e mental do corpo. “Isso significa que os pontos de referência não estão mais centrados neles mesmos, mas se baseiam no tema externo, mesmo que possam criar os pontos de referência que os guiam”.

2.1 Lateralidade e espaço estrutural

De acordo com alguns autores define a criança durante o crescimento da área da página: pode ser mais forte, mais ágil no lado direito ou esquerdo. Nós não devemos interferir na escolha da criança, porque ele tem que saber de que lado ele quer usar.

A lateralidade é a tendência, a utilização preferida do homem é outro lado do corpo do que o outro em três níveis. Isto significa que existe uma predominância do motor, ou melhor, uma predominância de um lado. O lado dominante tem mais força muscular, mais precisão e mais velocidade, ele inicia e executa as medidas mais importantes. O outro lado suporta esta ação e é igualmente importante. Na verdade, os dois não funcionam isoladamente, mas complementares.

Tanto lateralidade como consciência espacial são fatores importantes para a estruturação do esquema corporal. Na verdade, a lateralização é realizada na sequência de espacialidade criança ou após cada passo: local dentro do corpo em si, a projeção dos pontos de referência do corpo e, em seguida, organização do espaço independente do corpo. A discussão que parece não ter saída: Se a lateralidade tem uma base fisiológica? Para muitos psicanalistas atuais, por imperativos culturais são os únicos determinantes, não existe tal fundação. É certo que a lateralização e estruturação espacial são um elemento importante da adaptação psicomotor.

Quatro tipos são definidos por lateralização:

Adestralidade verdadeira – Dominância cerebral está no lado esquerdo. Todas performances de condução são fundamentais no lado direito. Na verdade, é o caso estatisticamente mais frequente: o hemisfério esquerdo comandou o hemisfério direito, o que leva o indivíduo a um uso preferencial deste hemisfério na implementação prática.

A sinistralidade verdadeira – dominância cerebral traduz uma especialização sobre o direito dos hemisférios. Broca (1869), trouxe essa origem cerebral de sinistríssimo à luz. Pesquisas recentes sobre funções simbólicas mostram que o Sinistríssimo na realidade, não corresponde exatamente a uma inversa absoluta de destríssimos. Na maioria dos casos, é errado pensar que o canhoto é sistematicamente organizado no sentido inverso em relação ao destro.

A falsa sinistralidade – Na maioria dos casos, é um acidente que sinistríssimo (também chamado mecanismo) leva à paralisia, amputação, o que tornou impossível o uso do braço direito. O indivíduo que era originalmente destro era para ser materialmente proibido de fazê-lo.

Falsa destralidade – A organização é revertida por aquela das alegações falsas. A realidade é muito mais complexa do que ele suspeita dessa abordagem fisiológica, e os casos que podem ser observados são muito diversos: os métodos de aprendizagem escolar, cultura, psicológicos, familiares e afetivos multiplicam as fileiras. ¹²

Além disso, as interdependências são o único ponto de vista fisiológico, os dois hemisférios cerebrais, de modo que a dominância de um hemisfério cerebral sobre o outro não é completa ou absoluta. Em vez de falar de hemisfério dominante, parece apropriado falar de um hemisfério grande e um hemisfério secundário. Os dois hemisférios funcionam e não estão completamente isolados, um dos quais tem um papel relativamente mais forte do outro.                                                                                Portanto, é difícil, se não ilusório, dizer que uma espécie de lateralização é pura e normal. Mas também é o resultado de um processo de aprendizagem, significa que se a criança tem organicamente adaptado as estruturas adequadas para adquirir uma lateralidade suficiente. Esta deve ser uma abordagem educativa para a criança a ir, uma pedagogia implícita, pelo menos, que dá prioridade à relação afetiva e experiência. A mãe coloca a mão da colher da criança, usá-la para comer para aprender, ou seus jogos gráficos.

Este aprendizado motor é realizado enquanto higiene pessoal, marcha e força são realizadas; Em contato com os objetos de seu ambiente, ela explora a criança gosta de oportunidades para empregar continuamente uma escolha de página: alça de porta, tesouras, fechaduras e aparelhos domésticos botões, etc., porque é verdade que nosso mundo é feito para direitas.

Atrás de pontos das referências básicas de lateralização em crianças. A primeira é a mão que a criança adquire das experiências do dia a dia sobre o que está em sua vida está emergindo. Então vem o reconhecimento direito-esquerdo, é a maneira que a criança vai provar o seu domínio. Com ele vem a diferenciação direita e esquerda, o desenvolvimento da destreza e descentramento completo. A mão da criança é confrontada com a crescente complexidade das experiências.

