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Conceito de Habitus em Pierre Bourdieu e Norbert Elias

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Conceito de Habitus em Pierre Bourdieu e Norbert Elias
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DENDASCK, Carla Viana [1]

LOPES, Gileade Ferreira [2]

DENDASCK, Carla Viana Dendasck; LOPES, Gileade Ferreira. Conceito de Habitus em Pierre Bourdieu e Norbert Elias. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do conhecimento. Vol.3, Ano 1. Maio de 2016. P. 1-10 . ISSN 24480959

Resumo

O comportamento humano é algo fascinante e ao mesmo tempo enigmático, sendo ele um objeto de estudo de diversas áreas do conhecimento, dentre elas a psicanálise, a psicologia, a antropologia e a sociologia. O presente artigo se trata de uma pesquisa qualitativa exploratória e tem como objetivos a compreensão de um conceito rico para as ciências sociais a partir do pensamento de dois importantes autores Norbert Elias e Pierre Bourdieu. O estudo foi realizado através de uma pesquisa bibliográfica que reuniu importantes obras dos autores citados acima, assim como artigos científicos que abordam os autores trabalhados. Elias e Bourdieu em um primeiro momento podem parecer autores muito distantes um do outro, no entanto quando se compreende mais dos autores, se percebe que apesar das diferenças os dois se encontram em alguns pontos teóricos, por isso convém compreendermos melhor o conceito de habitus que é tão fundamental para a compreensão dos dois importantíssimos autores.

Palavras chave: Habitus. Sociedade. Indivíduo.

INTRODUÇÃO

Como uma área do conhecimento científico a sociologia foi institucionalizada apenas no século XX. Além de autores clássicos como Max Weber e Emile Durkheim a sociologia do século passado recebeu contribuições de diversos autores como o norte americano Talcott Parsons, o alemão Norbert Elias e mais recentemente o francês Pierre Bourdieu. (CESARINO, 2012).

Pode-se dizer que durante toda a história da sociologia, esta ciência foi marcada por dualidades ou polaridades teóricas, onde dois ou mais autores discutem a mesma temática, mas sob perspectivas diferentes. Os cientistas em geral, mas principalmente os referentes as humanidades e ciências sociais, tendem a interpretar o mundo a partir de seu arcabouço teórico, por conta disso essas polaridades teóricas são inerentes a uma ciência que possua um caráter teórico forte. (ALTMANN, 2005).

Durante o século XIX e todo o século passado, conceitos e dualidades se destacaram na produção científica sociológica abrangendo não apenas a sociologia, mas as ciências sociais de modo geral. Podendo citar assim os debates acerca do estruturalismo e pós-estruturalismo, ainda os debates acerca da relação entre o indivíduo e a sociedade ou entre as estruturas sociais. A ideia de habitus de certa forma esteve presente em todos esses debates. (CESARINO, 2012).

A primeira noção de habitus é bem mais antiga do que a maioria das pessoas sabem, vem da filosofia de Aristóteles na Grécia antiga. A raiz do conceito de habitus se encontra na noção aristotélica de hexis, elaborada a partir do conceito de virtude. A hexis consiste em um estado atingido e estabelecido firmemente referente ao caráter moral, que orienta a conduta dos indivíduos. (WACQUANT, 2007).

A teoria sociológica contemporânea não foge à regra e se depara novamente com a dualidade teórica entre indivíduo e sociedade. Norbert Elias e Pierre Bourdieu foram os autores que mais contribuíram no estudo do conceito de habitus e que mais investigaram o habitus de forma teórica e empírica em suas brilhantes carreiras. Por conta disso suas abordagens a respeito do conceito de habitus, foram as escolhidas para serem analisadas. (LANDINI; PASSANI, 2007).

