Olá, tudo bem? Em nosso post de hoje iremos discutir sobre uma pauta muito importante: a carreira acadêmica. Ao investir em uma carreira como essa, é preciso que adotemos algumas estratégias essenciais, pois, para que consigamos fazer sucesso nesse meio, é preciso que aprendamos a nos destacar. Considerando essa necessidade, hoje, iremos apresentar alguns pontos que podem lhe ajudar a ter uma carreira de pesquisador de sucesso. Há algumas práticas que podem fazer com que você se destaque nesse meio. Algo que gostaríamos destacar de antemão é que é preciso que as pessoas lhe conheçam. Para isso, é preciso que elas tenham contato com os seus estudos e esse contato pode ser firmado de formas diversas. Desde a divulgação de sua pesquisa atual em um congresso científico até a publicação de um artigo científico são práticas decisivas que podem impulsionar a sua carreira.
Daremos início a uma série que irá apresentar alguns aspectos que podem lhe ajudar a ser um pesquisador de sucesso. Essas dicas são pontos que podem impulsionar a sua carreira positivamente. Além de tecermos algumas reflexões importantes sobre como devemos nos relacionar com a ciência, iremos apontar algumas estratégias que podem ajudar você a ter um desempenho melhor ao longo de sua jornada. Essas dicas irão ajudar você a ter uma outra relação com a ciência, isto é, irão lhe ajudar a produzir mais em prol da sociedade e com qualidade. Também gostaríamos de frisar que a participação em grupos de pesquisa e o desenvolvimento de pesquisas de forma concomitante também são poderosos instrumentos. Assim, iremos apresentar dicas sobre o que você precisa saber e ter para conseguir ser um pesquisador de sucesso.
O nosso contexto de vida pode impulsionar ou retardar a nossa carreira. Muitas pessoas vivem em uma situação marginalizada que impede o acesso a certas coisas. Vivendo nesse tipo de contexto, em que os abusos são diversos, bem como a falta de acesso é uma constante, o processo de transcendência por meio da pesquisa se torna muito mais difícil. A fim de que uma pessoa que se encontra nesse tipo de situação consiga subsídios para construir o conhecimento e para estudar, é preciso passar por uma série de desafios. Uma grande parcela das pessoas precisam trabalhar para que consigam estudar, o que pode ser uma barreira, já que nem sempre a rotina de trabalho permite essa busca. Diante desse cenário, muitas pessoas acabam, também, desenvolvendo certas habilidades para venderem certas coisas para custear os seus cursos. Esse processo não é fácil e carrega uma série de percalços.
Vivenciar um contexto como esse, marcado por uma série de limitações, é algo que não deve ser apagado da sua vida. Ao conversar com as pessoas você será muito mais empático e sensível ao mundo à sua volta, sobretudo com as pessoas que fazem parte de uma realidade semelhante a sua. Problemas familiares, de convivência e de desemprego fazem parte da maior parte dos relatos dos alunos que nos procuram. Assim sendo, grande parte das nossas ideias enquanto pesquisadores e das nossas pesquisas são sensíveis à realidade dessas pessoas que mais precisam de ajuda por meio do conhecimento. Embora essas restrições impostas pelo nosso contexto de vida possam não ser tão boas, elas servem para que aprendamos a sobreviver e a persistir, bem como nos torna mais empáticos e aliados daqueles que precisam de ajuda.
Embora o objetivo desse post não seja discutir sobre a nossa vida pessoal, o contexto de vida influencia e muito na nossa jornada em busca pelo conhecimento e por melhores oportunidades. Assim sendo, quando falamos sobre o que torna um pesquisador bom, não é possível que deixemos de fora o acesso ou a falta de acesso ao conhecimento. Também optamos por demonstrar esse contexto para que você saiba que não existe nada que seja impossível. Acreditamos que a vida está aí para ser vivida e as oportunidades devem ser tomadas. Assim, quando ela aparecer, não tenha medo e arrisque. Não aceite os não impostos pela vida, pois para tudo há uma solução, mesmo que você tenha que sair da sua zona de conforto. Se a vida fecha as portas, abra as janelas. Nunca aceite algo como definitivo e impossível. Essa resistência, em nossa visão, faz surgir novas possibilidades para que contribuamos com outras pessoas.