Também se fala de lateralização e gesto, que faz parte das conexões com o conjunto de funções motoras. O primeiro ponto que mostra é a lateralização e desenvolvimento da criança cada um de seus passos que eu acompanhei você mencionou em seu corpo, mas é também o resultado da aprendizagem motor, enquanto a higiene pessoal. É também o resultado da aprendizagem; que significa; se a criança tem estruturas organicamente apropriadas, uma lateralidade suficiente irá adaptar estas estruturas não são suficientes para adquirir, mas para fazer o ajuste. Isso deve envolver a criança de uma pedagogia implícita, pelo menos um contato pedagógico, que dê prioridade e relação afetiva.

O tempo da organização é tempo, especialmente, memória: como eu li, o tempo passa. Assim, há dois componentes principais da organização temporal: ordem e organização que ganham impulso. A ordem determina a ordem que existe entre os eventos que alguns são continuação de outros, em uma ordem física e irreversível. A organização temporal compreende uma dimensão lógica (conhecimento da ordem e comprimento). Aspectos vão desenvolver e amadurecer com a idade. No tempo psicológico, organizamos a ordem dos eventos e podemos estimar sua duração para construir nosso tempo.

Quando uma criança adquiriu do desenvolvimento cognitivo, reconhecer um dia por semana: 4 anos; Manhã, tarde: 5 anos; conhecer o dia da semana: 6; mês de aniversário: 7 anos; o ano: 8 anos; dia do mês: 8-9 anos; para avaliar a duração de uma chamada: 12; reconhecer a hora até os próximos 20 minutos: 12; já as memórias pessoais e uma imagem mais ou menos realista do seu futuro com as preocupações, as esperanças e medos associados a ele: em cerca de 13 a 14 anos.                                                                  

É notável que durante o desenvolvimento motor da criança ocorrem dois processos que se complementam e se relacionam: diferenciação e integração; E acontecer em ambos os modos mútuos e simultâneos, o que leva ao desenvolvimento psicomotor normal, o que leva a maior força, velocidade, precisão e facilidade de movimento. Exemplo: Salte para os pés direito e esquerdo.

CONCLUSÃO

Cada pessoa carrega suas possibilidades e seu repertório de experiências das tarefas que você executa, como a investigação ativa pode se promover o desempenho de reconhecimento que a representação que envolvam objetos.

Os resultados encontrados, no entanto, estendem a ideia de que estímulos é muito mais abstrato, sugerindo que a experiência motora manipuladora pode estar presente e facilitar os processos mentais e a apresentação das outras partes do corpo com estímulos.

Se a questão é posta à desfavorecidos com necessidades especiais, a ênfase pode ganhar expressão, onde as experiências e as barreiras sociais são por vezes prejudicado por restrições, privar os filhos de experiências que normalmente autónomas e espontaneamente em contextos nos quais eles se relacionam.

O fato que algumas crianças não têm desenvolvido, o que pode limitar as fronteiras de desenvolvimento da aprendizagem. Como é sabido, nem todas as crianças com PC possuem dificuldades intelectuais. Muitas das dificuldades que enfrentam, são secundárias, embora muitas vezes com distúrbios intelectuais primários e de treinamento limitado, bem como limitações no sensório-motor experimenta que sua condição implica. A condição específica de crianças com PC, limitada a maior ou menor grau em seus movimentos autônomos, indica a necessidade de participação em atividades que proporcionam estimulação global do desenvolvimento para que assim consigam ordenar ou superar seus déficits na educação

Uma parte significativa do tempo das crianças para ser um espaço privilegiado onde a escola deve ser a experiência do aprendiz, de natureza geral, incluindo domínios psicomotores, visual, auditivo, estimulante. O sentido e o desenvolvimento das habilidades psicomotoras necessárias como aprender com a promoção de atividades, assegurando a experiência e a aprendizagem ativa, isso certamente afetará a percepção da ação e o desenvolvimento global.

Esse aprendizado é feito pela observação, mas o experimento ativo desempenha um papel importante na percepção de ação e desenvolvimento das crianças, dificilmente substituídas por outra experiência sensorial. Assim, uma experiência ativa arriscando a, escola ativa, sem dúvida, são fundamentais para a construção e operação deste sistema percepção-ação.

A experiência motora e a promoção da implementação de programas para o desenvolvimento da percepção o mais cedo possível, onde as habilidades psicomotoras e a percepção cenestésica são áreas relevantes a serem consideradas, onde as atividades motoras de exploração, movimentos arbitrários e a mesma preocupação que a inibição de padrões motores disfuncionais são dados, em programas terapêuticos.

O treinamento de habilidades psicomotoras, que podem ser no tempo, certamente desenvolveu uma maior autonomia e independência para garantir que as pessoas com necessidades educacionais especiais características do motor, bem como otimização em os outros aprendizados.

REFERÊNCIAS

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FONSECA, Vítor da. Da filogênese à antogênese da motricidade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.

[1] Graduando do Curso de Educação Física. Faculdade Patos de Minas.

[2] Docente do curso de Educação Física da FPM. Mestre em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia.

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