Ambos os autores trabalham uma sociologia onde as estruturas sociais objetivas e subjetivas se encontram e se complementam, consequentemente se tem então o pressuposto de que o indivíduo não se isola deste processo, sendo que ele sofre fortes influencias de seu contexto,

É valido ressaltar que ambos autores mais reconhecidos como sociólogos, possuem sua formação acadêmica na filosofia e posteriormente migraram para a sociologia. Os dois autores atribuíram esta mudança a questões pessoais, como os horrores causados pelas guerras e a distância que para elas a filosofia possuía da realidade social concreta. (SILVA; CERRI, 2013).

Elias, que vinha de uma família judia abastada serviu a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, sua mãe foi vítima do nazismo e morta no campo de Auschwitz. Já Bourdieu veio de uma família humilde, encontrou no esporte a oportunidade para se ingressar no meio acadêmico, serviu a França durante a Guerra da Argélia. Ambos seguiram caminhos teóricos diferentes e vieram de caminhos diferentes, no entanto, os dois autores se tornaram grandes referencias mundiais não só para as ciências sociais, como também para as humanidades de forma geral, se tornando dois dos intelectuais mais influentes do século passado. (SILVA; CERRI, 2013).

NORBERT ELIAS E O CONCEITO DE HABITUS

Norbert Elias (1887-1990) foi um intelectual com uma vida muito curiosa, alemão, mas de origem judaica foi perseguido pelo nazismo. Antes da Sociologia estudou Filosofia e Medicina. (CARNEIRO, 2005). A obra mais reconhecida da carreira de Norbert Elias é O Processo Civilizador, publicada pela primeira vez em 1939. No entanto, Elias apenas se tornou reconhecido em patamar mundial quase quatro décadas depois. (LANDINI, 2006).

Para o estudo conceitual de Elias, é imprescindível conhecer seu ponto de partida teórico que o conceito de configuração social. Elias defende que a sociedade se forma a partir de relações sociais formadas entre o “eu”, “tu”, “nós”, “eles” etc. ou seja, é composta por indivíduos interdependentes, indivíduos diferentes, mas que se tornam iguais pois dependem uns dos outros. (AREIAS; MARQUES, 2012).

Esta configuração social age de forma a moldar os indivíduos, dessa relação de interdependência entre o indivíduo e a sociedade, se tem o habitus. Dessa forma para Elias:

Esse habitus, a composição social dos indivíduos, como que constitui o solo de que brotam as características pessoais mediante as quais um indivíduo difere dos outros membros de sua sociedade. Dessa maneira, alguma coisa brota da linguagem comum que o indivíduo compartilha com outros e que é, certamente um componente do habitus social (ELIAS, 1994).

Em suma para o autor, o indivíduo se apresenta como uma síntese complexa de seu contexto sócio histórico, dotado, portanto de uma configuração social exterior a ele e uma interioridade. Desta forma o habitus a partir da sociologia configuracional de Elias, é visto como um espaço de interações e de redes intercomunicantes, onde as relações entre os indivíduos ocorrem sempre de maneira interdependente, onde as identidades dos indivíduos se tornam pessoais e sociais. (KOURY, 2013).

Sobre a distinção entre indivíduo e sociedade o autor afirma:

Os conceitos de “indivíduo” e “sociedade” geralmente são usados como se dissessem respeito a duas substancias distintas e estáveis. Por esse uso das palavras, é fácil ter a impressão de que elas designam objetos não só distintos, mas absolutamente independentes em sua existência. Mas na realidade designam processos. Trata-se de processos que de fato se diferenciam, mas não indissociáveis. (ELIAS, 2001).

Nota-se que para Elias, a relação entre o indivíduo e a sociedade possui um caráter dinâmico, diferente de correntes sociológicas anteriores e não estático. Pois como citado esta relação possui um caráter processual, os indivíduos de maneira interdependentes vivem sempre se influenciando, alterando assim os habitus individuais de forma inconsciente. (SILVA; CERRI, 2013).