Sempre que você tiver uma dica ou alguma sugestão para aqueles que estão ingressando nesse novo universo ou para aqueles que já se encontram na academia, não guarde para si. Como são vários os aspectos que podem impulsionar a sua carreira de forma positiva, optamos por transformar essa discussão em uma série de posts. O objetivo ao longo dessa nova série é o de apresentar mecanismos que podem ajudar você a se posicionar melhor enquanto pesquisador. O primeiro ponto essencial que você deve levar em consideração é a importância do ato de acreditar. Nós defendemos que Deus é criador de todas as coisas. Ele criou cérebros que possuem a mesma capacidade, de modo que nenhum é melhor do que o outro. Todos têm a mesma capacidade. Por mais que seja difícil, não deixe que as suas condições ambientais, geográficas, culturais e afins limitem as suas possibilidades.
Embora nem todos acreditem em Deus, acreditamos que a fé pode realmente modificar todo o curso da sua vida. Somos dotados de uma capacidade imensa de pensar e criar, pois estima-se que hoje o cérebro humano tenha oitenta e seis bilhões de neurônios. Não é uma pessoa ou outra que possui essa quantidade. Todos nós temos. Contudo, muitas pessoas acreditam que uns são mais inteligentes do que outros. A base para este tipo de afirmação reside no fato de que algumas pessoas possuem facilidades em áreas específicas. Por exemplo, uma pessoa pode se destacar mais na área de exatas e outra nas ciências humanas. Não significa que uma é mais inteligente e que tem mais capacidade do que a outra. São habilidades diferentes, inteligências que se concentram em locais diferentes. Com isso, torna-se válido chamar a sua atenção para o fato de que cada pessoa possui uma predisposição para alguma área.
Todos os seres humanos possuem a mesma capacidade neuronal, porém, os seus interesses e afinidades podem ser concentrados em áreas e linhas de pesquisa muito diferentes. O conhecimento é multidisciplinar, e, dessa forma, o mesmo ocorre com a inteligência, ela manifesta-se de múltiplas formas. Entretanto, cumpre afirmar que, se você não possui nenhum problema, com toda a certeza a sua capacidade neuronal é a mesma que a da pessoa que você considera mais inteligente. Assim, aquilo que você admira em um pesquisador ou em um professor específico pode ser conquistado por você também. O que acontece é que um pesquisador com muitos anos de academia terá mais leituras e bases que você. É um processo natural e desenvolvido ao longo de muitos anos. A maturidade acadêmica é conquistada de forma gradativa. O seu contexto de vida também pode ter sido mais propício.
Pessoas que sempre tiveram contato com a escrita, com a leitura e com o conhecimento têm um contexto de vida que facilita a sua imersão nos espaços acadêmicos. Algumas dessas pessoas estudaram nas melhores escolas, aprenderam uma série de idiomas, viajaram muito, etc e, assim, possuem um conhecimento que, de certa forma, é privilegiado. A rede de contatos e amizades também impulsiona a conquista de certas coisas ao longo de sua jornada. Entretanto, chorar pela falta de acesso a essas oportunidades não fará com que a sua vida melhore. É preciso reagir. Se até esse momento você ainda não teve acesso a essas oportunidades, é preciso correr atrás delas. Para ter uma vida semelhante à das pessoas que você admira, não há outro jeito, é preciso correr atrás do “prejuízo”. Precisará adotar alguns mecanismos para reverter esses prejuízos impostos pelo seu próprio contexto de vida.
Tome muito cuidado para que, nesse momento, você não se engane a si mesmo, e, por esse motivo, é preciso aceitar que todos nós possuímos certas limitações, o que nos difere é como lidamos com elas. Dentre essas limitações que podem comprometer o nosso sucesso são aqueles argumentos que acionamos para justificar a nossa passividade frente a essas limitações. Não procure justificar essas limitações por causa das condições impostas pelo seu contexto de vida. O desafio é livrar-se de um padrão negativo de pensamento. A negatividade é um padrão que já atribui a sensação de fracasso antes mesmo de a pesquisa ser iniciada. Por fim, acreditamos que não existe um pesquisador ruim, mas sim aqueles que não possuem estratégias efetivas.
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Gostei imenso do artigo, entiqueceu me bastante, para continuar a acreditar que posso ser bom pesquisador e quiça contribuir para o desenvolvimento de um mundo melhor.
Obrigado