Elias em obras como A Sociedade da Corte (2001) e A Sociedade dos Indivíduos (1994), investiga o surgimento do habitus comum aos indivíduos da sociedade moderna e contemporânea, como o habitus das cortes europeias influenciaram os indivíduos subalternos. Esta investigação de Elias se inicia já na sua primeira obra, O Processo Civilizador (1994), onde o autor investiga a ontologia das palavras civilização e cultura, demonstrando como através do imperialismo europeu o modelo de vida deste continente passou a ser imposto. Esta imposição ocorre sobre o próprio habitus dos indivíduos.

O autor para explicar seu entendimento sobre o habitus se utiliza de metáforas didáticas, ele utiliza a ideia de dança de grupo para demonstrar que neste tipo de dança cada membro realiza os gestos e movimentos de forma combinada e sincronizada com os demais membros, se um dos membros atrasa ou adianta seus movimentos ele modifica a dança, dessa forma eles atuam de forma interdependente, pois dependem uns dos outros. (ELIAS, 1994).

Para a dança e sua coreografia serem entendidas os membros não devem ser vistos isoladamente, mas sim como partes de um mesmo conjunto, ainda que possuam características distintas. A maneira com que um membro da dança se comporta é determinada pelos demais que estão em sua mesma configuração social, mesmo o membro do grupo de dança possuindo autonomia para mudar a coreografia ele não o faz. (ELIAS, 1994).

O mesmo ocorre com os indivíduos em seu contexto social e histórico, seja ele estando como amigos, inimigos, pais, filhos, marido, mulher, servo, rei, operário, empresário, etc. o modo com que os indivíduos se comportam é moldado pelas suas relações sociais anteriores e atuais. Por isso mesmo que um indivíduo se afaste dos demais, de tal forma que se isole, ele ainda terá em si um pouco dos demais, pois como um indivíduo ele sempre tem seu habitus influenciado pelos demais. (ELIAS, 1994).

CONCEITO DE HABITUS EM PIERRE BOURDIEU

Pierre Bourdieu (1930-2002) é considerado um dos mais importantes intelectuais do século XX, foi professor nas universidades mais conceituadas da França, como a Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais onde ele foi diretor e também no o famoso Colége de France. (MORAES, 2007).

Bourdieu conseguiu conciliar de forma eficaz seu engajamento político ao trabalho intelectual, sendo ele visto hoje como fundador da escola bourdieusiana. Logo depois de ter se graduado, Bourdieu foi obrigado a prestar serviço militar, pois a França passava pela Guerra da Argélia, foi graças a essa experiência que o autor escreveu suas primeiras obras e iniciou sua investigação sobre um dos conceitos mais relevantes de sua obra, o conceito de habitus. (VASCONCELLOS, 2002).

No entanto, para uma real compreensão do conceito de habitus é necessário conhecermos o conceito bourdieusiano de campos, pois os dois conceitos estão intimamente ligados. Os campos são espaços delimitados onde ocorrem relações e disputas de poder, compostos por sujeitos dominantes e dominados que disputam entre si por maior reconhecimento e pela obtenção dos capitais. Podemos citar a partir desta teoria, o campo cientifico, o campo político, da religião, das artes e outros. (ARAUJO; ALVES; CRUZ, 2009).

A relação dos conceitos de campo e habitus está no próprio enfoque do habitus. O habitus seria para o autor:

Um sistema de disposições duráveis e intransponíveis que, exprime, sob a forma de preferências sistemáticas, as necessidades objetivas das quais ele é produto. (…) constituído num tipo determinado de condições materiais de existência, esse sistema de esquemas geradores, inseparavelmente éticos ou estéticos, exprime segundo a sua lógica própria a necessidade dessas condições em sistemas de preferencias cujas oposições reproduzem, sob uma forma transfigurada e muitas vezes irreconhecível, as diferenças ligadas à posição na estrutura da distribuição dos instrumentos de apropriação, transmutadas, assim em distinções simbólicas. (BOURDIEU; SAINT-MARTIN, 1976).

Assim, para o autor francês o habitus está ligado a classe ou posição social ocupada pelo indivíduo, no entanto, a classe social para ele é um conceito mais abrangente que a perspectiva tradicional. A classe social não seria resultante apenas do capital econômico, pelo contrário, mas também do capital social e do capital cultural, sendo assim, o que determina uma classe ou o habitus de uma classe não seria apenas o seu poder econômico, mas sim o resultante entre o capital econômico, capital social e também o capital cultural. (SILVA, 1995).

O habitus se trata:

São princípios geradores que o homem carrega dentro de si, e que foram dados pelo meio social. O habitus é individual, mas ele se constrói no processo de socialização. (…) o capital social é o capital do habitus, em Bourdieu, são os bens simbólicos, aquilo que um indivíduo adquire ao longo de sua vida, como a tradição, o gosto pelas artes, etc. (SILVA, 2001).  

Desta forma, o habitus é entendido como um sistema de esquemas individuais, construído socialmente, por ser construído socialmente existe através de disposições estruturadas no aspecto social, e disposições estruturantes, constituídas na mente do indivíduo, através de suas experiências anteriores, adquirindo também um caráter simbólico. Assim, se pensarmos na relação do indivíduo e a sociedade a partir da perspectiva do habitus, se percebe que o individual e o social são orquestradas de forma simultânea, estando os dois intimamente ligados e ambos se influenciando. (SETTON, 2002).

Por conta dessa relação entre as experiências passadas e as condições do presente o habitus para Bourdieu produz ações e reproduz práticas, pois o esquema simbólico construído historicamente certifica sua presença no futuro, seja através dos gostos pessoas, ou do modo de pensar, sentir, fazer. Nesse sentido, o habitus é se incorpora nas práticas dos indivíduos, e é moldado historicamente. (MARTINEZ; CAMPOS, 2015).

Por conta desse caráter individual, mas no mesmo tempo social, os indivíduos que são dotados do mesmo tipo de habitus tendem a agir a partir das expectativas criadas diante deles. Por exemplo, alguém que bebe um vinho de uma safra especifica, provavelmente possua um habitus diferente de quem bebe um refrigerante qualquer sem uma distinção simbólica. (SILVEIRA, 2006).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao analisar o conceito de habitus para os dois autores, é possível perceber semelhanças no pensamento sociológico de ambos; por exemplo, os dois autores buscam de certa forma um rompimento epistemológico com a sociologia clássica, eles partem dos autores clássicos os tendo como um referencial teórico, mas não se limitam de nenhuma maneira as abordagens clássicas de Karl Marx, Max Weber e Emile Durkheim.

Ambos os autores consideram e analisam as influencias que o indivíduo sofre dos outros indivíduos, assim como de seu contexto sócio histórico, no entanto Bourdieu possui uma análise mais materialista, tendo as condições do indivíduo como um fator que possui muita importância na moldagem do seu habitus. Elias defende que as relações sociais são esse fator de maior importância por conta da relação de interdependência que pauta a vida humana.

Conceitos como o campo de Bourdieu e a configuração social, ou figuração social de Elias são semelhantes. Em Bourdieu se tem o campo como sendo um espaço de relações sociais e simbólicas de poder, como o campo religioso, cientifico, político, econômico, etc. a partir desse campo e da interação entre os campos se tem os habitus dos indivíduos aos quais compõem esses campos. Já na obra de Elias se tem presente a ideia de figuração social, onde as relações sociais que o indivíduo possui em sua família, no seu emprego, na sua escola, etc. influenciam no seu habitus.

REFERÊNCIAS

ALTMANN, Eliska. Tipificação, habitus e interdependência: emblemas para um debate sociológico. Ciências Sociais Unisinos. v. 41, n. 3, p. 143-150, 2005.

ARAUJO, F. M. de B.; ALVES, E. M.; CRUZ, M. P. Algumas Reflexões em torno dos conceitos de Campo e Habitus na obra de Pierre Bourdieu. Revista Perspectivas da Ciências e Tecnologia. v. 1, n. 1, p. 31-40, 2009.

AREAIS, Helena; MARQUES, Ana Paula. Redes e reconfiguração organizacional: o contributo de Norbert Elias. Configurações. n. 9, p. 37-56, 2012.

BOURDIEU, Pierre; SAINT-MARTIN, M. Gostos de Classe e estilos de vida. Actes de la recherche en Sciences Sociales. n. 5, 1976.

CARNEIRO, Deivy Ferreira. Interacionismo e Interdependência: uma breve análise das contribuições de Norbert Elias para a História Social. Anais do I Colóquio do LAHES. p. 1-11, 2005.

CESARINO, Frederico Nicolau. O pensamento sociológico do século XX: as sociologias de Talcott Parsons, Norbert Elias e Erving Goffman. Revista Pós. v. 11, n. 1, p. 351-370, 2012.

ELIAS, Norbert. A Sociedade dos Indivíduos. ed. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 1994.

ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 1994.

ELIAS, Norbert. A Sociedade da Corte. Investigação sobre a sociologia da realeza e da aristocracia de corte. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2001.

KOURY, Mauro Guilherme Pinheiro. Emoções e Sociedade: um passeio na obra de Norbert Elias. História: Questões & Debates. n. 59, p. 79-98, 2013.

LANDINI, Tatiana Savoia. A Sociologia de Norbert Elias. BIB. n. 61, p. 91-108, 2006.

LANDINI, Tatiana Savoia; PASSIANI, Enio. Jogos Habituais – sobre a noção de habitus em Pierre Bourdieu e Norbert Elias. X Simpósio Internacional Processo Civilizador, Unicamp. p. 1-10, 2007.

MARTINEZ, Flavia Wegrzyn; CAMPOS, Jeferson de. A Sociologia de Pierre Bourdieu. Revista Eletrônica da FEATI. n. 11, 2015.

MORAES, Ulisses Quadros de. Pierre Bourdieu: campo, habitus e capital simbólico um método de análise para as políticas públicas para a música popular e a produção musical em Curitiba (1971-1983). Anais V Fórum de Pesquisa Cientifica em Arte. p. 180-192, 2007.

SETTON, Maria da Graça Jacintho. A teoria do habitus em Pierre Bourdieu: uma leitura contemporânea. Revista Brasileira de Educação. n. 20, p. 60-70, 2002.

SILVA, Gilda Olinto do Valle Silva. Capital cultural, classe e gênero em Bourdieu. INFORMARE – Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. v. 1, n. 2, p. 24-36, 1995.

SILVA, Priscila L. Ludovico da. O Conceito de habitus em elias e Bourdieu. Universidade Federal do Paraná. 2001.

SILVA, José Alexandre; CERRI, Luis Fernando. Norbert Elias e Pierre Bourdieu: biografia, conceitos e influencias na pesquisa educacional. Revista Linhas. v. 14, n. 26, p. 171-198, 2013.

SILVEIRA, Ivana Teixeira. Sociedade, Educação e Família. Revista Histedbr. n. 22, p. 180-193, 2006.

VASCONCELLOS, Maria Drosila. Pierre Bourdieu: a herança sociológica. Educação & Sociedade. n. 78, p. 77-87, 2002.

WACQUANT, Loïc. Esclarecer o Habitus. Educação & Linguagem. n. 16, p. 63-71, 2007.

 

[1] Teóloga, Pós doutoranda em Psicanálise Clínica, Diretora e Pesquisadora do Centro de Pesquisas e Estudos Avançados CEPA, e-mail: prof.dra.csd@hotmail.com

[2] Graduando em Ciências Sociais , (PUC- CAMP) , colaborador do Centro de Pesquisa e estudos Avançados– gileade@cpdtweb.com.br

Como publicar Artigo Científico

Teóloga, Doutora em Psicanálise Clínica. Atua há 15 anos com Metodologia Científica ( Método de Pesquisa) na Orientação de Produção Científica de Mestrandos e Doutorandos. Especialista em Pesquisas de Mercado e Pesquisas voltadas a área da Saúde.

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